Curso de teoria Musical


A música tem 3 elementos essenciais: MELODIA (combinação sucessiva dos sons), HARMONIA (combinação simultânea dos sons) e RITMO (cadência obedecendo a combinação dos sons com periódica repetição).

Música é...

..som em combinações puras, melódicas ou harmônicas produzido por voz ou instrumento
..sublime expressão do amor universal
..o pressentimento de coisas celestiais (Beethoven)
..a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende (Shakespeare)
..algo muito difícil de mostrar ao mundo o que sentimos em nós mesmos (Tchaikovsky)
..uma coisa que se tem pra vida toda, mas não toda uma vida pra conhecê-la (Rachmaninov)





Teoria musical ou teoria da música é o nome dado a qualquer sistema ou conjunto de sistemas destinado a analisar, classificar, compor, compreender e se comunicar a respeito da música.

Uma definição sintética seria: a descrição, em palavras, de elementos musicais e a relação entre a simbologia da música e sua performance prática.

Por extenso, teoria musical pode ser considerada qualquer enunciado, crença, ou concepção de música (Boretz, 1995).

A teoria musical tem um funcionamento ambíguo, tanto descritivo como perceptivo. Tenta-se com isso definir a prática e, posteriormente, a influência.

Normalmente segue-se o padrão de intencionar reduzir a prática de compor e atuar em regras e/ou idéias.

Assim como em qualquer área do conhecimento, a teoria musical possui várias escolas, que podem possuir conceitos divergentes. A própria divisão da teoria em áreas de estudo não é consenso, mas de forma geral, qualquer escola possui ao menos:

- Análise musical, que estuda os elementos do som e estruturas musicais e também as formas musicais, compreendendo: harmonia, melodia, contraponto, ritmo, forma, andamento, técnica composicional, solfejo, percepção e ditado.
- Estética musical, que inclui a divisão da música em gêneros e a Crítica musical.
- Notação musical, que estuda os sistemas de escrita utilizados para representar graficamente uma peça musical, permitindo que um intérprete a execute da maneira desejada pelo compositor ou arranjador, e cujas formas mais populares atualmente são a Partitura e a Cifra.

Nos campos da teoria musical muitos foram os grandes analistas, destacam-se: Schönberg, Rameau, Strauss e Wagner.

O estudo acadêmico da música também é feito pela musicologia. Essa, no entanto, difere-se da teoria musical pois estuda o ponto de vista histórico e antropológico da música, estudando a notação, os instrumentos, os métodos didáticos, a acústica, a história da música e a própria teoria musical sob o ponto de vista histórico evolutivo dos instrumentos e seus músicos.

Leitura Musical

Pauta
Usamos a Pauta ou Pentagrama para escrever música:
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As notas musicais podem ser escritas tanto nas linhas como nos espaços da pauta e assim podemos saber qual nota está sendo representada. As linhas devem ser contadas de baixo pra cima e o primeiro espaço encontra-se entre a primeira e segunda linhas.
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CLAVES

Clave é um sinal colocado no início da pauta e dá nome à nota que está na mesma linha dela.
É importante observar o tipo de clave para poder ler as notas.
Há vários tipos, porém as mais comuns são a Clave de Sol que é usada por instrumentos de alto alcance sonoro como o violino, flauta, trompete e clarinete.
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E a Clave de Fá que é usada por instrumentos de baixo alcance sonoro como o baixo e violoncelo.
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NOTAS

Antes de saber como se escreve as notas na pauta, vamos ver a ordem e seus nomes. Nosso sistema de música tem 7 notas. A ordem é Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si. Ou em cifras respectivamente C, D, E, F, G, A, e B. Correspondem às teclas brancas (naturais) do piano:
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A maior distância entre duas notas é chamada de Tom e sua metade de meio tom ou semitom.
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(Fonte: "Curso Completo de Teoria Musical e Solfejo" de Belmira Cardoso e Mário Mascarenhas)

Consta que foi Guido D'Arezzo, célebre músico do século XI, quem deu nomes aos sons musicais aproveitando a primeira sílaba de cada verso do seguinte hino a São João Batista:
Utqueant laxis
Resonare fibris
Mira gestorum
Famuli tuorum
Solve polluti
Labii reatum
Sancte Ioannes
Tradução: Purificai bem-aventurado João, os nossos lábios polutos, para podermos cantar dignamente as maravilhas que o Senhor realizou em Ti. Dos altos céus vem um mensageiro a anunciar a teu Pai, que serias um varão insigne e a glória que terias.
Como a sílaba Ut era difícil de ser cantada, foi substituída por Dó. O Si foi formado da primeira letra de Sancte e da primeira de Ioannes.
Um coral de meninos daquela época costumava, antes de suas exibições em público, cantar este hino, pedindo com fé a São João Batista que protegesse suas cordas vocais.

CLAVE DE SOL

No exemplo abaixo, podemos ver as notas representadas por cada uma das linhas e espaços da pauta com a Clave de Sol. A primeira linha corresponde à nota Mi (E) e o primeiro espaço à nota Fá (F). Em outras palavras, as notas na pauta (linha-espaço-linha...) seguem a ordem natural (Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si). Pode-se também escrever sob a
primeira linha e acima da quinta.
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LINHAS SUPLEMENTARES

Além dos espaços e linhas da pauta, podemos também adicionar linhas extras chamadas Linhas Suplementares Superiores ou Inferiores para poder escrever notas mais agudas ou graves.
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A nota Dó (C) na primeira linha suplementar inferior, corresponde ao Dó Central de um piano que localiza-se próximo à fechadura da tampa do instrumento.
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CLAVE DE FÁ
No exemplo, as notas estão representadas por cada uma das linhas e espaços da pauta com a Clave de Fá, incluindo linhas suplementares.
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A nota Dó (C) na primeira linha suplementar superior, corresponde ao Dó Central de um piano que localiza-se próximo à fechadura da tampa do instrumento.
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MEMORIZANDO NOTAS

Para se ler música é essencial reconhecer cada nota rapidamente, objetivo que é alcançado com muita paciência e estudo ao longo do tempo.
Contudo, de início, é curioso e interessante memorizar as notas através de frases e palavras.
Na Clave de Sol
Por Notas: nas linhas >>> Minhoca no Sol Silvestre
Reencontrou a Fada
Por Notas: nos espaços >>> Fala Do Miguel

Por Cifras: nas linhas >>> Eu Gosto de Batata Doce e Feijão
Por Cifras: nos espaços >>> FACE (rosto)
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Na Clave de Fá
Por Notas: nas linhas >>> O Sol Silencioso Realçou a Fantástica Lagoa
Por Notas: nos espaços >>> Labirinto Do Misterioso Sol

Por Cifras: nas linhas >>> Gosto de Batata Doce, Feijão e Arroz
Por Cifras: nos espaços >>> Alface, Cenoura, Ervilha e Gengibre
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CLAVE DE SOL E FÁ

Para que se possa alcançar as notas dentro da extensão de um piano, usa-se "a dupla" de pautas com a Clave de Sol e Clave de Fá como padrão (representando mão direita e esquerda respectivamente). Mas pode ocorrer mudanças das claves durante determinado trecho musical, por exemplo, na pauta de cima ser clave de fá e na de baixo a de sol ou as duas terem a mesma clave.
Na figura abaixo, vemos que o Dó (C) mais agudo da clave de fá é o mesmo que o primeiro Dó mais grave da clave de sol.
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AS FIGURAS MUSICAIS E SEUS VALORES

As Figuras Musicais ou Figuras Positivas nos permite especificar a duração do som.
Dos tipos de figuras musicais, a breve teoria15(vale o dobro da semibreve) e a quartifusa (vale metade da semifusa e tem um colchete a mais) são encontradas em músicas muito antigas, porém já não são mais usadas atualmente.
O valor depende de qual Compasso é uma determinada música. Mas tomando como base a semibreve, temos os seguintes números. Exemplo: 1 semibreve = 2 mínimas = 4 semínimas...etc
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Conforme você pode observar, cada duração da nota é o dobro da nota seguinte e metade da anterior. Por exemplo, neste fragmento podemos ouvir a combinação de valores distintos, o som mais alto é formado por 4 semínimas e o som mais baixo por 2 mínimas. Assim sendo, ouvimos duas semínimas para cada mínima.
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OBS: Quando escrevemos colcheias, semicolcheias, fusas e semifusas, costuma-se agrupá-las usando-se linhas (proporcionais aos colchetes da nota) para facilitar a leitura. Exemplos:
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E as notas que forem escritas...

1) até o segundo espaço, as hastes devem ser pra cima
2) na terceira linha, no caso o Si, a haste pode pra baixo ou cima
3) do terceiro espaço pra cima, as hastes devem ser pra baixo
4) mistas (por exemplo, uma abaixo da terceira linha e outra acima) pode-se colocar a linha (unindo os colchetes) pra baixo ou cima.
Para cima, a haste tem que ser do lado direito. E pra baixo, a haste deve estar no lado esquerdo:
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ADICIONANDO UM PONTO AO LADO DA NOTA

Adicionando um ponto ao lado da nota, aumentamos em metade o seu valor:
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Um segundo ponto aumentará em metade o valor do primeiro ponto, e assim por diante.

LIGADURA

Podemos ligar notas adicionando uma linha curva que recebe o nome de Ligadura, que indica que não deve haver interrupção. No exemplo abaixo, vemos dois Compassos iguais, diferenciando apenas a forma escrita.
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Existe Ligadura de:

1) Valor: união de notas de mesmo valor e altura (dentro de um mesmo compasso)
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2) Portamento: ligação de notas de alturas diferentes (dentro de um mesmo compasso)
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3) Frase: notas de diferentes compassos ligadas.
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COMPASSO

O compasso é indicado por dois números e se repete ao longo do trecho musical, separado por Linhas Divisórias respeitando o tempo da música.
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O numerador mostra a quantidade de tempos, três no caso acima. E o denominador indica a nota que valerá um (unidade de tempo).
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Então, teoria27significa que o compasso tem 3 tempos e que a semínima é sua unidade de tempo. O compasso 4/4 pode ser representado por teoria28.

COMPASSO SIMPLES E COMPASSO COMPOSTO

Para ser um Compasso Simples, o numerador deve ser igual à 2, 3, 4, 5 ou 7. E estes números já indicam a pulsação: 2 (binária), 3 (ternária)...5 e 7 são os menos comuns e nesses casos, contamos os tempos usando duas pulsações: 5 (ternária e binária) e 7 (quaternária e ternária)
No caso do Compasso Composto, o numerador tem que ser 6, 9 ou 12. E para saber a pulsação, divide-se o compasso pela fórmula fixa 3/2, por exemplo: 6/8 : 3/2 = 2/4 (portanto, pulsação binária)
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Abaixo, está o gráfico demonstrativo do movimento da mão quando se está lendo uma música:
(F = Forte, fr = fraco, mf = meio forte)

Intensidades
Binário ( 1 - F, 2 - f )
Ternário ( 1 - F, 2 - f, 3 - f )
Quaternário ( 1 - F, 2 - f, 3 - mf, 4 - f )
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A unidade de compasso representa uma ou duas notas que preenchem um compasso.
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LINHAS DIVISÓRIAS

Para tornar a leitura mais fácil e ordenada, separamos os compassos com linhas verticais que recebem o nome de Linhas Divisórias.
Neste exemplo, temos compasso binário em que a unidade de tempo é a semínima e a unidade de compasso, a mínima.
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Quando há dois pontos e uma linha fina seguida de uma segunha linha grossa, chama-se Retorno (ou Ritornello) que indica volta ao trecho também com o mesmo sinal (porém com os pontos à direita) e sua repetição. O mesmo sinal sem os pontos, é colocado ao final de uma música, indicando seu término.
É muito comum uma música ter o sinal de retorno e então há a repetição antes de se tocar o próximo trecho. Contudo, quando se quer simplesmente separar os trechos (duas partes que não tem nada a ver uma com a outra, indicadas geralmente por A, B, C...etc), usa-se duas linhas finas que recebem o nome de divisão de período.
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PAUSAS OU FIGURAS NEGATIVAS

Cada figura musical tem seu respectivo símbolo que representa silêncio, são chamadas Pausas ou Figuras Negativas e tem o mesmo tempo que a nota.
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ACIDENTES

As notas podem ser alteradas através de Acidentes.
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O acidente ocorrente aparece em um determinado compasso e somente irá alterar a nota dentro do mesmo compasso. Este exemplo mostra a nota sol com o símbolo de sustenido, então o sol deve ser tocado meio tom acima e indica que a outra nota sol também. Se caso o segundo sol é que estivesse indicado que é sustenido, então somente esse seria alterado e o primeiro seria natural.
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Se estiver junto à clave, isso indica que é um acidente fixo, ou seja, a nota será alterada durante todo o trecho musical. No caso abaixo, todos as notas fá e dó ao longo do trecho musical, serão tocadas meio tom acima, exceto quando há o símbolo de bequadro que indica que a nota volta ao seu estado natural. O exemplo também mostra que na música podem haver acidentes fixos e ocorrentes juntos.
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Os acidentes fixos também são chamados de Armadura de Clave, e seguem uma ordem:
Os sustenidos: (Fá, Dó, Sol, Ré, Lá, Mi, Si)
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E a dos bemóis, é o inverso: (Si, Mi, Lá, Ré, Sol, Dó, Fá)
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CLAVE DE DÓ

A Clave de Dó é comumente usada pela viola, e o dó principal é indicado pelo "meio" da clave. Neste exemplo, é o que se localiza na terceira linha.
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TRINADO

Trinado (ou Trilo) indica a execução alternada da nota (com o símbolo) com sua superior. Rápida ou lenta, a execução deve ser igual e corresponder ao valor da figura, respeitando o compasso.
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QUIÁLTERAS

Chamamos de Quiálteras os grupos de figuras que modificam os valores padrões. No caso das trêsquiálteras, há 3 figuras substituindo 2 da mesma espécie e das seisquiálteras, 6 substituindo 4 da mesma espécie. O grupo mais comum é a tercina, que tem 3 colcheias.
Por exemplo, em um compasso binário, poderíamos colocar um grupo de 3 semínimas ou 1 tercina e mais 2 colcheias ou uma quiáltera de 6 semicolcheias e mais 4 semicolcheias.
Veja abaixo amostras de como um mesmo grupo pode ser escrito:
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SÍNCOPE E CONTRATEMPO

Ambos Síncope e Contratempo significam deslocamento de um tempo forte para um tempo fraco do compasso.
A diferença é que o contratempo é precedido e intercalado de pausas.
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E na síncope (que pode ser regular ou irregular), não. O tempo forte é transferido para a nota no segundo tempo (e prolongada para o terceiro tempo se for o caso, conforme mostra o exemplo abaixo), pois no padrão, o segundo tempo é fraco.
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NOTAS ARPEJADAS
As notas arpejadas são indicadas com um sinal de ondas na vertical e devem ser tocadas rápida e simultaneamente, como se fossem dominós caindo. Abaixo, temos um exemplo de arpejo do final da peça n01 do livro "Invenção à Duas Vozes" de J.S. Bach.
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ORNAMENTOS
Os ornamentos dão um ar de graça e beleza à música e são representados por pequenas figuras. Observe na tabela como são escritos e como devem ser executados:
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FERMATA E SINAL DE OITAVA

A fermata ou coroa, é um sinal (escrito com um ponto e um arco em cima ou embaixo) que indica prolongamento (interderminado) do som, à vontade.
E o Sinal de Oitava (8 ou 8va) indica que o determinado trecho, que estiver tracejado, deve ser tocado uma oitava acima ou abaixo (conforme for indicado) do que está escrito.
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