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ALERTAS MENTAIS PARA VOCÊ VIVER MELHOR

Mentalsomática. Eis 15 alertas mentais da Conscienciologia para você viver melhor,
em paz com o seu mentalsoma, promovendo gestações conscienciais eficazes:
1. Amor. O amor puro é o sentimento que etemiza o momento, a saudade e a vida,
contra tudo e contra todos os proibidores. Mas jamais o amor é gratuito: tem seu preço.
2. Aparências. Não podemos nos enganar com aparências. Já pensou: o silêncio do
Serenão, a seu respeito, experimentador ou experimentadora, poderia ser vaia.
3. Arrependimento. O arrependimento é a prova de que a estrada comum, o beco sem
saída, e até o caminho sem volta, permitem regressar ao ponto de partida para se recomeçar
tudo com experiência maior. Arrependimento não é palermice.
4. Autocorrupção. O adultério mental é um exercício legal que todos ainda praticamos,
e que vai continuar permanecendo omisso em todos ou só nos códigos humanos.
5. Autocrítica. Adoração sem autocrítica leva à possessividade extrema. A madame
egoísta castra o gatinho idolatrado a fim de mantê-lo preso à sua saia, dentro de casa.
6. Auto-escola. A auto-escola é o nome técnico do único educandário da vida:
a escola de si mesmo. Aí você é o aluno, o professor, e o próprio curso de aulas intensivas.
7. Carma. O cama é o relógio de antimatéria, sempre infalível, que marca a hora do
contratempo (acidente de percurso) no destino pessoal, grupal, e até coletivo.
8. Cicatrizes. As cicatrizes morais do psicossoma (parapatologia) aparecem menos,
porém marcam muito mais. Até mesmo as auto-retrocognições sadias provam este fato.
9. Erro. Errar é humano. Até a Natureza, às vezes, erra. Veja a segregação racial no
formigueiro. O maior erro, contudo, é teimar conscientemente no erro.
10. Ilusão. Toda ilusão um dia acaba. O mais belo funeral não levanta o cadáver.
É tolice viver empurrando as autocríticas com a barriga.
11. Imaginação. A imaginação é o fertilizante das idéias e a válvula excretora das
toxinas do pensamento (pensenes patológicos). Infelizmente só existe uma em cada cérebro.
Não se pode deixar de usá-la. A função vitaliza o órgão consciencial.
12. Teologia. A teologia é o conhecimento e a brincadeirinha das crianças grandes
quando tenta provar, demagógica e inutilmente 5 coisas impossíveis: a ausência do umbigo
de Adão; a superioridade biológica do celibato; a sutil reprodução dos santos; a perversão
sexual do diabo; e a transexualidade dos anjos.
13. Trabalho. O ócio, por si só, satura a consciência. Pergunte ao náufrago na ilha
deserta. O trabalho de equipe sempre vale a pena e ensina muito mais.
14. União. Só a força da união compõe 1 vencedor de 2 derrotados. A dissidência é inevitável
na evolução e desenvolvimento das coisas, mas é melhor ser evitada ao máximo.
15. Verdade. A verdade relativa de ponta tem preço. A liberdade de expressão tem
limite. Na Socin, ainda patológica, quanto mais belo canta o pássaro, mais buscam fechar
a porta da sua gaiola.

O que é verdade relativa de ponta?


A verdade relativa de ponta é uma realidade mais importante,
nova ou prioritária que vale a pena ser estudada, discutida e colocada
à frente das outras da mesma linha de pesquisa e, por fim,
também refutada.
O objetivo, em nosso caso, é evidenciar as resoluções evolutivas
bem-resolvidas e malresolvidas da maioria das consciências,
em nosso atual nível médio de evolução.
O interessado vai observar que não defendemos tais verdades
relativas de ponta como cura-tudo, panaceia universal, ou princípios
absolutos para se viver.
Nem nos apresentamos na condição irracional de dono da verdade.
Não existem verdades absolutas. Tudo tende a evoluir.
Há falsas verdades nas ideias impostas e em todos os dogmas.
A dissidência faz parte de todos os empreendimentos humanos.
As verdades relativas de ponta, em sua maioria, nascem da
ebulição das opiniões discordantes.
HOJE NÃO SE ADMITE, RACIONALMENTE,
QUE ALGUÉM VIVA SOB
O DOMÍNIO ESCRAVIZANTE DE QUALQUER
DOGMA OU IDEIA IMPOSTA.No entanto, milhões de pessoas incautas ainda vivem assim,
escravizadas às opiniões erradas dos outros.
Longe de nossos interesses desejar convencer alguém sobre
qualquer coisa. Muito menos quanto às experiências pessoais e de
grupo. Menos ainda levar tais vivências às pessoas excessivamente
bitoladas, que não desejam renovação e se sentem confortavelmente
realizadas na vida que levam.
Nossa intenção é informar, de modo isento e impessoal, quanto
ao conhecimento prioritário que interessa a todos, sobre a dinâmica
da evolução da consciência.
O pesquisador consciencioso (ou pesquisadora sem espírito
preconcebido) por si próprio, comprovará, ou não, essas afirmações.
Por si mesmo, você discordará ou concordará com as ideias
expostas aqui. Seja para empregá-las utilmente na vida comum ou
esquecê-las de vez.
O mais inteligente será sempre estabelecer e procurar manter
a nossa distância natural, sadia, de toda repressão – uma ideia que
nos condiciona, de toda sacralização – alguma coisa que divinizamos,
e de toda veneração cega, ou lavagem cerebral quanto a pessoas,
ideias, instituições, objetos, lugares ou comunidades.
COMO SABEMOS, O PAPEL ACEITA
TUDO O QUE SE ESCREVE NELE.
O MICROFONE ADMITE A ENTRADA
DE QUALQUER SOM.
É mais inteligente mantermos o melhor nível de discernimento
vivencial. Só assim sobrevivemos: atuando com a lucidez máxima
de que já somos capazes na Sociedade Humana.

PSICOLOGIA DA EVOLUÇÃO POSSÍVEL AO HOMEM

 
Síntese notável, atualíssima,
da ciência do desenvolvimento espiritual
através da consciência.



SUMÁRIO


Introdução                                                  

PRIMEIRA CONFERÊNCIA                       

SEGUNDA CONFERÊNCIA                       

TERCEIRA CONFERÊNCIA                       

QUARTA CONFERÊNCIA                          

QUINTA CONFERÊNCIA                          




INTRODUÇÃO


         Durante anos recebi numerosas cartas de meus leitores. Todos perguntavam-me o que tinha feito depois de escrever meus livros, publicados em inglês em 1920 e 1931, mas redigidos desde 1910 e 1912.
         Nunca podia responder a essas cartas. Só para tentar fazê-lo, necessitaria de livros inteiros. Porém, quando meus correspondentes moravam em Londres, onde me instalara em 1921, organizava, em sua intenção, ciclos de conferências, nas quais tentava responder às suas perguntas. Explicava-lhes o que descobrira depois de haver escrito meus dois livros e em que direção se engajara o meu trabalho.
         Em 1934 escrevi cinco conferências preliminares que davam uma idéia geral do objeto de meus estudos, bem como das linhas de trabalho que seguia comigo determinado número de pessoas. Reunir tudo