Tertúlia 2992 - Pseudolimitação autoimposta (Parapatologia)

Tertúlia 1361 - Sincronicidade (Cosmoconscienciologia)

Tertúlia 1362 - Usina Consciencial (Energossomatologia)

Tertúlia 2993 - Conscin box (Perfilologia)

Tertúlia 2994 - Casa arrumada (Organizaciologia)

Tertúlia 1364 - Saudade da Volitação (Paraconviviologia)

Tertúlia 2997 - Antagonismo loc interno / loc externo Holomaturologia

Tertúlia 2995 - Desassombro paratecnológico (Paratecnologia)

Tertúlia 1366 - Sinal de alerta (Paraprofilaxiologia)

Tertúlia 2996 - Reconciliação íntima (Homeostaticologia)

Tertúlia 2956 - Efeito google (Efeitologia)

Tertúlia 1340 - Despertamento parapsíquico precoce (Parapercepciologia)

Tertúlia 2958 - Toque paraterapêutico (Paraterapeuticologia)

Tertúlia 1294 - Atividade homogênea (Autexperimentologia)

Tertúlia 2957 - Teto da autocompetência (Autevoluciologia)

Tertúlia 1341 - Autoconvicção (Autocogniciologia)

Tertúlia 2959 - Propósito de mudança (Autoproexologia)

Tertúlia 1284 - Trinômio evolutivo (Autevoluciologia)

Tertúlia 2963 - Dosificação interassistencial (Interassistenciologia)

Tertúlia 1344 - Homeostase geral (Homeostaticologia)

Tertúlia 2960 - Precocidade intermissivista (Intrafisicologia)

Tertúlia 1286 - Transmissão gratificante (Parapedagogia)

Tertúlia 2966 - Autossuperação da orfandade (Autossuperaciologia)

Tertúlia 2965 - Consciência rebelde (Parapatologia)

Tertúlia 1346 - Benemerência (Assistenciologia)

Tertúlia 1347 - Benignidade (Cosmoeticologia)

Tertúlia 2982 - Recexologia conscienciográfica (Conscienciografologia)

Tertúlia 2984 - Irresistibilidade holopensênica evolutiva (Holopensenolo...

Tertúlia 2961 - Síndrome do bonzinho (Psicossomatologia)

Tertúlia 1342 - Balanço pré-evoluciólogo (Autoproexologia)

Tertúlia 2964 - Pensamento dicotômico (Psicossomatologia)

Tertúlia 1345 - Despertez (Autopercucienciologia)

Tertúlia 2967 - Viagem de férias (Homeostaticologia)

Tertúlia 1348 - Bem (Intrafisicologia)

Tertúlia 1348 - Bem (Intrafisicologia)

Tertúlia 2968 - Pseudoindignidade Cosmoeticologia

Tertúlia 1349 - Impessoalização (Holomaturologia)

Tertúlia 2969 - Tenepessismo 24 horas (Tenepessologia)

Tertúlia 1350 - Eustresse (Homeostaticologia)

Tertúlia 2939 - Autoqualificação pré-tenepes (Recexologia)

Tertúlia 2939 - Autoqualificação pré-tenepes (Recexologia)

Tertúlia 2940 - Vontade de acertar (Voliciologia)

Entenda o resultado da perseverança

Você chega cedo ao trabalho, entrega tudo no prazo, se dá bem com seus colegas e conhece os processos como ninguém. Ainda assim, está há anos no mesmo cargo, fazendo o arroz com feijão de sempre. De repente, chega um novato na área. Ele é jovem, tem as roupas da moda, se deu bem com a chefia e, pior, começou a abocanhar os melhores projetos. Em 6 meses lá está ele, promovido, na vaga que deveria ser sua. Em dois anos, ele virou seu chefe. No fim, você teve de reconhecer o talento do novato e aceitar que você não nasceu para ser chefe. Mas será que é isso mesmo? O que as pessoas bem-sucedidas têm que você não tem? A resposta, dolorida, é: nada. Absolutamente nada. Seu chefe, o dono da empresa, o Kaká e o presidente Lula não vieram ao mundo com um sinal gravado nos genes que diga: eu nasci para brilhar. Muito menos têm um talento inato que você não possui. Para desespero dos medíocres da nação, a ciência está descobrindo que todo mundo (e isso inclui você) teria potencial para ser a bolacha mais recheada do pacote. Aqui você vai descobrir como - e o que pode dar errado no meio do caminho.
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É difícil se acostumar com a ideia de que nascemos todos com as mesmas chances de brilhar. Principalmente quando olhamos para aquelas pessoas que parecem ter habilidades sobrenaturais - aquelas que fazem você se lembrar diariamente das suas limitações: as crianças prodígios, por exemplo. A maior de todas as crianças prodígios foi Wolfgang Amadeus Mozart (perto dele, a menina Maysa é amadora). Aos 3 anos, o austríaco começou a tocar piano, aos 5 já compunha, aos 6 se apresentava para o rei da Bavária de olhos vendados, aos 12 terminou sua primeira ópera. Há séculos, ele vem sendo citado como prova absoluta de que talento é uma coisa que vem de nascença para alguns escolhidos. Mas parece que não é bem assim. A vocação de Mozart não apareceu do nada. Seu pai era professor de música e desde cedo dedicou sua vida a educar o filho. Quando criança, Mozart passava boa parte dos dias na frente do piano. As primeiras peças que compôs não eram obras-primas - pelo contrário, contêm muitas repetições e melodias que já existiam. Os críticos de música, aliás, consideram que a primeira obra realmente genial que o austríaco escreveu foi um concerto de 1777, quando o músico já tinha 21 anos de idade. Ou seja, apesar de ter começado muito cedo, Mozart só compôs algo digno de gênio depois de 15 anos de treino.

Tertúlia 2970 - Fonte histórica (Historiografologia)

Tertúlia 2970 - Fonte histórica (Historiografologia)

Tertúlia 1264 - Linguagem mentalsomática (Comunicologia)

Segredo de Como atingir Metas - Darren Hardy

Entrevista - Desenvolvimento Pessoal com Brian Tracy

Tertúlia 2954 - Despertamento consciencial (Autolucidologia)

Tertúlia 2971 - Arquitetura inclusiva (Intrafisicologia)

Tertúlia 1338 - Auto-herança parapsíquica (Seriexologia)

Tertúlia 1343 - Candidatura evolutiva (Autevoluciologia)

Tertúlia 2973 - Temperamento distímico (Autotemperamentologia)

Tertúlia 1351 - Assunto mateológico (Autocogniciologia)

Tertúlia 2981 - Autopesquisa despertológica (Despertologia)

Tertúlia 1425 - Saturação intelectiva (Mentalsomatologia)

Tertúlia 2974 - Desafio verbetográfico (Mentalsomatologia)

Tertúlia 1352 - Consciência títere (Parapatologia)