Masturbação SADIA

Tipos de anestesia: peridural e raquidiana

Tipos de anestesia: peridural e raquidiana

Escrito para o BabyCenter Brasil

Os tipos de anestesia mais comuns para parto são a peridural e a raquidiana, em que a mãe só fica insensível à dor do peito para baixo, e permanece perfeitamente consciente durante todo o processo -- seja cesariana ou parto vaginal. O anestesista (ou anestesiologista, no nome mais técnico) é o responsável por essa medicação, e também pelos remédios para aliviar a dor no pós-parto.

Onde é dada a picada da anestesia? Ela dói?

Tanto na peridural quanto na raquidiana, a anestesia é aplicada entre as vértebras nas costas. Os anestesiologistas aplicam um anestésico local antes de dar a picada da anestesia em si. Portanto, você vai sentir a picadinha da anestesia local e depois uma pressão, não dor propriamente dita. Talvez o mais chato seja se manter na posição correta (ou deitada de lado ou sentada, com as costas curvadas), apesar do barrigão.

Qual é a diferença entre a peridural e a raquidiana?

A raquidiana usa um volume muito menor de anestésico, tem ação praticamente imediata e é dada de uma vez só, com duração limitada.

Já a peridural utiliza uma quantidade bem maior de medicamento anestésico, e é administrada continuamente por um cateter que fica nas costas, durante o tempo que for necessário. Via de regra, a raquidiana (ou ráqui) é usada nas cesarianas e às vezes nos partos vaginais, e a peridural, nos partos normais.

Pensamentos negativos

Site de busca das etimologias das palavras

Ótimo site para reclamar de empresas (tem resultado)

Tudo sobre estado vibracional

Será que precisamos de religião?

Assédio na adolescência

Verbete 2246 Necessidade evolutiva

Vômito e regurgitação: O que é normal e o que não é


Escrito para o BabyCenter Brasil

É normal o bebê vomitar?

Nas primeiras semanas, é comum que os bebês vomitem com frequência. Eles ainda estão se acostumando à alimentação, e o sistema digestório deles está em desenvolvimento. O vômito é diferente da regurgitação, aqueles "queijinhos" que voltam em pequenas quantidades. Quando a criança vomita, o volume é bem maior, e é provável que ela chore, porque fica assustada.

O vômito pode ter várias causas: desde o enjôo por andar de carro até a má digestão. Às vezes, uma crise de choro ou de tosse pode acionar o reflexo do vômito. Por isso, prepare-se: nos próximos anos você deve presenciar pelo menos alguns episódios de vômito.

O vômito costuma melhorar entre seis e 24 horas depois do início do sintoma, mesmo sem tratamento. Se o bebê estiver com boa aparência, bem disposto e continuar engordando, não há motivo de preocupação.


Quando preciso me preocupar?

Nos primeiros meses do bebê, os vômitos normalmente são causados por problemas simples, como mamar demais ou muito rápido.

Depois desses primeiros meses, quando a criança vomita, é provável que ela tenha pego algum vírus que cause gastroenterite, embora os vômitos possam também acompanhar infecções no sistema respiratório, infecções urinárias ou até otites (há crianças que vomitam quando têm febre ou quando tomam remédios, por exemplo).

Em casos raros, os vômitos podem indicar uma doença mais grave. Veja quais são os sinais de alerta:

• forte dor abdominal

• barriga inchada

• prostração ou irritabilidade acentuada

• convulsões

• vômitos repetidos, que deixam a criança exausta, ou que persistem por mais de 24 horas

• sinais de desidratação, como boca seca, ausência de lágrimas, afundamento da moleira, diminuição da quantidade de urina (molhar menos que seis fraldas por dia)

• presença de sangue ou bile (uma substância verde ou amarelada) no vômito

Se houver só um pouquinho de sangue no vômito, não é preciso se apavorar. O motivo pode ser o rompimento de vasinhos sanguíneos no esôfago, por causa do estresse da regurgitação forçada. O vômito também pode ter sangue se o bebê tiver engolido-o de um machucado na boca ou se tiver tido um sangramento nasal nas últimas seis horas. Se você tiver dado gelatina vermelha para o bebê, ela pode parecer sangue no vômito ou nas fezes, por isso antes de se assustar tente lembrar o que ele comeu nas últimas horas.

Outro motivo comum para a presença de sangue no vômito ou na regurgitação do bebê é que ele tenha ingerido o sangue que saiu do peito rachado da mãe. Nesse caso não é preciso se preocupar.

Caso a quantidade de sangue no vômito aumente ou persista, fale com o pediatra. Às vezes vale até a pena guardar um pouco do vômito para mostrar a ele. A presença de bile verde pode indicar um bloqueio intestinal, um problema grave.

• vômito persistente e em jato em recém-nascido, até meia hora depois de mamar

Esse pode ser um sinal de estenose hipertrófica do piloro, um problema raro que aparece quando o bebê tem poucas semanas, mas que pode surgir a qualquer momento até que a criança tenha 4 meses. O bebê vomita porque o músculo que controla a válvula entre o estômago e o intestino fica aumentada, e não abre o suficiente para deixar o alimento passar. O problema exige uma cirurgia simples, mas precisa de atendimento médico imediato.

Tente não se desesperar a cada episódio de vômito. Acontece com toda criança em algum momento, e normalmente não é nada de grave -- tirando a trabalheira de lavar toda a roupa de cama, ou o tapete, ou o sofá, ou sua blusa novinha... Você vai acabar se acostumando. E é mais um motivo para, quando sair com o bebê, colocar na bolsa, além de uma troca de roupa para ele, uma troca de blusa para você.

Algumas crianças são mais "vomitadeiras" que outras. Se você tem um desses, vale a pena deixar um kit de emergência a postos, principalmente no carro: saco plástico, toalha e um pote vazio de sorvete, por exemplo, para minimizar o prejuízo.

Chacras Ferramentas para o Autoconhecimento Prof Nanci Trivellato (2002)

Estressada?

Estressada?

Escrito para o BabyCenter Brasil

Como lidar com o estresse da chegada do bebê

É impossível saber com antecedência o que é cuidar de um recém-nascido. Você pode até achar que já sabe o que esperar, de tanto ouvir as pessoas contarem sobre o chororô do bebê, a falta de sono, as incontáveis trocas de fralda. Mas, enquanto não acontece com você, não dá para entender exatamente o que é isso. Até as mulheres mais sacudidas podem virar farrapos humanos, incapazes de tirar o pijama ou de dar um pulinho na padaria para comprar pão, de tão cansadas e inseguras. É inevitável que a mulher se pergunte, nessa hora, se ela é a única a ficar tão desorientada com a nova vida. A resposta é não. Acontece com quase todo mundo.

A recuperação do parto

Pensando bem, não é de surpreender que a chegada de um filho não seja o mar de rosas com que você sempre sonhou. Para começar, você acabou de passar por uma experiência exaustiva, em termos físicos e emocionais, que foi dar à luz. A circulação dos hormônios no seu corpo mudou drasticamente. Você pode estar se recuperando de uma cirurgia, com pontos por cicatrizar e com cólicas. Ao mesmo tempo, está tentando aprender a amamentar, muito provavelmente com os seios doloridos. Seu parceiro também sofre com a falta de sono e com a sensação de não poder ajudar muito -- além de ter de equilibrar trabalho e família.

O cotidiano com um bebê

Dez truques de pai para aplacar o choro

Dez truques de pai para aplacar o choro

Escrito para o BabyCenter Brasil

É fato que, em geral, os pais não são lá muito conhecidos pelo jeitinho delicado com os filhos, mas se você perguntar a um deles o que faz para acalmar o choro do seu bebê vai descobrir que, por amor e necessidade, ele provavelmente desenvolveu técnicas especiais para tranquilizar a criança. Confira algumas a seguir:

Ponha-se no lugar do bebê

Colocar uma música de ninar não vai matar a fome de um bebê faminto, e trocar a fralda não acabará com a dor na gengiva quando os dentes estão para nascer. Isso quer dizer que a primeira providência é descobrir por que o bebê está chorando. Parece óbvio, mas, quando o choro começa e não pára, muitas vezes os nervos da família falam ainda mais alto.

Tente o dedinho

Se não tem certeza do que está causando o choro, lave bem suas mãos e depois ofereça o dedinho para o bebê chupar. Essa é uma técnica bem melhor do que a famosa "toma que o filho é seu" direto para o colo da mãe. Lembre-se só de dobrar o dedinho, para que sua unha não machuque a boca da criança. Se o bebê começar a chupar seu dedo desesperadamente, é sinal de que é fome. Se começar a morder seu dedo, podem ser as gengivas incomodando.

Pegue uma bebida

Para o bebê, claro! Tente oferecer uma mamadeira morna de leite materno ordenhado ou de fórmula infantil.

Balance

Os bebês adoram movimento, e um passeio para cá e para lá nos braços fortes do papai não poderia ser mais gostoso. Outra sugestão é o que faz um leitor do BabyCenter. Ele usa a cadeirinha do carro (do tipo bebê-conforto, que põe e tira facilmente) como uma espécie de cadeira de balanço para o bebê, bem apoiada em uma cadeira ou no chão mesmo (o jeito mais seguro). O benefício é que isso funciona também como exercício para os braços paternos.

Dance

Não tenha medo do ridículo, segure o bebê no colo de um jeito que for confortável e mande ver nos passos que souber. Dance devagar, movimentando-se para frente e para trás, com direito a umas voltinhas de vez em quando. Experimente cantar também. Sério. Qualquer coisa que vier à cabeça, desde que seja repetitivo e acompanhe o ritmo dos seus pés. Vá aos poucos diminuindo o volume de sua voz à medida que o bebê começar a se aquietar.

Seja um palhaço

Finalmente vai haver platéia para todas as suas bobagens. Vale careta, barulhos engraçados, se jogar no chão. Um leitor conta que coloca um objeto na cabeça e deixa cair no chão, falando bem alto "De novo não!". Repita até que a criança pareça ter cansado da brincadeira. Isso pode levar um tempinho...

Cante

Rock, MPB, axé, sertanejo, rap. Tente música por música do seu repertório e veja o que mais agrada ao bebê. Não faça imposições, respeite o gosto do seu filho -- não fique decepcionado se a sua música preferida não for a dele também e continue cantando outras.

Coloque o bebê junto a seu corpo

Ponha o bebê em um daqueles acessórios de vestir tipo "canguru" ou simplesmente o carregue bem pertinho do seu corpo. O calor, ritmo do coração e o sobe e desce do seu peito ao respirar podem ser bastante reconfortantes para a criança.

Sente e espere

As mães muitas vezes acham que este método é duro demais e definitivamente masculino, mas, em certas ocasiões, bebês choram porque choram e só querem que os pais os ouçam. Se o bebê não parecer com fome, dor, cansado ou molhado e não quiser um colo ou um carinho, então deixe-o chorar pelo tempo que você aguentar.

Passe o bebê para a mãe

Pode ser que às vezes você tenha que contar com a mais antiga das técnicas paternas: entregar para a mãe e dizer que pelo menos tentou...

Melancolia pós-parto ou blues puerperal

Melancolia pós-parto ou blues puerperal

Escrito para o BabyCenter Brasil


Mas por que tanta tristeza? Eu não devia estar nas nuvens?

O nascimento de um filho pode vir acompanhado de alegria e exaustão ao mesmo tempo. Pouco depois do parto muitas mulheres passam por um período de melancolia, tristeza e fortes alterações de humor, também conhecido como "blues puerperal".

É comum que as próprias mães não consigam captar direito o que está acontecendo em suas vidas, principalmente em um momento em que parecem ter realizado um sonho. Essa melancolia pós-parto está geralmente ligada a mudanças hormonais que acontecem três ou quatro dias depois do parto, quando os hormônios da gestação desaparecem e a produção de leite se inicia. Além disso, há um certo "anticlímax" físico e emocional que se segue ao parto, acompanhado da volta para a casa e de uma possível sensação de incerteza sobre o que vem pela frente.

Entre 60 a 80 por cento das mulheres passam por isso pouco depois de dar à luz, e muitas delas se sentem exauridas, incapazes de dormir, ansiosas e com uma impressão de estarem "reféns" da situação. Pode haver também mudança no apetite (para mais ou para menos), irritabilidade, preocupação excessiva quanto ao papel de mãe e até uma sensação de que a maternidade nunca será prazerosa. Ou às vezes os motivos da tristeza são aparentemente "bobos", mas a consciência de que eles não são tão importantes assim não adianta nada para eliminar a vontade de chorar.

Quanto tempo o blues puerperal dura?

Todos esses sentimentos são normais durante as primeiras semanas após o nascimento de um bebê. Em alguns casos a tristeza persiste por mais tempo.

Lembre-se de que as responsabilidades que acompanham a chegada de um filho podem, de repente, parecer pesadas demais, e que para muitas mulheres a "ficha" da maternidade só cai de fato depois de alguns dias em casa com aquele novo serzinho.

Melancolia e tristeza não são doença, e se dissipam por conta própria, sem necessidade de tratamento específico. Bastam o apoio da família, de amigos, bastante descanso e o tempo -- normalmente a sensação vai embora em duas ou três semanas.

O quadro muitas vezes é confundido com a depressão pós-parto devido à similaridade de alguns sintomas. Porém, se você tem histórico de depressão ou se há casos na sua família, a depressão pós-parto é uma possibilidade real.

Caso os sintomas sejam preocupantes -- tais como idéias suicidas ou incapacidade de cuidar de si mesma ou do bebê --, procure ajuda médica imediatamente, mesmo que seja do seu ginecologista ou até do pediatra do seu filho.

Para os pais: como ajudar sua parceira

A melhor coisa a fazer é lembrar sua mulher de que o que ela está sentindo é absolutamente normal na fase pós-parto. É natural se sentir sobrecarregada, exausta e insegura com algo que é totalmente novo. Seja paciente e esteja disposto a ouvi-la. Deixe-a chorar à vontade. Ajude-a a estabelecer limites para atividades e até para visitas. Atenda o telefone, faça comida e deixe que ela descanse bastante e se mime o máximo possível.

Acima de tudo, demonstre seu apoio incondicional nesta fase. Isso fará uma enorme diferença.

Cólica no bebê

Cólica no bebê

Escrito para o BabyCenter Brasil

O que é a cólica que atinge os bebês?

A partir de uma semana de vida, os bebês podem começar a ter crises de choro que duram horas e horas. O choro pode estar relacionado à presença de gases na barriga, mas muitas vezes não dá para identificar a causa.

A cólica é muito comum, e pode ser desesperadora para a família, principalmente porque todos estão se adaptando à nova vida com o bebê. O alento é que ela não é grave e costuma ir embora quando o bebê tem 3 ou 4 meses.

Algumas vezes, a partir de 1 mês de idade, a cólica fica menos frequente ou menos intensa.

Meu bebê chora demais. Como vou saber se é cólica?

Todo bebê chora. É totalmente normal um recém-nascido chorar duas horas por dia.

Quando o bebê chora muito, a primeira coisa a ser descartada é a fome. Ofereça sempre o peito quando ele chorar. Se seu bebê está mamando bem, molhando mais de 6 fraldas por dia e ganhando peso, o mais provável é que não seja fome.

Leia mais sobre os sinais de que o bebê está mamando o suficiente.

Num bebê com cólica, você pode notar o seguinte:

EXERCÍCIOS TEATRAIS Para treinar a voz e a dicção:

EXERCÍCIOS TEATRAIS
Para treinar a voz e a dicção:

1 – O prestidigitador prestativo e prestatário está prestes a prestar a prestidigitação prodigiosa e prestigiosa.
2 – A prataria da padaria está na pradaria prateando prados prateados.
3 – Os quebros e requebros do samba quebram os quebrantos dos falsos santos.
4 – Brito britou brincos de brilhantes brincando de britador.
5 – Branca branqueia as cabras brabas nas barbas das bruacas e bruxas branquejantes.
6 – Trovas e trovões trovejam trocando quadros trocados entre os trovadores esquadrinhados nos quatro cantos.
7- O grude da gruta gruda a grua da gringa que grita e, gritando, grimpa a grade da grota grandiosa.
8 – Plana o planador em pleno céu e, planando por cima do platô contempla as plantas plantadas na plataforma do plantador.
9 – O cricrilar do grilo é devido ao atrito de seus élitros.
10 – O lavrador é livre na palavra e na lavra mas não pode ler o livro que o livreiro quer vender.

EXERCÍCIOS TEATRAIS – II

1 – O bispo de Constantinopla é bom constantinopolizador. Quem o desconstantinopolizar, bom constantinopolizador será.
2- Num ninho de mafagafos tem cinco mafagafinhos. Tem também magafaços, maçagafas, maçagafinhos, mafafagos, magaçafas, maçafagas, magafinhos, magafafos e magafagafinhos.
3- Uma rua paralelepipezada por um paralelepipezador, Quem quiser desparalelepipezá-la, bom desparalelepipezador será.
4- Padre Pedro partiu a pedra no prato de prata. A pedra partiu o prato de prata do padre Pedro.
5- A aranha arranha a rã. A rã arranha a aranha Nem a aranha arranha a rã, nem a rã arranha a aranha.
6- Iara amarra a arara rara. A rara arara de Araraquara.
7- Um tigre, dois tigres, três tigres comem trigo de um trago.
8- A frota de frágeis fragatas, fretada por um franco frustrado, enfreado de frio, naufragou na refrega, por frêmitos flecheiros africanos.
14- O desinquivincavacador das caravelarias desinquivincavacaria as cavidades, que deveriam ser desinquivincavacadas.

EXERCÍCIOS TEATRAIS – III

1- Cinco bicas, cinco pipas, cinco bombas. Tira da boca da bica Bota na boca da bomba.
2- È um dedo, é um dado, é um dia.
É um dia, é um dado, é um dedo.
É um dedo, é um dia, é um dado.
É um dado, é um dedo, é um dia .
È um dia, é um dedo, é um dado.
É um dado, é um dia, é um dedo.
3- O tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem. O tempo respondeu ao tempo pra dizer ao tempo que o tempo do tempo é o tempo que o tempo tem.
4- Meio milhão, dez limões, dois milhões; nove limões, três milhões, oito limões; quatro milhões, sete limões, cinco milhões; seis limões, seis milhões, cinco limões; sete milhões, quatro limões, oito milhões; três limões, nove milhões, dois limões; dez milhões, meio limão.
5- Não tem truque
troque o trinco
traga o troco
e tire o trapo do prato.
Tire o trinco,
não tem truque,
troque o troco
e traga o trapo do prato.

EXERCÍCIOS TEATRAIS – IV

1- Amanda, anda
catibirianda
serramatutanda
firifirianda.
2-Marcela, ela
catibiriela
serramatutela
firifiriela.
3-Angélica, élica
catibiriélica
serramatutélica
firifiriélica.
4-Natália, ália
catibiriália
serramatutália
firifiriália.
5-Clara, ara
catibiriara
serramatutara
firifiriara.
6-Pedro Augusto,
usto
catibiriusto
serramatutusto
firifiriusto.
7-Eva, eva
catibirieva
serramatuteva
firifirieva .
8 -Raquel, el
catibiriel
serramatutel
firifiriel.
9 -Ian, an
catiriban
serramatutan
fifirian.
10-Tomaz, az
catibiribaz
serramatutaz
firifiriaz .
11-Zé Paulo, aulo
catibiriaulo
serramatutaulo
firifiriaulo.
12-Tainara, ara
catibiriara
serramatutara
firifiriara.
13-Laura, aura
catibiriaura
serramatutaura
firifiriaura.
14-Margarida, ida
catibiriida
serramamtutida
firifiriida.

Comunicação, Motivação e Sucesso: Pequenos Segredos

Comunicação, Motivação e Sucesso: Pequenos Segredos

Reveja o mito de que a arte de falar em público é um dom divino


Não se pode negar que algumas pessoas nasceram com o atributo da eloqüência eficaz. Em geral são pessoas carismáticas, persuasivas e envolventes. Mas são casos raros. Se a maioria quiser comunicar-se bem, deverá buscar subsídios nos treinamentos e dedicar muito esforço pessoal para administrar os medos, traçar objetivos e estratégias, buscar conhecimentos e treinamentos que desenvolvem e aprimoram essa arte.
Não se engane pensando que só os seres privilegiados terão uma atuação inteligente com seus interlocutores. É uma desculpa fácil para quem não quer enxergar que somos responsáveis pelas nossas crenças e mitos, e cabe a nós decidir se queremos ou não realizar nossos sonhos. Muda-se a crença, muda o caminho e muda o resultado. Muda o homem!


Trabalhe o medo conscientemente


É um engano imaginar que se pode eliminar totalmente o medo. Ele é fundamental para a sobrevivência, ao evitar a displicência e o relaxamento em demasia. Mas se ele conseguir impedir as suas ações durante uma apresentação, preocupe-se.
Lembre-se de que não existe medo de falar em público, mas vários medos interagindo, como o de errar, de ser o centro das atenções, de ser questionado e outros tantos específicos de cada comunicador. Identificar as causas e criar um plano de ação facilita a administração racional do medo, tornando mais eficaz a comunicação.
Administre as tensões e os medos antes de uma apresentação
  •  Prepare-se mental e fisicamente
  •  Ensaie
  •  Pratique, pratique e pratique, porque só a prática conduz à perfeição.

O Marketing Pessoal Eficaz

O Marketing Pessoal Eficaz

Tudo isso que acabamos de ver faz parte do chamado marketing pessoal.
Nós nos comunicamos e projetamos a nossa imagem pelos vários canais sensoriais e também pelos canais invisíveis da energia. Como vimos, são muitos os fatores que contribuem para fortalecer ou enfraquecer nossa imagem. Para haver harmonia entre quem somos e a imagem que queremos transmitir ao mundo devemos fazer um check-up da comunicação, para ter subsídios para as mudanças que precisam ser feitas na direção de uma imagem positiva e sem barreiras.
Tudo em nós fala e se comunica todo o tempo, fornece informações e pistas daquilo que somo internamente. Os sinais que emitimos através das palavras, do tom de voz, dos gestos e atos, das expressões faciais, do contato visual e da postura, da respiração, das roupas e acessórios que usamos e até da nossa movimentação são flashes que vão alicerçando a nossa imagem pessoal e profissional, e ajudando a contar a historia de como nos relacionamos com a vida.
Se eu tiver coragem de receber feedback, se estiver determinado a criar um plano de ação para atingir as minhas metas, valorizar minhas qualidades e minimizar os fracos, evitarei o auto-engano e darei a mim e ao mundo o presente de tornar-me um ser humano mais vigoroso em minhas ações, mais consistente em minhas palavras, mais poderoso em minhas comunicações verbais e não-verbais e mais realizado em minha vida!


Plano de ação para uma imagem de sucesso


A construção de uma imagem positiva e voltada para o sucesso nas comunicações interpessoais pode começar respondendo às questões abaixo:
Þ Qual é a visão que tenho de mim e a visão que as pessoas têm de mim?
Þ O que eu gostaria de mudar?
Þ Que estratégias devo usar para superar minhas expectativas?
Þ Quanto tempo levarei para atingir meus objetivos?
Þ Quais serão as evidências de sucesso que me permitirão avaliar se estou sedimentando a imagem pretendida?
Esse plano de metas pode fortalecer a busca da superação de limites. A imagem não é tudo, mas é extremamente importante no universo dos que buscam um desenvolvimento humano integral e uma comunicação eficaz.
Portanto, construa sua verdadeira imagem. Sem limites!

Vestindo-se para o Sucesso

Vestindo-se para o Sucesso

As roupas e os acessórios que você escolhe para usar e como os usa fazem parte dos elementos de sua revelação ao mundo. Antes de a platéia ouvi-lo, ela o vê e o sente. A aparência física não pode ficar em segundo plano na composição da imagem do ser humano e do profissional de sucesso que você pretende ser.
O comunicador é um ponto de referência para a platéia por ser um formador de opinião. Assim sendo, a aparência é um dos itens que contam na avaliação do grau de profissionalismo nas suas relações interpessoais. Pesquise muito o tipo de roupa que lhe caia melhor e se está de acordo com a imagem que você pretende passar ao público. Lembre-se que as roupas devem vestir naturalmente, incorporarse ao seu jeito de ser.
Conhecer as regras do grupo social em que você atua ajuda a escolher o melhor traje para o momento. Discrição e simplicidade costumam ser bons parceiros. A elegância não grita! Cuidar bem da aparência pessoal, compatível com a posição de comunicador, é uma questão de sensibilidade e de inteligência.
Se você concorda com a frase: “quero que gostem de mim pelo que sou, e não pelas roupas que visto”, procure repensar essa posição. A não ser que já seja um orador consagrado, de prestígio reconhecido, lembre-se sempre de que se a primeira imagem for favorável, a platéia prestará mais atenção em você.
Vestir-se adequadamente, com critérios bem definidos, fará você sentir-se mais seguro e confiante quanto ao seu desempenho. O cuidado consigo mesmo é sinônimo de auto-estima elevada e respeito por si mesmo. A roupa que você escolhe para vestir deve ser usada a seu favor, como outro recurso de comunicação. Seja uma pessoa reconhecidamente elegante!


Sugestões para Uma Boa Aparência Pessoal


Existem regras para se compor uma imagem visual e que observam os seguintes aspectos:
· tipo de evento e seu objetivo
· o público-alvo
· características do trabalho
· horário
· temperatura
· duração

Conselhos para os homens

· Tenha barba e cabelo bem cuidados. Se tiver bigode, ele não deve ultrapassar a linha do lábio superior.
· Na dúvida, prefira usar terno e gravata. Se o evento realizar-se fora da sua cidade, leve duas mudas de roupa para prevenir-se contra possíveis mudanças de temperatura. Se estiver usando terno, não arregace as mangas da camisa nem solte a gravata. .
· Compre ternos de bom caimento. Nas ocasiões mais formais, prefira usar preto, cinza ou azul-marinho, com sapatos pretos. O marrom entristece a imagem. Os ternos de cor lisa aceitam mais facilmente outras peças. Observe se a roupa está bem passada, os vincos marcados. Use camisas de fibras naturais, preferencialmente de algodão. Evite usar camisa de mangas curta sob o paletó.
· A gravata é um elemento que fala sobre a personalidade do usuário. O tecido, o desenho, o nó, tudo isso pode definir o seu grau de introversão ou extroversão e outras características. Evite gravatas com mais de três cores.
· O cinto deve ser da mesma cor dos sapatos, e as meias devem cobrir as panturrilhas. A manga da camisa não deve aparecer mais de dois centímetros nos punhos. Evite guardar objetos nos bolsos para não fazer volume.
· Se você viaja muito, prefira roupas que não amassem, pois nem sempre se pode contar com bons serviços nos hotéis. Para desamassá-las, pendure o cabide no banheiro e abra o chuveiro com água bem quente; o vapor penetra nas fibras e desamassa o tecido. Faça isso no dia anterior ao evento para evitar que as roupas fiquem úmidas.
· Procure informar-se sobre como se vestir nas revistas e publicações especializadas. Se for o caso, converse com um consultor de moda para uma orientação de acordo mais adequada à sua personalidade, à sua necessidade profissional e ao público que você quer atingir.
· Se você é uma pessoa formal e vai apresentar-se para jovens, é melhor portar-se de acordo. Isso não significa fingir que tem os mesmos gostos de sua platéia, mas buscar a melhor imagem sem perder as características e gostos pessoais.


Para as mulheres


· Não use maquiagem pesada. Use cores leves e harmoniosas que não chamem muita atenção. A melhor maquiagem para uma apresentação é aquela que o público não nota, mas que funciona.
· Aprender a se maquiar pode ser um caminho para conhecer os produtos, as cores e os tons que mais combinam com a sua pele. É também a oportunidade de conhecer pequenos truques que corrigem as imperfeições e ressaltam os pontos favoráveis do rosto e do corpo. Use esmaltes de tons claros e discretos que combinem com o tom de sua pele.
· Use jóias ou bijuterias discretas e evite as que fazem barulho.
· Nos eventos mais formais, use tailleur ou vestidos com blazer.
· O comprimento da saia não deve ultrapassar três dedos acima dos joelhos, e dependendo do tipo de apresentação, prefira usar um terninho.
· Antes de comprar uma roupa, sinta se a textura do tecido é agradável à sua pele. Lembre-se de que você usará essa roupa por um bom tempo.
· Se sua pele for sensível, tire as etiquetas do lado interno das roupas para não incomodá-la durante a apresentação.
· A não ser que esteja de sandálias, use meia fina e prefira cores mais discretas que combinem com a cor dos sapatos, o tom de sua pele e a roupa que está usando. Tenha sempre um par de meias extra para trocar, se elas desfiarem.
· Evite roupas que marcam o corpo, sejam transparentes, muito decotadas, ou com fendas que exponham as pernas.
· Não estréie uma roupa numa apresentação. Use-a ao menos umas duas vezes para sentir-se dentro dela.
· Use sapatos de salto médio. Se estiver de calça comprida, use salto baixo.
· As solas de borracha não fazem barulho no assoalho e não distraem a atenção da platéia.
· Não esqueça os acessórios. Tenha uma bolsa de boa qualidade, carregue apenas o essencial.

Para homens e mulheres


· Não faça dos modismos a sua bíblia, mas adapte as últimas tendências ao seu estilo e ao tipo de trabalho que você faz. É o seu toque pessoal é que fará a diferença. Na dúvida, opte pelo padrão mais clássico de se vestir. Nas viagens, leve pelo menos duas opções de roupas e acessórios e esteja preparado para mudanças súbitas de temperatura.
· Por mais bem-vestido que você esteja, se a sua pasta estiver velha e descascada vai interferir na sua imagem. Procure espelhar-se nas pessoas que você admira pelo bom gosto e veja o que pode aprender com suas fontes de inspiração. Cuide bem da sua pele e esteja sempre com as unhas bem feitas, de preferência curtas. Evite perfumes fortes, principalmente em ambientes fechados. Durante o dia, prefira uma lavanda mais leve e use um desodorante inodoro.
· Tenha sempre consigo uma bolsa com os objetos que possa precisar numa emergência. Se usar óculos, aconselhe-se sobre o tipo de armação adequado ao seu tipo de rosto. Prefira usar lentes anti-reflexo para que a platéia possa ver seus olhos. Não use lentes escuras durante a apresentação.
· A roupa que você está usando deve promover seu marketing pessoal de maneira discreta, elegante e eficaz. Vestir-se bem é uma arte que também se aprende. Pense nisso!

Gestos: Identidade Corporal

Gestos: Identidade Corporal

O Poder Revelador da Linguagem Corporal


Nós não temos um corpo, nós somos um corpo! Um corpo vibrante que respira, sente e se enternece, um corpo vivo que reflete o que somos.
Toda nossa vida está gravada na memória do corpo. É ele que conta toda a verdade de nossa história, dos nossos sentimentos mais imperceptíveis. É um pergaminho no qual estão gravadas as marcas do tempo, importantes senhas da individualidade humana, e a assinatura intransferível da nossa imagem corporal.
Para entender a importância desse mapa e promover as mudanças necessárias, é preciso ter coragem para ir se despindo gradativamente das couraças do passado e abrir canais que favoreçam os movimentos mais livres e expressivos.
O nosso corpo fala! E como fala! Ela capta tudo, de todas as maneiras. Aponta a mentira da palavra, desnuda as falsas convicções, arranca máscaras e expõe as verdades inconscientes através da linguagem expressiva. A postura, as expressões faciais, os movimentos dos olhos, do rosto, das pernas, das mãos, enfim, qualquer gesto, por mínimo que seja, traduz o que as palavras muitas vezes não conseguem expressar.
Os movimentos do corpo têm a mesma importância que a palavra no que se refere à comunicação humana. Esses recursos expressivos riquíssimos favorecem a ligação entre as pessoas e fortalecem a magia da interação social.

A Importância da Linguagem Corporal nas Comunicações
Enquanto estiver planejando a sua apresentação, nunca perca de vista a intenção dos gestos e a movimentação que acompanharão a mensagem oral. O domínio corporal facilita a transmissão da mensagem para a platéia e propicia a comunicação. Os gestos e as expressões faciais, a postura e a movimentação corporal servem para:
  •  descrever, complementar e reforçar as idéias
  •  embelezar a fala
  •  substituir palavras
  •  dar mais dinamismo à comunicação
  •  contradizer a fala
  •  expressar sentimentos
  •  favorecer o entendimento
  •  promover a interação com a platéia

Leia com Segurança e Expressividade

Leia com Segurança e Expressividade

Há uma diferença significativa entre a leitura em voz alta individual e em público.
Estamos acostumados a ler para nós mesmos num ritmo adaptado às nossas necessidades. Mas quando se lê para uma plateia, é preciso levar em conta fatores que facilitam a ação comunicativa, que pode ser constrangedora se o comunicador não estiver muito bem preparado.
O melhor é não ler o tema/texto para o público. Leve um roteiro contendo as frases-chave que imprimem um modelo à palestra. Existem, porém situações formais como formaturas, cerimônias de posse, etc. que pedem a leitura do discurso/mensagem. Nesses casos, o comunicador lerá um texto, que já deve estar na ponta da língua. E não se esqueça do contato visual com a plateia; se não for constante, os ouvintes perderão o interesse.
Planejamento
1ª ETAPA:
Quando você for ler um texto em público, seu ou de qualquer outro autor, é fundamental fazer um trabalho de mesa em leitura silenciosa, um exercício intelectual de análise e dissecação do texto, para localizar:
  •  as ideias principais
  • as ideias secundárias
  • as palavras-chave
  •  os sentimentos expressos no texto
  •  as palavras desconhecidas
  •  os termos estrangeiros (e a tradução dos mesmos)
  •  as frases principais da introdução, do desenvolvimento e da conclusão
  •  a imagem que você gostaria de passar a plateia, antes, durante e depois da sua apresentação
  •  a frase que gostaria de imprimir na mente dos espectadores no final da sua apresentação
  • as técnicas de apresentação que pretende aplicar a leitura
  •  o que a plateia ganhará com o texto
  •  o que as ideias nele transmitidas têm a ver com o público-alvo.

Apresente bem suas ideias

Apresente bem suas ideias

Como vimos, a fala deve soar como a boa música: o ajuste entre as partes e a força da mensagem une-se à afinação do som e à harmonia melódica. É fundamental buscar o equilíbrio entre os diversos elementos da comunicação oral, como o ritmo, a intensidade, a flexão, o conteúdo, a emoção, a tonalidade, a articulação, a velocidade, o timbre, a flexibilidade vocal e a pronúncia para traduzir as nuanças da mensagem.
Além disso é preciso unir a técnica à naturalidade para uma transmissão mais autêntica e construtiva.


Habilidades Técnicas


  •  Comece falando vigorosamente, com entusiasmo, demonstrando o prazer pela oportunidade de estar fazendo isso. Esteja presente por inteiro.
  •  Articule bem as palavras, mas não exagere nos movimentos do rosto e músculos da face.
  •  Fale sem esforço, mas para ser ouvido por toda a plateia.
  •  Neutralize as barreiras verbais evitando falar muito baixo ou muito alto; muito depressa ou devagar; devagar; pronunciar errado termos estrangeiros; usar vícios de linguagem: “tá?”, “né?”, “Ok?”, “certo?”, “entendeu?”, “percebe?”, “é isso aí!”, “tipo assim...”, “a gente ...”, “acho que...”; falar como um robô; cometer erros gramaticais; comer os “esses” e “erres”; expressar-se sem objetividade e clareza; usar termos técnicos para público leigo; não levar em conta o momento, o local e o meio mais oportuno para transmitir a mensagem; baixar a voz no final das palavras e das frases; não enfatizar as ideias principais.
  •  Se possível utilize os verbos na voz ativa.
  •  Evite os superlativos.
  •  Prefira os substantivos. Os adjetivos em excesso enfraquecem a frase.
  •  A sua fala deve despertar imagens visuais para um efeito mais marcante.
  •  Seja sincero e tenha convicção no que diz.
  •  Desperte o interesse da plateia com bons argumentos, bom vocabulário e boas figuras de linguagem.
  •  Faça com que suas palavras penetrem fundo nos ouvidos, na mente e no coração do público.
  •  Não fique divagando; evite que a plateia se pergunte “e daí? O que eu tenho a ver com essa história? Não tenho motivos para prestar atenção em você”. Para manter o interesse do público, apresente argumentos interessantes, motivadores, seja criativo.
  •  Demonstre autoridade em relação ao assunto. Seja senhor daquilo que fala, proprietário do conhecimento.
  •  Evite detalhes em excesso. A apresentação tem um corpo estrutural. Não faça dos atalhos os personagens principais sob risco de perder de vista o eixo das ideias.
  •  Seja um presente motivador para a plateia.
  •  Fale com a plateia e não para a plateia, buscando a sintonia com as pessoas.
  •  A expressão do seu rosto deve ser a mais leve possível.

Habilidades Comportamentais


  • Não tenha medo do silêncio, das pausas. Ele é importante para enfatizar o assunto e dar espaço à plateia para refletir. A pausa não é ausência de texto. Ela serve para valorizar o que veio antes e preparar o interlocutor para o que virá a seguir.
  • Se a informação for muito complexa, fale mais devagar; se for mais simples, fale mais rápido. A velocidade da apresentação deve atender às necessidades do texto. Se você acelerar, a plateia perderá o interesse se não entender a mensagem. E se você se arrastar por demais, falar muito devagar, os ouvintes poderão sentir sono e desinteresse. Varie o ritmo da sua apresentação.
  • Procure ter a plateia como companheira. Dê-lhe motivos para sentir-se bem com o que ouve, vê, experiencia e sente.
  •  Se você perceber na cara dos espectadores um ponto de interrogação e desconforto físico, resuma os pontos principais abordados até então e abra espaço para perguntas.

Voz: Essa Forma Mágica de Comunicação

Voz: Essa Forma Mágica de Comunicação

A voz é o espelho da personalidade humana. É ela que nos apresenta ao mundo, através dos sons; cada voz é única em suas vibrações, nos seus tons, na sua textura e musicalidade. Pela voz, mostramos ao mundo quem somos, o que sentimos e como vemos as coisas. Por ela é possível detectar as áreas de sombra e de luminosidade de cada ser humano.
A voz, associada aos gestos, às expressões corporais, à postura e à fala, compõe um poderoso instrumental da comunicação humana.
Conhecer a própria voz é conhecer um pouco mais a própria alma, porque ela revela as nossas angústias e os nossos anseios mais íntimos ao imprimir publicamente parte do nosso território individual. Quem busca o autoconhecimento tem na voz, que integra a pessoa ao mundo, um meio poderoso para revelar traços essenciais do ser.
Dedicar mais atenção à voz é estar em sintonia com o pulsar da vida. Levantar mais importantes sobre ela através de um check-up pode dar subsídios mais importantes para se prosseguir na trilha do autoconhecimento. Se as palavras transmitem a mensagem intelectual, a voz transmite a mensagem emocional numa linguagem cujos matrizes vão nos distinguir como personagens únicas de nossa história.

Nossa melhor voz, nossa melhor comunicação

Nós não nos ouvimos como os outros nos ouvem. A nossa voz é produzida pela vibração das pregas vocais, som que é modificado nos ajustes que ocorrem à sua passagem pelas cavidades de ressonância (laringe, faringe, boca, nariz), onde ele é ampliado e modificado.
A voz muda ao longo da vida, acompanhando nosso desempenho bio-psico-social.
Por inúmeros fatores, incorporamos formas inadequadas de produzi-la, e conseqüentemente produzir a fala, pronunciando mal as palavras e utilizando muletas verbais que acabam por se transformar em obstáculos às nossas
comunicações.

Comunicação e Marketing Pessoal

Comunicação e Marketing Pessoal

Há um fato que é incontestável: a comunicação eficaz é símbolo de poder e autoridade. Cada vez mais em nosso mundo globalizado, a busca da excelência nas comunicações é um desafio para quem pretende atingir um alto nível de profissionalismo.
Em um mundo competitivo, onde um bom marketing pessoal pode ser a senha para o sucesso, há necessidade da competência técnica, aliada à competência comportamental e emocional, que incluem relações interpessoais mais enriquecedoras. E afinal de contas:
  •  Quem de nós não quer ser ouvido com interesse e respeito ?
  •  Quem de nós não quer ser aceito ?
  •  Quem de nós não quer persuadir o interlocutor com idéias claras, coerentes e objetivas ?
  •  Quem de nós não quer participar do meio em que vive e influenciar nas decisões do grupo ?
  •  Quem de nós não quer transmitir segurança e fluência durante a explanação de um assunto ?
  •  Quem de nós não quer receber feedback positivo quanto às atuações como comunicadores e facilitadores da aprendizagem ?
Quanto ao aspecto individual, comunicar-se bem é uma forma de libertação.
Quando falamos, temos a oportunidade de arrancar as máscaras e deixarmos transparecer quem realmente somos, liberando outras formas de expressão que permaneciam em estado latente. Esse processo ajuda a dar vazão ao lado criativo, deixando emergir um “eu” mais autêntico e profundo.
Nós nos comunicamos para sermos reconhecidos e aceitos, para sabermos quem somos, por meio do espelho que o outro nos mostra. Somos eternos investigadores de nós mesmos, mas quem nos possibilita a revelação instigadora de quem aparentamos ser, no meio em que atuamos, é o outro. É ele que nos apresenta pistas, que desvendam a parte de nós que, muitas vezes é cega e surda.
Ter a sabedoria para mergulhar com coragem nessa autodescoberta é tarefa complexa. A comunicação é a ponte que propicia o desnudamento desse território tão íntimo.
Nós somos do tamanho da comunicação que conseguimos estabelecer no meio em que atuamos. Ter a coragem para se comunicar é estar disponível ao contato social. Se quisermos, cada ato comunicativo pode nos fazer despertar do sono, do limbo, da inércia, incitando-nos às ações mais produtivas.

Verbete - 2242 - Arrogância (Parassociologia)

Teste de Apgar

Teste de Apgar

Escrito para o BabyCenter Brasil

O que é o teste de Apgar?

Trata-se de um método simples e eficiente de medir a saúde de seu recém-nascido e de determinar se ele precisa ou não de alguma assistência médica imediata.

Ele é rápido, indolor e, certamente, vai tranquilizar você. Na verdade, é bem possível que o médico faça a avaliação do bebê sem que você nem note. A maioria das crianças nasce em boas condições de saúde, mas, caso seu recém-nascido precise de algum auxílio médico, será melhor saber o quanto antes para começar o tratamento. Este procedimento passou a ser rotineiro após os partos desde que a anestesiologista Virginia Apgar o desenvolveu, em 1952.

Um minuto após nascer e novamente aos cinco minutos de vida fora do útero, seu bebê será avaliado da seguinte forma:

• Frequência cardíaca

• Respiração

• Tônus muscular

• Reflexos

• Cor da pele

Cada um destes itens recebe uma nota entre 0 e 2 para se chegar a um total geral. Grande parte dos recém-nascidos recebe entre 7 e 10, não requerendo nenhum tratamento imediato, como, por exemplo, auxílio para respirar.

O que quer dizer a nota de cada criança?

Claro que 10 é sempre música para os ouvidos dos pais, mas 8 ou 9 também são ótimas avaliações. Um parto mais complicado ou prematuro e até medicação para dores tomadas pela mãe podem mascarar as notas, não retratando exatamente as condições reais do bebê, mas, no geral:

• Avaliação entre 8 e 10 mostra crianças em estado de saúde de ótimo a excelente, que provavelmente não vão precisar de cuidados extras.

• Avaliação entre 5 e 7 indica estado regular e pode haver necessidade de ajuda de aparelhos para respirar. O médico talvez massageie vigorosamente a pele do bebê ou dê a ele um pouco de oxigênio.

• Avaliação abaixo de 5 aponta bebês em condições que exigem auxílio médico especial.

Você pode perguntar ao médico na sala de parto qual foi a nota do seu bebê. Se a primeira não tiver sido muito alta, não se desespere, porque a segunda, depois de cinco minutos, costuma ser maior e mais tranquilizadora, já que a criança se recupera rápido do estresse do parto. Em caso de dúvidas, converse com o pediatra.

O teste de Apgar prevê problemas de saúde futuros?

Não, embora no passado os especialistas tenham chegado a acreditar que sim. Uma das teorias sugeria que se a nota de um recém-nascido permanecesse baixa aos cinco minutos de vida, isso indicava probabilidade de ele ter problemas neurológicos. Estudos mais recentes, porém, rejeitaram essa teoria. Sozinhas, as notas individuais não prevêem o estado de saúde futuro de uma pessoa, seja bom ou ruim.

A vantagem do teste é sua simplicidade: ele é facilmente realizado e mede com rapidez e precisão a saúde de um bebê nos primeiros momentos da vida fora do útero -- nada mais, nada menos.

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Meu bebê soluça sem parar e queria saber se isso é normal.


Escrito para o BabyCenter Brasil
Sim, é normal bebês bem novinhos soluçarem bastante. No primeiro mês de vida, o bebê tem soluço todo dia, e mais de uma vez por dia, assim como tinha dentro da barriga da mãe, explica a pediatra Sandra de O. Campos, da Universidade Federal de São Paulo.

Os soluços não têm nada a ver com a respiração. São contrações do diafragma, provocadas pela irritação ou pela estimulação desse músculo, que ainda é imaturo. Muitas vezes a posição da amamentação ou da mamadeira faz com que o bebê engula muito ar, possivelmente desencadeando soluços, por isso procure sempre posicioná-lo com a cabeça mais elevada.

Para bebês amamentados na mamadeira que soluçam muito, é bom lembrar de colocá-los para arrotar com mais frequência, fazendo alguns intervalos durante as mamadas.

O importante é saber que o soluço incomoda pouco o bebê, embora muitas vezes impressione os pais. "A menos que o soluço esteja interferindo nas atividades do dia-a-dia, como mamar ou dormir, não há necessidade de procurar o médico", diz Lynnette Mazur, professora de pediatria da Universidade do Texas (EUA).

Bebês que têm refluxo gastroesofágico podem soluçar mais que os outros. Mencione os soluços ao pediatra se o bebê regurgitar muito, tossir ou parecer irritado. Também comente com o pediatra caso os soluços estejam acontecendo com frequência depois de a criança ter 1 ano de idade, ou se forem incontroláveis.

Apesar de todas as teorias para fazer o bebê parar de soluçar (como a simpatia de colocar um fiapinho de lã na testa), os médicos não garantem que alguma delas funcione.

Há quem diga que, se o bebê sugar alguma coisa, os soluços melhorarão. Não há problema em tentar esse método, que é inofensivo. Mas não experimente nem deixe ninguém tentar outras "técnicas", como dar um susto no bebê, porque elas podem acabar machucando o seu filho.

Cesariana

Cesariana

Escrito para o BabyCenter Brasil

O que é uma cesariana?

Cesariana é uma cirurgia em que o obstetra realiza uma incisão no abdome e no útero da mulher para retirar o bebê através desse espaço.

No Brasil, em torno de 50 por cento dos partos realizados são cesarianas -- e se só a rede particular for considerada, as cesáreas chegam a até 90 por cento em alguns hospitais. É uma proporção muito maior que os 10 a 15 por cento de cesarianas recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Cesáreas são consideradas operações abdominais de grande porte, daí gerarem mais riscos do que o parto vaginal. Mulheres que passam por cesarianas são mais suscetíveis a infecções, sangramentos excessivos, dores pós-parto e período de recuperação mais longo.

Outro senão é que elas aumentam o risco futuro, em caso de novas gestações, de complicações como placenta prévia. Apesar disso, nem toda cesariana deve ser evitada, já que muitas vezes ela é necessária pelo bem da mãe, do bebê ou de ambos.

Quando a cesariana é necessária?

Algumas mulheres já sabem que vão precisar de uma cesárea logo de cara, por apresentar alguma complicação. Em outros casos, a decisão pode ocorrer somente durante o trabalho de parto.

Veja abaixo algumas condições em que uma cesariana costuma ser previamente programada:

• O bebê está em posição sentada ou de lado; ele apresenta alguma doença ou anormalidade já conhecida.

• Gestação de três ou mais bebês ao mesmo tempo.

COMO VENCER O MEDO DE FALAR EM PÚBLICO



COMO VENCER O MEDO DE FALAR EM PÚBLICO
Não existe fórmula milagrosa para vencer o medo de falar em público, mas uma série de
recomendações que em conjunto o ajudarão neste sentido:
1. Domine o assunto sobre o qual irá falar.Não acredite na sorte porque só com o seu
trabalho e estudo obterá êxito. Se não tiver tempo para dominar totalmente o assunto use
roteiros simplificados e projeções. Não abuse destes recursos para não evidenciar falta de
preparo. Procure saber mais do que irá expor. Imagine as perguntas que a platéia poderá fazer.
Estude as respostas. Reduza toda possibilidade de risco de se perder, esquecer ou confundir
assuntos.
2. Pratique, pratique e pratique o que vai falar. O ensaio é importante para você fazer uma
boa apresentação. Organize uma seqüência ideal para falar. Treine em casa e no local um pouco
antes da apresentação. Siga as dicas para o ENSAIO:
• Use inicialmente suas anotações. Depois, aos poucos, livre-se delas.
• Só use anotações em última necessidade.
• Pratique situações em que você olha seu roteiro e em seguida volta o olhar para a
platéia.
• Desenvolva a espontaneidade dominando totalmente o tema. Ganhará confiança.
• Depois que ensaiou olhando as suas anotações, treine falar de improviso, sem uso de
roteiros, para inspirar mais credibilidade diante da platéia.
• Pratique usando gestos, variando a intensidade da voz e a velocidade, as pausas, depois
decida qual o modo ideal de comunicar determinado ponto.
• Pratique na frente do espelho para se observar.
• Pratique na frente de amigos e peça para que corrijam você quanto à postura, gestos,
fisionomia, tiques, vícios de linguagem e intensidade da voz. Seja receptivo às críticas
ou sugestões.
• Tente reproduzir as condições da apresentação para tornar mais real o ensaio.
• Cada vez que você ensaia percebe que sua fala acaba sendo um pouco diferente do que
ensaiou. É assim mesmo. Na sua memória ficam os pontos principais que servem de
gatilho para você improvisar o resto.
3. Procure se conhecer. Saiba como as pessoas o vêem. Use um gravador: se familiarizará
com o volume da sua voz, pronúncia, velocidade e outros aspectos dela. Use uma filmadora para
ajudá-lo a treinar sua expressividade física e vocal. Faça gravações com textos diferentes.
Poderá se ver sorrindo, sério, com raiva. Verifique suas falhas de comunicação, mas se esforce
também para identificar os aspectos positivos. Gere a autoconfiança que precisa. O
autoconhecimento permite que a pessoa saiba quem é, como os outros a vêem e ouvem. Em
geral a imagem que fazemos da nossa pessoa é pior do que aquela que os outros de fato
observam. Com o autoconhecimento desenvolvido você não terá dúvidas sobre sua capacidade.
4. Faça contato com os ouvintes antes de falar. Funciona como quebra-gelo. Você ficará
mais à vontade por não ter de lidar com ouvintes totalmente estranhos. Cumprimente os
ouvintes na entrada do auditório. Converse. Sorria!
5. Use todas as possibilidades para falar em público. Nas reuniões de condomínio, na
empresa, igreja, clube, sala de aula. Poderá praticar mais e ganhar autoconfiança. Quanto mais
apresentações fizer, melhor se sairá nas próximas.
6. Não elimine totalmente o medo, controle-o. O que precisa ser combatido é o medo
excessivo e descontrolado. Oradores experientes são eficientes porque controlam o medo.
Sempre haverá algo desconhecido que nos deixa com receio. Isto é positivo porque nos mantêm
atentos. Uma pessoa totalmente segura, despreocupada, correrá o risco de se tornar negligente
ou arrogante. Trabalhe para controlar o medo, não para eliminá-lo.


7. Canalize a energia do nervosismo para o entusiasmo. Nervosismo controlado ajuda o
orador a produzir mais diante do público. Aproveite a energia nervosa e canalize-a para a fala,
colocando emoção nas palavras e dar vida ao discurso. Adrenalina e emoção são duas coisas
intimamente ligadas. Faça-as trabalharem em sintonia, não uma contra outra. O entusiasmo
pode ser transmitido pela voz, gestos e o sorriso. O entusiasmo ajuda a conquistar o público.
8. Imagine sempre seu sucesso. É comum produzirmos acontecimentos futuros negativos:
"Vou dar vexame", "ficarei nervoso". Tais pensamentos limitam o potencial de comunicação e a
profecia muitas vezes se realiza. De tanto você pensar que vai dar errado, acaba acontecendo.
Substitua cenas desastrosas por vencedoras: aplausos, elogios da audiência. Mantenha atitude
positiva. Lembre o tempo que você gastou preparando-se. Lembre que mesmo preparado todos
ficam nervosos. Simplesmente mantenha o controle da situação, "desligue" um pouco os nervos
e visualize fazendo uma apresentação de sucesso: pessoas animadas, interessadas, tomando

MAPEAMENTO DA SINALÉTICA (AUTOSSINALETICOLOGIA)


MAPEAMENTO DA SINALÉT ICA
(AUTOSSINALET ICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O mapeamento da sinalética é o procedimento paratécnico de identificação,
registro e decodificação da sinalética energética e parapsíquica pessoal, a fim de criar código de
autoparassegurança e comunicação a serviço da interassistência multidimensional.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo mapa vem do idioma Italiano, mappa, “mapa”, e este do idioma
Latim, mappa, “toalhinha; guardanapo; representação gráfica de algum terreno”. Apareceu no Século
XVI. O vocábulo sinalética deriva do idioma Francês, signalétique, “que contém a sinalização,
a descrição de alguém ou de alguma coisa; que assinala por qualquer elemento característico”,
e este de signaler, “assinalar”. A palavra sinal surgiu no Século XII.
Sinonimologia: 1. Cartografia parapsíquica pessoal. 2 Topologia dos sinais parapsíquicos.
3. Mapeamento sinalético. 4. Registro da sinalética. 5. Rastreamento da sinalética parapsíquica.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 15 cognatos derivados do vocábulo mapa: holomapeamento;
mapeabilidade; mapeação; mapeada; mapeado; mapeador; mapeadora; mapeamento;
mapeante; mapear; mapeável; mapiador; mapiadora; maximapeamento; minimapeamento.
Neologia. As 3 expressões compostas mapeamento da sinalética, minimapeamento da
sinalética e maximapeamento da sinalética são neologismos técnicos da Autossinaleticologia.
Antonimologia: 1. Mapeamento dos parafenômenos. 2. Mapeamento dos chacras.
3. Mapeamento das sensações orgânicas simples.
Estrangeirismologia: o locus minoris resistentiae autoidentificado; o estado de on air
interassistencial full time.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à autoparaperceptibilidade.
Megapensenologia. Eis 2 megapensenes trivocabulares sintetizando o tema: – Sinalética:
despertador parapsíquico. Sinalética: parabússola pessoal.
Coloquiologia. Eis 3 expressões do coloquialismo relativas ao tema: – Onde há fumaça,
há fogo. Tem boi na linha. Escutou o galo cantar e não sabe onde.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da autoparaperceptibilidade; os parapensenes;
a parapensenidade; os energopensenes; a energopensenidade; os parapsicopensenes; a parapsicopensenidade;
os ortopensenes; a ortopensenidade; a assinatura pensênica.
Fatologia: o mapeamento dos 11 sentidos somáticos; o mapeamento das zonas erógenas;
a identificação das idiossincrasias; as alergias sendo sinais de alerta somático; a identificação dos
pontos de menor resistência somática; o detalhismo nas observações; a sensibilidade à flor da pele;
a exaustividade da autopesquisa; a sutileza dos sinais somáticos; os pares cranianos; o osso esfenóide;
a atualização contínua do gráfico das sinaléticas pessoais; os 361 pontos clássicos de
acupuntura a partir da Medicina Tradicional Chinesa (MTC); os nadis; os meridianos; as zonas
Head dos órgãos; as zonas de proteção do organismo; os somatótipos; o hábito sistemático da