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ABANDONO ANIMAL


ABANDONO ANIMAL
(ZOOCONVIVIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O abandono animal é o ato ou efeito degradante de largar, desamparar ou negligenciar o princípio consciencial subumano à própria sorte, a conscin, homem ou mulher, indiferente aos preceitos da zooconvivialidade sadia e às leis da Cosmoética.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O termo abandonar vem do idioma Francês, abandonner, “afrouxar (a ré-dea do cavalo); pôr em atividade; deixar ir; entregar-se; deixar alguém à sua sorte”. Surgiu no Sé-culo XIII. A palavra abandono apareceu no Século XVIII. O vocábulo animal deriva do idioma Latim, animal, “tudo que tem vida, que é animado”. Surgiu no Século XIV.
Sinonimologia: 1. Desassistência animal. 2. Desarrimo do subumano. 3. Descaso ao subumano. 4. Desprezo animal. 5. Guarda irresponsável de animal.
Eufemismologia. O eufemismo mais comum aplicado ao abandono animal é a expressão animal de rua.
Neologia. As duas expressões compostas abandono animal parcial e abandono animal integral são neologismos técnicos da Zooconviviologia.
Antonimologia: 1. Abrigo ao animal. 2. Acolhimento ao subumano. 3. Guarda respon-sável de animal. 4. Assistência ao subumano. 5. Tutela animal responsável.
Estrangeirismologia: o center for lost pets; o abandono indoors; a utilização do Face-book na procura dos pets; o stress do animal perdido; o modus operandi do abandonador; a super-população de street dogs; a nódoa no curriculum vitae multidimensional.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento quanto às leis da zooconvivialidade sadia.
Megapensenologia. Eis, 3 megapensenes trivocabulares relativos ao tema: – Abandono animal: covardia. Quem abandona, mata. Abandonemos o abandono.
Coloquiologia. Eis expressão coloquial associada ao abandono animal: – Jeito de ca-chorro que caiu do caminhão de mudança. Citaciologia: – A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo que seus

ORGULHO TEIMOSO


OR G U L H O  TE I M O S O
(PE R D O L O G I A)
I. Conformática
Definologia. O orgulho teimoso é o posicionamento patológico de persistência irredutí-vel na não admissão de erros autodiagnosticados, com a intenção inoportuna de proteger a autesti-ma, optando-se pela postergação das correções, retratações, reconciliações e / ou retomadas de ta-refasevolutivas, capaz de gerar cadeia de equívocos e multiplicar as demandas para as futuras
restaurações conscienciais.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O vocábulo orgulho deriva do idioma Espanhol, orgullo, e este do idioma
Catalão, orgull, “orgulho”. Surgiu no Século XIII. O termo teimaprocede do idioma Latim, the-ma, “tema; proposição; assunto; argumento; matéria”, e este do idioma Grego, théma,“o que se
põe oupropõe”. Apareceu no Século XVII. A palavra teimososurgiu no Século XVI.
Sinonimologia: 01. Orgulho aferrado. 02. Empáfia renitente. 03. Capricho presunçoso.
04. Birra vaidosa. 05. Soberba pirracenta. 06. Amor-próprio tolo. 07. Autestima antievolutiva.
08. Emperramento autevolutivo. 09. Autodesrespeito. 10. Desinteligência evolutiva.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 19 cognatos derivados do vocábulo teima: atei-mada; ateimado; ateimar; joão-teimoso; maria-teimosa; sobreteima; teimação; teimado; teima-dor; teimadora; teimante; teim

MAPEAMENTO DA SINALÉTICA (AUTOSSINALETICOLOGIA)


MAPEAMENTO DA SINALÉT ICA
(AUTOSSINALET ICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O mapeamento da sinalética é o procedimento paratécnico de identificação,
registro e decodificação da sinalética energética e parapsíquica pessoal, a fim de criar código de
autoparassegurança e comunicação a serviço da interassistência multidimensional.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo mapa vem do idioma Italiano, mappa, “mapa”, e este do idioma
Latim, mappa, “toalhinha; guardanapo; representação gráfica de algum terreno”. Apareceu no Século
XVI. O vocábulo sinalética deriva do idioma Francês, signalétique, “que contém a sinalização,
a descrição de alguém ou de alguma coisa; que assinala por qualquer elemento característico”,
e este de signaler, “assinalar”. A palavra sinal surgiu no Século XII.
Sinonimologia: 1. Cartografia parapsíquica pessoal. 2 Topologia dos sinais parapsíquicos.
3. Mapeamento sinalético. 4. Registro da sinalética. 5. Rastreamento da sinalética parapsíquica.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 15 cognatos derivados do vocábulo mapa: holomapeamento;
mapeabilidade; mapeação; mapeada; mapeado; mapeador; mapeadora; mapeamento;
mapeante; mapear; mapeável; mapiador; mapiadora; maximapeamento; minimapeamento.
Neologia. As 3 expressões compostas mapeamento da sinalética, minimapeamento da
sinalética e maximapeamento da sinalética são neologismos técnicos da Autossinaleticologia.
Antonimologia: 1. Mapeamento dos parafenômenos. 2. Mapeamento dos chacras.
3. Mapeamento das sensações orgânicas simples.
Estrangeirismologia: o locus minoris resistentiae autoidentificado; o estado de on air
interassistencial full time.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à autoparaperceptibilidade.
Megapensenologia. Eis 2 megapensenes trivocabulares sintetizando o tema: – Sinalética:
despertador parapsíquico. Sinalética: parabússola pessoal.
Coloquiologia. Eis 3 expressões do coloquialismo relativas ao tema: – Onde há fumaça,
há fogo. Tem boi na linha. Escutou o galo cantar e não sabe onde.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da autoparaperceptibilidade; os parapensenes;
a parapensenidade; os energopensenes; a energopensenidade; os parapsicopensenes; a parapsicopensenidade;
os ortopensenes; a ortopensenidade; a assinatura pensênica.
Fatologia: o mapeamento dos 11 sentidos somáticos; o mapeamento das zonas erógenas;
a identificação das idiossincrasias; as alergias sendo sinais de alerta somático; a identificação dos
pontos de menor resistência somática; o detalhismo nas observações; a sensibilidade à flor da pele;
a exaustividade da autopesquisa; a sutileza dos sinais somáticos; os pares cranianos; o osso esfenóide;
a atualização contínua do gráfico das sinaléticas pessoais; os 361 pontos clássicos de
acupuntura a partir da Medicina Tradicional Chinesa (MTC); os nadis; os meridianos; as zonas
Head dos órgãos; as zonas de proteção do organismo; os somatótipos; o hábito sistemático da

ESTRATÉGIA DE ENFRENTAMENTO (ETOLOGIA)


ESTRATÉGIA DE ENFRENTAMENTO
(ETOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A estratégia de enfrentamento é o modo ou maneira específica da consciência
responder às ameaças contingentes, percalços, reveses, adversidades, frustrações, estresses
e aos constantes desafios propostos pela Evoluciologia, buscando adaptação e manutenção da integridade
consciencial.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. A palavra estratégia procede do idioma Grego, stratégía, “o cargo do comandante
de alguma armada; o cargo ou a dignidade de determinado ministro da guerra na antiga
Atenas; o pretor, em Roma; manobra ou artifício militar”. Surgiu no Século XIX. O termo enfrentar
é constituído pelo prefixo do idioma Latim, en, “em; a; sobre; superposição; aproximação; introdução;
transformação”, e pelo vocábulo do idioma Espanhol, frente, derivado do idioma Latim,
frons, “fronte; testa; rosto; semblante; cara”. Apareceu no mesmo Século XIX.
Sinonimologia: 1. Modo de enfrentamento; resposta de enfrentamento. 2. Estratégia de
manejo. 3. Capacidade de ajustamento. 4. Resposta de adaptação. 5. Comportamento de autoproteção.
Neologia. As duas expressões compostas estratégia de enfrentamento primitiva e estratégia
de enfrentamento avançada são neologismos técnicos da Etologia.
Antonimologia: 1. Mecanismo de defesa do ego (MDE). 2. Esquema cognitivo.
Estrangeirismologia: o coping; o modus operandi; o workaholism; o freezing; a personalidade
com característica de hardiness encarando as demandas cotidianas na forma de desafios
ao invés de ameaças.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à Holomaturologia Comportamental.

MANTENABILIDADE HUMANA (PROFILAXIOLOGIA)



MANTENABILIDADE HUMANA
(PROFILAXIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A mantenabilidade humana é a qualidade, propriedade, atributo ou característica
do planejamento das ações de manutenção intra, inter e extraconscienciais a serem realizadas
durante a vida humana, aumentando a holodisponibilidade da conscin, homem ou mulher.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo mantenimento vem do idioma Espanhol, mantenimiento, “efeito de
manter-se; alimentação; sustento”, de mantener, “manter; prover alimento; conservar; sustentar”.
Surgiu no Século XIX. O vocábulo humano procede do mesmo idioma Latim, humanus, “humano;
próprio do Homem; amável; benigno; bondoso; erudito; civilizado; instruído nas Humanidades”.
Apareceu no Século XIII.
Sinonimologia: 1. Manutenabilidade humana. 2. Detalhamento da estratégia de vida.
3. Planejamento de salvaguardas. 4. Planejamento do plano B. 5. Profilaxia das falhas humanas.
6. Efetividade operacional humana.
Neologia. As 3 expressões compostas mantenabilidade humana, mantenabilidade humana
vulgar e mantenabilidade humana avançada são neologismos técnicos da Profilaxiologia.

LATÊNCIA GRAFOPENSÊNICA (MENTALSOMATOLOGIA)



LATÊNCIA GRAFOPENSÊNICA
(MENTALSOMATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A latência grafopensênica é a etapa de maturação do artigo, verbete, livro
ou tratado científico, intervalar entre o levantamento dos dados pesquisísticos e o deslanche da
redação técnica, caracterizada pela baixa produtividade de material escrito, mas decisiva na estruturação
conteudística da gescon.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo latência é de origem controversa, provavelmente do radical de latente,
e este do verbo do idioma Latim, latere, “estar escondido; esconder-se, ocultar-se”, sob
a influência do idioma Francês, latence, “o que é latente”, do idioma Italiano, latenza, e do idioma
Inglês, latency, “qualidade ou estado do que é latente”. Surgiu no Século XX. O elemento de
composição grafo vem do idioma Grego, grápho, “escrever; inscrever”. O vocábulo pensamento
procede do idioma Latim, pensare, “pensar; cogitar; formar alguma ideia; pesar; examinar; considerar;
meditar”. Apareceu no Século XIII. A palavra sentimento deriva do mesmo idioma Latim,
sentimentum, sob a influência do idioma Francês, sentiment, “sentimento; faculdade de receber as

ESPÓL IO AUTORREVEZADOR (AUTORREV EZAMENTOLOGIA)



ESPÓLIO     AUTORREVEZADOR
(AUTORREVEZAMENTOLOGIA) 

I.  Conformática

Definologia. O espólio autorrevezador é o conjunto dos bens intrafísicos, patrimoniais, 
humanitários, evolutivos, cosmoéticos,  tarísticos  ou da automegagescon, deixados providencial-
mente pela conscin lúcida quanto à holomaturidade seriexológica, na condição de minipeça inte-
rassistencial do maximecanismo multidimensional, ao dessomar, objetivando a continuidade das
tarefas libertárias por meio do autorrevezamento multiexistencial, proexológico, na próxima vida
humana. 
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O vocábulo espólio vem do idioma latim, spolium, “despojo de algum ani-
mal ou inimigo; pele; couro; presa; roubo; tomada”. Surgiu no Século XVI. O primeiro elemento
de composição auto procede do  idioma Grego, autós, “eu mesmo; por si próprio”. O prefixo re
provém do idioma Latim, re, “retrocesso; retorno; recuo; repetição; iteração; reforço; intensifica-
ção”. O segundo elemento de composição vez vem do mesmo idioma Latim, vicem, acusativo de
vix, “vez; sucessão; alternativa”. A palavra revezamento apareceu no Século XVIII. 
Sinonimologia: 1.  Espólio paratécnico. 2.  Espólio proexológico. 3.  Espólio interassis-
tencial.
Neologia. As  3  expressões  compostas  espólio  autorrevezador,  espólio  autorrevezador
novo e espólio autorrevezador veterano são neologismos técnicos da Autorrevezamentologia.
Antonimologia: 1.  Espólio materialista. 2.  Espólio vulgar.

ESPETACULARIZAÇÃO (INTRAFISICOLOGIA)



ESPETACULARIZAÇÃO
(INTRAFISICOLOGIA)

I.  Conformática

Definologia. A espetacularização é a transformação de determinada manifestação huma-
na em espetáculo, nem sempre correto e com boa intenção, mas, em geral, de modo excessivo 
e perdulário.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O vocábulo  espetáculo vem do idioma Latim,  spaectaculum,  “espetáculo;
vista; aspecto; chamar a atenção pública; jogos públicos; ser notável; ser digno de se ver”, e este
de spectare, “olhar; observar atentamente; contemplar”. Surgiu no Século XVI. 
Sinonimologia: 1.  Molduragem da realidade. 2.  Rótulo dos fatos.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 6 cognatos derivados do vocábulo espetáculo:
espetacular; espetacularidade; espetacularização; espetaculosa; espetaculosidade; espetaculoso. 
Neologia. O vocábulo espetacularização e as duas expressões compostas espetaculariza-
ção centrífuga e espetacularização centrípeta são neologismos técnicos da Intrafisicologia.
Antonimologia: 1.  Realidade nua e crua. 2.  Conteudologia.
Estrangeirismologia: as performances públicas ou de rua; os corpus específicos de aná-
lise da discursividade sobre a corrupção tornada banal; o mise-en-scène; o sic transit gloria mun-

ESPECIALISMO HOLOBIOGRÁFICO (AUTOCONSCIENCIOMETROLOGIA)


ESPECIALISMO   HOLOBIOGRÁFICO
(AUTOCONSCIENCIOMETROLOGIA)

I.  Conformática

Definologia. O especialismo holobiográfico é a tendência, condição multiexistencial ou
especialidade da consciência em repetir a mesma vocação, profissão, ocupação ou interesse no
desempenho das vidas intrafísicas do último milênio, sem maiores renovações ou reciclagens. 
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo especial vem do idioma Latim, specialis, “especial; particular; pró-
prio para”. Surgiu no Século XIV. O sufixo ismo deriva do idioma Grego, ismós, “doutrina; esco-
la; teoria ou princípio artístico, filosófico, político ou religioso; ato, prática ou resultado de; ação;
conduta; hábito ou qualidade característica de; quadro mórbido; condição patológica”. O elemen-
to de composição holo provém do mesmo idioma Grego, hólos, “total; completo; inteiro”. O vo-
cábulo biografia procede também do idioma Grego, biographía, “relato de vidas”, constituído pe-
los elementos de composição  bíos,  “vida”, e  graphé,  “escrita; escrito; convenção; documento;
descrição”. As palavras biografia e biográfico apareceram no Século XIX.  
Sinonimologia: 1.  Especialismo paragenético. 2.  Especialismo holomnemônico.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 9 cognatos derivados do vocábulo especialida-

ESCRÚPULO (COSMOETICOLOGIA)


ESCRÚPULO
(COSMOETICOLOGIA)

I.  Conformática

Definologia. O  escrúpulo  é a qualidade, trafor ou condição da consciência dotada de
sentido cosmoético, expressando o caráter íntegro com cuidado, rigor e meticulosidade, por meio
de manifestações pensênicas, a partir da intencionalidade discernida.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo escrúpulo deriva do idioma Latim, scrupulum ou scripulum, “pe-
drinha; seixinho; escrópulo; 24a
 parte da onça; embaraço; dificuldade; cuidado; inquietação;
temor; medo; receio”. Surgiu no Século XV. 
Sinonimologia:  01.  Consciencialidade; cosmoeticidade. 02.  Lisura; pudor. 03.  Zelo
moral. 04.  Dignidade. 05.  Autocorreção; magnanimidade; meticulosidade. 06.  Autoincorruptibi-
lidade. 07.  Autoprobidade. 08.  Autenticidade. 09.  Ortopensenidade. 10.  Moralidade.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 17 cognatos derivados do vocábulo escrúpulo:
escrupularia; escrupulear; escrupulidade; escrupulidão; escrupulização; escrupulizador; escru-
pulizadora; escrupulizar; escrupulosa; escrupulosidade; escrupuloso; inescrúpulo; inescrupulo-
sa; inescrupuloso; miniescrúpulo; semiescrúpulo; superescrúpulo.  
Neologia.  Os 2 vocábulos  semiescrúpulo  e  inescrúpulo  são neologismos técnicos da
Cosmoeticologia.
Antonimologia: 01.  Inconsciencialidade; inescrúpulo. 02.  Anticosmoeticidade; negli-
gência moral. 03.  Canalhismo; velhacaria. 04.  Desfaçatez. 05.  Descaramento; despudor; desver-
gonha. 06.  Hipocrisia. 07.  Perfídia. 08.  Edulcoração. 09.  Inautenticidade. 10.  Amoralidade.  
Estrangeirismologia: a uneasiness of conscience; a properness of an action.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à autocosmoeticidade.

II.  Fatuística

Pensenologia: o holopensene pessoal da escrupulosidade; os ortopensenes; a ortopense-
nidade; os nexopensenes; a nexopensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade; os evolu-
ciopensenes; a evoluciopensenidade.

Fatologia: o escrúpulo; a incorruptibilidade; o caráter íntegro da personalidade; a intei-
reza da consciência; a estrutura moral da consciencialidade da pessoa; o senso moral; a considera-
ção ética da pré-atividade; a licitude da ação pessoal; a identificação exata da bondade ou da ruin-
dade do ato; os negócios com escrúpulos; a omissuper; a retidão no cumprimento do dever; a acri-
bia; a investigação escrupulosa; a boa conduta; os bons costumes; os hábitos sadios.

Parafatologia:  a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a heterodesasse-
dialidade; a interassistencialidade.

III.  Detalhismo

ESCALA PERCEP T I VA DAS CONSCI ÊNCIAS (PARAP ERCEPCIOLOGIA


ESCALA     PERCEP T I VA     DAS     CONSCI ÊNCIAS
(PARAP ERCEPCIOLOGIA) 

I.  Conformática

Definologia.  A  escala  perceptiva  das  consciências  é  a  sequência  das  percepções  das
conscins, homens e mulheres, na ordem crescente, expansiva ou evolutiva, a partir dos veículos
utilizados para manifestação consciencial soma, energossoma, psicossoma e mentalsoma, incluin-
do a parapercepctibilidade ao abranger as conexões com todo o o holossoma.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo escala vem do idioma Latim, scala, “degraus; escadaria; escada”.
Surgiu no Século XIV. O vocábulo perceptivo procede do mesmo idioma Latim, percipere, “per-
ceber; observar; conhecer por meio dos sentidos; tomar; apoderar-se de; receber; adquirir; notar;
reparar; colher”, provavelmente através do idioma Francês, perceptif, “perceptivo”. Apareceu no
Século XIX. A  palavra  consciência  deriva  igualmente  do  idioma Latim,  conscientia,  “conheci-
mento de alguma coisa comum a muitas pessoas; conhecimento; consciência; senso íntimo”, e es-
ta do verbo conscire, “ter conhecimento de”. Surgiu no Século XIII.  
Sinonimologia:  1.   Panorâmica  perceptiva  das  consciências.  2.   Ordenação  perceptiva
das consciências. 3.  Hierarquia das percepções.
Neologia. As 3 expressões compostas escala perceptiva das consciências, escala percep-
tiva  das  consciências  compreendida  e  escala  perceptiva  das  consciências  incompreendida  são
neologismos técnicos da Parapercepciologia.
Antonimologia: 1.  Amência consciencial. 2.  Vacuidade perceptiva. 3.  Descerebralida-
de. 4. Conscin casca grossa. 5.  Conscin trancada. 6.  Conscin letárgica. 7.  Escala das priorida-
des evolutivas. 8.  Escala de valores. 9.  Escala dos autores mentaissomáticos.
Estrangeirismologia: o paramicrochip.

Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscer-
nimento quanto à holomaturidade da autoconsciencialidade humana.

II.  Fatuística

Pensenologia: o holopensene pessoal da autoperceptibilidade; os lucidopensenes; a luci-
dopensenidade; os mnemopensenes; a mnemopensenidade; os nexopensenes; a nexopensenidade;
os ortopensenes; a ortopensenidade; os cognopensenes; a cognopensenidade.

ESCALA DA DISCRIÇÃO (HOLOMATUROLOGIA)


ESCALA   DA   DISCRIÇÃO
(HOLOMATUROLOGIA)

I.  Conformática

Definologia. A escala da discrição é a gradação crescente do aperfeiçoamento da quali-
dade de discreto na conduta interassistencial da consciência, tornando-a pouco a pouco, autesfor-
ço após autesforço, vivenciadora da condição do anonimato cosmoético no âmbito da Sereno-
logia.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo escala vem do idioma Latim, scala, “degraus; escadaria; escada”.
Surgiu no Século XIV. O vocábulo discrição deriva do mesmo idioma Latim, discretio, “separa-
ção; escolha; discernimento; seleção; distinção; diferença”. Apareceu também no Século XIV. 
Sinonimologia:  1.  Escala do comedimento. 2.  Escala da autorreserva. 3. Escala da
prudência. 4.  Escala da interassistencialidade. 5.  Escala do anonimato. 6.  Escala cosmoética.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 11 cognatos derivados do vocábulo discrição:
autodiscrição; discreta; discretiva; discretivo; discreto; heterodiscrição; indiscreta; indiscreto;
indiscrição; megadiscrição; paradiscrição. 
Neologia. As 3 expressões compostas escala da discrição, escala da discrição primária

ESCALA DA CONSCIÊNCIA CONTÍNUA (EVOLUCIOLOGIA)


ESCALA   DA   CONSCIÊNCIA   CONTÍNUA
(EVOLUCIOLOGIA)

              I.  Conformática

Definologia. A  escala da consciência contínua  é o esquema do estado da consciência
contínua, ou hiperlucidez intraconsciencial, condição rara da conscin ou da consciex capaz de vi-
venciar a continuidade da lucidez ininterrupta, sem nenhum hiato no transcurso da vida conscien-
cial, seja qual for o contingenciamento experiencial, momento evolutivo ou dimensão na qual se
manifeste.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo escala vem do idioma Latim, scala, “degraus; escadaria; escada”.
Surgiu no Século XIV. O vocábulo consciência deriva do mesmo idioma Latim, conscientia, “co-
nhecimento de alguma coisa comum a muitas pessoas; conhecimento; consciência; senso íntimo”,
e este do verbo conscire, “ter conhecimento de”. Apareceu no Século XIII. A palavra contínua
procede também do idioma latim, continuus, “contínuo; sem interrupção”. Surgiu igualmente no
Século XIII.
Sinonimologia: 1.  Escala do estado da consciência contínua. 2.  Escala consciencioló-
gica. 3.  Escala da lucidez consciencial. 4.  Escala da hiperlucidez ininterrupta. 5.  Escala da hi-
peracuidade consciencial.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 10 cognatos derivados do vocábulo escala: es-
calação; escalada; escaladiço; escalado; escalador; escaladora; escalamento; escalão; escalar;
superescala.
Neologia. As 3 expressões compostas escala da consciência contínua, escala da cons-
ciência contínua evoluciológica e escala da consciência contínua serenológica são neologismos
técnicos da Evoluciologia.

ESBANJAMENTO CONSCIENCIAL (INTRAFISICOLOGIA)


ESBANJAMENTO   CONSCIENCIAL 
(INTRAFISICOLOGIA)

I.  Conformática

Definologia. O esbanjamento consciencial é a condição da conscin incauta, integrante da
geração moderna da fartura, pessoa sem vivências de vicissitudes, percalços, dificuldades e guer-
ras, esbanjadora incapaz de valorizar e aproveitar eficazmente os valiosos recursos disponíveis 
e recebidos para a execução da autoprogramação existencial (autoproéxis).
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. A palavra esbanjamento é de origem obscura. Surgiu no Século XX. O vo-
cábulo consciência deriva do idioma Latim, conscientia, “conhecimento de alguma coisa comum
a muitas pessoas; conhecimento; consciência; senso íntimo”, e este do verbo conscire, “ter conhe-
cimento de”. Apareceu no Século XIII. 
Sinonimologia: 01.  Esbanjamento existencial. 02.  Desperdício proexológico. 03.  Au-
todesperdício de oportunidades. 04.  Perdularismo pessoal. 05.  Esbanjamento do tempo. 06.  Au-
todissipação de cons. 07.  Autocorrupcionismo. 08.  Megaesbanjamento multifacético; Perdolo-
gia. 09.  Incompléxis pessoal. 10.  Insucesso pessoal. 
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 7 cognatos derivados do vocábulo esbanjamen-
to: esbanjada; esbanjado; esbanjador; esbanjadora; esbanjar; esbanjatório; megaesbanjamento.   
Neologia. As 3 expressões compostas  esbanjamento consciencial, esbanjamento cons-
ciencial parcial e esbanjamento consciencial completo  são neologismos técnicos da Intrafisico-
logia.
Antonimologia: 1.  Antiesbanjamento consciencial. 2.  Aplicação consciencial. 3.  Apro-
veitamento consciencial. 4.  Autempenho prioritário. 5.  Compléxis pessoal.
Estrangeirismologia: o sic transit gloria mundi; o waste money.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto às prioridades na aplicação dos recebimentos proexológicos.

ERRO SUTIL (ERROLOGIA)


ERRO   SUTIL 
(ERROLOGIA)

I.  Conformática

Definologia. O erro sutil é o ato ou efeito de a conscin errar, cometendo equívoco tosco,
engano rudimentar ou omissão deficitária grosseira, indiscutível e consensual, contudo de difícil
percepção no momento evolutivo.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O termo erro vem do idioma Latim, error, “desvio; erro; falta”. Surgiu no
Século XIII. A palavra sutil deriva também do idioma Latim, subtilis, “sutil; fino; delgado; tênue;
miúdo; delicado; exato; escrupuloso; minucioso; simples; preciso”. Apareceu no Século XVI.
Sinonimologia: 01.  Desacerto. 02.  Distorção sutil.   03.  Engano. 04.  Entropia sutil. 
05.  Equívoco. 06.  Falha sutil; falta. 07.  Incorreção sutil. 08.  Lapso; omissão sutil.  09.  Erro
despercebido. 10.  Erro involuntário.  
Neologia. As 3 expressões compostas erro sutil, erro sutil corrigido e erro sutil fixado
são neologismos técnicos da Errologia.
Antonimologia: 01.  Desacerto evidente. 02.  Distorção patente.  03.  Engano evidente.
04.  Entropia. 05.  Equívoco evidente. 06.  Falha indiscutível; falta óbvia. 07.  Incorreção evi-
dente. 08.  Lapso evidente; omissão óbvia.  09.  Erro deliberado; erro voluntário. 10.  Erro digno.  
Estrangeirismologia: a mentis defatigatio; o existentiale vacuum; o checklist.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à concentração mental e à atenção.

II.  Fatuística

Pensenologia: o holopensene pessoal da autocorreção; os patopensenes; a patopenseni-
dade; os morbopensenes; a morbopensenidade; os entropopensenes; a entropopensenidade; os es-
quizopensenes; a esquizopensenidade; os nosopensenes; a nosopensenidade; a desatenção efême-
ra capaz de gerar lapsos na autopensenização.

Fatologia: o erro sutil; a falha da atenção pessoal; a hipomnésia; o alerta para a melhoria
da concentração mental pessoal; a existência de outros erros anteriores antes do erro sutil; a apa-

ERRO EVOLUTIVO CRASSO (ERROLOGIA)



ERRO   EVOLUTIVO   CRASSO
(ERROLOGIA)

I.  Conformática

Definologia. O  erro evolutivo crasso  é aquele equívoco tosco, engano rudimentar ou
omissão deficitária grosseira, indiscutível e consensual, facilmente perceptível mesmo pelas cons-
cins pré-serenonas vulgares, no entanto, cometido por personalidade eminente ou histórica.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O termo erro vem do idioma Latim, error, “desvio; erro; falta”. Surgiu no
Século XIII. O vocábulo  evolutivo procede do idioma Francês,  evolutif, de  évolution,  e este do
idioma Latim, evolutio, “ação de percorrer, de desenrolar”. Apareceu em 1873. A palavra crasso
deriva do idioma Latim, crassus, “espesso; grosseiro; gordo”. Surgiu no Século XVII.
Sinonimologia:  01.  Erro evolutivo indefensável. 02.  Erro evolutivo indiscutível. 
03.  Erro evolutivo radical. 04.  Erro antievolutivo grosseiro. 05.  Erro da maturidade. 06.  Erro
ignóbil; erro indigno. 07.  Omissão deficitária rudimentar. 08.  Engano histórico sem atenuantes;
estigma autobiográfico. 09.  Autassedialidade indefensável. 10.  Despriorização grosseira.
Neologia. As 3 expressões compostas erro evolutivo crasso, erro evolutivo crasso pes-
soal e erro evolutivo crasso coletivo são neologismos técnicos da Errologia.
Antonimologia:  1.  Acerto evolutivo indiscutível. 2.  Acerto evolutivo consensual. 
3.  Ação evolutiva óbvia. 4.  Erro digno. 5.  Desacerto infantil.
Estrangeirismologia: o  error in qualitate; o blackout da razão; a força de pressão do
Zeitgeist; a repetição ad nauseam da mesma cadeia de erros; a melex como mea culpa extrafísica.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à Discernimentologia.

ERRO EVOLUTIVO CRASSO (ERROLOGIA



ERRO   EVOLUTIVO   CRASSO
(ERROLOGIA)

I.  Conformática

Definologia. O  erro evolutivo crasso  é aquele equívoco tosco, engano rudimentar ou
omissão deficitária grosseira, indiscutível e consensual, facilmente perceptível mesmo pelas cons-
cins pré-serenonas vulgares, no entanto, cometido por personalidade eminente ou histórica.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O termo erro vem do idioma Latim, error, “desvio; erro; falta”. Surgiu no
Século XIII. O vocábulo  evolutivo procede do idioma Francês,  evolutif, de  évolution,  e este do
idioma Latim, evolutio, “ação de percorrer, de desenrolar”. Apareceu em 1873. A palavra crasso
deriva do idioma Latim, crassus, “espesso; grosseiro; gordo”. Surgiu no Século XVII.
Sinonimologia:  01.  Erro evolutivo indefensável. 02.  Erro evolutivo indiscutível. 
03.  Erro evolutivo radical. 04.  Erro antievolutivo grosseiro. 05.  Erro da maturidade. 06.  Erro
ignóbil; erro indigno. 07.  Omissão deficitária rudimentar. 08.  Engano histórico sem atenuantes;
estigma autobiográfico. 09.  Autassedialidade indefensável. 10.  Despriorização grosseira.
Neologia. As 3 expressões compostas erro evolutivo crasso, erro evolutivo crasso pes-
soal e erro evolutivo crasso coletivo são neologismos técnicos da Errologia.
Antonimologia:  1.  Acerto evolutivo indiscutível. 2.  Acerto evolutivo consensual. 
3.  Ação evolutiva óbvia. 4.  Erro digno. 5.  Desacerto infantil.
Estrangeirismologia: o  error in qualitate; o blackout da razão; a força de pressão do
Zeitgeist; a repetição ad nauseam da mesma cadeia de erros; a melex como mea culpa extrafísica.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à Discernimentologia.

EQUÍVOCO (PARAPATOLOGIA)


EQUÍVOCO    
(PARAPATOLOGIA) 

I.  Conformática

Definologia. O equívoco é o ato ou efeito de equivocar-se, enganar-se ou errar de modo
inconsciente ou consciente, acarretando interpretações ambíguas e errôneas dos fatos ou julga-
mentos cosmoéticos diferentes e duvidosos quanto às ações da consciência equivoquista.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O termo equívoco derivado do idioma Latim, aequivocus, “que tem 2 senti-
dos; ambíguo; que causa confusão”. Surgiu no Século XVI. 
Sinonimologia: 01.  Erro. 02.  Engano.  03.  Lapso; omissão. 04.  Incorreção; inexatidão.
05.  Alucinação. 06.  Desacerto;  escorregadela; gafe; mancada. 07.  Deslize; dislate; vacilo. 
08.  Desatenção; distração. 09.  Malentendido. 10.  Ambiguidade. 
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 16 cognatos derivados do vocábulo  equívoco;
autequívoco; desequivocar; equivocabilidade; equivocação; equivocada; equivocado;  equivo-
cante; equivocar; equivocável; equivocidade; equivoquista; inequívoca; inequivocável; inequivo-
cidade; inequívoco; neoequívoco.   
Neologia. As 3 palavras miniequívoco, maxiequívoco e megaequívoco são neologismos
técnicos da Parapatologia. 

EQUIVALÊNCIA EVOLUT IVA (EVOLUCIOLOGIA)


EQUIVALÊNCIA     EVOLUT IVA      
(EVOLUCIOLOGIA) 

I.  Conformática

Definologia. A equivalência evolutiva é a relação de igualdade lógica, implicação mútua
ou similaridade funcional entre duas condições conscienciais evolutivas.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo equivaler vem do idioma Latim, aequivalere, “equivaler; ter igual
valor”. Apareceu no Século XVII. A palavra equivalência surgiu no Século XV. O vocábulo evo-
lutivo procede do idioma Francês, evolutif, de évolution, e este do idioma Latim, evolutio, “ação
de percorrer, de desenrolar”. Apareceu em 1873. 
Sinonimologia: 1.  Similaridade evolutiva. 2.  Semelhança evolutiva. 3.  Igualdade feno-
mênica.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 3 cognatos derivados do vocábulo equivalência:
equivalente; equivalente-grama; equivaler. 
Neologia. As 4 expressões compostas equivalência evolutiva, equivalência evolutiva in-
dividual, equivalência evolutiva grupal e equivalência evolutiva coletiva são neologismos  técni-
cos da Evoluciologia.
Antonimologia: 1.  Dissemelhança evolutiva. 2.  Desigualdade evolutiva. 3.  Dissimila-
ridade fenomênica.
Estrangeirismologia:  o  rapport  técnico;  a coniunctio  fenomênica;  o  attachment  feno-
mênico; os links técnicos; a world interrelationship.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscer-
nimento quanto à holomaturidade da Parafenomenologia.

EQUILIBRIOLOGIA (HOMEOSTATICOLOGIA)


EQUILIBRIOLOGIA
(HOMEOSTATICOLOGIA)

I.  Conformática

Definologia. A Equilibriologia é a Ciência ou os estudos sistemáticos, técnicos, paratéc-
nicos ou pesquisas aplicadas às múltiplas condições de harmonia ativa do microuniverso cons-
ciencial da conscin, empregando equilibradamente todos os atributos derivados da vontade, da in-
tenção e do autodiscernimento, ou seja, a razão sadia.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo equilíbrio vem do idioma Francês, équilibre, derivado do idioma
Latim,  aequilibrium,  “equilíbrio; nível igual das balanças”, constituído pelas palavras  aequus,
“igual; aplainado; parelho; equitativo”, e libra, “balança”. Surgiu no Século XVII. O elemento de
composição logia provém do idioma Grego, lógos, “Ciência; Arte; tratado; exposição cabal; trata-
mento sistemático de 1 tema”.
Sinonimologia: 1.  Eutimiologia. 2.  Harmoniologia. 3.  Serenologia. 4.  Homeostatico-
logia. 
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 25 cognatos derivados do vocábulo equilíbrio:
desequilibrada; desequilibrado; desequilibrador; desequilibradora; desequilibrante; desequili-
brar; desequilíbrio; Desequilibriologia; equilibração; equilibrada; equilibrado; equilibrador;