COMUNIDADE CONSCIENCIOLÓGICA COSMOÉTICA INTERNACIONAL


O CEAEC é uma das instituições conscienciocêntricas que formam a Comunidade Conscienciológica Cosmoética Internacional (CCCI).
A CCCI é o conjunto de habitantes ou população das Cognópolis (Cidade do Conhecimento), da sociedade de pessoas conectadas pelos vínculos conscienciais da Conscienciologia. É o complexo comunitário conscienciológico, um mutirão permamente, a integração demográfica conscienciológica. Formada por pesquisadores, voluntários, professores, Instituições Conscienciocêntricas (ICs), Colégios Invisíveis da Conscienciologia e empresas conscienciológicas a cidade do conhecimento existe, hoje em Foz do Iguaçu, formada por centenas de pessoas e outra se formando em Évora Monte, Portugal.

AIEC  AIEC
Associação Internacional para Expansão da Conscienciologia
 Instituição que objetiva fomentar, apoiar e executar os diferentes projetos da Comunidade Conscienciológica Cosmoética Internacional.
 
 APEX
Associação Internacional de Programação Existencial
 Sua finalidade é a pesquisa e a educação sobre o propósito existencial e a evolução pessoal e grupal, a partir do paradigma consciencial.
 

Tertúlia 2877 - Retroafeto deslocado (Psicossomatologia)

O poder da rejeição


Por Andre lima

A rejeição é uma das coisas que mais afeta a autoestima. Ainda mais quando acontece durante a infância, fase em que estamos mais vulneráveis emocionalmente. É nessa fase que o ser humano aprende gradativamente a se amar através do amor que recebe dos pais e adultos importantes à sua volta. 

O alimento vital para o fortalecimento da autoestima e amadurecimento gradativo da criança é o amor incondicional. Entretanto, quando a criança não recebe esse amor e/ou sofre rejeição, ela interpreta que não tem valor, que tem algo de errado dentro de si e por isso não é digna de receber amor. “Se nem meus pais me amam, só pode ser culpa minha por algum defeito que tenho”. É essa a distorcida compreensão infantil.

A criança passa a desenvolver uma autorrejeição. Não amadurece emocionalmente de forma plena e carrega marcas de insegurança na sua autoestima que permanecem mesmo depois de se tornar adulta. 

Como a maioria de nós não recebe amor incondicional de forma adequada e suficiente que consiga suprir a carência durante a infância, carregamos alguma dose de autorrejeição. O gatilho da autorrejeição é puxado todas as vezes que alguém nos rejeita. É como se, em algum nível, ainda estivéssemos tendo a mesma reação infantil de achar que não temos valor quando alguém demonstra ter ficado insatisfeito conosco. Por isso é que dói tanto ser rejeitado.

O Diário de Anne Frank 2009 - Filme Completo

Amiga de infância de Anne Frank conta sobre sua estadia no Campo de Conc...

Otto Frank, father of Anne

O Diário de Anne Frank - On line Parte 11

Terça-feira, 13 de Junho de 1944
Querida Kitty:
O meu aniversário passou mais uma vez. Tenho agora
quinze anos. Recebi muitas coisas :
A História de Arte, de Springer, em cinco volumes; um
jogo de roupas interiores; dois cintos; um lenço; dois
frascos de yoghurt; um frasco de compota; um bolo; um
livro de Botânica, do pai e da mãe. A Margot deu-me uma
pulseira dupla, os van Daans um livro, o Dussel ervilhas
de cheiro; a Miep e a Elli rebuçados e cadernos. E ainda
a melhor surpresa: o livro Maria Teresa e três fatias de
queijo autêntico, do sr. Kraler. Do Peter recebi um belo
ramo de begónias; o pobre do rapaz andou a ver se lhe
conseguiam arranjar coisa diferente, mas não foi possível.
A invasão continua em pleno progresso, apesar do mau
tempo, das ventanias medonhas e das chuvas torrenciais
sobre o mar.
Churchill, Smuts, Eisenhower e Arnold visitaram ontem
as aldeias francesas que foram conquistadas e libertadas
pelos ingleses. Churchill esteve num torpedeiro que bombardeou
a costa. Este homem, como tantos outros, parece
não ter medo. Que coisa tão invejável!
Daqui do anexo não podemos sondar o moral dos holandeses.
Sem dúvida as pessoas estão contentes por a "indolente"
Inglaterra sempre deitar a mão. Todos aqueles

O Diário de Anne Frank - On line Parte 10

Terça-feira, 2 de Maio de 1944
Querida Kitty:
No sábado, à noite, perguntei ao Peter se achava que
devia dizer ao pai o que se passa entre nós, e depois de
ponderar um bocado ele achou que sim. Estou contente
por isso, pois prova-me a pureza dos seus sentimentos.
Logo depois de eu ter descido, fui buscar água com o pai,
e já na escada disse-lhe:
- Pai, com certeza compreendes que o Peter e eu,
quando estamos juntos, não ficamos sentados a um metro
de distância um do outro. Achas mal?-O pai não me
respondeu imediatamente. Depois disse:
- Não, não acho mal, Anne, mas aqui, onde o espaço
é tão restrito, deves ter mais cuidado...
Ainda chegou a dizer mais algumas coisas no mesmo
sentido e depois subimos. No domingo de manhã chamou-me
para me dizer :
- Anne, pensei naquilo que me disseste (comecei a ter
medo). Vistas bem as coisas, não está certo aqui no anexo!

O Diário de Anne Frank - Resenha

O Diário de Anne Frank - On line Parte 9

Quarta-feira, 29 de Março de 1944
Querida Kitty:
Ontem o ministro Bolkestein disse na emissora de Orange
que, depois da guerra, se havia de publicar uma série de
diários e de cartas desta época. Aqui começaram logo
a falar no meu diário. E se eu publicasse um romance
sobre o anexo?. Não te parece interessante? Mas, com
este título, toda a gente era capaz de imaginar que se
tratava de um romance policial.
Basta de brincadeira, deixa-me falar a sério. Não parecerá
inconcebível ao Mundo, depois da guerra-digamos
dez anos depois-, o que nós, os judeus, contarmos sobre
a nossa vida aqui, as nossas conversas e as nossas refeições?
Pois embora te tenha contado muita coisa, tu ainda
só ficaste a saber uma pequena parcela desta vida.
O medo das senhoras, quando há bombardeamentos
como os do Domingo passado, em que trezentos e cinquenta
aviões ingleses lançaram meio milhão de quilos
de dinamite sobre Ijmuiden e as casas estremeceram como
as folhas com o vento. E o terror das epidemias que grassam
no país! Disto ainda sabes pouco, e seria preciso que
eu escrevesse todo o dia se quisesse fazer um relatório
completo. A população forma bichas para comprar hortaliça
ou seja o que for. Os médicos não podem visitar
os seus doentes, porque lhes roubaram o automóvel ou
a bicicleta. Ouve-se falar de pequenos furtos e de roubos
em grande escala, e eu prgunto a cada passo o que foi
feito da honestidade dos holandeses, quase proverbial?
Crianças dos oito aos onze anos partem os vidros das habitações alheias e tiram tudo o que lhes
vem parar ás mãos.
Nimguém tem coragem de deixar ficar a sua casa abandonada
durante cinco minutos, pois, ao voltar, pode muito bem encontrá-la vazia. Todos os dias se lêem
nos jornais
anúncios em que se prometem gratificações pela entrega
de coisas roubadas, máquinas de escrever, tapetes persas,
relógios eléctricos, tecidos, etc., etc. Os relógios das ruas
são desmontados, e até se tiram os telefones das cabinas
sem deixar ficar um pedaço de fio sequer.
Evidentemente não pode haver bom ambiente entre a
população. O racionamento não chega. A invasão faz-se
esperar, os homens têm de ir para a Alemanha. As crianças
estão subalimentadas e doentes. Quase toda a gente usa
roupa e calçado de má qualidade. Umas solas "negras"
custam cinquenta florins. Mas os sapateiros raras vezes
aceitam freguesia ou então levam quatro meses a compor
os sapatos se estes, entretanto, não forem roubados.
Uma coisa boa: as sabotagens contra a ocupação
aumentam à medida que a alimentação piora e as condições
se tornam mais severas. Os funcionários da distribuição

O Diário de Anne Frank - On line Parte 8

Domingo, 18 de Março de 1944
Querida Kitty:
Ultimamente não tenho tido paciência para estar
sentada à minha mesa. Gosto de conversar com o Peter
e só tenho receio de que ele se mace com isso. Já me contou
muitas coisas da sua vida, dos seus pais e de si próprio.
Mas eu ainda queria que ele me contasse mais.
Depois pergunto a mim mesma porque é que espero
tanto dele. Antigamente ele achava-me insuportável e eu
pagava-lhe na mesma moeda. Mas as coisas mudaram.
Se com ele, no entanto, ainda nos
pudermos tornar amigos íntimos, suportaria muito melhor esta vida de isolamento. Não
quero excitar-me mais. Estou a pensar de mais nele e não
tenho o direito de te vir importunar a ti, só por me sentir
tão obcecada.
Sábado, à tarde, fiquei, depois de uma série de notícias
tristes, tão mal disposta e confusa que me deitei na cama.
Só Queria dormir e não pensar em nada. Dormi até às
quatro horas depois tive de ir ao quarto do Pai.
foi fácil respondér às perguntas da mãe porque fora
que me tinha deitado. Disse que tinha dores de cabeça