COERÇÃO SOCIAL - (SOCIOLOGIA)


COERÇÃO   SOCIAL 
(SOCIOLOGIA)

I.  Conformática

Definologia. A coerção social é o ato, efeito ou a força exercida, sobre o indivíduo ou 
a coletividade, por parte do Estado para fazer valer o direito e cumprir a constituição de acordo
com a ação integrada dos 3 poderes constituídos, o legislativo, o executivo e o judiciário.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O termo coerção deriva do idioma Latim, coercio ou coertio, “ação de re-
primir, de refrear; repressão; castigo”, de coercere, “fechar completamente; comprimir; estreitar;
deter; suspender; constranger; obrigar”. Apareceu no Século XIX. O vocábulo  social  procede
também do idioma Latim, socialis, “relativo aos aliados; de aliado; feito para sociedade; social;
sociável; nupcial; conjugal”. Surgiu no Século XVI. 
Sinonimologia: 01.  Coerção sociológica; coibição social. 02.  Censura do Estado; coa-
ção social. 03.  Proibições generalizadas. 04.  Prepotência governamental. 05.  Repressão gover-

namental; tortura política. 06.  Imposição de crença; lavagem subcerebral; menticídio. 07.  Mani-
pulação de consciências; sujeição de consciências. 08.  Autoritarismo; totalitarismo. 09.  Ditadu-
ra; fascismo; nazismo. 10.  Poder imperial; poder monárquico; poder religioso; poder tirânico.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 15 cognatos derivados do vocábulo  coerção:
anticoerção; autocoerção; coercibilidade; coercímetro; coercitiva; coercitividade; coercitivo;

coerciva; coercível; coercividade; coercivo; heterocoerção; incoerção; incoercibilidade; incoer-
cível.  
Neologia. As duas expressões compostas coerção social natural e coerção social exces-
siva são neologismos técnicos da Sociologia. 
Antonimologia: 01.  Democracia. 02.  Voluntariado. 03.  ONG do Bem. 04.  Catarse
cosmoética. 05.  Liberologia. 06.  Universalismo. 07.  Holofilosofia. 08.  Paradireitologia. 09.  Pa-
radiplomacia. 10.  Niilismo. 
Estrangeirismologia: a brainwashing; a brainwashington; o mental stripping.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à convivialidade cosmoética.

II.  Fatuística

Pensenologia: o holopensene pessoal da convivialidade; os evoluciopensenes; a evolu-
ciopensenidade; os ortopensenes; a ortopensenidade; os patopensenes; a patopensenidade; os no-
sopensenes; a nosopensenidade; os inculcopensenes; a inculcopensenidade; os pensenes autocrá-
ticos.


Fatologia: a coerção social; a coerção antievolutiva; os fatos sociais; os fenômenos so-
ciais; as ascendências sobre a conscin vulgar; os fenômenos somáticos; os fenômenos mentaisso-
máticos; a Ciência Social; as regras da convivialidade social; as instituições constituídas; a ordem
social; as regras sociais; a força de coerção externa; o ato violento de repressão; a ação pública
capaz de coibir a livre-expressão dos cidadãos e cidadãs; a violação das regras sociais; a suprema-
cia material e moral exercida pela Socin, ainda patológica, sobre os cidadãos e cidadãs; as práti-
cas sociais atuando sobre a pessoa de modo centrípeto; a primeira coerção adaptativa da conscin 
à vida intrafísica; o restringimento intrafísico; o corpo-fole; a desmemoriação genética; a família
nuclear; as heranças genéticas; a força animal da etnia; a imposição de hábitos, rotinas, práticas 
e crenças; a Mesologia; a educação formal; os corporativismos; as demagogias; os lobismos; 
o povo; a população; o regime político; a estratificação social das castas  indianas; a infibulação
muçulmana; a circuncisão judaica; as coleiras sociais do ego; as obrigações morais das autorida-
des constituídas; a força imperativa e coercitiva do grupo; a consciência do grupo sobre a cons-
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ciência dos membros; as incorrupções raras;  a heterassedialidade obscurantista; as corrupções
passivas e ativas generalizadas; a politicaria; o liberticídio; a escravidão humana; a coerção social
natural capaz de evitar a anarquia; a sanção emanada da autoridade; a coerção social repressiva;
os constrangimentos políticos; as ameaças políticas; as perseguições políticas; os excessos; 
a coerção física; a coação moral; o Estado dirigido à força; os atos discricionários; a censura ofi-
cial; os exílios; a tortura política; as confissões fraudulentas; os atos de linchamento; os massa-
cres; as guerras; os genocídios; os movimentos de opinião; a cooperação como sendo a essência
da vida social; a interdependência entre as consciências; os clamores públicos; a busca da paz ge-
neralizada ideal; o caminho para o Estado Mundial.

Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a sinalética ener-
gética e parapsíquica pessoal; as comunexes anticosmoéticas; a Baratrosfera; a Parassociologia.

III.  Detalhismo

Principiologia:  o  princípio da inseparabilidade grupocármica;  o  princípio da liber-
dade.
Codigologia: o código grupal de Cosmoética (CGC).
Teoriologia: a teoria do Estado Mundial.
Tecnologia: as técnicas da reciclagem existencial; a técnica do omniquestionamento.
Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da diferenciação pensênica; o labo-
ratório conscienciológico da grupalidade.
Colegiologia: o Colégio Invisível dos Politicólogos.
Efeitologia: o efeito halo do exemplo da multidão.
Ciclologia: o ciclo Cosmoética-democracia-Universalismo.
Binomiologia: o binômio admiração-discordância.
Interaciologia: a interação liberdade-criatividade.
Trinomiologia:  o  trinômio dependência-independência-interdependência;  o trinômio
interprisão-amarração-coerção.
Antagonismologia:  o  antagonismo lei / coerção;  o  antagonismo liberdade / coerção; 
o antagonismo licitude / ilicitude; o antagonismo espontaneidade / coerção.
Politicologia: a democracia; a lucidocracia; a cosmocracia; a corruptocracia; a assedio-
cracia; a cerberocracia; a asnocracia; a autocracia.
Legislogia: a lei da evolução universal; as leis dos direitos interconscienciais.
Filiologia: a criticofilia; a liberofilia.
Sindromologia: a síndrome da mediocrização.
Holotecologia: a politicoteca; a sociologicoteca; a comunicoteca.
Interdisciplinologia:  a Sociologia; a Antropologia; a Politicologia; a Conviviologia; 
a Grupocarmologia; a Teologia; a Subcerebrologia; a Evoluciologia; a Autopriorologia; a Paradi-
reitologia; a Descrenciologia.

IV.  Perfilologia

Elencologia:  a consciênçula; a consréu ressomada;  a conscin baratrosférica; a conscin
eletronótica; a isca humana inconsciente; a isca humana lúcida; a consciência política.

Masculinologia: o cidadão; o pré-serenão vulgar; o líder político; o homem político.

Femininologia: a cidadã; a pré-serenona vulgar; a líder política; a mulher política.

Hominologia: o Homo sapiens socialis; o Homo sapiens convivens; o Homo sapiens de-
mocraticus;  o  Homo sapiens interpraesidiarius;  o  Homo sapiens abusor;  o  Homo sapiens
consreu; o Homo sapiens conflictuosus; o Homo sapiens bellicosus. 
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V.  Argumentologia

Exemplologia: coerção social natural = a força exercida pelo Estado, de maneira leve,
homeostática, sustentando a convivialidade fraterna entre os membros da coletividade; coerção
social excessiva = a força exercida pelo Estado, de modo pesado, patológico, gerando a interpri-
são grupocármica.

Culturologia: a cultura da impunidade; os  idiotismos culturais; a cultura da coerção; 
o multiculturalismo; a Multiculturologia.

VI.  Acabativa

Remissiologia. Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabé-
tica, 10 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas cen-
trais, evidenciando relação estreita com a coerção social, indicados para a expansão das aborda-
gens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados:
01.  Animal  humano:  Intrafisicologia;  Nosográfico.
02.  Antidireito:  Parapatologia;  Nosográfico.
03.  Antidogmática:  Comunicologia;  Homeostático.
04.  Artimanha:  Cosmoeticologia;  Nosográfico.
05.  Cosmovisiologia:  Cosmoconscienciologia;  Homeostático.
06.  Doutrinação:  Parapatologia;  Nosográfico.
07.  Força  do  atraso:  Parapatologia;  Nosográfico.
08.  Heterassédio:  Parapatologia;  Nosográfico.
09.  Poder  ideológico:  Autocogniciologia;  Neutro.
10.  Senso  universalista:  Cosmoeticologia;  Homeostático.

O  NÍVEL  DA  COERÇÃO  SOCIAL  HÁ  DE  SER  ESCOLHIDO,
PRIORITARIAMENTE,  POR  PARTE  DA  CONSCIN  LÚCIDA, 
AO  DEFINIR  O  PRÓPRIO  DOMICÍLIO  A  FIM  DE  EXE- 
CUTAR  SATISFATORIAMENTE  A  AUTOPROÉXIS.

Questionologia. Você, leitor ou leitora, vive sob regime político com coerção social
natural ou excessiva? Pretende concluir as próprias tarefas terrestres nesse domicílio? 

Bibliografia  Específica:

1.  Durkheim, Émile; As Regras do Método Sociológico (Les Règles de la Méthode Sociologique); revisores
Eduardo Brandão; Luzia Aparecida dos Santos; & Maria Cecília Vannuchi; trad. Paulo Neves; XXXIII + 168 p.; 6 caps.; 
9 enus.; índice de notas; 18,5 x 12,5 cm.; br.; 2a
 Ed.; Martins Fontes; São Paulo, SP; 1999; páginas 1 a 13.