LOCAÇÃO DE IMÓVEIS: Direito e deveres

LOCAÇÃO DE IMÓVEIS: PERGUNTAS E RESPOSTAS
 
Revisão de aluguel

1 - Qual a diferença entre revisão de aluguel e reajuste de aluguel?
O reajuste de aluguel é a atualização do valor do aluguel nos prazos determinados em lei ou pelo contrato, calculado pelo índice de inflação estipulado em contrato ou na lei, correspondentes ao período.
A revisão do valor de aluguel, ou revisional, significa que, em qualquer momento e de comum acordo, o inquilino e o proprietário do imóvel residencial podem alterar o contrato de locação, estabelecendo um novo valor para a locação. A revisional geralmente acontece quando o valor do aluguel pago pelo inquilino está muito abaixo dos valores praticados pelo mercado.

CEAEC no Programa 10 Com Você - 2012

Lista Cronológica de temas das tertúlias

Lista Cronológica de temas das tertúlias:
001. Abertismo consciencial (Evoluciologia; Homeostático) - 09/08/2005.
002. Abordagem consciencial (Experimentologia; Neutro) - 10/08/2005.
003. Parateática (Experimentologia; Homeostático) - 12/08/2005.
004. Baratrosfera (Extrafisicologia; Nosográfico) - 16/08/2005.
005. Agente retrocognitor (Mnemossomatologia; Homeostático) - 17/08/2005.
006. Reversão existencial (Recexologia; Homeostático) - 18/08/2005.
007. Assinatura pensênica (Pensenologia; Neutro) - 19/08/2005.
008. Porão consciencial (Intrafisicologia; Nosográfico) - 20/08/2005.
009. Antiespecialidade conscienciológica (Parapatologia; Nosográfico) - 21/08/2005.
010. Interação essência-acidente (Mentalsomatologia; Nosográfico) - 23/08/2005.
011. Surpreendência (Conviviologia; Neutro) - 24/08/2005.
012. Sinalética parapsíquica (Parapercepciologia; Homeostático)
013. Central Extrafísica de Energia (Extrafisicologia; Homeostático) - 26/08/2005.
014. Força presencial (Intrafisicologia; Neutro) - 27/08/2005.
015. Megatrafor (Homeostaticologia; Homeostático) - 28/08/2005.
016. Paraprocedência (Extrafisicologia; Neutro) - 30/08/2005.
017. Ponteiro consciencial (Holomaturologia; Homeostático) - 31/08/2005.

O que você deve saber sobre Jesus Cristo - Documentário

Tertúlia Especial - Maxiproéxis 808

Gravidez versus Bariatrica

Muitos pacientes nos perguntam acerca dos riscos e cuidados de uma gravidez após cirurgia para tratamento da
obesidade.
Algumas pessoas acreditam que a mulher não deveria engravidar após a cirurgia bariátrica porque ;isso é uma
coisa extremamente perigosa
Isso seria verdade?
Pode haver prejuízo para a saúde do bebê e da mãe após a cirurgia para obesidade?
A cirurgia bariátrica pode ocasionar complicações que atrapalhem uma gestação saudável?
Se uma mulher operada engravidar, ela vai voltar a ficar obesa?
A cirurgia bariátrica pode ajudar uma mulher obesa infértil a engravidar? 
A cirurgia para obesidade  pode ser benéfica para a mãe e para o feto ?
Quanto tempo devo esperar para engravidar após uma cirurgia bariátrica?
Quais os cuidados que uma gestante operada deve ter para ter uma gestação saudável?
Para responder essas questões aqui vão algumas informações que poderão ser úteis.
Estudos recentes mostram que a obesidade aumenta os riscos de complicações maternas e fetais ( Lu GC et al, 2001;
Sebire NJ, 2001; Norman RJ, 1998;  Baeten JM, 2001; Deitel, 1998; Wittgrove AC, 1998 ).
Mulheres com obesidade quando comparadas às outras mulheres com peso normal têm um maior risco de
desenvolvimento de diabetes gestacional, pré-eclampsia e infecções do trato urinário durante a gestação ( Buffington,
2003) .
Além disto, existe uma maior probabilidade de partos prematuros e defeitos na formação do tubo neural do bebê (
Buffington, 2003).

Tertúlia Especial - Extraproéxis - Personalidade Consecutiva 807

Sindrome da autossantificação (Parapatologia)

305 livros grátis

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É só clicar no título para  ler ou imprimir.

1.    
A Divina Comédia -Dante Alighieri
2.    
A Comédia dos Erros -William Shakespeare
3.    
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
4.    
Dom Casmurro -Machado de Assis
5..    
Cancioneiro -Fernando Pessoa
6.    
Romeu e Julieta -William Shakespeare
7.    
A Cartomante -Machado de Assis
8.    
Mensagem -Fernando Pessoa
9.    
A Carteira -Machado de Assis
10.    
A Megera Domada -William Shakespeare
11.    
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
12.    
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
13.    
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
14.    
Dom Casmurro -Machado de Assis
15.    
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
16.    
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
17.    
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
18.    
A Carta -Pero Vaz de Caminha
19.    
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
20.    
Macbeth -William Shakespeare
21.    
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
22.    
A Tempestade -William Shakespeare
23.    
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
24.    
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
25.    
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
26.    
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha

ORGULHO TEIMOSO


OR G U L H O  TE I M O S O
(PE R D O L O G I A)
I. Conformática
Definologia. O orgulho teimoso é o posicionamento patológico de persistência irredutí-vel na não admissão de erros autodiagnosticados, com a intenção inoportuna de proteger a autesti-ma, optando-se pela postergação das correções, retratações, reconciliações e / ou retomadas de ta-refasevolutivas, capaz de gerar cadeia de equívocos e multiplicar as demandas para as futuras
restaurações conscienciais.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O vocábulo orgulho deriva do idioma Espanhol, orgullo, e este do idioma
Catalão, orgull, “orgulho”. Surgiu no Século XIII. O termo teimaprocede do idioma Latim, the-ma, “tema; proposição; assunto; argumento; matéria”, e este do idioma Grego, théma,“o que se
põe oupropõe”. Apareceu no Século XVII. A palavra teimososurgiu no Século XVI.
Sinonimologia: 01. Orgulho aferrado. 02. Empáfia renitente. 03. Capricho presunçoso.
04. Birra vaidosa. 05. Soberba pirracenta. 06. Amor-próprio tolo. 07. Autestima antievolutiva.
08. Emperramento autevolutivo. 09. Autodesrespeito. 10. Desinteligência evolutiva.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 19 cognatos derivados do vocábulo teima: atei-mada; ateimado; ateimar; joão-teimoso; maria-teimosa; sobreteima; teimação; teimado; teima-dor; teimadora; teimante; teim

Autonomia consciencial

A melhor postura para evoluirmos é estar sempre aberto em todos os momentos. a vida é um  laboratório de experiências para aprendizagem.
Nossa meta é termos autonomia consciencial, bem diferente de processos religiosos que sempre há dependência de terceiros para alcançar alguma coisa.
Alguns dos fatores de o por que das pessoas ainda viverem sobre a heteromia: são medos, apego aos paradigmas pessoais não evolutivos, falta de auto domínio energético. Quando dominarmos energia aprenderemos a dominar nossas emoções de bicho.
Um dos maiores travões que nos impedem evoluir é a falta de auto organização, e uma das melhores técnicas para enfrentar esse traço é o desenvolvimento das anotações diária. Se registramos tudo o que nos ocorre teremos uma visão ampla do que devemos fazer para melhorar. Sem organização a vida fica sem rumo.
A consciência evoluiu sobre as experiências que geram  discernimento com cosmoética (código de ética padrão do fluxo cósmico para o melhor para todos).
 Fazemos parte do campo energético do planeta e universal. Quando vibramos algo positivos afetamos o cosmo com nossa energia.


A Extraterrestriologia

Definologia. A Extraterrestriologia é a Ciência, especialidade da Conscienciologia, aplicada ao estudo da consciência sob a ótica da holodiversidade evolutiva no Cosmos, nas suas relações multidimensionais, holossomáticas e holopensênicas, recorrendo à Extrafisicologia. É subcampo científico da Experimentologia.
Etimologia. O prefixo extra vem do idioma Latim, extra, “na parte de fora; além de”. O termo terrestre vem do idioma Latim, terrestre, “relativo à ou próprio da Terra”. Surgiu no Século XVII. O sufixo logia procede do idioma Grego, lógos, “Ciência; Arte; tratado; exposição cabal; tratamento sistemático de 1 tema”. Surgiu, no idioma Português, a partir da Idade Média.
Sinonímia. Eis, 2 acepções sinonímicas, dispostas na ordem alfabética:
1. Ciência da Extraterrestrialidade.
2. Estudo da Consciência de Origem Evolutiva Extraterrestre.

Antonímia. Eis, 13 acepções antonímicas, dispostas na ordem alfabética:
01. Astrobiologia.
02. Astroecologia.
03. Bioastronomia.
04. Crença.
05. Exobiologia.
06. Exopaleontologia.
07. Ficção Científica.
08. Ovnilogia.
09. Radioastronomia.
10. Religião.
11. SETI.
12. Ufologia.
13. Xenobiologia.
Neologística. O vocábulo Extraterrestriologia é um neologismo técnico da Experimentologia e foi criado pelo Prof. Waldo Vieira. Encontra-se aplicado (Ano-base: 2011) em:
1. Colégio Invisível da Extraterrestriologia.
2. Enciclopédia da Conscienciologia, nomeadamente nos verbetes:
  • Autoortopensenização (Autopensenologia).
  • Conceito Cósmico (Paracosmovisiologia).
  • Trânsito Consciencial (Evoluciologia).
  • Megacondição Evolutiva (Egologia).


3. EXTRACONS – Associação Internacional de Extraterrestriologia (Pré-Instituição Consciênciocêntrica).

Interdisciplinologia. Eis, por exemplo, 25 especialidades com estreita relação com a Extraterrestriologia, ordenadas na ordem alfabética:
01. Autocogniciologia.
02. Autoparapercepciologia.
03. Autoparaprocedenciologia.
04. Autopesquisologia.
05. Autoproexologia.
06. Consciencioterapia.
07. Conviviologia.
08. Cosmoconscienciologia.
09. Cosmoeticologia.
10. Descrenciologia.
11. Evoluciologia.
12. Extrafisicologia.
13. Holossomatologia.
14. Interassistenciologia.
15. Invexologia.
16. Paracerebrologia.
17. Paradiplomaciologia.
18. Paradireitologia.
19. Parafenomenologia.
20. Parageneticologia.
21. Parassociologia.
22. Pré-Ressomatologia.
23. Projeciologia.
24. Ressomatologia.
25. Transmigraciologia Extrafísica.

Portfólio do Autopesquisador

Portfólio do Autopesquisador

Conceição, Mª Izabel; administradora, voluntária da ARACÊ, tenepessista,
Portfólio do Autopesquisador, Campus de Pesquisa ARACÊ, julho de 2007.
izabel@arace.org


Definição. Portfólio é um recurso utilizado amplamente por arquitetos, artistas plásticos e projetistas, para demonstrar sua trajetória profissional.

Definição. Portfólio do Autopesquisador é uma técnica de pesquisa proposta para utilização de qualquer pesquisador, tendo como método a auto-avaliação continuada, possibilitando a auto-observação das características pessoais ao longo do tempo. Atua enquanto mecanismo  coadjuvante da construção dos saberes. Nele a pessoa pode fazer descobertas  teórico-práticas de seu fazer andragógico. Pelo binômio “observação-registro” torna-se eficaz instrumento de autoconhecimento, pois revela o modus operandi próprio. É capaz de colecionar todos itens reveladores dos mais diversos aspectos do crescimento, do desenvolvimento e da aprendizagem de um estudante. Consequentemente é uma importante estratégia de aprimoramento pessoal.

Etimologística: O termo portfólio vem do francês porte-feuille, datado de 1544, influenciando as demais línguas: inglês: portfólio (1722); Italiano: portafoglio. Português: porta-fólio (1899). Todos comp. do latim: portare e folium, portar, trazer, transportar.

Sinonímia:  1. Arquivofólio; 2. Processofólio: 3. Pasta-arquivo; 4.Compêndio de informações.

Antonímia: 1. Dispersão de informações; 2. Folhas soltas. 3. Desconcentração do saber.

Histórico. Na década de 90 os EUA foram introduzidos no campo educacional. Segundo Gardner, Portfólio é  “..local para armazenar todos os passos percorridos pelos estudantes ao longo de sua particular trajetória de aprendizagem”. O autor explica que a palavra expressa insatisfatoriamente a extensão do conceito, acreditando que “processo-fólio” seria mais adequado.
    “Na vida cotidiana, são os artistas que estão interessados em ingressar numa Escola, ou em competir para obter um prêmio ou uma exposição numa galeria os que montam as pastas (os portfólios) com maior freqüência. Constituídas assim, são coleções de produtos acabados. Em troca, nossas pastas (portfólios) estão deliberadamente pensadas para serem recordações de “obras em processo”. Gardner (1994, pp 83-84).

Objetivos de um portfólio. 1. Organizar o saber da pessoa. 2. Desenvolver competência lingüística. 3. Aprimorar habilidade de observação. 4. Desenvolver a competência de auto-avaliação. 5. Possibilitar uma prática reflexiva. 6. Contribuir para uma auto-avaliação eficaz.
6. Facilitar a elaboração ordenada de conceitos. 7. Construir o conhecimento. 8. Ordenar coerentemente informações.

Princípios do portfólio. 1. Demonstra uma cronologia de vida; 2. Desenvolve a habilidade de percepção; 3. Propicia o sentimento de pertencimento; 4. Permite o reconhecimento das competências e limitações; 5. Contribui para a autotransformação; 6. Busca a autenticidade das realizações pessoais; 7. Aperfeiçoa o fazer da pessoa; 8. É instrumento de ensino-aprendizagem; 9. Contribui na elaboração do pensamento; 10. Favorece a interdisciplinaridade; 11. Exige coerência.

Tipos. Há três tipos de portfólio. 1. O portfólio particular. Próximo ao conceito de arquivofólio. 2. O portfólio de aprendizagem, relacionado ao processo. 3. O portfólio demonstrativo, referente a amostras representativas de trabalho. Há também o portfólio eletrônico. Todavia, os portfólios digitais não são práticos nem facilmente acessíveis.

Diferencial. O Portfólio do Autopesquisador difere do tradicional caderno onde são feitas anotações relativas ao “conteúdo”. Sua proposta vai além da simples compilação de dados. Constitui-se, assim, em uma espécie de produção filmográfica, evidenciando o processo de aprendizagem do pesquisador, registrando suas ações (movimentos) ao longo do tempo.

Otimização.  A base de conduta do pesquisador na montagem do Portfólio (do Autopesquisador) deverá estar focada na demonstração de resultados, contendo o máximo de rotas alternativas de reflexão, comentários a partir de situações domésticas, particulares, resultantes das experiências e vivências individuais. Com isso, cria espaço facilitador na interatividade entre professores, alunos, familiares e colegas, personagens atuantes em sua vida e autopesquisa.

Contribuições. Por ser uma forma inovadora, criativa, justa para mensurar o nível de aprendizado e a compreensão do conhecimento, com a vantagem de não ter a pressão psicológica que as avaliações quantitativas impõem, permite o acervo de elementos necessário para se planejar as ações e intervenções cotidianas.

Aprendizados. Dentre os vários aprendizados possíveis, destacam-se: 1. Respeitar as diferentes “velocidades e percursos dos aprendentes.” 2. Apreciar “os marcos” mais significativos do seu percurso. 3. Adquirir uma visão global sobre o mesmo. 4. Observar a natureza evolutiva do processo de aprendizagem. 5. Evidenciar os momentos-chave, os marcos, os indicadores, nos quais o estudante superou ou localizou um problema.

Organização. A organização do Portfólio do Autopesquisador compreende a utilização dos seguintes materiais:  1º) Uma pasta catálogo; 2º) Folhas plásticas  4 furos; 3º) Etiquetas gomadas (para identificar os assuntos e/ou paginar). Elaborar e inserir no início: a) Capa; b) Apresentação (explicar o objetivo deste portfólio); c) Índice (ir construindo na medida em que for inserindo peças no portfólio).

Técnica. Importante que a cada dia seja feito pelo menos um registro. No portfólio valorizam-se todas as etapas, mesmo inacabadas, dos processos de busca e investigação, do mesmo modo que as impressões, opiniões e sentimentos despertados pelo assunto em pauta ou até pela forma de trabalho, questionamentos aos encaminhamentos dados e assim, por diante. Colocar amostras de coisas significativas e reflexões sobre coisas realizadas. Inclusão dos comentários das atividades bem-sucedidas quanto às outras.

Autopesquisa. Radiografa o centro da sua pesquisa pessoal. Com o decorrer do tempo a pessoa vai se refletir nele, ao observar os seus momentos críticos, os seus avanços e as suas paradas. Essas anotações poderão identificar propulsores e entraves evolutivos.

Peças de um portfólio. 1. Anotações; 2. Comentários de terceiros sobre as peças; 3. Compact discs; 4. Cosmogramas; 5. Diálogos; 6. Disquetes; 7.DVDs; 8. Ensaios auto-reflexivos; 09. Entrevistas; 10. Fichamentos de textos; 11. Fitas de áudio e de vídeo; 12. Fotografias; 13. Gráficos; 14.  Ilustrações; 15. Monografias; 16. Pesquisas; 17. Projetos; 18. Questionários; 19. Recortes de jornais ou revistas; 20. Registros de experiências; 21. Relatórios; 22. Resenhas; 23. Resumos; 24. Tabelas; 25. Trabalhos pessoais; 26. Visitas; dentre outras.

Análise. No confronto analítico entre os pontos fortes e os fracos da utilização do Portfólio do Autopesquisador, 10 aspectos podem ser abordados:



Uso traforino   
Uso trafarino      
1. Habilidades de criar, estruturar, organizar, selecionar e escrever.    1.     Alta permissividade na coleta de dados.      
2. Desenvolvimento de fatores essenciais como a motivação e a personalização.    2.     Tendência ao egocentrismo.      
3. Produtos e processos. Os produtos são as peças do portfólio. O processo é sua auto-avaliação quanto ao significado de cada produto inserido.    3.    Tendência ao “sen” do pensene. Sideração no processo artístico, visual.       
4. Um portfólio evidencia: desenvolvimento pessoal, esforço, auto-avaliação,  diversificação de interesses, apresentação,  nível de compreensão e  definição de objetivos futuros.    4. Tendência à complexidade e à dispersividade, resultando em preguiça física e mental.      
5. Compilação de dados oriundos de diferentes mídias.    5.  Quantidade ao invés de qualidade na seleção do material.      
6. Agrupamento em um único local/objeto.    6. Excesso de informações.      
7. Consulta rápida/fácil manuseio.    7.  Portabilidade dificultada conforme seu tamanho.      
8. Detalhismo.    8.      Perfeccionismo      
9. Requer vontade pró-evolutiva, disciplina e continuísmo na auto-organização.    9.  Vontade antievolutiva: pode provocar obnubilamento e desejo de postergação.      
10. Foco no autoconhecimento.    10. Foco na auto-imagem.   

Desafios. Reconstruir saberes. Estabelecer interlocuções. Esclarecer perspectivas. Construir autonomia. Ter autonomia sobre o próprio ritmo. Comprometer-se com a autocrítica e o autoconhecimento. Evitar atitudes burocráticas e medidas padronizadas. Ampliar as abordagens. Mapear os mecanismos estagnadores ou pró-evolutivos, próprios. Comunicar os resultados de maneira mais freqüente. Irradiar as verpons encontradas.

Vivência. Esta autora utilizou esta técnica  enquanto docente em Belo Horizonte. Elaborou pasta com todo o material do curso ministrado. Continha: 1. Espiral curricular do Curso; 2. Aula anterior; 3. Aula do dia; 4. Próxima aula. 4. Lista de alunos com telefone, e-mails, endereço e data de aniversário. 5. Contrato com o Hotel. 6. Pauta das reuniões realizadas com a equipe de colaboradores, bem como, as deliberações tomadas nas mesmas. 7. Mapa de acompanhamento dos combinados estabelecidos. 8. Ofícios enviados ao Hotel com a confirmação dos eventos e  solicitação de hospedagens da equipe docente. 9. Comentários dos filmes sugeridos, vistos e debatidos antecipadamente. 10. Registro de algumas vivências dos bastidores das aulas. 11. Relação dos docentes e colaboradores que deram suporte técnico-operacional para cada aula. 12. Mapa de presença, com anotações de quem faltou ou desistiu e por quê. 13. Mapa financeiro.

Considerações finais. O Portfólio do Autopesquisador  pode ser ferramenta indispensável para consolidar a Postura de Autopesquisador. A mudança de hábitos e rotinas que esta ferramenta requer poderá contribuir significativamente para a implementação dos passos da pesquisa no “fazer” diário: 1. Observar 2. Refletir 3. Registrar 4. Associar idéias. 5. Comunicar o resultado oralmente (debate). 6. Publicar o resultado. E recomeçar sempre, aprimorando continuadamente aquele “saber”. Por fomentar informações, amplia sensivelmente a autopesquisa. Após a leitura dos dados coletados, proporciona aumento da autovisão, o pesquisador poderá escolher mais assertiva e lucidamente.. O Portfólio do Autopesquisador possui características de trabalho científico. Pode-se afirmar: é como uma PORTA ABERTA rumo ao conhecimento. O uso do portfólio é proporcional à força de vontade e ao nível de liberdade pessoal.

Agradecimentos. A Ana Regina Seno, Marcelo Rouanet e Eliane Maria Stédile, pelas relevantes contribuições na revisão do referido artigo.

Referências:

SHORES, Elizabeth F.
        Manual de Portfólio: um guia passo a passo para professores/ Elizabeth F. Shores e Cathy Grace; trad. Ronaldo Cataldo Costa._ Porto Alegre: ARTMED Editora, 2001.

HERNÁNDEZ, Fernando.
        Transgressão e Mudança na Educação: Os projetos de trabalho. Fernando Hernández. Porto Alegre: ARTMED Editora, 1998.

PERNIGOTTI, Liane S.
    O Portfólio pode muito mais do que uma prova. Joyce Munarski Pernigotti, Liane Saenger, Ligia Beatriz Goulart, Vera Maria Zambrano Ávila. Revista Pedagógica: Pátio. Novas Perspectivas em Avaliação. Ano 4  Nº 12  Porto Alegre: ARTMED Editora, 2000.

CINEL, Nora C. B.
 Portfólio: Recurso oportuniza a ampliação de aprendizagens coletivas. Nora Cecília Bocaccio Cinel. Revista do Professor. Porto Alegre, v. 21 n. 84. p 29-31, out./dez .2005.

5.   ARAGÃO, Rosana.
O portfólio como novo instrumento de avaliação. Rosana Aragão. Revista Criança. Do professor de educação infantil. N.41 p 14-17 Ministério de Educação. 2006
   
     6.   VITÓRI, Solange.
           O Portfólio: como instrumento de avaliação na organização do trabalho pedagógico.
Solange Vitóri. Revista @prender Virtual. Ed. 9 Ano 2 n.6 p. 40-46. nov./dez. 2002.

BRUZZI, Rita C. V.
        Auto-avaliação no ensino superior: um espelho chamado portfólio. Rita Carolina Vereza Bruzzi, Antônio Villar Marques de Sá, Renata Pacini Valls e Blenda Cavalcante de Oliveira. Revista semestral da Faculdade de Educação. Linhas Críticas.v. 7. n.13, p. 289 -303, jul./dez 2001.Unb.

CONCEIÇÃO, Mª Izabel. Anotações pessoais. Capacitação Docente Centro Universitário São Camilo/ES, 2006.

VIEIRA, Waldo. 700 Experimentos da Conscienciologia, 1ª edição. Rio de Janeiro:
              Instituto Internacional de Projeciologia, 1994.  p.145 “Razões críticas para pesquisar você mesmo.”