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PLATÃO (427 a. C. - 347 a. C.) semelhanças com pitagóras


       A semelhança entre os pensamentos platônico e pitagórico talvez seja, em parte, basilarmente, provinda dos ensinamentos egípcios e babilônicos que ambos conheciam. O que parece ser indiscutível, entretanto, é que Platão sofreu benfazeja influência de seu predecessor. De qualquer forma, como disse Raymond Bernard, Platão é um TRANSMISSOR no sentido mais sagrado do vocábulo. Entende-se que Pitágoras também. Platão e Pitágoras (KH – o Ilustre) foram ambos Altos Iniciados das Antigas e Arcanas Escolas de Mistérios.

       No livro VII de A República, Platão discutiu a importância da aritmética, da geometria, da astronomia e da harmonia, que considerou pilares indispensáveis e insubstituíveis do processo educativo e dialético, cuja finalidade é o conhecimento do BEM, tendo admitido que sem o conhecimento do cálculo e da aritmética, a VERDADE não poderá ser alcançada. E o filósofo, para atingir a essência (o NÚMENO), deve conhecer aprofundadamente aquelas ciências. O maior mathema, segundo Platão, era (e continua sendo) a IDÉIA DE BEM. O aprendizado do cálculo, para este fim específico, deve acontecer pela contemplação da natureza dos números exclusivamente pelo pensamento, de tal sorte a facilitar a passagem da própria alma da mutabilidade à verdade e à essência.[1] Quando os sentidos não têm capacidade e confiança para fazer um juízo adequado, a