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Educação a distância: conceitos e história no Brasil e no mundo

RESUMO
A Educação a Distância, modalidade de educação
efetivada através do intenso uso de tecnologias
de informação e comunicação, onde professores
e alunos estão separados fisicamente no espaço
e/ou no tempo, está sendo cada vez mais utilizada
na Educação Básica, Educação Superior e em cursos
abertos, entre outros. O objetivo deste artigo é
apresentar uma breve revisão dos conceitos desta
modalidade de educação, elaborados por alguns
autores e enumerar alguns acontecimentos e instituições
que se tornaram marcos históricos para
a consolidação da atual Educação a Distância no
Brasil e no mundo, haja vista que a importância
desta modalidade de educação está crescendo globalmente
e tem se tornado um instrumento fundamental
de promoção de oportunidades para muitos
indivíduos.
Palavras-chave: Educação a Distância. Conceitos
de Educação a Distância. Educação a Distância
no Brasil. Educação a Distância no mundo.
INTRODUÇÃO
Atualmente, podem ser consideradas as seguintes
modalidades de Educação: presencial e a
distância. A modalidade presencial é a comumente
utilizada nos cursos regulares, onde professores e
alunos encontram-se sempre em um mesmo local
físico, chamado sala de aula, e esses encontros se
dão ao mesmo tempo: é o denominado ensino convencional.
Na modalidade a distância, professores e
alunos estão separados fisicamente no espaço e/ou
no tempo. Esta modalidade de educação é efetivada
através do intenso uso de tecnologias de informação
e comunicação, podendo ou não apresentar
momentos presenciais (MORAN, 2009).
De acordo com Nunes (1994), a Educação a
Distância constitui um recurso de incalculável importância
para atender grandes contingentes de
alunos, de forma mais efetiva que outras modalidades
e sem riscos de reduzir a qualidade dos serviços
oferecidos em decorrência da ampliação da
clientela atendida. Isso é possibilitado pelas novas
tecnologias nas áreas de informação e comunicação
que estão abrindo novas possibilidades para
os processos de ensino-aprendizagem a distância.
Novas abordagens têm surgido em decorrência da
utilização crescente de multimídias e ferramentas
de interação a distância no processo de produção
de cursos, pois com o avanço das mídias digitais e
da expansão da Internet, torna-se possível o acesso
a um grande número de informações, permitindo
a interação e a colaboração entre pessoas
distantes geograficamente ou inseridas em contextos
diferenciados.
Somando-se a isso, a metodologia da Educação
a Distância possui uma relevância social
muito importante, pois permite o acesso ao sistema
àqueles que vêm sendo excluídos do processo
educacional superior público por morarem longe
das universidades ou por indisponibilidade de tempo
nos horários tradicionais de aula, uma vez que
• o conceito de Dohmem em 1967, que enfatiza
a forma de estudo na Educação a Distância:
Educação a Distância é uma forma sistematicamente
organizada de auto-estudo onde
o aluno instrui-se a partir do material de
estudo que Ihe é apresentado, o acompanhamento
e a supervisão do sucesso do estudante
são levados a cabo por um grupo de
professores. Isto é possível através da aplicação
de meios de comunicação, capazes de
vencer longas distâncias.
• o conceito de Peters em 1973, que dá ênfase
a metodologia da Educação a Distância e torna-a
passível de calorosa discussão, quando finaliza afirmando
que “a Educação a Distância é uma forma
industrializada de ensinar e aprender”.
Educação/ensino a distância é um método
racional de partilhar conhecimento, habilidades
e atitudes, através da aplicação da divisão
do trabalho e de princípios organizacionais,
tanto quanto pelo uso extensivo de
meios de comunicação, especialmente para
o propósito de reproduzir materiais técnicos
de alta qualidade, os quais tornam possível
instruir um grande número de estudantes
ao mesmo tempo, enquanto esses materiais
durarem. É uma forma industrializada de
ensinar e aprender.
• o conceito de Moore em 1973, que ressalta
que as ações do professor e a comunicação deste
com os alunos devem ser facilitadas:
Ensino a distância pode ser definido como
a família de métodos instrucionais onde as
ações dos professores são executadas à parte
das ações dos alunos, incluindo aquelas situações
continuadas que podem ser feitas na
presença dos estudantes. Porém, a comunicação
entre o professor e o aluno deve ser
facilitada por meios impressos, eletrônicos,
mecânicos ou outro.
• o conceito de Holmberg em 1977, que
enfatiza a diversidade das formas de estudo:
com estudantes e professores desenvolvendo
atividades educativas em lugares ou tempos
diversos.
Essa definição da Educação a Distância complementa-
se com o primeiro parágrafo do mesmo
artigo, onde é ressaltado que esta deve ter obrigatoriamente
momentos presenciais, como se segue:
§ 1o A Educação a Distância organiza-se segundo
metodologia, gestão e avaliação peculiares,
para as quais deverá estar prevista a obrigatoriedade
de momentos presenciais para:
I – avaliações de estudantes;
II – estágios obrigatórios, quando previstos
na legislação pertinente;
III – defesa de trabalhos de conclusão de curso,
quando previstos na legislação pertinente e
IV – atividades relacionadas a laboratórios
de ensino, quando for o caso.
3. A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
NO MUNDO
Segundo Golvêa & Oliveira (2006), alguns
compêndios citam as epístolas de São Paulo às
comunidades cristãs da Ásia Menor, registradas
na Bíblia, como a origem histórica da Educação a
Distância. Estas epístolas ensinavam como viver
dentro das doutrinas cristãs em ambientes desfavoráveis
e teriam sido enviadas por volta de meados
do século I. Considerando à parte esta informação,
é possível estabelecer alguns marcos históricos que
consolidaram a Educação a Distância no mundo,
a partir do século XVIII (VASCONCELOS, 2010;
GOLVÊA & OLIVEIRA, 2006):
• 1728 – marco inicial da Educação a Dis-tância:
é anunciado um curso pela Gazeta de Boston, na
edição de 20 de março, onde o Prof. Caleb Philipps,
de Short Hand, oferecia material para ensino e
em criar unidades de ensino a distância, baseadas
fundamentalmente na televisão;
• 1960 – na Argentina, nasce a Tele Escola Primária
do Ministério da Cultura e Educação, que integrava
os materiais impressos à televisão e à tutoria;
• 1968 – é criada a Universidade do Pacífico
Sul, uma universidade regional que pertence a 12
países-ilhas da Oceania;
• 1969 – no Reino Unido, é criada a Fundação
da Universidade Aberta;
• 1971 – a Universidade Aberta Britânica é
fundada;
• 1972 – na Espanha, é fundada a Universidade
Nacional de Educação a Distância;
• 1977 – na Venezuela, é criada a Fundação da
Universidade Nacional Aberta;
• 1978 – na Costa Rica, é fundada a Universidade
Estadual a Distância;
• 1984 – na Holanda, é implantada a Universidade
Aberta;
• 1985 – é criada a Fundação da Associação
Europeia das Escolas por Correspondência;
• 1985 – na Índia, é realizada a implantação
da Universidade Nacional Aberta Indira Gandhi;
• 1987 – é divulgada a resolução do Parlamento
Europeu sobre Universidades Abertas na
Comunidade Europeia;
• 1987 – é criada a Fundação da Associação
Europeia de Universidades de Ensino a Distância;
• 1988 – em Portugal, é criada a Fundação da
Universidade Aberta;
• 1990 – é implantada a rede Europeia de
Educação a Distância, baseada na declaração de
Budapeste e o relatório da Comissão sobre educação
aberta e a distância na Comunidade Europeia.
Português, Francês, Silvicultura, Literatura Francesa,
Esperanto, Radiotelegrafia e Telefonia. Tinha início
assim a Educação a Distância pelo rádio brasileiro;
• 1934 – Edgard Roquette-Pinto instalou a
Rádio–Escola Municipal no Rio, projeto para a então
Secretaria Municipal de Educação do Distrito
Federal. Os estudantes tinham acesso prévio a folhetos
e esquemas de aulas, e também era utilizada
correspondência para contato com estudantes;
• 1939 – surgimento, em São Paulo, do Instituto
Monitor, o primeiro instituto brasileiro a oferecer
sistematicamente cursos profissionalizantes a
distância por correspondência, na época ainda com
o nome Instituto Rádio¬ Técnico Monitor;
• 1941 – surge o Instituto Universal Brasileiro,
segundo instituto brasileiro a oferecer também cursos
profissionalizantes sistematicamente. Fundado
por um ex-sócio do Instituto Monitor, já formou
mais de 4 milhões de pessoas e hoje possui cerca de
200 mil alunos; juntaram-se ao Instituto Monitor
e ao Instituto Universal Brasileiro outras organizações
similares, que foram responsáveis pelo atendimento
de milhões de alunos em cursos abertos
de iniciação profissionalizante a distância. Algumas
dessas instituições atuam até hoje. Ainda no ano de
1941, surge a primeira Universidade do Ar, que durou
até 1944.
• 1947 – surge a nova Universidade do Ar, patrocinada
pelo Serviço Nacional de Aprendizagem
Comercial (SENAC), Serviço Social do Comércio
(SESC) e emissoras associadas. O objetivo desta era
oferecer cursos comerciais radiofônicos. Os alunos
estudavam nas apostilas e corrigiam exercícios com
o auxílio dos monitores. A experiência durou até
1961, entretanto a experiência do SENAC com a
Educação a Distância continua até hoje;
• 1959 – a Diocese de Natal, Rio Grande do
Norte, cria algumas escolas radiofônicas, dando
origem ao Movimento de Educação de Base (MEB),
marco na Educação a Distância não formal no
temporariamente para o exterior, continuem a
estudar pelo sistema educacional brasileiro;
• 1983 – o SENAC desenvolveu uma série de
programas radiofônicos sobre orientação profissional
na área de comércio e serviços, denominada
“Abrindo Caminhos”;
• 1991 – o programa “Jornal da Educação –
Edição do Professor”, concebido e produzido pela
Fundação Roquete-Pinto tem início e em 1995 com
o nome “Um salto para o Futuro”, foi incorporado
à TV Escola (canal educativo da Secretaria de
Educação a Distância do Ministério da Educação)
tornando-se um marco na Educação a Distância
nacional. É um programa para a formação continuada
e aperfeiçoamento de professores, principalmente
do Ensino Fundamental e alunos dos cursos
de magistério. Atinge por ano mais de 250 mil docentes
em todo o país;
• 1992 – é criada a Universidade Aberta de
Brasília, acontecimento bastante importante na
Educação a Distância do nosso país;
• 1995 – é criado o Centro Nacional de
Educação a Distância e nesse mesmo ano também
a Secretaria Municipal de Educação cria a MultiRio
(RJ) que ministra cursos do 6º ao 9º ano, através de
programas televisivos e material impresso. Ainda
em 1995, foi criado o Programa TV Escola da
Secretaria de Educação a Distância do MEC;
• 1996 – é criada a Secretaria de Educação a
Distância (SEED), pelo Ministério da Educação,
dentro de uma política que privilegia a democratização
e a qualidade da educação brasileira. É neste
ano também que a Educação a Distância surge oficialmente
no Brasil, sendo as bases legais para essa
modalidade de educação, estabelecidas pela Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional n° 9.394,
de 20 de dezembro de 1996, embora somente regulamentada
em 20 de dezembro de 2005 pelo Decreto
n° 5.622 (BRASIL, 2005) que revogou os Decretos
n° 2.494 de 10/02/98, e n° 2.561 de 27/04/98, com
• 2008 – em São Paulo, uma Lei permite o
ensino médio a distância, onde até 20% da carga
horária poderá ser não presencial.
• 2009 – entra em vigor a Portaria nº 10, de
02 julho de 2009, que fixa critérios para a dispensa
de avaliação in loco e deu outras providências
para a Educação a Distância no Ensino Superior no
Brasil (BRASIL, 2009).
• 2011 – A Secretaria de Educação a Distância
é extinta.
Torna-se importante citar que entre as décadas
de 1970 e 1980, fundações privadas e organizações
não governamentais iniciaram a oferta de cursos
supletivos a distância, no modelo de teleducação,
com aulas via satélite, complementadas por kits
de materiais impressos, demarcando a chegada da
segunda geração de Educação a Distância no país.
Somente na década de 1990, é que a maior parte
das Instituições de Ensino Superior brasileiras mobilizou-
se para a Educação a Distância com o uso
de novas tecnologias de informação e comunicação.
Um estudo realizado por Schmitt et al., 2008,
mostrou que no cenário brasileiro, quanto mais
transparentes forem as informações sobre a organização
e o funcionamento de cursos e programas
a distância, e quanto mais conscientes estiveram os
estudantes de seus direitos, deveres e atitudes de estudo,
maior a credibilidade das instituições e mais
bem-sucedidas serão as experiências na modalidade
a distância.
O Ministério da Educação, por meio da
Secretaria de Educação a Distância (SEED), agia
como um agente de inovação tecnológica nos processos
de ensino e aprendizagem, fomentando a
incorporação das tecnologias de informação e comunicação,
e das técnicas de Educação a Distância
aos métodos didático-pedagógicos. Além disso,
promovia a pesquisa e o desenvolvimento, voltados
para a introdução de novos conceitos e práticas
nas escolas públicas brasileiras (PORTAL
de Educação a Distância está rompendo barreiras,
criando um espaço próprio e complementando a
modalidade presencial.
Esta modalidade de educação é conceituada
por diversos autores e cada um destes enfatiza alguma
característica especial no seu conceito. A ênfase
de cada autor, os diversos acontecimentos históricos
e as variadas instituições, mencionadas neste
trabalho, mostram que a Educação a Distância oferece
oportunidades que pelo modelo presencial seria
difícil ou impossível de atingir, pois possui uma
ampla abrangência e grandiosa magnitude não somente
no nosso país, mas em todo o mundo.
AGRADECIMENTOS
A autora agradece a Cibele Schwanke pela
orientação do trabalho de conclusão do Curso de
Pós-Graduação em Ensino de Ciências pela UERJ,
pois o presente artigo foi inspirado neste trabalho e
a Ursula Brazil Rocha pela revisão deste, uma contribuição
inestimável.
REFERÊNCIAS
BERNARDO, V. Educação a distância: fundamentos.
Universidade Federal de São Paulo UNIFESP.
Disponível em: <http://www.virtual.epm.br/material/
tis/enf/apostila.htm# INTRODUÇÃO>. Acesso
em: 28 dez. 2009.
BRASIL. Decreto 5.622, de 19 de dezembro de
2005. Regulamenta o artigo 80 da Lei no 9.394, de
20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes
e bases da educação nacional. Diário Oficial
[da] República Federativa do Brasil. Brasília, DF,
20 dez. 2005. Disponível em: <http://www.planalto.
gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Decreto/
D5622.htm>. Acesso em: 25 jan. 2010.
BRASIL. Decreto 5.773 de 9 de maio de 2006.
Dispõe sobre o exercício das funções de regulação,
supervisão e avaliação de instituições de educação
MORAN, J. M. O que é Educação a Distância.
Universidade de São Paulo. Disponível em: <http://
www.eca.usp.br/prof/moran/dist.htm>. Acesso em:
14 nov. 2009.
NUNES, I. B. Noções de Educação a Distância.
Disponível em: <http://pt.scribd.com/doc/ 21015548/
Artigo-1994-Nocoes-de-Educacao-a-Distancia-
Ivonio-Barros-NUNES>. Acesso em: 31 março 2011.
SCHMITT, V.; C. M. S. MACEDO; V. R. ULBRICHT.
A divulgação de cursos na modalidade a Distância:
uma análise da literatura e do atual cenário
brasileiro. Revista Brasileira de Aprendizagem
Aberta e a Distância, Rio de Janeiro, v. 7, 2008.
PORTAL DO CONSÓRCIO CEDERJ/FUNDAÇÃO
CECIERJ. Institucional (histórico da Fundação
CECIERJ) e graduação (metodologia e cursos).
Disponível em: <http://www.cederj.edu.br/fundacaocecierj/
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PORTAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃOa. Secretaria
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<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_
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PORTAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃOb. Legislação
da Educação a Distância. Disponível em:
<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_
content&view=article&id =12778%3Alegislacaode-
educacao-a-distancia&catid=193%3Aseededucacao-
a-distancia &Itemid=865>. Acesso em: 07
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Portal Ministério da Educaçãoc. Secretaria de Educação
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PRETI, O. Educação a Distância: uma prática
educativa mediadora e mediatizada. Cuiabá: NEAD/
IE –UFMT. 1996.

Educar sem palmada

Aprendizado 1:
ASSUMA O PAPEL DE PAI/MÃE.
Essa é, sem dúvida, a primeira coisa que se deve fazer quando se pretende educar um filho: assumir o papel de educador. 
Não importa se o dia foi estressante, se você está de TPM, se a criança está birrenta, se você não sabe o que fazer pra contornar um conflito, ... você (pai/mãe) é quem deve ter maturidade, você (pai/mãe) é quem tem o controle da situação, você (pai/mãe) é que se permite perder o controle. A responsabilidade é sua.
Assumir o papel de pai/mãe é também colocar a criança no seu papel, qual seja: de CRIANÇA.
Portanto, por mais óbvio que isto seja, algumas pessoas não se atentam pra essa obviedade:
Pai/Mãe é Pai/Mãe = adultos, que devem agir com maturidade e que tem o direito/obrigação de cuidar e educar os filhos.
Filho é Filho = Criança, imatura, em processo de desenvolvimento, que tem o direito de ser cuidada e educada pelos pais.
Aprendizado 2:
CONHEÇA UM POUCO SOBRE DESENVOLVIMENTO INFANTIL.
Você não precisa ser expert em psicologia ou entender as teorias de Freud (que, aliás, são controversas). Mas procure ter conhecimentos básicos  sobre o desenvolvimento infantil, como os saltos de desenvolvimento, crise dos 8 meses (angústia da separação), terrible two, a angústia causada pela noção da morte (por volta dos 6 anos), etc.
Ter conhecimento sobre a fase que seu pimpolho está passando ajuda enormemente a entender muitas de suas atitudes. E assim, entendendo as atitudes dos nossos pequenos, fica muito mais fácil lidar com elas. Além de evitar que tenhamos interpretações completamente errôneas como “esse bebê só quer colo porque está mimado”, ou “essa criança fica me testando o tempo todo”, etc.
Aprendizado 3:
CRIANÇA É CRIANÇA
Esse aprendizado está muito interligado ao aprendizado anterior (“Conheça um pouco sobre o desenvolvimento infantil”).
Criança vê o mundo de forma diferente dos adultos.
Portanto, não interprete as atitudes dos pequenos como você interpretaria as mesmas atitudes praticadas por um adulto.
Por exemplo, se um adulto diz, de forma proposital, algo que não condiz com a realidade: isso se chama mentira. Já, quando uma criança pequena diz algo que não condiz com a realidade: isso não é uma mentira (pode ser uma confusão que ela faz entre o pensamento e a realidade, ou pode ser a resposta que ela pensa ser a “resposta certa” que os pais estão esperando ao ser questionada sobre algo).  
Assim, um adulto falar algo que não condiz com a realidade é MUITO DIFERENTE de uma criança falar algo que não condiz com a realidade.
Além disso, como já foi dito anteriormente, crianças tem suas fases. Eu sei, é chato quando ouvimos “isso é fase, vai passar”. Mas é a mais pura verdade e devemos também levar em consideração a fase que a criança está passando para interpretar suas atitudes.
Outro exemplo de atitude equivocadamente interpretada por muitos adultos, eu falarei nos aprendizados a seguir:
Aprendizado 4:
CRIANÇA PEQUENA NÃO TEM CAPACIDADE PARA OBEDECER – AS ATITUDES DEVEM VIR DOS ADULTOS.
É isso aí gente: criança pequena NÃO OBEDECE. Ponto.
Ter consciência de que criança pequena não tem capacidade para obedecer foi um dos melhores aprendizados que eu já tive e que mais me ajudou, além de evitar uns 50% de estresse do dia-dia.
Esperar que uma criança de 3 anos obedeça é tão inútil quanto pedir para um bebê de 7 meses trocar a fralda sozinho. 
E por que a criança não obedece? Simplesmente porque ela ainda não tem essa capacidade. O cérebro dela sequer está completamente formado para que ela seja capaz de conter seus impulsos. Muito pelo contrário, nas crianças pequenas, são seus impulsos, suas vontades, seus desejos, que a controlam.
Além disso, a criança mantem uma relação muito forte com o objeto de desejo, com o que quer fazer.
Quando uma criança quer algo, sai de baixo! Ela QUER com todas as suas forças. E fica obcecada pelo objeto de desejo. Grita, esperneia, chora e berra. Assim, se ela QUER muito fazer algo e você disser pra ela não fazer tal coisa, ela não vai te obedecer.
Portanto, esqueça a obediência. Criança NÃO tem que ser OBEDIENTE. Criança precisa ser EDUCADA.
E como se educa a criança a ter controle sobre si própria? Da mesma forma que a gente deve educá-la a trocar de roupa sozinha. Ou seja: primeiro nós fazemos por ela (o adulto é que troca a criança), depois passamos a ajudá-la a fazer (a gente ajuda a criança a se trocar) e, então, ela passará a fazer sozinha (a criança troca-se sozinha).
É basicamente a mesma coisa.
Portanto, para ensinar a criança a conseguir ter autocontrole, inicialmente, são os pais que devem fazer isso por ela.
Cabe ao adulto, através de atitudes, IMPEDIR COM QUE A CRIANÇA FAÇA O QUE NÃO PODE. Da mesma forma, cabe aos adultos, através de atitudes, LEVAR CRIANÇA A FAZER O QUE DEVE SER FEITO.
Deste modo, se a criança quer brincar com uma faca: a responsabilidade é sua (adulto) de retirar a faca da criança. Se a criança quer permanecer em algum local perigoso, a responsabilidade é sua (adulto) de retirá-la do local. Se a criança não quer escovar os dentes, a responsabilidade é sua (adulto) de levá-la a escovar os dentes. Se a criança está subindo em cima de um sofá na casa de uma visita, a responsabilidade é sua (adulto) de impedir tal fato. A responsabilidade é sempre sua. É você, adulto, que vai controlá-la.
Com o passar do tempo, a criança vai criando autocontrole, e aí você vai passar a ajudá-la neste autocontrole. Até que, então, a criança conseguirá se controlar sozinha. 
Aqui, podemos retomar os aprendizados anteriores: Assuma o papel de pai/mãe; Conheça um pouco sobre desenvolvimento infantil e Criança é criança.
Aprendizado 5:
NÃO SE COLOQUE NA POSIÇÃO DE DESAFIADO
Esse aprendizado é uma consequência dos aprendizados anteriores, como veremos:
Levando-se em conta que os pais é que estão sempre no controle da situação, que não devemos interpretar as atitudes de uma criança da mesma maneira que interpretamos a mesma atitude em um adulto, que a criança é um ser em desenvolvimento e que tem direito de receber cuidados e educação dos pais, e ainda, considerando que a criança não tem capacidade para obedecer, chegamos à conclusão que CRIANÇA NÃO TESTA OS PAIS, SENDO OS PAIS QUE SE COLOCAM ERRONEAMENTE NO LUGAR DE TESTADOS.
Vamos imaginar a cena: Você está na casa de uma visita e seu filho de dois anos vai em direção a um lindo enfeite de cristal. Talvez o objeto tenha chamado a atenção do pequerrucho pela forma, ou pelos feixes de luz que reflete, ou sabe-se lá porque. Fato é que a criança vai ao encontro daquele valioso e delicado artefato. A mãe, vendo o perigo da situação, grita: “Filho, não mexa aí!”. A criança obedece? Se a criança quiser muito tocar naquele objeto, provavelmente ela irá se virar para a mãe e, olhando nos olhos da mãe, pega o objeto.
Ora, se você disser pra um adulto não pegar tal coisa e, ainda assim, ele pegar. E pegar o objeto olhando pra você, certamente isso é um desafio. No entanto, não é dessa forma que deve ser interpretada a mesma atitude, se praticada por uma criança.
A criança te “desobedece” pelo simples fato de que ela não é capaz de obedecer (lembra?) Ela não é capaz de fazer aquilo que ela está com vontade (São as vontades, os impulsos e os desejos que a controla. Lembra disso também?) Ela sabe que aquilo é errado e que aquilo vai gerar uma atitude negativa nos pais (talvez é por isso que a criança já faz a coisa errada olhando para os pais. Às vezes até com uma cara feia, esperando e se preparando para a bronca). No entanto, por mais que ela saiba que aquilo que ela está fazendo é errado, ela não tem condições de não fazê-lo. Portanto, não interprete essa atitude como desafio. Interprete essa atitude como IMATURIDADE. Afinal, é disso que se trata.
Interpretar a atitude de desobediência como desafio por parte da criança é bem perigoso e poderá causar dificuldades lá na frente.
Explico porque: Crianças veem as coisas de acordo com o olhar dos pais.
Por exemplo: se os pais veem uma atitude agressiva normal, a criança passará a achar esta atitude agressiva normal também.
Portanto, se os pais veem a atitude da criança em desobedecer numa atitude desafiadora, a criança também passará a ver a desobediência dela como uma atitude desafiadora.
Agora pense na insegurança que isso poderá gerar numa criança?! Justamente os pais, muito maiores e mais velhos que ela, que deveriam ser mais maduros e mais inteligentes, que deveriam cuidar, mostrar o certo e o errado, e que deveriam estar no comando, passam a se sentir “ameaçados”, desafiados, por ela, um serzinho muito menor. Isso gera uma insegurança tremenda na criança, fazendo com que ela sinta necessidade (aí sim) de desafiá-los, pra verificar se eles realmente estão no comando (se ela realmente poderá ser cuidada).
E antes, o que apenas era imaturidade, passa a ser, de fato, desafio.
Deste modo, não é a criança que te desafia, são os pais que se colocam na posição de testados.
Ora, não seja um(a) pai/mãe banana, se colocando na posição de testado por uma criança de 2,3 anos de idade.
Se você olhar a situação de desobediência tal como ela é (falta de maturidade, falta de autocontrole), tais atitudes da criança serão vista por ela mesma dessa forma. E então, além dela não ter necessidade alguma de passar a testar os pais (ela está segura e sabe que os pais tem condições de cuidá-la, pois não se sentem ameaçados e se posicionam como educadores, no comando da situação) fica mais fácil ela aprender a se autocontrolar.
E, logo, logo, ela passará a “obedecer”. Ou melhor, ela conseguirá, sozinha, controlar seus impulsos. 
Lembre-se dos aprendizados anteriores: Assuma o papel de pai/mãe. Tenha plena consciência de que você é que está no comando. Interprete as atitudes de criança como atitudes de criança. Se colocando dessa forma, a criança se sente segura, não precisará testar nada e vai aprender o que interessa: ter autocontrole.
Aprendizado 6:
APRENDA A DIALOGAR, CONSTANTEMENTE.
É muito comum ouvirmos falar “Conversa não adianta” Ou: “Já tentei de tudo, mas ele não me ouve.”
Isso não é verdade!
O que existe é que você, pai/mãe, não aprendeu a dialogar.
Está aí um dos grandes motivos pelos quais sou contra palmadas: palmadas impedem com que os pais e filhos APRENDAM a dialogar. Dialogar é um aprendizado, que deve ser revisto constantemente, pois a forma de dialogar vai mudando conforme o desenvolvimento da criança. Dialogar com um bebê de 1 ano, é diferente de dialogar com um de 3 anos, que é diferente de dialogar com uma criança de 5 anos, de 7 anos, com um pré-adolescente de 10 anos e por aí vai...
Além disso, para aprender a dialogar, são necessárias várias outras atitudes dos pais, sendo que todas elas ajudam a criar um maravilhoso vínculo entre pais e filhos e ajudam no bom desenvolvimento da criança.
Portanto, a palmada, além de impedir esse aprendizado – de diálogo entre pais e filhos – ela impede também com que ocorra tudo que está por trás desse aprendizado do diálogo. Não sei se estou conseguindo explicar o que eu quero dizer, mas é basicamente isso: a palmada evita o processo de aprendizado do diálogo. Mas não é só o diálogo que fica prejudicado, mas tudo que está por trás para alcançar este diálogo com a criança.
E, pra aprender a dialogar é necessário, antes de tudo, aprender a OUVIR. É necessário ter EMPATIA, se colocando no lugar da criança, observando a fase em que ela está, sua imaturidade, as mudanças que ela pode estar passando na sua vidinha. É necessário dar atenção ao filho. É necessário observar a criança. É necessário ter tempo com a criança. É necessário aprender como você consegue ser ouvido pela criança. E, também, é necessário criar uma relação muito forte com a criança, uma relação de afeto, de carinho, de respeito, de confiança.
E a forma de dialogar com a criança vai depender de cada família, de cada criança, e da idade dela (da fase que ela está passando).
Por exemplo, eu acredito que a melhor forma de falar aos bebês o que pode e o que não pode é através de atitudes dos pais (como descrito no aprendizado 4). Ou seja, a forma como você demonstra à criança pequenininha o que é certo e errado é através de atitudes. O diálogo se dá através de atitudes dos pais, principalmente.
Depois, quando minha filha era pequena (até os 3/4 anos), conversávamos através de historinhas. Eu ia contando uma historinha, utilizando como enredo situações que ela tinha passado, mas com personagens fictícios, e ela ia completando a historinha junto comigo, ou seja, se manifestando.
Outra coisa importante, é demonstrar os valores, sempre que possível. Por exemplo, você está assistindo um filme ou novela, a criança passa na sala bem num momento em que um personagem dá um tapa em outro. Se manifeste! Demonstre o quanto aquela atitude é errada. Diga coisas como “Nossa! Que horror!” ou “Que coisa horrível isso de alguém dar um tapa em outra pessoa!” Isso vale também para situações que você vê na rua, como, por exemplo, quando vê alguém jogando lixo no chão.
Crianças são ligadíssimas ao que acontece ao redor. Portanto, não deixe passar batido.
Outra coisa bacana é dar exemplos de quando você era criança, pois elas prestam a maior atenção pra saber de como nós, pais, éramos quando criança. 
Também aprendi a não ter grandes conversas nas horas das birras e estresse. A criança vai ficar na defensiva e não vai adiantar. Na hora da birra ou da “discussão” seja objetivo, sem muito blábláblá. Depois, numa hora calma, num momento de tranquilidade, em que ambos estejam de bom humor, relembre o ocorrido, de forma tranquila e na boa, e reforce a mensagem que você quer passar. Escute o que a criança tenha a dizer e exponha sua opinião. Você vai se surpreender em como, nessas horas, a criança realmente te escuta e até pede desculpas.
Costumamos ter conversas com minha filha à noite. Perguntamos se ela quer falar alguma coisa, se algo a está incomodando. Ela também nos pergunta se queremos falar alguma coisa sobre nosso dia, etc.
Tenho um casal de amigos com dois filhos que fazem “reuniões” semanais. Mas é possível solicitar uma “reunião” quando sentir necessidade. Cada um expõe o que quiser e sempre que um membro fala, os outros devem prestar atenção. Achei a ideia interessante.
Outras famílias conversam sobre o dia durante o jantar.
Sabe, eu me pergunto se todas famílias praticam isso: tirar um tempo do dia para sentar e conversar. 
Devo ressaltar também que, nesta questão do diálogo, não há regras gerais e imutáveis, sendo que a melhor forma de EU dialogar com MINHA filha, talvez não seja a melhor forma de diálogo entre VOCÊ e SEU filho. Isso vai depender de cada família, de cada criança. Por isso, é necessário cada pai/mãe observar seu filho e aprender a dialogar entre si.
Sim, dialogar funciona!
Aprendizado 7:
RECONHEÇA E LEGITIME O SENTIMENTO, CRITIQUE A ATITUDE NEGATIVA
Este é um aprendizado que devemos ter não só com as crianças, mas também com os adultos e também com nós mesmos.
Negar os sentimentos “ruins” é prejudicial, além de ser totalmente inútil.
Somos seres humanos, e, como tal, temos todos os tipos de sentimentos, inclusive sentimentos não muito nobres, como tristeza, raiva, ciúmes, inveja, dentre outros.
Como escreveu Clarice Lispector: “Pensar é um ato, sentir é um fato”.
E é isso que ocorre conosco: temos sentimentos ruins e não temos controle sobre eles.
Imagine você falando para uma criança: “Não precisa ter medo de trovão”
Ok, precisar não precisa, mas como faz pra não ter medo?
“Não fique triste”, “É feio ter inveja”, etc.
Adianta falar esse tipo de coisa? 
A criança apenas vai se sentir mal por sentir o que não é pra sentir, além dela não receber qualquer orientação em como proceder diante daquele sentimento ruim.
Portanto, ajude a criança a reconhecer e a manifestar verbalmente o sentimento e a oriente.
Por exemplo: “Tudo bem você ficar com raiva porque eu não fiz tal coisa, mas não grite e não bata a porta. Eu não admito que você grite comigo. Se acalme. Quer um copo d´água pra se acalmar? Quer ficar um pouco no seu quarto?”
Ou: “Eu entendo que você fica chateado quando está perdendo um jogo. É normal. Ninguém gosta de perder. Mas você não pode parar de jogar só porque está perdendo. Vai jogar até o fim e continuar tentando vencer.”
Demonstre pra criança que tudo bem sentir assim ou assado, mas o que importa são as atitudes. Assim, você a ajudará a aprender a reconhecer os seus sentimentos e a lidar com eles, de um modo construtivo.
Por exemplo, sabemos que crianças podem agir de forma agressiva, ou com manhas e birras, ou até mesmo fazendo xixi na cama quando algo as incomoda (muitas vezes nem mesmo elas sabem o que está incomodando).
Assim, se você ajudá-la a reconhecer os sentimentos, a verbalizá-los e a lidar com eles de forma positiva, com o tempo, a criança conseguirá reconhecer tais sentimentos e a compreendê-los. E, mais ainda, ela conseguirá manifestar estes sentimentos de forma construtiva e civilizada, sem precisar fazer manha, birras ou serem agressivas, apenas expondo verbalmente.
É muito melhor e muito mais fácil lidar com uma criança que chega e diz “Hoje eu estou um pouco nervosa por causa de tal coisa”, do que com uma criança que sequer consegue entender o que a está incomodando, passando a tomar atitudes agressivas, fazer birra, etc.
A criança precisa se sentir segura para expor o que sente. E precisa ser acolhida, sempre. Não julgue e não menospreze o sentimento dela. E a oriente com relação às atitudes.
Aprendizado 8:
SEJA SINCERO
Não tenho muito o que falar sobre este aprendizado, pois ele é muito simples. É apenas isso: Seja sincero.
Para crianças terem confiança nos pais é preciso que estes sejam sinceros.
Tenho pavor de promessas que os pais sabem que não irão cumprir, de enganar a criança, essas coisas.
Esse tipo de “enganação” faz com que suas palavras percam o valor. Aí, todo aquele processo de aprender a dialogar com a criança vai por água abaixo.
Portanto, seja sincero.
Além disso, quando você for explicar ou justificar algo para a criança, pense sempre a real necessidade daquilo.
Por exemplo, quando você precisar convencer a criança a tomar banho, pense e diga sobre a real necessidade de se tomar banho. As pessoas não tomam banho para ganhar sobremesa, ou para poderem jogar vídeo-game. As pessoas tomam banho para não ficarem fedidas (vivemos em sociedade) e para terem higiene, evitando doenças.
Quando a criança pergunta coisas que você não sabe, não tenha medo em dizer que não sabe.
Para finalizar, gostaria de citar dois artigos científicos que respaldam a não-necessidade e potenciais malefícios da utilização de palmadas na educação infantil. 
Primeiramente, este artigo sobre a ineficiência/perigo das palmadas, em português: http://www.scielo.br/pdf/epsic/v9n2/a04v9n2.pdf
E finalmente, uma metanálise sobre castigos corporais, no link: http://www.endcorporalpunishment.org/pages/pdfs/Gershoff-2002.pdf
Nesta metanálise a autora apresenta resultados da associação entre castigo corporal e 11 comportamentos infantis, e os resultados são claros: castigos corporais (palmadas) foram associado com níveis mais altos de conformidade imediata (ou seja, a criança aprende a se submeter ao castigo e se conforma ao invés de questionar e tentar entender a origem do castigo e não vai atrás de um aprendizado) e agressão e baixos níveis de internalização moral e saúde mental a longo prazo. Lembrando que metanálises são ferramentas poderosas na ciência, pois avaliam os resultados de vários estudos independentes voltados a uma única questão, no caso, o castigo corporal.
Bom, por enquanto é isso. Espero que ajude alguém.

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Dica de site de educação onde tem milhares de vídeos para estudar com diversos temas de seu interesse.
http://www.educatina.com/

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Você sabe qual o nome certo do jogo da velha?

Cerquilha ou cardinal (símbolo: #) é o sinal conhecido universalmente como sendo "símbolo de número", ainda mais usado com esse sentido na língua inglesa, principalmente em formulários técnicos. O número do ICQ, por exemplo, é conhecido como ICQ# (lê-se ICQ number, termo em inglês).
O nome oficial do símbolo é Octothorpe. Foi criado na década de 1960 por Don Macpherson, um supervisor da Bell Labs, para acesso a serviços de dados. A junção da palavra Octo (referente aos oito espaços em branco que cercam o quadrado central da figura, ou ainda, às extremidades das retas que se cruzam) com o nome de Jim Thorpe resultaram no nome oficial.[1]
Em espanhol é chamado "almohadilla" (literalmente, "almofadinha").
Em Inglês chama-se "pound sign" (EUA), "number sign" (Austrália) ou "hash" (demais países)
Em caractere ASCII, a cerquilha é representada pelo símbolo "#", de valor decimal 35.
É também utilizado em algumas linguagens de programação como operador de divisão, como sinal de comentário ou com outro significado no código-fonte, como por exemplo no Mumps, em linguagem C++, C# etc.
É ainda comumente utilizado por computadores para indicar o xeque-mate na transcrição de lances de um jogo de xadrez.
Na música, como símbolo, representa o sustenido, e é comumente usado para representar notas meio tom acima.
Também é utilizado para indicar uma Hashtag na rede social Twitter.
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Site para mamãe e papais

Eu e minha dupla gostamos muito de estudar como funciona as mudanças e evolução de nosso filho, e de todos os sites que encontramos elegemos o site BabyCenter como o melhor.
Você pode conferir semanalmente dicas especiais de como conduzir sua educação e vida.

Como motivar os filhos escovarem os dentes

1. Deixe seu filho brincar de escovar os dentes com uma escova velha (que ele já tenha usado), que é mais macia, até ele se acostumar. Depois, escove com a nova.

2. Faça da escovação uma atividade em família, pois crianças gostam de imitar os adultos.

3. Reforce o hábito. Assim que ele terminar de comer, encaminhe-o para a pia do banheiro.

4. Use pastas de dente sem flúor e com sabor agradável e escovas coloridas, com o personagem preferido do seu filho.

5. Quando ele terminar, parabenize-o dizendo que o cheiro da boca dele está gostoso, que os bichinhos foram embora etc. Brincadeiras como “ei, dê um sorriso de artista!”, para você escovar os dentes da frente, também funcionam.