PÉLAGO - Aprenda palavras

PÉLAGO
Em 1868, um estudante de 22 anos de idade declamou, na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, um poema que continha os seguintes versos: “Homens do mar! ó rudes marinheiros, /Tostados pelo sol dos quatro mundos!/Crianças que a procela acalentara/No berço destes pélagos profundos!”. O estudante em questão era o poeta Castro Alves e o trecho acima pertence ao poema O navio negreiro, um dos mais célebres da literatura brasileira. O baiano de ideias abolicionistas morreu de tuberculose aos 24 anos, antes mesmo de se formar advogado na Faculdade de Direito de São Paulo. Seus versos cheios de sentimento e politicamente inflamados, no entanto, são citados e estudados até hoje. Pélago, no trecho, é sinônimo de alto-mar, local onde trafegam os navios, metaforicamente os “berços” dos marinheiros. As “mãos” que embalam esses “berços ”seriam as procelas (tempestades marítimas, tormentas). O termo pélago também é figurativamente usado para designar imensidão, profundidade.

(pe.la.go)
sm.
1. Mar profundo; PEGO
2. Alto-mar.
3. Fig. Imensidade, profundidade, abismo: um pélago de tristezas.
[F.: Do lat. pelagus, i, do gr. pélagos.]

Sistema de arquivos


Sistema de arquivos

Um sistema de arquivos é um conjunto de estruturas lógicas e de rotinas, que permitem ao sistema operacional controlar o acesso ao disco rígido. Diferentes sistemas operacionais usam diferentes sistemas de arquivos. O Windows 98 por exemplo suporta apenas os sistemas FAT 16 e FAT 32, o Windows 2000 suporta também o NTFS, que é seu sistema de arquivos nativo. O Linux utiliza o EXT2 como sistema nativo, mas também suporta outros sistemas.
Assim como os sistemas operacionais, os sistemas de arquivos estão em constante evolução. O NTFS do Windows 2000 traz recursos que não existem no NTFS do Windows NT 4, enquanto o EXT2 do Linux em breve dará lugar ao EXT3, que traz vários recursos novos além de ter um melhor desempenho.

Significado das Siglas


Significado das Siglas
:. ADSL Assimetric Digital Subscriber Line, tecnologia de acesso rápido que usa as linhas telefônicas oferecida em várias cidades. As velocidades variam em geral de 256 k a 2 mbps, dependendo do plano escolhido. A principal virtude é não usar o sistema telefônico comutado, dispensando o assinante de pagar pulsos, apenas a tarifa mensal.
:. AGP Acelerated Graphics Port. Barramento de dados extremamente rápido usado pela placa de vídeo. Aparece como um slot marrom na placa mãe.
:. APM Advanced Power Management. Sistema avançado de gerenciamento de energia que permite diminuir o consumo elétrico do computador. Útil sobretudo em micros portáteis.
:. AT Advanced Tecnology, como era chamado o 286 lançado pela IBM em 84 (na época fazia sentido :-) Hoje é mais usado para se referir a gabinetes que não ainda não usam fonte ATX.
:. ATX O padrão de design para as placas e gabinetes modernos, prevê medidas definidas para as placas mães, gabinetes e modificações na fonte de alimentação.
:. ASP Active Server Pages, linguagem de programação para a Internet.
:. BBS Bulletin Board Service. Os primeiros serviços online, bem antes da Internet. A conexão era feita via modem, na época ainda modelos de 1200 ou 2400 bips.
:. BIOS Basic Input / Output System. A primeira camada de software do sistema, responsável por "dar a partida" no micro.
:. CD Compact Disk.
:. CISC Complex Instruction Set Computer. Computadores que executam diretamente um conjunto complexo de instruções, como o 486. Os processadores atuais incorporam um núcleo RISC (Reduced Instruction Set Computer), sendo chamados de híbridos.
:. CMOS Complementary Metal Oxide Semiconductor. Um pequeno pedaço de memória volátil, alimentado por uma bateria, usado para gravar as configurações do Setup.

Configuração de CMOS Setup


Configuração de CMOS Setup
Bios
 
Bios significa "Basic Input Output system".
O Bios é a primeira camada de software do sistema, um pequeno programa encarregado de reconhecer o hardware, realizar o boot, e prover informações básicas para o funcionamento do sistema. O Bios é personalizado para cada modelo de placa mãe, não funcionando em nenhum outro.
 

Setup
O Setup é um programa que nos permite configurar várias opções acerca do Hardware instalado, opções relacionadas desempenho do sistema, senhas etc. As configurações do Setup são cruciais para o funcionamento e bom desempenho do sistema, uma configuração errada do Setup pode tornar o sistema até 70% mais lento, ou seja, o seu computador pode virar uma carroça sem cavalos simplesmente devido à uma configuração errada do Setup do micro. O objetivo deste tutorial é justamente ensinar como configurar o Setup para um melhor desempenho.
 

CMOS
CMOS significa Complementary Metal Oxide Semicondutor".
Nos primeiros PC s, tais como os antigos XT s e alguns 286 s, todos os dados referentes à configuração dos endereços de IRQ e DMA, quantidade e velocidade das memórias, HD s instalados etc., eram configurados através de jumpers na placa mãe. Não é preciso dizer que a configuração de tais jumpers era um trabalho extremamente complicado. Para facilitar isso, foi criado o Setup, que permite configurar facilmente o sistema.
A função do CMOS é armazenar os dados do Setup pra que não se estes não sejam perdidos. O CMOS é uma pequena quantidade de memória Ram cerca de 128 bytes, geralmente embutida no

No setup há uma opção que é "enable or disable the S.M.A.R.T. function of HDDs". O que significa?


No setup há uma opção que é "enable or disable the S.M.A.R.T. function of HDDs". O que significa?
S.M.A.R.T. é abreviação de Self-Monitoring, Analysis and Reporting Tecnology, uma tecnologia que permite que o disco rígido dê informações de auto-teste ao micro. Para usar essa opção, o disco rígido deverá usar a tecnologia S.M.A.R.T. Entre outras coisas, o disco rígido informa ao sistema operacional que uma possível falha acontecerá, prevenindo um erro do disco rígido, ou ao menos dando tempo de fazer backup dos dados e trocar o disco.
Standard CMOS Setup
Esta parte do Setup abriga informações básicas sobre o sistema, como data, hora e discos instalados, é praticamente igual em todos os modelos de BIOS.
Date / Time: Permite alterar a data e hora do relógio do CMOS, estes dados são usados por vários programas como bancos de dados e pelo relógio do Windows.
Hard Disks: Mostra os discos rígidos que estão instalados no computador. Através dessa opção é possivel inserir manualmente o número de trilhas, setores, cabeças, etc. dos discos, porém é preferível usar a opção de IDE HDD Auto-Detection (está na tela principal do Setup) para detectar automaticamente os discos instalados. Aqui está também a opção de ativar ou não o modo de disco LBA; caso o seu disco seja maior do que 528 MB, esta opção deverá ficar ativada.
Drive A: Tipo de drive de disco flexível instalado como Drive A, o mais comum é possuirmos drives de 1,44 MB e 3,5 polegadas, caso possua um drive mais antigo ou um de 2,8 MB, basta selecionar a opção correspondente.
Drive B: Tipo de drive de disco flexível instalado como drive B, caso não exista nenhum a opção correta é "none".
Video: Tipo de placa de vídeo instalada no computador. Caso possua uma palca SVGA a opção correta é "EGA/VGA".
Halt On: Procedimento que o BIOS deverá tomar caso sejam detectados erros de hardware durante o teste do sistema (POST).
All Errors: A inicialização será interrompida caso exista qualquer erro grave na máquina, como erro de teclado, nos drives de disquete, ou conflitos entre dispositivos.
No Errors: O micro tentará inicializar mesmo que algum erro que possa existir.
All, But Keyboard: A inicialização será interrompida por qualquer erro, com exceção de erros de teclado.
All, But Diskette: Qualquer erro com exceção de erros nos drivers de disquete.
All, but disk/Key: Exceção para erros no teclado e nas unidades de disquete.
BIOS Features Setup
Configurações sobre o desempenho do sistema e opções do Post: (Enabled = ativado, Disabled = destivado).

RAID - O que é?


RAID


Os usuários mais atentos devem ter reparado que de um tempo para cá surgiram no mercado vários modelos de placas-mãe com um recurso adicional chamado RAID, que significa Redundant Array of Independent Disks, ou conjunto reduntante de discos independentes. Mas o que na prática significa isso e como esse recurso pode ser útil para usuários comuns?
O sistema RAID consiste em um conjunto de dois ou mais discos rígidos com dois objetivos básicos: tornar o sistema de disco mais rápido (isto é, acelerar o carregamento de dados do disco), através de uma técnica chamada divisão de dados (data stripping ou RAID 0) e/ou tornar o sistema de disco mais seguro, através de uma técnica chamada espelhamento (mirroring ou RAID 1). Essas duas técnicas podem ser usadas isoladamente ou em conjunto.
Vamos falar primeiro na divisão de dados. Imagine um micro equipado com dois discos rígidos iguais. Em um micro comum, sem RAID, um disco é acessado independentemente do outro. Na técnica de divisão de dados, os dois discos rígidos farão parte de um mesmo conjunto, fazendo com que o micro "pense" que os dois discos rígidos fazem parte de um só disco maior. Se os dois discos são de 20 GB, então o micro "pensará" que existe um disco rígido único de 40 GB instalado no micro. Na hora de gravar um arquivo no disco, o sistema RAID irá dividir esse arquivo entre os dois discos rígidos, gravando metade do arquivo em um disco e a outra metade do arquivo no outro disco. Tudo isso é feito sem que o usuário perceba.
Mas qual é a vantagem disso? Vamos supor que você esteja gravando um arquivo de 200 KB. No sistema de disco tradicional, esse arquivo terá de ser gravado por inteiro em um só disco, usando o único canal de comunicação existente. No caso da divisão de dados, esse arquivo será dividido em dois arquivos de 100 KB, sendo que cada um será gravado em um dos discos existentes ao mesmo tempo. Ora, como um arquivo de 100 KB demora a metade do tempo para ser gravado em um disco que um arquivo de 200 KB, a velocidade de acesso ao disco rígido dobrou!

Processadores


Processadores

O microprocessador é o principal componente de um computador. Um
computador equipado com um processador Pentium, será chamado de
"Pentium" e um outro com um processador 486 será chamado de "486".
Porém, é importante entender que o desempenho de um computador não é
determinado apenas pelo processador, e sim pelo trabalho conjunto de
todos os componentes: placa mãe, memória RAM, HD, Placa de Vídeo,
etc. Caso apenas um desses componentes ofereça uma performance muito
baixa, o desempenho do computador ficará seriamente prejudicado. Não
adianta colocar um motor de Ferrari num "carocha". Um mero Pentium MMX
com bastante memória RAM, um HD Rápido e uma boa placa de vídeo pode
facilmente bater em performance um Pentium II com um conjunto fraco.

Vamos agora falar sobre as características dos microprocessadores
utilizados nos computadores PC s, tanto os produzidos pela Intel como
por outros fabricantes como a Cyrix e a AMD.

Processadores Risc x Processadores Cisc


Sempre houve uma grande polémica em torno de qual dessas plataformas
é melhor. Talvez ache inútil estarmos a falar sobre isso, mas é
interessante compreender a diferença entre estas duas plataformas,
para entender vários aspectos dos processadores modernos.
Um processador Cisc (Complex instruction set computer), é capaz de
executar várias centenas de instruções complexas, sendo extremamente
versátil. Exemplos de processadores CISC, são o 386 e o 486.
No começo da década de 80, a tendência era construir chips com
conjuntos de instruções cada vez mais complexos. Mas alguns
fabricantes resolveram seguir o caminho oposto, criando o padrão
Risc (Reduced instruction set computer). Ao contrário dos complexos
Cisc, os processadores Risc são capazes de executar apenas algumas
poucas instruções simples. Justamente por isso, os chips baseados
nesta arquitetura são mais simples e muito mais baratos. Outra
vantagem dos processadores Risc, é que por terem um menor número de
circuitos internos, podem trabalhar com clocks mais altos.
Pode parecer estranho que um chip que é capaz de executar algumas
poucas instruções, possa ser considerado, por muitos, mais rápido do
que outro que executa centenas delas. Seria como comparar um
professor de matemática com alguém que sabe apenas as quatro
operações. O que acontece, é que um processador Risc é capaz de
executar tais instruções muito mais rapidamente. Assim, em conjunto
com um software adequado, estes processadores são capazes de
desempenhar todas as funções de um processador Cisc, compensando
as suas limitações com uma velocidade maior de operação.

Placas-Mãe BTX




Há seis meses atrás a Intel anunciou o lançamento de um novo formato de placas-mãe, chamado BTX (Balanced Technology Extended). Este novo formato deverá substituir o atual padrão ATX nos próximos anos.

A grande pergunta é: por que um novo formato de placas-mãe?

O novo formato foi lançado por dois motivos básicos: primeiro, melhorar a dissipação térmica do computador (isto é, sua ventilação interna). Com processadores com clocks cada vez mais elevados e com os outros componentes do computador, tais como placas de vídeo, memórias e discos rígido, gerando cada vez mais calor, é natural pensar em uma melhor forma de refrigerar o interior do PC. O segundo motivo é tentar padronizar formatos de placas-mãe de tamanho reduzido, usados sobretudo em PCs de tamanho reduzido, como o XPC da Shuttle. Hoje em dia os fabricantes de placas-mãe que produzem PCs de tamanho reduzido têm duas opções: ou usa o formato ITX criado pela VIA ou então usa um padrão proprietário.

O formato BTX possui três tamanhos básicos: picoBTX (20,32 cm x 26,67 cm), microBTX (26,41 cm x 26,67 cm) e BTX (32,51 cm x 26,67 cm). O padrão da ITX da VIA, que mede 21,5 cm x 19,1 cm, continua menor que o picoBTX da Intel. Já os outros dois tamanhos medem quase a mesma coisa do que o microATX e o ATX, respectivamente.

A principal diferença entre placas-mãe ATX e BTX está na posição dos slots. As placas-mãe BTX são como se fossem placas ATX vistas em um espelho. Onde hoje está os conectores das portas serial, paralela, teclado, mouse, USB, etc estão soldados, nas placas BTX estão localizados os slots de expansão. E onde hoje estão localizados os slots de expansão, nas placas-mãe BTX estão soldados os conectores da placa (teclado, mouse, serial, paralela, USB, etc).

Pentium 4 - 64 bits


A Intel lançou semana passada sua nova série de microprocessadores, os Pentium 4 6xx, com um cache L2 com capacidade de 2 mb e incorporando as tecnologias HT, EIST e EDB e EM64T. Que tal destrinchar essa sopa de letras?
Primeiro, o nome da série, “6xx”. Desde o ano passado, a Intel deixou de incluir a freqüência de operação no nome de suas CPU e adotou os “números de processadores”. Para criar esses números, a Intel leva em conta a arquitetura interna da CPU, o tamanho do cache e as freqüências de operação da CPU e de seu barramento frontal (FSB, que comunica a CPU com memória principal), além de outras tecnologias (veja uma explicação detalhada em http://www.intel.com/products/processor_number/.

:. PCI Express - O que é?



O PCI Express é o sucessor do barramento PCI, uma alternativa mais rápida que os velhos slots de 32 bits e mais barata que os slots de 64 bits. Até pouco tempo este padrão era conhecido como 3GIO (3rd generation I/O), o nome PCI Express foi adotado quando o desenvolvimento das especificações foi concluído.
O PCI Express utiliza um barramento de 8 bits (4 bits em cada direção) que opera a freqüências extremamente altas, 2.5 GHz no padrão original. Isto permite uma taxa de transmissão teórica de 2.5 gigabits (ou pouco mais de 300 MB/s) em cada sentido ou 5 gigabits no total, muito mais que os 133 MB/s do velho PCI de 32 bits.
Existe ainda a possibilidade de adicionar mais vias de dados, multiplicando a velocidade de transmissão por 4x (32 bits), 8x (64 bits) ou 16x (128 bits) onde é possível atingir a espantosa taxa de transmissão de 40 gigabits de dados em cada sentido.
O padrão de 16x está sendo desenvolvido para ser o sucessor do barramento AGP. Um slot AGP de 8x atinge apenas 2 GB/s de taxa de transmissão de dados, enquanto o PCI Express 16x atinge 5 GB/s.
Outro ponto interessante é que por utilizar apenas 8 bits de dados, o padrão 1x utiliza um slot muito pequeno, com cerca de ¼ do tamanho de um slot PCI tradicional. Com isto, o padrão prevê que estes slots sejam "encaixados" no espaço vago na borda da placa mãe, como uma sequência do slot PCI. Com isto, abrem-se as portas para uma transição gradual, como no caso do ISA para o PCI, onde durante vários anos as placas vinham com os dois tipos de slots e você podia misturar placas nos dois padrões.

Micro não liga?




Se o micro não liga, faça o seguinte:
1. Retire todos os periféricos "extras" do micro, deixando o mesmo somente com a fonte de alimentação, placa-mãe, processador, memória e placa de vídeo. Se depois que você fizer isto o micro passar a ligar, vá reinstalando os componentes "extras" um-a-um, até descobrir o periférico defeituoso, que está fazendo com que o micro não ligue. Não se esqueça que todo o procedimento de instalação e retirada de periféricos deve ser feito com o micro desligado.
2. Se o micro continuar a não ligar, isto significa que um (ou mais) dos componentes que sobraram (fonte, placa-mãe, memórias, placa de vídeo e processador) está com defeito. Teste por substituição até; encontrar o(s) componente(s) defeituoso(s). Logicamente você precisará de um outro micro funcionando para fazer este teste.
3. Um problema muito comum é o botão do reset ficar travado (preso) e, com isso, o micro não liga. Por isso recomendamos que, no passo 1, você remova todos os fios do gabinete bem como flat-cables (se você inverter o flat-cable do disco rígido ou do CD-ROM o micro não ligará).

Limpando o Computador


Limpando o Computador


Seu micro está sujo? Você trabalha com manutenção e recebe micros imundos para consertar? Em nossa coluna de hoje explicaremos em detalhes como a limpeza de computadores deve ser feita. Todos os procedimentos descritos devem ser feitos com o micro desligado.
Vamos começar pelas duas peças mais usadas: o teclado e o mouse. Se o seu teclado não estiver muito sujo, você pode simplesmente passar um pincel grosso ou uma escova de dentes entre as teclas para limpá-lo. Mas se o seu teclado estiver com aspecto de encardido, então uma limpeza mais pesada é necessária. Você deverá remover as teclas do teclado e limpá-las uma-a-uma usando um pano embebido em detergente do tipo "multi uso". Antes de retirar as teclas do teclado, você deverá desenhar um mapa contendo a posição das teclas, para que você não perca tempo tentando adivinhar o local de cada tecla depois. A remoção das teclas pode ser feita usando uma chave de fendas pequena, empurrando a tecla para cima. A base do teclado, agora sem as teclas, deverá ser limpa com um pincel grosso ou uma escova de dentes. Você verá como a base do teclado acumula poeira, cabelo e pedacinhos de papel.
Para limpar o mouse, abra o seu compartimento inferior rodando a sua tampa no sentido anti-horário e, em seguida, remova a bolinha do mouse. Essa bola deve ser limpa com o auxílio de um pano embebido em detergente do tipo "multi uso". Já no interior do mouse você deve limpar os roletes existentes. Você verá uma quantidade enorme de sujeira grudada nesses roletes. Use uma chave de fendas pequena ou mesmo a tampa de uma caneta esferográfica para remover totalmente esta sujeira. Muita dessa sujeira cairá dentro do mouse, por isso antes de colocar a bola de volta e tampar o mouse, você deverá sacudi-lo para que toda a sujeira que caiu dentro do mouse saia.
O gabinete do seu computador deve ser limpo com um pano embebido com detergente do tipo "multi uso" ou então com pasta de limpeza branca. Pela nossa experiência, aquela pasta de limpeza que camelôs vendem na rua e chegam a limpar pedras portuguesas da rua ou o mármore presente na entrada de edifícios para demonstrar a eficiência do produto é a melhor, por incrível que pareça.
Chegamos agora à parte mais trabalhosa: limpar o interior do micro. Antes de abrir o computador, remova o cabo de força da tomada. O grosso da poeira existente você pode limpar usando um pincel grosso ou uma escova de dentes. Se o interior do micro estiver muito sujo, remova todas as placas e cabos para poder fazer a limpeza com mais eficiência. Não se esqueça de observar bem a posição dos cabos para que você consiga depois montar o micro de volta.
Os contatos de borda (conectores dourados) das placas e módulos de memória você deve limpar com uma borracha branca, "apagando" a sujeira. Isso deve ser feito longe do micro, para que os resíduos da borracha não caiam dentro do gabinete.
Já os slots e conectores da placa-mãe ­­– incluindo o soquete do processador ­– você deve limpar usando uma escova de dentes embebida em álcool isopropílico. Não use álcool comum, pois ele tem uma alta concentração de água que pode acabar por oxidar os componentes do micro. O ideal para este procedimento é que você retire a placa-mãe de dentro do micro. Se a placa-mãe estiver realmente imunda, você pode inclusive dar um banho nela usando álcool isopropílico.
Por fim, limpe as ventoinhas existentes – processador, placa de vídeo e fonte de alimentação – com um pincel ou escova de dentes. Se as ventoinhas estiverem com muita poeira, você terá de desmontá-las para limpá-las corretamente.