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Exame revela sexo do bebê


Uma novidade para as gestantes. Com apenas oito semanas de gravidez, já é possível saber o sexo do bebê, a partir de uma simples amostra do sangue de sua mãe. O exame, chamado de determinação do sexo fetal, tem 98% de chances de acerto e, da 11ª semana em diante, o resultado chega a 99,9% de certeza.

Apesar de estar disponível há quase um ano, este tipo de exame só há pouco tempo tornou-se mais conhecido. Para ter uma idéia da procura pelo teste, o Hospital Sírio Libanês/SP, primeiro no Brasil a analisar as amostras, atendeu 10 mulheres em outubro de 2003. Em setembro de 2004, o número saltou para 100, e aumenta cada vez mais.

Como é feito – cerca de 5 ml do sangue da mulher é recolhido. Não é preciso estar em jejum e nem fazer qualquer preparação.

Como é analisado – com essa amostra, o biólogo separa o plasma do sangue e extrai o DNA do feto, utilizando uma técnica chamada PCR (do inglês Polymerase Chain Reaction). A presença do cromossomo "Y" indica que é um menino e a ausência dele, uma menina. Mas, atenção: o exame não revela nenhuma malformação fetal.

Gravidez de gêmeos – se forem gêmeos idênticos, univitelinos, o resultado é válido para os dois fetos. Em gêmeos fraternos, bivitelinos, o resultado “Y”, significa que ao menos um dos gêmeos será menino. Já a ausência desse cromossomo revela que os dois fetos são meninas.

Quando fazer – a partir da oitava semana de gestação.

Importante!
Não há riscos para a gestante e nem para o bebê, já que o teste não é invasivo.



Outras descobertas do DNA fetal

Dois outros exames, ainda em estudo, prometem revolucionar a medicina fetal. O primeiro ligado à descoberta de algumas síndromes, pode substituir, na maioria dos casos, a amniocentese, que traz um grande risco de aborto. Segundo especialistas, a técnica estará disponível em dois ou três anos.

Outra novidade, já existente na Inglaterra e na Holanda, está sendo estudada, aqui, por biólogos do Hospital Sírio Libanês: a determinação do Rh do bebê, na 20ª semana de gestação. Como se sabe, quando a mãe tem o fator negativo e o filho positivo, pode haver sofrimento ou morte fetal. Com o exame, o obstetra poderá se preparar para evitar complicações no parto.

A queda de cabelos nas crianças

A queda de cabelos nas crianças.  A criança tem alopécia quando tem perda de cabelo. Diz-se placa alopécica, quando é somente uma região bem específica do cabelo que carece de cabelo. Informações sobre a queda de cabelo em meninos e meninas.
O termo alopécia, define a diminuição ou perda do cabelo, localizada ou generalizada, temporal ou definitiva de qualquer tipo ou origem. Para um entendimento adequado das alopécias, é necessário conhecer que o crescimento do cabelo é cíclico. O cabelo apresenta um ciclo de crescimento com três fases: a anágena (crescimento), a catágena (regressão) e a telógena (repouso). Ao final desse processo, o pêlo na fase telógena é expelido , surgindo um outro folículo piloso para substituí-lo.
Uma pessoa perde, em geral, de 100 a 150 fios por dia, e cresce 0,35mm a cada 24 horas. Felizmente, cada um dos fios tem seu próprio ciclo; caso contrário, todos eles cairiam ao mesmo tempo. Em geral, o ciclo do cabelo programado geneticamente resulta numa troca de todos os fios num período de 3 a 5 anos, variando de pessoa para pessoa.
As alopécias representam entre 3% e 8% das primeiras consultas dermatológicas. O paciente mais comum é um homem jovem que consulta por alopécia androgenética (calvície comum). Existem diversas classificações das alopécias, mas desde um ponto de vista prognóstico vamos distinguir dois tipos básicos: cicatriciais (portanto irreversíveis) e não cicatriciais (potencialmente reversíveis). Em ambas se produz um desprendimento do cabelo a nível do folículo, mas no primeiro caso, existe uma destruição deste que o torna irrecuperável e no caso das não cicatriciais, o folículo não se destrói, sofre mudanças funcionais que poderiam ser recuperáveis.

Educar sem palmada

Aprendizado 1:
ASSUMA O PAPEL DE PAI/MÃE.
Essa é, sem dúvida, a primeira coisa que se deve fazer quando se pretende educar um filho: assumir o papel de educador. 
Não importa se o dia foi estressante, se você está de TPM, se a criança está birrenta, se você não sabe o que fazer pra contornar um conflito, ... você (pai/mãe) é quem deve ter maturidade, você (pai/mãe) é quem tem o controle da situação, você (pai/mãe) é que se permite perder o controle. A responsabilidade é sua.
Assumir o papel de pai/mãe é também colocar a criança no seu papel, qual seja: de CRIANÇA.
Portanto, por mais óbvio que isto seja, algumas pessoas não se atentam pra essa obviedade:
Pai/Mãe é Pai/Mãe = adultos, que devem agir com maturidade e que tem o direito/obrigação de cuidar e educar os filhos.
Filho é Filho = Criança, imatura, em processo de desenvolvimento, que tem o direito de ser cuidada e educada pelos pais.
Aprendizado 2:
CONHEÇA UM POUCO SOBRE DESENVOLVIMENTO INFANTIL.
Você não precisa ser expert em psicologia ou entender as teorias de Freud (que, aliás, são controversas). Mas procure ter conhecimentos básicos  sobre o desenvolvimento infantil, como os saltos de desenvolvimento, crise dos 8 meses (angústia da separação), terrible two, a angústia causada pela noção da morte (por volta dos 6 anos), etc.
Ter conhecimento sobre a fase que seu pimpolho está passando ajuda enormemente a entender muitas de suas atitudes. E assim, entendendo as atitudes dos nossos pequenos, fica muito mais fácil lidar com elas. Além de evitar que tenhamos interpretações completamente errôneas como “esse bebê só quer colo porque está mimado”, ou “essa criança fica me testando o tempo todo”, etc.
Aprendizado 3:
CRIANÇA É CRIANÇA
Esse aprendizado está muito interligado ao aprendizado anterior (“Conheça um pouco sobre o desenvolvimento infantil”).
Criança vê o mundo de forma diferente dos adultos.
Portanto, não interprete as atitudes dos pequenos como você interpretaria as mesmas atitudes praticadas por um adulto.
Por exemplo, se um adulto diz, de forma proposital, algo que não condiz com a realidade: isso se chama mentira. Já, quando uma criança pequena diz algo que não condiz com a realidade: isso não é uma mentira (pode ser uma confusão que ela faz entre o pensamento e a realidade, ou pode ser a resposta que ela pensa ser a “resposta certa” que os pais estão esperando ao ser questionada sobre algo).  
Assim, um adulto falar algo que não condiz com a realidade é MUITO DIFERENTE de uma criança falar algo que não condiz com a realidade.
Além disso, como já foi dito anteriormente, crianças tem suas fases. Eu sei, é chato quando ouvimos “isso é fase, vai passar”. Mas é a mais pura verdade e devemos também levar em consideração a fase que a criança está passando para interpretar suas atitudes.
Outro exemplo de atitude equivocadamente interpretada por muitos adultos, eu falarei nos aprendizados a seguir:
Aprendizado 4:
CRIANÇA PEQUENA NÃO TEM CAPACIDADE PARA OBEDECER – AS ATITUDES DEVEM VIR DOS ADULTOS.
É isso aí gente: criança pequena NÃO OBEDECE. Ponto.
Ter consciência de que criança pequena não tem capacidade para obedecer foi um dos melhores aprendizados que eu já tive e que mais me ajudou, além de evitar uns 50% de estresse do dia-dia.
Esperar que uma criança de 3 anos obedeça é tão inútil quanto pedir para um bebê de 7 meses trocar a fralda sozinho. 
E por que a criança não obedece? Simplesmente porque ela ainda não tem essa capacidade. O cérebro dela sequer está completamente formado para que ela seja capaz de conter seus impulsos. Muito pelo contrário, nas crianças pequenas, são seus impulsos, suas vontades, seus desejos, que a controlam.
Além disso, a criança mantem uma relação muito forte com o objeto de desejo, com o que quer fazer.
Quando uma criança quer algo, sai de baixo! Ela QUER com todas as suas forças. E fica obcecada pelo objeto de desejo. Grita, esperneia, chora e berra. Assim, se ela QUER muito fazer algo e você disser pra ela não fazer tal coisa, ela não vai te obedecer.
Portanto, esqueça a obediência. Criança NÃO tem que ser OBEDIENTE. Criança precisa ser EDUCADA.
E como se educa a criança a ter controle sobre si própria? Da mesma forma que a gente deve educá-la a trocar de roupa sozinha. Ou seja: primeiro nós fazemos por ela (o adulto é que troca a criança), depois passamos a ajudá-la a fazer (a gente ajuda a criança a se trocar) e, então, ela passará a fazer sozinha (a criança troca-se sozinha).
É basicamente a mesma coisa.
Portanto, para ensinar a criança a conseguir ter autocontrole, inicialmente, são os pais que devem fazer isso por ela.
Cabe ao adulto, através de atitudes, IMPEDIR COM QUE A CRIANÇA FAÇA O QUE NÃO PODE. Da mesma forma, cabe aos adultos, através de atitudes, LEVAR CRIANÇA A FAZER O QUE DEVE SER FEITO.
Deste modo, se a criança quer brincar com uma faca: a responsabilidade é sua (adulto) de retirar a faca da criança. Se a criança quer permanecer em algum local perigoso, a responsabilidade é sua (adulto) de retirá-la do local. Se a criança não quer escovar os dentes, a responsabilidade é sua (adulto) de levá-la a escovar os dentes. Se a criança está subindo em cima de um sofá na casa de uma visita, a responsabilidade é sua (adulto) de impedir tal fato. A responsabilidade é sempre sua. É você, adulto, que vai controlá-la.
Com o passar do tempo, a criança vai criando autocontrole, e aí você vai passar a ajudá-la neste autocontrole. Até que, então, a criança conseguirá se controlar sozinha. 
Aqui, podemos retomar os aprendizados anteriores: Assuma o papel de pai/mãe; Conheça um pouco sobre desenvolvimento infantil e Criança é criança.
Aprendizado 5:
NÃO SE COLOQUE NA POSIÇÃO DE DESAFIADO
Esse aprendizado é uma consequência dos aprendizados anteriores, como veremos:
Levando-se em conta que os pais é que estão sempre no controle da situação, que não devemos interpretar as atitudes de uma criança da mesma maneira que interpretamos a mesma atitude em um adulto, que a criança é um ser em desenvolvimento e que tem direito de receber cuidados e educação dos pais, e ainda, considerando que a criança não tem capacidade para obedecer, chegamos à conclusão que CRIANÇA NÃO TESTA OS PAIS, SENDO OS PAIS QUE SE COLOCAM ERRONEAMENTE NO LUGAR DE TESTADOS.
Vamos imaginar a cena: Você está na casa de uma visita e seu filho de dois anos vai em direção a um lindo enfeite de cristal. Talvez o objeto tenha chamado a atenção do pequerrucho pela forma, ou pelos feixes de luz que reflete, ou sabe-se lá porque. Fato é que a criança vai ao encontro daquele valioso e delicado artefato. A mãe, vendo o perigo da situação, grita: “Filho, não mexa aí!”. A criança obedece? Se a criança quiser muito tocar naquele objeto, provavelmente ela irá se virar para a mãe e, olhando nos olhos da mãe, pega o objeto.
Ora, se você disser pra um adulto não pegar tal coisa e, ainda assim, ele pegar. E pegar o objeto olhando pra você, certamente isso é um desafio. No entanto, não é dessa forma que deve ser interpretada a mesma atitude, se praticada por uma criança.
A criança te “desobedece” pelo simples fato de que ela não é capaz de obedecer (lembra?) Ela não é capaz de fazer aquilo que ela está com vontade (São as vontades, os impulsos e os desejos que a controla. Lembra disso também?) Ela sabe que aquilo é errado e que aquilo vai gerar uma atitude negativa nos pais (talvez é por isso que a criança já faz a coisa errada olhando para os pais. Às vezes até com uma cara feia, esperando e se preparando para a bronca). No entanto, por mais que ela saiba que aquilo que ela está fazendo é errado, ela não tem condições de não fazê-lo. Portanto, não interprete essa atitude como desafio. Interprete essa atitude como IMATURIDADE. Afinal, é disso que se trata.
Interpretar a atitude de desobediência como desafio por parte da criança é bem perigoso e poderá causar dificuldades lá na frente.
Explico porque: Crianças veem as coisas de acordo com o olhar dos pais.
Por exemplo: se os pais veem uma atitude agressiva normal, a criança passará a achar esta atitude agressiva normal também.
Portanto, se os pais veem a atitude da criança em desobedecer numa atitude desafiadora, a criança também passará a ver a desobediência dela como uma atitude desafiadora.
Agora pense na insegurança que isso poderá gerar numa criança?! Justamente os pais, muito maiores e mais velhos que ela, que deveriam ser mais maduros e mais inteligentes, que deveriam cuidar, mostrar o certo e o errado, e que deveriam estar no comando, passam a se sentir “ameaçados”, desafiados, por ela, um serzinho muito menor. Isso gera uma insegurança tremenda na criança, fazendo com que ela sinta necessidade (aí sim) de desafiá-los, pra verificar se eles realmente estão no comando (se ela realmente poderá ser cuidada).
E antes, o que apenas era imaturidade, passa a ser, de fato, desafio.
Deste modo, não é a criança que te desafia, são os pais que se colocam na posição de testados.
Ora, não seja um(a) pai/mãe banana, se colocando na posição de testado por uma criança de 2,3 anos de idade.
Se você olhar a situação de desobediência tal como ela é (falta de maturidade, falta de autocontrole), tais atitudes da criança serão vista por ela mesma dessa forma. E então, além dela não ter necessidade alguma de passar a testar os pais (ela está segura e sabe que os pais tem condições de cuidá-la, pois não se sentem ameaçados e se posicionam como educadores, no comando da situação) fica mais fácil ela aprender a se autocontrolar.
E, logo, logo, ela passará a “obedecer”. Ou melhor, ela conseguirá, sozinha, controlar seus impulsos. 
Lembre-se dos aprendizados anteriores: Assuma o papel de pai/mãe. Tenha plena consciência de que você é que está no comando. Interprete as atitudes de criança como atitudes de criança. Se colocando dessa forma, a criança se sente segura, não precisará testar nada e vai aprender o que interessa: ter autocontrole.
Aprendizado 6:
APRENDA A DIALOGAR, CONSTANTEMENTE.
É muito comum ouvirmos falar “Conversa não adianta” Ou: “Já tentei de tudo, mas ele não me ouve.”
Isso não é verdade!
O que existe é que você, pai/mãe, não aprendeu a dialogar.
Está aí um dos grandes motivos pelos quais sou contra palmadas: palmadas impedem com que os pais e filhos APRENDAM a dialogar. Dialogar é um aprendizado, que deve ser revisto constantemente, pois a forma de dialogar vai mudando conforme o desenvolvimento da criança. Dialogar com um bebê de 1 ano, é diferente de dialogar com um de 3 anos, que é diferente de dialogar com uma criança de 5 anos, de 7 anos, com um pré-adolescente de 10 anos e por aí vai...
Além disso, para aprender a dialogar, são necessárias várias outras atitudes dos pais, sendo que todas elas ajudam a criar um maravilhoso vínculo entre pais e filhos e ajudam no bom desenvolvimento da criança.
Portanto, a palmada, além de impedir esse aprendizado – de diálogo entre pais e filhos – ela impede também com que ocorra tudo que está por trás desse aprendizado do diálogo. Não sei se estou conseguindo explicar o que eu quero dizer, mas é basicamente isso: a palmada evita o processo de aprendizado do diálogo. Mas não é só o diálogo que fica prejudicado, mas tudo que está por trás para alcançar este diálogo com a criança.
E, pra aprender a dialogar é necessário, antes de tudo, aprender a OUVIR. É necessário ter EMPATIA, se colocando no lugar da criança, observando a fase em que ela está, sua imaturidade, as mudanças que ela pode estar passando na sua vidinha. É necessário dar atenção ao filho. É necessário observar a criança. É necessário ter tempo com a criança. É necessário aprender como você consegue ser ouvido pela criança. E, também, é necessário criar uma relação muito forte com a criança, uma relação de afeto, de carinho, de respeito, de confiança.
E a forma de dialogar com a criança vai depender de cada família, de cada criança, e da idade dela (da fase que ela está passando).
Por exemplo, eu acredito que a melhor forma de falar aos bebês o que pode e o que não pode é através de atitudes dos pais (como descrito no aprendizado 4). Ou seja, a forma como você demonstra à criança pequenininha o que é certo e errado é através de atitudes. O diálogo se dá através de atitudes dos pais, principalmente.
Depois, quando minha filha era pequena (até os 3/4 anos), conversávamos através de historinhas. Eu ia contando uma historinha, utilizando como enredo situações que ela tinha passado, mas com personagens fictícios, e ela ia completando a historinha junto comigo, ou seja, se manifestando.
Outra coisa importante, é demonstrar os valores, sempre que possível. Por exemplo, você está assistindo um filme ou novela, a criança passa na sala bem num momento em que um personagem dá um tapa em outro. Se manifeste! Demonstre o quanto aquela atitude é errada. Diga coisas como “Nossa! Que horror!” ou “Que coisa horrível isso de alguém dar um tapa em outra pessoa!” Isso vale também para situações que você vê na rua, como, por exemplo, quando vê alguém jogando lixo no chão.
Crianças são ligadíssimas ao que acontece ao redor. Portanto, não deixe passar batido.
Outra coisa bacana é dar exemplos de quando você era criança, pois elas prestam a maior atenção pra saber de como nós, pais, éramos quando criança. 
Também aprendi a não ter grandes conversas nas horas das birras e estresse. A criança vai ficar na defensiva e não vai adiantar. Na hora da birra ou da “discussão” seja objetivo, sem muito blábláblá. Depois, numa hora calma, num momento de tranquilidade, em que ambos estejam de bom humor, relembre o ocorrido, de forma tranquila e na boa, e reforce a mensagem que você quer passar. Escute o que a criança tenha a dizer e exponha sua opinião. Você vai se surpreender em como, nessas horas, a criança realmente te escuta e até pede desculpas.
Costumamos ter conversas com minha filha à noite. Perguntamos se ela quer falar alguma coisa, se algo a está incomodando. Ela também nos pergunta se queremos falar alguma coisa sobre nosso dia, etc.
Tenho um casal de amigos com dois filhos que fazem “reuniões” semanais. Mas é possível solicitar uma “reunião” quando sentir necessidade. Cada um expõe o que quiser e sempre que um membro fala, os outros devem prestar atenção. Achei a ideia interessante.
Outras famílias conversam sobre o dia durante o jantar.
Sabe, eu me pergunto se todas famílias praticam isso: tirar um tempo do dia para sentar e conversar. 
Devo ressaltar também que, nesta questão do diálogo, não há regras gerais e imutáveis, sendo que a melhor forma de EU dialogar com MINHA filha, talvez não seja a melhor forma de diálogo entre VOCÊ e SEU filho. Isso vai depender de cada família, de cada criança. Por isso, é necessário cada pai/mãe observar seu filho e aprender a dialogar entre si.
Sim, dialogar funciona!
Aprendizado 7:
RECONHEÇA E LEGITIME O SENTIMENTO, CRITIQUE A ATITUDE NEGATIVA
Este é um aprendizado que devemos ter não só com as crianças, mas também com os adultos e também com nós mesmos.
Negar os sentimentos “ruins” é prejudicial, além de ser totalmente inútil.
Somos seres humanos, e, como tal, temos todos os tipos de sentimentos, inclusive sentimentos não muito nobres, como tristeza, raiva, ciúmes, inveja, dentre outros.
Como escreveu Clarice Lispector: “Pensar é um ato, sentir é um fato”.
E é isso que ocorre conosco: temos sentimentos ruins e não temos controle sobre eles.
Imagine você falando para uma criança: “Não precisa ter medo de trovão”
Ok, precisar não precisa, mas como faz pra não ter medo?
“Não fique triste”, “É feio ter inveja”, etc.
Adianta falar esse tipo de coisa? 
A criança apenas vai se sentir mal por sentir o que não é pra sentir, além dela não receber qualquer orientação em como proceder diante daquele sentimento ruim.
Portanto, ajude a criança a reconhecer e a manifestar verbalmente o sentimento e a oriente.
Por exemplo: “Tudo bem você ficar com raiva porque eu não fiz tal coisa, mas não grite e não bata a porta. Eu não admito que você grite comigo. Se acalme. Quer um copo d´água pra se acalmar? Quer ficar um pouco no seu quarto?”
Ou: “Eu entendo que você fica chateado quando está perdendo um jogo. É normal. Ninguém gosta de perder. Mas você não pode parar de jogar só porque está perdendo. Vai jogar até o fim e continuar tentando vencer.”
Demonstre pra criança que tudo bem sentir assim ou assado, mas o que importa são as atitudes. Assim, você a ajudará a aprender a reconhecer os seus sentimentos e a lidar com eles, de um modo construtivo.
Por exemplo, sabemos que crianças podem agir de forma agressiva, ou com manhas e birras, ou até mesmo fazendo xixi na cama quando algo as incomoda (muitas vezes nem mesmo elas sabem o que está incomodando).
Assim, se você ajudá-la a reconhecer os sentimentos, a verbalizá-los e a lidar com eles de forma positiva, com o tempo, a criança conseguirá reconhecer tais sentimentos e a compreendê-los. E, mais ainda, ela conseguirá manifestar estes sentimentos de forma construtiva e civilizada, sem precisar fazer manha, birras ou serem agressivas, apenas expondo verbalmente.
É muito melhor e muito mais fácil lidar com uma criança que chega e diz “Hoje eu estou um pouco nervosa por causa de tal coisa”, do que com uma criança que sequer consegue entender o que a está incomodando, passando a tomar atitudes agressivas, fazer birra, etc.
A criança precisa se sentir segura para expor o que sente. E precisa ser acolhida, sempre. Não julgue e não menospreze o sentimento dela. E a oriente com relação às atitudes.
Aprendizado 8:
SEJA SINCERO
Não tenho muito o que falar sobre este aprendizado, pois ele é muito simples. É apenas isso: Seja sincero.
Para crianças terem confiança nos pais é preciso que estes sejam sinceros.
Tenho pavor de promessas que os pais sabem que não irão cumprir, de enganar a criança, essas coisas.
Esse tipo de “enganação” faz com que suas palavras percam o valor. Aí, todo aquele processo de aprender a dialogar com a criança vai por água abaixo.
Portanto, seja sincero.
Além disso, quando você for explicar ou justificar algo para a criança, pense sempre a real necessidade daquilo.
Por exemplo, quando você precisar convencer a criança a tomar banho, pense e diga sobre a real necessidade de se tomar banho. As pessoas não tomam banho para ganhar sobremesa, ou para poderem jogar vídeo-game. As pessoas tomam banho para não ficarem fedidas (vivemos em sociedade) e para terem higiene, evitando doenças.
Quando a criança pergunta coisas que você não sabe, não tenha medo em dizer que não sabe.
Para finalizar, gostaria de citar dois artigos científicos que respaldam a não-necessidade e potenciais malefícios da utilização de palmadas na educação infantil. 
Primeiramente, este artigo sobre a ineficiência/perigo das palmadas, em português: http://www.scielo.br/pdf/epsic/v9n2/a04v9n2.pdf
E finalmente, uma metanálise sobre castigos corporais, no link: http://www.endcorporalpunishment.org/pages/pdfs/Gershoff-2002.pdf
Nesta metanálise a autora apresenta resultados da associação entre castigo corporal e 11 comportamentos infantis, e os resultados são claros: castigos corporais (palmadas) foram associado com níveis mais altos de conformidade imediata (ou seja, a criança aprende a se submeter ao castigo e se conforma ao invés de questionar e tentar entender a origem do castigo e não vai atrás de um aprendizado) e agressão e baixos níveis de internalização moral e saúde mental a longo prazo. Lembrando que metanálises são ferramentas poderosas na ciência, pois avaliam os resultados de vários estudos independentes voltados a uma única questão, no caso, o castigo corporal.
Bom, por enquanto é isso. Espero que ajude alguém.

Alimentação por idade: 1 ano a 1 ano e meio

Agora que seu filho está maior, é muito provável que ele se torne uma criança bem diferente do que era na hora de comer. A recusa dos alimentos é típica desta idade. Pode ser que na semana passada ele tenha devorado o purê de batata baroa (mandioquinha), e hoje esteja cuspindo por todo lado. 

Ou então a criança come superbem no almoço, mas no jantar faz praticamente uma greve de fome (ou vice-versa). 

Um dos motivos para tamanha inconstância são as mudanças no ritmo de crescimento depois do primeiro aniversário. Do nascimento até fazer 1 ano, seu filho praticamente triplicou de peso, e aumentou de altura em 50%, ou até mais. Prepare-se, porque agora ele vai começar a engordar entre 1,5 kg e 3 kg... por ano! E o crescimento vai ser mais lento. 

É normal os bebês rechonchudos começarem a "afinar" depois de fazer 1 ano, e isso não é ruim. Só mostra que o corpo está mudando, seguindo as tendências genéticas da família e sofrendo os efeitos da atividade física bem mais intensa. 

Além disso, a criança está tão preocupada em explorar o mundo que não sobra tempo nem interesse para pensar em comida. 

Uma das soluções é oferecer vários lanchinhos nutritivos durante o dia, em vez de dar um pratão na hora do almoço. Lembre-se de que o estômago da criança ainda é pequeno. Se ela não quiser comer, paciência. Ela não vai morrer de fome, você precisa acreditar nisso com todas as suas forças! "Casa que tem comida não tem criança desnutrida", já diziam os médicos de antigamente. 

Aprendendo a ser independente

Se ele não está tão interessado em comer quanto você gostaria, tente não se preocupar tanto, pois seu filho vai acabar comendo o suficiente para se manter. Ele já consegue pegar alguns alimentos com a mão e vai querer aprender a usar a colher, embora tenha problemas para acertar a pontaria. 

Quando a criança está muito esfomeada, pode não ter paciência de tentar comer sozinha, e aí é melhor você dar a comida na boca mesmo. O prato já pode ser o mesmo do resto da família -- nada de comidinha especial, a não ser que vocês estejam comendo alguma coisa superapimentada, por exemplo. Procure incluir seu filho nas refeições à mesa com os adultos e crianças maiores. 

Ele também já consegue segurar um copo de treinamento, com tampa, sozinho. O ideal é começar desde já os

Como posso ajudar meu(s) filho(s) a cuidar dos dentes e evitar cáries?



Ensinar seu filho a cuidar dos dentes desde pequeno é um investimento que trará benefícios para o resto da vida dele. Comece dando o exemplo: cuide bem dos seus próprios dentes. Isto mostra a ele que a saúde bucal é importante. Atitudes que tornam o cuidado com os dentes algo interessante e divertido (como, por exemplo, escovar os dentes junto com ele ou deixá-lo escolher sua própria escova) incentivam a boa higiene bucal.

Para ajudar seu filho a proteger seus dentes e gengiva e para ajudá-lo a reduzir o risco de cáries, ensine-o a seguir os seguintes passos:

- Escovar pelo menos três vezes ao dia com um creme dental que contém flúor para remover a placa bacteriana (aquela película pegajosa que se forma sobre os dentes e que é a principal causa das cáries).
- Usar fio dental diariamente para remover a placa que se aloja entre os dentes e abaixo da gengiva, evitando que ela endureça e se transforme em cálculo dental. Depois que o cálculo se forma, só o dentista pode removê-lo.
- Adotar uma alimentação equilibrada, com pouco açúcar e amido. Estes alimentos produzem os ácidos da placa que causam cáries.
- Usar produtos que contêm flúor (inclusive o creme dental). Certifique-se de que a água que suas crianças bebem contém flúor. Se a água não contiver flúor, seu dentista ou pediatra poderá prescrever suplementos diários de flúor.
- Ir ao dentista para exames regulares.

Que técnicas de escovação posso ensinar a meus filhos?
Observe seu filho escovar os dentes. Auxilie-o até que ele se habitue ao seguinte:

- Use uma pequena quantidade de creme dental com flúor. Não deixe a criança engolir o creme dental.
- Use uma escova de cerdas macias e escove primeiro a superfície interna de cada dente, onde o acúmulo de placa é geralmente maior. Escove suavemente.
- Escove a superfície externa de cada dente. Posicione a escova em um ângulo de 45 graus ao longo da gengiva.
- Escove com movimentos para frente e para trás.
- Escove a superfície de cada dente usada para mastigar. Escove suavemente.
- Use a ponta da escova para limpar atrás de cada dente frontal, na arcada superior e inferior.

Quando a criança deve começar a usar o fio dental?
O fio dental remove as partículas de alimentos e placa bacteriana que se instala entre os dentes e que a escova sozinha não consegue retirar. Por isso, comece a usá-lo quando a criança tiver quatro anos. Ao completar oito anos, as crianças já podem usar o fio dental sem auxílio dos pais.

O que é selante dental e como saber se meu filho precisa usá-lo?
O selante dental cria uma barreira altamente eficaz contra as cáries. O selante é uma película fina de plástico (resina) aplicada à superfície dos dentes permanentes posteriores, onde a maioria das cáries se forma. A aplicação do selante não dói e pode ser feita durante uma consulta ao dentista. O dentista poderá informar se é recomendável fazer esta aplicação nos dentes de seu filho.

O que é o flúor e como saber se meu filho está recebendo a quantia certa de flúor?
O flúor é uma das melhores maneiras de evitar as cáries. Trata-se de um mineral natural que se combina com o esmalte dos dentes, fortalecendo-os. Muitas empresas de distribuição de água adicionam a quantia de flúor adequada ao desenvolvimento dos dentes. Para saber se a água que você tem em casa contém flúor e qual a quantidade de flúor que apresenta, ligue para a empresa de distribuição de água no seu município. Se a água que você recebe não tem flúor (ou não contém a quantidade adequada), seu pediatra ou dentista poderá recomendar gotas de flúor ou um enxagüante bucal, além de um creme dental com flúor.

Qual é a importância da alimentação na saúde bucal da criança?
Para que seu filho desenvolva dentes resistentes, é necessário que ele tenha uma alimentação equilibrada. Sua alimentação deve conter uma ampla variedade de vitaminas e sais minerais, cálcio, fósforo e níveis adequados de flúor.

Assim como o flúor é o maior protetor dos dentes do seu filho, as guloseimas são seu maior inimigo. Os açúcares e amidos que fazem parte de vários tipos de alimentos e de bolachas, biscoitos, doces, frutas secas, refrigerantes e batata frita combinam-se com a placa bacteriana produzindo substâncias ácidas. Estas substâncias atacam o esmalte e podem formar cáries.

Cada "ataque" pode durar até 20 minutos, após o término da ingestão do alimento. Até as "beliscadas" podem criar ataques ácidos da placa. Portanto, é recomendável não comer entre as refeições.

O que fazer se meu filho quebrar um dente?
Em qualquer caso de ferimento na boca, você deve comunicar-se imediatamente com o dentista. Ele fará um exame na área afetada e determinará o tratamento adequado. Você pode dar um analgésico para evitar que a criança sofra até chegar ao consultório.

Se possível, guarde a parte quebrada do dente e mostre-a ao dentista. No caso de cair o dente em razão de um acidente, leve-o ao dentista o mais rápido possível. Evite tocar muito no dente e procure não limpá-lo. Coloque-o em água ou leite até chegar ao consultório do dentista*. Em alguns casos é possível reimplantá-lo.

* Pode ser que seja possível recolocá-lo na boca de seu filho através do procedimento de reimplante.

Cuide da Infância de seu filho




Anel_300x250 Não transforme seu filho em um miniexecutivo. Por mais que ele pratique um esporte e tenha aula extra de línguas, por exemplo, reserve um tempo diário para ele brincar  As atividades além da escola têm que ser naturais, conforme o gosto da criança. Se ele não gosta de futebol, não o obrigue a praticar tal esporte. Brincar não é quantidade, mas qualidade. Colocar seu filho em frente a uma televisão não proporciona interação. Fique perto dele, ofereça um quebra-cabeça, brinquedos de montar adequados para a idade, mas que o faça raciocinar. Observe na escola o espaço dado para o lúdico, se tem monitor para brincadeiras. Se for em tempo integral, fique atento aos horários para cada atividade. Crianças de 6, 7 anos não precisam de celular. Avalie com cuidado a necessidade e não aceite o pedido para mudar constantemente de aparelho. Preserve o que as crianças estão assistindo e ouvindo na televisão e fique de olho no que ele está acessando pelo computador. Se tem Facebook e outras redes sociais, entre como amigo. Estabeleça o limite de entrar na rede social a partir dos 13 anos, mas com a sua supervisão. O tempo no computador depende de cada rotina, mas delimite o quanto julgar necessário e cumpra. Dê limites ao seu filho. Diga não. Os pais são a lei da criança. Ela precisa desse corte para desenvolver frustrações e amadurecimento saudável. Mesmo que tenha uma agenda corrida, tire um tempo para ficar com seu filho sem se preocupar com outras coisas. Brinque com ele. Por meio da brincadeira, você passa valores, a criança se solta e um vínculo familiar é criado. Nas meninas: é normal brincar com o sapato da mãe, com a roupa, o batom. Mas fique atenta se a vaidade ficar excessiva. Se a criança manifestar vontade de estar maquiada de manhã e à tarde ou de ir para a escola maquiada, por exemplo. Imponha limite. Peça para tirar um pouco e deixe usar um gloss, por exemplo. Nos meninos: o problema está no excesso do videogame, computador, jogos de lutas e guerras. Ofereça a ele um livro, um jogo de raciocínio, busque estratégias para que ele não fique preso em frente à tela. Faça com que seu filho conviva com outras crianças. Leve-o ao parque, ao teatro, cinema, ande de bicicleta com ele, faça programas em família. A vida da criança é organizada pelo adulto, não faça que ela seja independente antes da hora. Não se entregue aos produtos que lhe são oferecidos. Pense criticamente e avalie se é mesmo necessário para a vida do seu filho Não exagere nos presentes, na tentativa de compensar o tempo que fica fora de casa, longe do filho. Busque conversar e brincar, fazer atividades juntos.

Galinha Pintadinha 2


Galinha Pintadinha 2 by sofavoritosdanet