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Como fazer Reclamações contra instituições financeiras e administradoras de consórcio

O Banco Central do Brasil (BC) tem como missão “assegurar a estabilidade do poder de compra da moeda e um sistema financeiro sólido e eficiente”. Nesse contexto, compete ao Banco Central exercer a regulação e a fiscalização das atividades das instituições que integram o SFN e das administradoras de consórcio.
Reclamações quanto aos serviços e produtos oferecidos por essas instituições podem ser registradas por qualquer cidadão junto ao Banco Central. Tais reclamações constituem importante subsídio ao processo de regulação e fiscalização do SFN, pois podem indicar descumprimento de leis e normas aplicáveis a essas instituições.
Com o objetivo de orientar adequadamente os clientes e usuários das instituições financeiras e das administradoras de consórcio, recomenda-se que qualquer reclamação seja primeiramente efetuada nos locais onde o atendimento foi realizado ou no Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da própria instituição.
O cidadão poderá ainda recorrer à Ouvidoria da instituição, que terá o prazo máximo de 15 dias para manifestar-se de forma conclusiva. As Ouvidorias foram criadas para mediar os conflitos entre aquelas instituições e os seus clientes e usuários de produtos e serviços e estão regulamentadas pela Resolução nº 3.849, do Conselho Monetário Nacional (CMN) e pelas Circulares nº 3.501 e nº 3.503, do Banco Central, todas de 2010.
As questões inerentes às relações de consumo entre clientes e usuários das instituições financeiras e das administradoras de consórcio estão sujeitas ao Código de Defesa do Consumidor, cabendo aos órgãos integrantes do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC) fazer a mediação dessas questões. É também direito do cidadão recorrer ao Poder Judiciário para solução das questões que não tenham sido resolvidas satisfatoriamente por essas instituições.
Verifique em "Perguntas mais frequentes" se as informações disponíveis já atendem sua situação. Caso contrário, acesse "Registre sua reclamação".
http://www.bcb.gov.br/?RECLAMACAODENUNCIA

A Importância da Gestão de Dinheiro

Depois de você realmente aprender os princípios comerciais, quer prefira ações, moedas ou mercadorias, é vital que adquira um conhecimento profundo sobre a gestão de dinheiro, se realmente pretender se transformar em um investidor de sucesso. Você precisa perceber que o seu desempenho comercial será bastante melhorado, se tiver uma estratégia eficiente de gestão de dinheiro.
O que é a gestão de dinheiro? Essa ferramenta pode ser considerada como uma metodologia estatística que pode ajudar a avaliar a quantia monetária a sabiamente arriscar em cada transação comercial. Por exemplo, muitos especialistas recomendam que os investidores devam dominar uma estratégia simples e eficaz de gestão de dinheiro, com base no risco de uma quantia monetária fixa previamente determinada do saldo total da conta por posição. Eles aconselham que um valor máximo de apenas 2% deve ser especificamente aplicado.
Você pode compreender a lógica por trás dessa abordagem ao perceber que há uma enorme diferença entre arriscar 2 e 10% do seu capital total por transação. Por exemplo, se você tivesse de arriscar apenas 2%, somente perderia cerca de 17% do seu saldo total se tivesse de suportar dez perdas consecutivas. Mediante as mesmas condições, você teria perdas de cerca de 66%, se arriscasse 10%.
Com base nesse exemplo, você pode concluir que a utilização de um nível menor de risco por transação certamente ajudaria a aperfeiçoar a proteção para a sua conta. Você também obteria tempo para desenvolver as suas habilidades e conhecimentos relacionados com a sua nova profissão, utilizando tal abordagem. Esse tipo de estratégia de gestão de dinheiro está em conformidade com os princípios de uma máxima comercial importante que enfaticamente declara: “Não arrisque muito do seu saldo em qualquer situação e/ou momento”.
Se você aprender a cuidadosamente respeitar os conselhos acima mencionados, significativamente melhorará as suas probabilidades de desenvolver habilidades e conhecimentos comerciais, garantindo o máximo de proteção para a sua conta. Você pode manter o seu risco por transação dentro dessa

Bancos Centrais do Mundo

Bancos Centrais
A Reserva Federal (FED) é provavelmente o banco central com maior influência no mundo, devido a influência da economia americana na economia mundial. Dentro do FED, encontra-se o FOMC (sigla em inglês para Comitê de Operações de Mercado Aberto). O comitê se reúne para decidir a política financeira dos Estados Unidos 8 vezes ao ano.  Ler Artigo completo
O BcE trabalha com o "Sistema Europeu de Banco Centrais" (SEBC), o qual inclui os 27 países da UE. No entanto, somente 17 desses países adotaram o euro até o período atual, constituindo assim a "zona do euro" ou "euro zona", e seus bancos centrais, junto com o Banco Central Europeu formam o denominado "Sistema Euro".  Ler Artigo completo
O Banco da Inglaterra é o banco central do Reino Unido. O banco foi fundado em 1694 e teve sua independência em 1997. O Banco da Inglaterra se encontra no centro do sistema financeiro do Reino Unido, com sede em Londres, na rua Threadneedle. O banco tem a tarefa fundamental de estabelecer os tipos de juros que influem no gasto e na economia.  Ler Artigo completo
O Banco do Japão é o Banco Central do Japão. Ele se situa em Nihonbashi, Tóquio. O comitê de política financeira do Banco Central do Japão é formando pelo governador do Banco Central do Japão, dois subgovernadores e outros seis membros. Devido ao Japão depender em grande medida de exportações, o BcJ tem grande interesse em manter um yen fraco.  Ler Artigo completo
O Banco Nacional Suíço (BNS) é o Banco Central da Suíça. Tal instituição conta com comitê formado por três pessoas, as quais tomam as decisões a respeito das taxas de juros. O Banco Nacional Suíço tem dois escritórios centrais, um em Berna e outro em Zurique. Ainda, conta com cinco escritórios representativos em Basiléia, Lausane, Alfafa, Lugano e St. Gallen.  Ler Artigo completo
O Banco do Canadá é o Banco Central do Canadá. Esta instituição financeira se estabeleceu em 1934. O Banco do Canadá é a autoridade encarregada da emissão da moeda nacional, o dólar canadense. Sua sede central se situa em Ottawa. O governador do Banco do Canadá é elegido pelo Conselho Administrativo do próprio banco e o mandato é de sete anos.  Ler Artigo completo
O Banco da Austrália é o Banco Central da Austrália, em inglês Reserve Bank of Australia. Esta instituição financeira se estabeleceu em 1960. O comitê de política financeira do Banco Central da Austrália é formado pelo governado do banco central, o subgovernador, o secretário do departamento de tesouro e seis membros independentes, designados pelo governo.  Ler Artigo completo
O Banco da Nova Zelândia é o Banco Central da Nova Zelândia. A função primordial do Banco Central da Nova Zelândia é manter a estabilidade dos preços, inflação baixa, confiança na moeda, controlar a circulação do dólar neozelandês e fixar as taxas de juros, entre outras questões. Para atingir seus objetivos. o banco central tem uma meta inflacionária de 1.5%.  Ler Artigo completo
O Banco Nacional da Polônia é o Banco Central da República da Polônia, em polonês Narodowy Bank Polski. O Banco Central da Polônia representa o país no Sistema Europeu de Bancos Centrais. Tal instituição financeira existe com esse nome desde 1945, porém é remanescente de bancos prévios, ambos chamados Banco da Polônia (Bank Polski).  Ler Artigo completo

Banco Central do EUA


A Reserva Federal (FED) é provavelmente o banco central com maior influência no mundo, devido a influência da economia americana na economia mundial.
 
 
O presidente atual da Junta de Governadores é o senhor Ben Bernanke, nomeado pelo presidente George W. Bush em janeiro de 2006, quando da saída de Alan Greenspan, presidente da Reserva Federal desde os tempos de Ronald Reagan.
 
 
A Reserva Federal é uma entidade independente, já que as decisões tomadas não precisam ser aprovadas pelo presidente dos Estados Unidos, ou por qualquer pessoa, seja do área executiva ou legislativa do governo.
 
 
A Junto de Governadores do FED não recebe remuneração do Congresso, e seu mandato tem duração que envolve diversos governos e legislaturas. Quando o presidente designa um membro da junta, este se torna independente; porém, ele pode ser destituído pelo presidente sob certas circunstâncias.
 

Perspectivas sobre a emissão monetária e inflação


Muitos governos aumentaram a emissão de moedas de forma desmedida como consequência do endividamento elevado. Assim, as carteiras dos investidores poderão perder valor por causa da inflação, que se potencializa pela maior massa monetária. No entanto, as ações poderão ser beneficiadas pelo maior grau de liquidez.
 
 
De acordo com o informe de Marc Fauber, economista suíço conhecido como "Dr. Doom" ou "Dr. Catástrofe" por suas previsões e opiniões contrárias à segurança dos bônus do tesouro dos E.U.A., os investidores poderão perder até metade de sua riqueza nos próximos anos devido aos problemas de endividamento dos governos.
 
 
Os Bancos Centrais para aliviar a situação delicada das economias desenvolvidas, aumentaram suas folhas de saldo consideravelmente. Por exemplo, a Reserva Federal expandiu seu saldo aproximadamente em U$3 tri, sendo que outros bancos, como o BCE, injetaram grandes quantidades de liquidez.


Nesse sentido, os riscos inflacionários são crescentes e poderão ter consequências devastadores na riqueza dos investidores. Para isso, a aversão ao risco será cada vez maior e alguns ativos, particularmente metais como outro, mostram potencial, já que podem sofrer uma grande demanda nos próximos meses.
 

Palestra: Segredos da Riqueza


Dicas para os desempregados

1. Encontre maneiras de desenvolver suas habilidades de graça:
Há uma série de cursos gratuitos on-line disponíveis em sites de universidades, por exemplo, além de palestras e workshops também oferecidos gratuitamente por diversas instituições. Fique ligado na programação de institutos que possam oferecer conteúdo relevante sem pagar e aproveite para desenvolver suas habilidades e se tornar um profissional melhor.
2. Confira o seu guarda-roupa:
Antes de comprar um novo terno ou tailleur, verifique se realmente não há nada que seja adequado em seu guarda-roupa. A maioria dos especialistas recomenda usar roupas discretas para entrevistas, então é possível que você consiga se virar com o que tem no armário, sem precisar desembolsar mais dinheiro.
3. Reveja suas estratégias:
Se você tem gastado muito dinheiro para enviar currículos e portifólios para empresas sem ter um retorno, talvez seja a hora de parar. Tente descobrir qual é a estratégia que tem dado mais certo e foque nela, para evitar gastos desnecessários.
4. Saiba quando gastar:
Há algumas coisas na vida em que vale a pena gastar um pouco mais, porque vai acabar compensando a longo prazo. Um exemplo é a preparação de um currículo — talvez valha a pena pagar para ter ajuda de um profissional especializado na elaboração do currículo. É importante entender quais aspectos da sua busca por emprego precisa de investimentos e quais podem ser deixados em segundo plano.
5. Anote os gastos:
Para não acabar perdendo a noção e gastando demais, é recomendável anotar todas as despesas. Até porque, se a busca acabar demorando mais do que você imagina, o planejamento financeiro vai ser importante.

Como conquistar seus clientes

1 - Liste evidências
É importante a presença de evidências que comprovam a qualidade de sua oferta ao mercado. O possível cliente buscará nesses “indícios” a comprovação de credibilidade, ainda que ele não tenha consumido seu produto ou serviço. Recomenda-se evidências como: número de consumidores atendidos, nomes de empresas relevantes em sua carteira de clientes, fotografias, tempo de mercado, entre outros.
2 – Busque associações
Associar a empresa a parceiros com prestígio como associações de classe, órgãos regulamentadores, institutos de defesa do consumidor ou outras empresas que têm alta credibilidade, garante boa reputação. Por associação, o mercado irá perceber sua marca comprometida com os mesmos interesses daqueles ao qual a empresa se associou.
3 – Reúna testemunhos de clientes
Disponibilizar através de vídeos e textos testemunhos reais de clientes é bastante recomendável. Isso se aplica tanto a clientes organizacionais quanto a consumidores finais. As pessoas tendem a dar créditos a testemunhos sem interesse e a depoimentos espontâneos, mais do que à comunicação da própria empresa. Relatos positivos e bons relacionamentos em redes sociais, em muito contribuem para a situação desejada de credibilidade.
4 – Mostre o seu grau de expertise
Mostrar para o cliente o quão bom a empresa é faz parte do negócio. Para isso, precisa-se comunicar evidências através de selos de qualidade, posição em rankings de concorrentes, troféus ou prêmios de performance. Há ainda, as certificações que variam conforme a área de atuação da empresa. Existem certificações digitais, de qualidade, de processos, pessoas, dentre outros.
5 – Disponibilize os contatos da empresa
Ter sempre à disposição do cliente canais eficientes de contato e resolução de demandas é uma interessante forma de demonstrar credibilidade. Telefones, chats, guichê de informações, SACs, e-mails e redes sociais são exemplos dessa gama de possibilidades. Contudo, mais importante do que o número de canais de contato é a presteza em atender os interesses do cliente com o máximo de agilidade possível.
6 – Foque na prestação de serviços
Por mais óbvio que pareça, a prestação de serviços é o principal elemento de percepção do cliente no contato com a oferta. Do atendente de balcão cortês à agilidade do caixa, passando pela solicitude do gerente, tudo é importante. É o que o marketing chama de “momento da verdade”. Nesse ponto, o cliente irá se certificar de que as promessas de reputação da empresa de fato podem ser percebidas.

Finanças pessoais




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Quando o assunto é utilizar as finanças de maneira correta é difícil se controlar e não sair por aí gastando e depois contratando empréstimos se não houver bastante planejamento e disciplina. A primeira regra de quem quer ter uma vida financeira estável é ser disciplinado. Sem isso não tem como controlar o que entra ou sai de dinheiro e não haverá nenhuma dica que poderá te ajudar. Se você ainda não faz parte do grupo dos mais disciplinados, não precisa se desesperar agora, pois é possível conseguir esta disciplina aos poucos, com a pequena mudança de hábitos.

Hábitos que ajudam em sua vida financeira

Com disciplina tudo vai ficando mais fácil em sua vida financeira, mas a criação de alguns hábitos ajuda bastante. Veja alguns exemplos:

Defina metas e objetivos

Não adianta simplesmente ganhar seu dinheiro todo mês e não saber onde deve gastar e onde quer gastar. É preciso traçar o que precisa ser pago todo mês e o que você também quer comprar com o dinheiro que sobrar.

Faça o seu planejamento financeiro

Depois de saber onde deve gastar e onde quer gastar é preciso definir isto através de um bom planejamento financeiro. Quem prefere a boa e velha agenda de papel, pode utilizá-la também, mas para os amantes da tecnologia, uma planilha em Excel é uma boa oportunidade de ver seus planejamento financeiro.

Fique de olho nos gastos excessivos

Se seu planejamento está pronto e você vê que está  gastando muito comendo fora, por exemplo, sabe que deve passar a comer mais em casa. O mesmo vale para qualquer outro tipo de situação em que veja que está extrapolando um pouco do que havia previsto. Assim você consegue “cortar o mal pela raiz” antes que o mês acabe no vermelho.

Garanta sempre um dinheiro reserva

Imprevistos acontecem e por mais que você tenha disciplina, pode acontecer algum fato em que precise de mais dinheiro. A maioria vai recorrer àqueles tipos de empréstimos desesperadores, mas quem tem uma boa educação financeira sempre tem uma reserva e utiliza este dinheiro nos imprevistos. Para isso, você  pode abrir uma poupança e ir deixando um pouco por mês para os momentos de aperto e emergências.

Conheça mais sobre a educação financeira

Não adianta querer ser educado financeiramente se você está lendo apenas este artigo hoje (mesmo que o artigo tenha ótimas dicas para organizar suas finanças pessoais e seja de qualidade). É preciso estar o tempo todo se aprimorando com cursos online ou presenciais na área, livros, palestras, etc. Para criar o hábito, é preciso estar em contato com o mesmo dia a dia. No geral, as dicas são fáceis e garantem que você consiga investir seu dinheiro da forma correta, gastar onde é preciso e comprar o que desejar sem recorrer a empréstimos desnecessários ou altos juros. É preciso apenas ter um pouco de consciência e adquirir a disciplina que sua vida financeira fica muito melhor.

Ganhar dinheiro (dolar) por digitar textos na internet

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Sinais que está você está longe de ficar rico






1) A parcela da sua renda destinada aos investimentos é menor do que 10%
GIF poltrona 336x280Todo orçamento pessoal deve ter uma parte exclusivamente destinada a investimentos, assim como às despesas fixas e variáveis. Os investimentos são o oxigênio de diversos projetos pessoais, por isso destinando menos de 10% da renda a aplicações, alguns objetivos podem demorar mais a se concretizar.  “É claro que, para quem tem uma renda altíssima, 10% da renda pode ser pouco se a pessoa consegue investir 50% da renda. Mas 10% é uma medida bem geral e se não for possível guardar nem isso por mês, existe um problema”, explica o consultor financeiro André Massaro. Os objetivos, o tempo de investimento e a quantia disponível irão definir quais são as melhores aplicações, quanto deve ser colocado em cada uma delas e se será preciso aumentar ou não a parcela da renda para os investimentos. Parte dos investimentos pode ser voltada à aposentadoria, outra parte a objetivos de médio prazo, como um casamento e outra ao curto prazo, como uma viagem a ser realizada em breve.
2) Você não teria dinheiro suficiente para se manter sem emprego durante um ano
A perda de emprego, um problema de família ou de saúde são imprevistos que podem facilmente minar um objetivo em pouco tempo. Por isso, é preciso ter uma reserva financeira que seja capaz de sustentar esse tipo de situação imprevisível. Alguns especialistas falam que a reserva de emergência deve equivaler a pelo menos seis meses de despesas, outros um pouco mais. André Massaro acredita que uma pessoa realmente preparada para alcançar seus objetivos deve ter pelo menos uma quantia equivalente a um ano de despesas guardada. “Hoje, muitos conseguem se recolocar em pouco tempo porque o mercado está aquecido, mas o desemprego sempre foi um problema no país. Por isso é preciso se preparar para o pior cenário, não o melhor”, diz.
3) Seu investimento para a aposentadoria vai de mal a pior
Ter uma boa aposentadoria, para alguns, significa ter uma renda mensal de 10 mil reais; para outros, a renda deverá equivaler a 20 mil reais. Por isso não existe uma regra geral que mostre se a pessoa está cuidando bem ou não de sua aposentadoria. Massaro afirma que em países desenvolvidos, os investidores acumulam para a aposentadoria um patrimônio suficiente para mantê-los durante 30 anos, um período que ele considera também recomendável para os brasileiros que planejam sua aposentadoria. Seja qual for o período que o investidor considerar que viverá depois de aposentado, ele deve pensar se com a quantia que ele investe mensalmente hoje e com o tempo que ele tem até a aposentadoria, os recursos investidos serão suficientes para se aposentar com a renda pretendida. Caso não sejam, este pode ser um indício de que o caminho para o sucesso está ainda bem distante. Os próprios bancos, que têm total interesse em fornecer crédito para o financiamento do imóvel, recomendam que os clientes não comprometam mais de um terço de sua renda líquida (renda mensal descontados os impostos) com as parcelas do imóvel. “Essa é uma regra bastante usada e vale para a maioria dos casos. Apenas não vale se a pessoa é solteira, ganha muito dinheiro e consegue manter um padrão de vida bom, mesmo gastando mais de um terço da renda com o imóvel”, diz André Massaro. Com mais de um terço da renda destinada ao financiamento do imóvel, aumentam as chances de problemas financeiros. Alguns especialistas, inclusive, acreditam que o ideal é que o financiamento não ultrapasse 20% da renda, principalmente se ele ainda não tiver formado sua reserva de emergência, já que nesse caso, diante de algum imprevisto, a dívida com o financiamento pode tornar a situação insustentável.
5) Suas férias dependem do cartão de crédito
Usar o cartão de crédito para pagar algumas despesas durante as férias não é um problema e pode até ser vantajoso em alguns casos por causa do acúmulo de pontos no programa de fidelidade do cartão. Mas pagar tudo no crédito, inclusive passagem e a estadia, é um indício de que para um objetivo menor já há dificuldade de se programar. As metas maiores, portanto, podem se tornar extremamente

Você sabe o que é capitalização?

Capitalização é uma forma de economizar dinheiro de maneira programada, com prazos e taxas de juros previamente determinados. Ou seja, é uma maneira de juntar seu dinheiro só que com uma novidade: além da economia, você concorre a prêmios e, sendo sorteado ou não, recebe todo o seu dinheiro de volta corrigido ao final do plano.
Podem ser feitos depósitos mensais ou um depósito único,que recebem rendimentos e dão direito a sorteios. Geralmente os sorteios são baseados na extração da Loteria Federal e os prêmios variam conforme o plano escolhido. Os planos diferenciam-se um do outro pelo valor das parcelas e período de economia. Normalmente, quanto maior o período do plano, mais chances você tem de ganhar. O valor do prêmio pode variar de acordo com o valor e número de parcelas.




Ética no Trabalho


ÉTICA PROFISSIONAL: os valores sociais de seu comportamento


Qual o significado da palavra ética?
A palavra ética se deriva do termo grego "ethos" que significa originalmente "morada", lugar onde se sente acolhido e abrigado. O segundo sentido é costume, modo ou estilo habitual de ser.
Como a ética deve ser entendida?
Deve ser entendida como um conjunto de princípios básicos que visam disciplinar e regular os costumes, a moral e a conduta das pessoas.
O que é ética profissional?
É o conjunto de princípios morais que se deve seguir no exercício de uma profissão.
Quais são os elementos da ética?

Sigilo
É a capacidade de guardar informações importantes, sejam pessoais e/ou profissionais. Mantenha discrição sempre em relação a assuntos que não lhe dizem respeito, não fazendo perguntas e comentários desnecessários.

Confidencialidade
É a capacidade de identificar informações sigilosas e mantê-Ias em segredo para o bem comum do trabalho e da organização.

Honestidade
É a capacidade de mostrar a sinceridade, a confiança e a decência. É ter responsabilidade. Por exemplo, não tomar posse de objetos que pertencem a outros colegas e/ou à empresa e não se ausentar no horário de trabalho.

Princípios Éticos
·Seja educado e cortês com todos os funcionários da empresa.
·Não utilize recursos da empresa para benefício próprio.
·Seja discreto no exercício de sua profissão.
·Siga as normas administrativas.
·Seja respeitoso com seus superiores hierárquicos e colegas de trabalho.
·Vista-se de forma adequada ao ambiente de trabalho. Não utilize tráfico de influência para conseguir a benevolência (boa vontade) do chefe.
·Não seja egoísta na transmissão de experiências e conhecimentos aos colegas de trabalho.
·Não se oponha a colaborar com determinado trabalho que lhe seja solicitado.
·Não se utilize de informações e influências para conseguir vantagens pessoais.
·Não estimule a discórdia no ambiente de trabalho.
·Ao usar uniforme, não modifique o modelo original.

Leia com cuidado estes casos:
Um colega de trabalho lhe conta uma idéia que, se implantada, poderia gerar muito lucro para a empresa. Um certo dia, conversando com seu chefe, você comenta esta idéia e ele acha uma maravilha, te elogia e diz que lhe dará um aumento de salário.
O que você faz nesta hora?
a) Não diz nada, aceita o aumento e assume a autoria da idéia.
b) Diz que a idéia não foi sua, mas sim de seu colega.
Você é demitido de sua empresa, mas logo é contratado pela concorrente de sua empresa anterior. Chegando lá, seu novo patrão descobre que você possui algumas informações sobre sua antiga empresa que poderia beneficiar sua produção. Nesta situação, ele te oferece uma porção de gentilezas com o objetivo de descobrir tais informações. O que você faz?
a) Aceita as gentilezas e conta tudo. Sua antiga empresa nunca irá desconfiar.
b) Pede desculpa a seu novo patrão, recusa os presentes e afirma que se trata de uma questão ética.

Comportamento ético é o comportamento definido pela sociedade como correto e moral. Por que os empresários dão tanta importância a este comportamento? É simples, ninguém gosta de trabalhar com pessoas desonestas, que fazem de tudo, até mesmo passar por cima das pessoas, para se destacarem. Além disso, os patrões devem se preocupar com questões relacionadas ao ambiente de trabalho:
· Preservação das informações da empresa;
· Relacionamento interpessoal nas equipes de trabalho;
O profissional antiético tem traços de perfil individualista, o que representa exatamente o contrário do perfil exigido para o desempenho de um bom trabalho em equipe.
O puro e simples bom senso abarca o comportamento moral e ético e nos ajuda a resolver os problemas de natureza ética que aparece em nosso dia a dia. Voltando aos exemplos acima, mais cedo ou mais tarde seu chefe poderia descobrir que você não foi o verdadeiro autor da idéia, ou então você poderia sofrer um enorme desconforto e discriminação de sua equipe. Até quando você poderia durar neste emprego sob esta enorme pressão? No segundo exemplo, sua empresa antiga poderia nunca desconfiar de sua traição, porém se você contasse as informações sigilosas para seu novo patrão, este saberia que você não é uma pessoa de confiança e poderia traí-lo da mesma forma que você fez com seu antigo chefe. Seu emprego estaria com os dias contados.
Então como agir? Eis alguns hábitos do profissional ético:
· Saber dar valor as ações de seus companheiros e chefes;
· Não hesitar em assumir as responsabilidades de suas ações. Se cometeu um erro, assuma-o , tente consertá-lo e não o cometa de novo;
· Não se envolver em mentiras e fofocas no ambiente de trabalho;
· Saber separar as informações pessoais dos profissionais;
· Ser sigiloso e discreto.
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O Conceito do Negócio


Após a criação do gráfico de definição de negócios e ter escolhido o cliente a ser atendido, o produto para atender esse cliente e como irá atender, a seguir apresentamos alguns elementos que ajudam a definir o negócio de uma empresa. São importantes referências da teoria organizacional que ampliam o entendimento do assunto.

5.1 Sistema de Atividades

Modelo criado por Michael Porter é um conjunto de atividades inter-relacionadas e interdependentes que devem ser compatibilizadas com o posicionamento e a competência distintiva da empresa, buscando a otimização e o reforço mútuo dessas atividades criando-se assim a diferenciação do negócio e viabilizando o sucesso da estratégia concebida.
É a fotografia da estratégia, ou seja, olhando para o sistema de atividades de uma empresa este deverá mostrar claramente a estratégia do negócio através das principais atividades da mesma.
As atividades principais são representadas pelos círculos sombreados. As demais atividades chamadas de apoio são também importantes uma vez que contribuem para a realização daquelas.
Uma atividade principal pode ser apoiada por mais de uma atividade de apoio e estas se inter-relacionam e se combinam sendo essa combinação única, diferente o que garante que a estratégia da empresa seja difícil de ser copiada pelo concorrente. Conseguir essa combinação eficiente para entregar valor ao cliente é a finalidade ao se montar esse sistema.
Compatibilidade do sistema:
- as atividades devem ser coerentes com o posicionamento do negócio,

O que é empreendedorismo?


Empreendedorismo

Quando se fala em empreendedorismo geralmente o que nos vem à mente é a figura de uma pessoa que criou uma empresa de sucesso. No sentido restrito do termo sim, o empreendedor é isso, mas em um sentido mais amplo, empreendedor é toda pessoa capaz de implementar, de mudar uma situação existente, de mobilizar pessoas e recursos para a execução de determinado objetivo. Assim também são empreendedores pessoas que mobilizam a sociedade por uma causa social (empreendedores sociais), empreendedores políticos que mobilizam lideranças de um país para implementação de mudanças em amplos aspectos, pessoas que lideram uma comunidade em busca de melhorias para a mesma e outros mais.
Pode-se dizer que a riqueza de uma nação é medida por sua capacidade de produzir, em quantidade suficiente, os bens e serviços necessários ao bem estar da população. Sendo assim, um dos principais motores da sociedade moderna é o empreendedor. É ele que, através de seus negócios, gera riqueza e bem-estar. É ele quem gera empregos e renda para as pessoas sobreviverem e consumir os produtos ofertados pelas empresas.
Para Filion um empreendedor é uma pessoa que imagina, desenvolve e realiza visões.
As idéias de “inovação” e “iniciativa” estão contidas na palavra original entrepreneurship e sendo assim o empreendedor é inovador (cria soluções, produtos e serviços) e tem iniciativa (faz as coisas acontecerem). Numa perspectiva filosófica poderíamos dizer que o empreendedorismo é uma das manifestações da liberdade humana.
O empreendedorismo não consiste somente em fazer dinheiro e se tornar rico, mas em atingir a autorrealização pessoal. A sensação de realização pessoal, de sentir-se no controle do seu destino e de transformar em realidade seu sonho e visão de futuro são motivadores poderosos.
A oportunidade de mercado é que impulsiona o empreendedor a montar seu negócio.
Nem toda boa ideia representa uma oportunidade viável e o entusiasmo e a paixão desmedidas podem levar a erros e frustrações por não se analisar corretamente a oportunidade. As características mais importantes das boas oportunidades são diversas. Ou seja, um negócio que possa gerar lucro não é condição suficiente para o sucesso, mas também:

Abordagens Analíticas do Comércio Internacional


2.1. GANHOS PROPORCIONADOS PELO COMÉRCIO

Para aumentar os ganhos comerciais os países vêm se unindo em blocos continentais, surgindo assim os movimentos de integração regional econômica, de que são exemplos a União Européia, o NAFTA e o MERCOSUL, que se apresentam como um dos fatores que mais tem contribuído para a expansão do comércio mundial, exercendo substanciais efeitos sobre o volume das transações internacionais.
As vantagens para os países membros serão enormes, pois a remoção de entraves aduaneiros e de restrições não-tarifárias, possibilitada por esses movimentos de integração econômica, estimulará a especialização e favorecerá as vocações naturais à divisão internacional do trabalho.
Apesar de restringir a participação de países não-membros, os movimentos de integração regional acabam por produzir efeitos positivos no comércio internacional, em consequência do crescimento que produz nas economias dos países do bloco, o que amplia a demanda por importações fora da área.

2.2. VANTAGENS ABSOLUTAS E VANTAGENS RELATIVAS

VANTAGENS ABSOLUTAS
O princípio da Teoria das Vantagens Absolutas surgiu das idéias do economista Adam Smith, em sua obra "A Riqueza das Nações", editada em 1776.
Idéias Básicas: a especialização das produções, motivada pela divisão do trabalho na área internacional, e as trocas efetuadas no comércio internacional CONTRIBUÍAM para o aumento do bem-estar das populações.
Teoria das Vantagens Absolutas: “Cada país deve concentrar seus esforços no que pode produzir a custo mais baixo e trocar o excedente dessa produção por produtos que custem menos em outros países”

VANTAGENS COMPARATIVAS
As idéias de Adam Smith foram desenvolvidas pelo economista inglês David Ricardo em 1817, que formulou a Teoria das Vantagens Comparativas, também chamada de Teoria dos Custos Comparativos.
Idéias Básicas: o comércio internacional será vantajoso até mesmo nos casos em que uma nação possa produzir internamente a custos mais baixos do que a nação parceira, desde que, em termos relativos, as produtividades de cada uma fossem relativamente diferentes.
· Assim, a especialização internacional seria MUTUAMENTE VANTAJOSA em todos os casos em que as nações parceiras canalizassem os seus recursos para a produção daqueles bens em que sua eficiência fosse relativamente maior.
Assim, ao conduzir à especialização e a divisão internacional do trabalho, seja por desiguais reservas produtivas, por diferenças de solo e de clima ou por desigualdades estruturais de capital e trabalho, o comércio exterior aumenta a eficiência com que os recursos disponíveis em cada país podem ser empregados.
E este aumento de eficiência, possível sempre que observarem vantagens comparativas, eleva a produção e a renda nos países envolvidos nas trocas.
- O modelo Ricardiano é o mais simples dos modelos que explicam como as diferenças entre os países acarretam as trocas e ganhos no comércio internacional, pois, neste modelo, o trabalho é o único fator de produção e os países diferem apenas na produtividade do trabalho nas diferentes indústrias.
- Os países EXPORTARÃO OS BENS PRODUZIDOS com o trabalho interno de modo relativamente eficiente e IMPORTARÃO BENS PRODUZIDOS pelo trabalho interno de modo relativamente ineficiente, ou seja, o padrão de produção de um país é determinado pelas vantagens comparativas.
Teoria da Demanda Recíproca: formulada por John Stuart Mill, diz que a base não é a unidade de produto, mas a quantia em um mesmo número de horas que dois países possam produzir.
Idéias Básicas: dois países podem efetuar trocas em função das alterações nas demandas de cada pais, provocadas por problemas conjunturais, que aumentam ou diminuem a necessidade momentânea que cada país tem das mercadorias negociadas. Portanto, Mill introduziu um novo fator que estabelece o valor de troca, que é a demanda pelas mercadorias negociáveis nos dois países, possibilitando a realização de comércio quando os preços equalizarem as demandas nos dois países.

2.3. DOTAÇÃO DE FATORES E COMÉRCIO INTERNACIONAL

Modelo dos Fatores Específicos: modelo desenvolvido por Paul Samuelson e Ronald Jones, diz que uma economia produtora de dois bens podia alocar sua oferta de mão-de-obra entre os dois setores.
· Tal modelo permite a existência de fatores de produção além da mão-de-obra. A mão-de-obra é um fator móvel, que se move entre os setores, e os outros fatores são considerados específicos, que podem ser utilizados apenas na produção de bens particulares.
· Neste modelo, os fatores específicos dos setores de exportação em cada pais ganham com o comércio, enquanto os fatores específicos dos setores concorrentes das importações perdem. Os fatores móveis que podem ser usados em ambos os setores podem tanto ganhar como perder.
· O comércio internacional depende das diferenças dos custos relativos dos artigos produzidos pelos vários países. As teorias já analisadas não explicavam as razões pelas quais os custos são mais baixos e o trabalho é mais eficiente em um país do que em outro, para a produção de um determinado bem.
Modelo Hecksher – Ohlin: Para superar estas limitações, dois economistas suecos, Eli F. Hecksher e Bertil Ohlin desenvolveram uma nova abordagem, que procurou explicar as razões e os ganhos do comércio internacional a partir das diferenças estruturais na disponibilidade de recursos de uma nação, comparativamente a outra.
- Eles partiram de dois novos princípios, sem dúvida bem mais ajustados à realidade;
 1º - as diferentes dotações estruturais de recursos das nações, em termos de trabalho, capital e terra;
 2º - as diferentes intensidades de recursos necessárias para a produção de diferentes produtos.

- mesmo em sua mais simples formulação, o modelo sueco mantém apreciáveis ligações com o mundo real das trocas internacionais.
- o comércio internacional é, na realidade, uma espécie de troca de recursos abundantes por recursos escassos.
- os países tendem a exportar bens que são intensivos em fatores dos quais são dotados abundantemente.

Paradoxo de Metzler: Uma tarifa tem o efeito direto de elevar o preço relativo interno do bem importado, ao passo que o subsídio a exportações pode piorar os termos de troca, de tal modo que reduza o preço relativo interno do bem exportado. A POSSIBILIDADE DE QUE AS TARIFAS E OS SUBSÍDIOS ÀS EXPORTAÇÕES PASSEM A TER EFEITOS MALÉVOLOS SOBRE OS PREÇOS INTERNOS DE UM PAÍS é a demonstração do Paradoxo de Lloyd Metzler, economista da Universidade de Chicago.
Trabalho de Kravis: Um trabalho empírico sobre o teorema de Heckscher-Ohlin foi realizado por Irving Kravis, que tentava demonstrar que as exportações intensivas de trabalho eram produzidas por mão-de- obra de baixo salário e, inversamente ao que acreditava, verificou que em cada país as indústrias exportadoras eram as que pagavam salários mais elevados aos seus trabalhadores.
- a conclusão foi de que um país exportava o que tinha disponível, ou seja, os produtos desenvolvidos pelos empresários e adequados a sua tecnologia, sem que isto necessariamente significasse barateamento da mão-de-obra.
Teoria do Spill-Over: Staffan Linder sugeriu que não basta a um país ter empresários e recursos disponíveis para que tenha sucesso na produção e exportação de um determinado bem. É necessário que o país tenha um amplo mercado interno, com consumidores dispostos a adquirir um novo produto antes que os fabricantes possam desenvolver meios de baratear sua produção exportá-los.
Paradoxo de Leontief : o economista Wassily Leontief realizou um estudo publicado em 1953, sobre o comércio internacional praticado nos Estados Unidos, concluindo que, mesmo sendo os EUA muito bem dotados do fator capital, AS EXPORTAÇÕES NORTE-AMERICANAS ERAM MENORES DO QUE AS IMPORTAÇÕES em relação a bens intensivos em capital.

2.4. ESPECIALIZAÇÃO E COMÉRCIO ENTRE PAÍSES COM ESTRUTURAS DE PRODUÇAO SIMILARES

A manutenção das redes internacionais de trocas, baseadas nas diferenças estruturais quanto à disponibilidade dos recursos, favorecerá a troca de recursos abundantes por recursos escassos. O trabalho e a terra, abundantes na maior parte das nações menos desenvolvidas, poderão ser permutados, com vantagens mútuas, pelo capital e tecnologia avançada geralmente abundantes nas nações mais desenvolvidas.

Limitações
Se um país resolver aplicar todos os seus fatores de produção em um só produto, especializando-se ao extremo, como poderá garantir que colocará no mercado internacional o excedente da produção a preços compatíveis, que lhe possibilitem adquirir com tranqüilidade os demais produtos de que necessita ? Ademais, a tendência em casos como este é de queda dos preços e conseqüentemente, estrangulamento de seu balanço de pagamentos.
· O Brasil possui vantagens comparativas, principalmente em produtos agrícolas, mas procura utilizar os seus fatores também na produção de bens mais sofisticados, como aviões e automóveis.
· Os países procuram evitar a especialização motivados por outras razões, de ordem política e mesmo para evitar a dependência de outros países, produzindo bens considerados estratégicos, como combustíveis, armamentos e alimentos. É o caso da produção do álcool combustível no Brasil.
Vantagens da Especialização: aumento da eficiência na alocação de recursos; a expansão do mercado; a exposição dos produtor interno à concorrência internacional e a eliminação de possiveis restrições monopolísticas sobre o volume da produção.

2.5. COMÉRCIO DE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS E DE PRODUTOS PRIMÁRIOS

Os países menos desenvolvidos vêm procurando industrializar-se a todo o custo, rejeitando a teoria das vantagens comparativas, pois são dependentes da produção e exportação de produtos primários, e motivados pelas constantes flutuações dos preços destes produtos no mercado internacional. Além do mais, a transferência de população do setor primário para o setor industrial contribui para a elevação do nível de vida de sua população, pois a remuneração do setor industrial é mais elevada do que no setor primário.
Economias de Escala: O crescimento tecnológico proporcionou um incremento na produção dos países desenvolvidos, acarretando, em consequência, aumento das exportações de novos produtos.
Tal incremento é em decorrência das denominadas ECONOMIAS DE ESCALAS, em que a produção é mais eficiente quanto maior for a escala na qual ela ocorre .
Vantagens: - geram incentivos ao comércio internacional, pois a concentração da produção de uma determinada mercadoria faz com que se aumente a produção da mercadoria com utilização de menor quantidade de fatores de produção. Cada país especializase na produção de uma variedade limitada de produtos, o que possibilita produzir esses bens com mais eficiência do que tentasse produzir tudo o que necessita.
- proporciona a disseminação das inovações tecnológicas;
 Este ciclo da mercadoria ou ciclo-produto foi generalizado por Raymond Vernon, que identificou estágios distintos na produção de um bem:
· inicialmente é inédito, PRODUZIDO E EXPORTADO apenas por um país;
· depois, passa por um período de maturação, ESPALHANDO-SE a outros países industrializados; e
· finalmente é padronizado, em função do intercâmbio de tecnologia entre os países.
· os produtos passariam, assim, de um grupo de países (desenvolvidos) para outro (em desenvolvimento) como em um CICLO: nascimento, maturidade e morte.
· Assim, o que ocorreu com os produtos têxteis, de couro e borracha no passado, de acordo com a teoria acima exposta, ocorrerá com os produtos considerados inovadores atualmente, produzidos por poucos países, como por exemplo os computadores e eletrônicos de última geração.
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Relações Internacionais X Comércio Exterior

Relações Internacionais  X  Comércio Exterior
Antes de iniciarmos o estudo das Relações econômicas Internacionais propriamente ditas, é importante diferenciar esta área de estudo de outra que normalmente é tomada como "sinônimo"; o Comércio Exterior. Apesar de semelhantes, Relações Internacionais e Comércio Exterior diferem bastante. A primeira carreira fundamenta-se em três áreas: política, economia e direito. A segunda está mais próxima do curso de Administração de Empresas e estuda mais matemática financeira, economia, contabilidade e estatística.

O profissional do Comércio Exterior trabalha com importação e exportação de produtos. Nessa área, existem cursos na modalidade tecnológica (chamados de Gestão em Comércio Exterior) e na modalidade bacharelado. Já o bacharel em Relações Internacionais se ocupa em conduzir as relações entre entidades e governos nas esferas política, econômica e cultural.

Relações Internacionais: Economia em foco
Hoje, não só se compra ou se vende bens e produtos, mas, em função do desenvolvimento da economia internacional, são abrangidos serviços, tecnologia, movimentos de capitais e transferências unilaterais.

1.1. EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO

EXPORTAÇÃO: é a remessa de bens e serviços de um país para outro. Podem ser feitas exportações com ou sem cobertura cambial. Quando houver pagamento ou financiamento por parte do importador estrangeiro a exportação é com cobertura cambial, havendo entrada de divisas no país que exportou.
· As exportações sem cobertura cambial são aquelas em que não ocorre o PAGAMENTO EM MOEDA ESTRANGEIRA por parte do importador, não havendo, portanto, entradas de divisas para o país

O que é Empreendedor Individua


Empreendedor Individual é uma nova categoria para quem trabalha por conta própria ou tem um pequeno negócio.
Essa categoria, aprovada por lei, garante benefícios da previdência e muitas oportunidades de auxílio e benefícios ao empreendedor.

O que é preciso para ser um Empreendedor Individual?

- Trabalhar por conta própria ou contar com o auxílio de no máximo um colaborador;
- Faturar no máximo R$ 36.000,00 por ano ou proporcional ao período a partir da formalização;
- Não participar como titular ou sócio de outra empresa.

Benefícios para se tornar um Empreendedor Individual

- Cobertura previdenciária para o empreendedor e seus familiares;
- Isenção de taxas para a formalização;
- Redução da carga tributária com imposto fixo mensal;
- Imediato funcionamento pela concessão de alvará provisório;
- Redução da burocracia;
- Acesso ao crédito e aos serviços bancários com taxas diferenciadas;
- Possibilidade de fornecer para o governo e outras empresas;

Fluxo De Caixa


Fluxo de Caixa surge como a ferramenta certa para equilibrar as saídas com as entradas. Muitas decisões você deverá tomar para equilibrar as saídas com as entradas de dinheiro.
Se sua empresa for viável, nesta questão de dinheiro tudo se resumirá em datas. Isto é, primeiro entra dinheiro para depois sair dinheiro.
Primeiro você recebe de clientes, depois você paga a seus fornecedores. Esta deve ser a regra. Mas se o seu volume de negócios for muito grande, ou seja, muitas entradas com muitas saídas, muitas vendas a prazo, com muitas compras a prazo, muitos compromissos futuros, então você conseguirá organizar as finanças da empresa somente sendo muito hábil no uso do Fluxo de Caixa.

Dois formatos você precisará adotar:
•A organização de recebimentos já compromissados com pagamentos já compromissados. Isto é, compromissos que sua empresa já assumiu que levará a desembolsos futuros, bem como recebimentos futuros referentes a vendas já realizadas.
•E a organização de metas de recebimentos de vendas que sua empresa deve se empenhar para realizar no futuro, bem como compromissos que sua empresa deverá assumir e que levarão a desembolsos no futuro.
No primeiro caso, o formato de Fluxo de Caixa demonstra a situação financeira de sua empresa, como uma fotografia de fatos já ocorridos (por exemplo, as vendas e as compras realizadas). Você perceberá que este formato de Fluxo de Caixa exigirá uma atualização diária, ou pelo menos semanal.
No segundo caso, o formato de Fluxo de Caixa demonstrará a situação financeira projetada, com os compromissos que você sabe que poderão ocorrer no curto prazo, e que bem organizados favorecerão decisões acertadas. Este formato de Fluxo de Caixa Projetado pode ter uma atualização semanal ou até mesmo mensal.
Na elaboração do seu Plano de Negócio você terá de elaborar um fluxo de caixa projetado, simulando a operação da empresa, já que ela ainda não está em operação. Mas ele servirá para você avaliar qual combinação de decisões financeiras (de receber e pagar), levará a uma rotina de saúde financeira da empresa.
Então, reforçando:

Entenda o Lucro

Lucro É O Que Sobra

O sentido da equação é que o preço poderá ser fixado por você como resultado da somatória de seus custos, das despesas e do lucro que deseja ter. Assim, você terá certeza de que vendendo, obterá lucro na venda. Mas a questão é que seu preço, que é bom para você, poderá não ser aceito por muitos clientes. E para que você consiga pagar todas as despesas fixas e acumular o montante desejado de lucro, precisará vender um determinado volume e conseguir certa quantidade de clientes. Este volume poderá ser tão grande, que somente será alcançado se muitos clientes aceitarem seu preço. Então, como resolver este dilema?
Certamente, quanto mais você dominar os aspectos do seu negócio, mais hábil será para encontrar soluções. Enquanto isto, e em tempo de elaboração do seu Plano de Negócio, podemos sugerir o seguinte:
•Aprenda com precisão calcular o preço de venda que "seria" conveniente para seu Salão de Beleza, que possa cobrir todos os gastos e gerar lucro. Estude bem este assunto, faça cursos, inclusive procure o SEBRAE onde encontrará orientação segura, detalhada e gratuita, tantas vezes quanto você necessitar;
•Descubra qual preço é praticado pelo mercado (pela concorrência), para serviços similares aos seus;
•Se o preço calculado for maior que o preço de mercado, então você saberá que precisa encontrar opções de redução de gastos. Isto é ruim, mas não impossível;
•Se o preço calculado for menor que o preço de mercado, então sua empresa tem poder de competição com a concorrência. Isto é ótimo.
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