Nenhures - Aprenda novas palavras

(ne.nhu.res)
adv.
1. P.us. Em parte nenhuma; em nenhum lugar [ antôn.: Antôn.: algures. ]
[F.: Originário da infl. de alhures sobre nenhum.]

Assaz - Aprenda novas palavras

Assaz é um advérbio de intensidade que significa 'muito, demais'. É uma ótima opção para evitar a repetição destas palavras.

(as.saz)
adv.
1. Muito, demais: Ficou assaz interessado no projeto
2. Bastante, suficientemente: Ela é assaz sincera para dizer o que sente
pr.indef.
3. P.us. Muito, demais: O casal age com assaz complacência em relação aos filhos
4. Bastante, suficiente: O magistrado decidiu-se com assaz prudência
[F.: Do lat. *ad satis (< lat. satis), pelo provç. assatz.]

Conúbio - Aprenda novas palavras

Conúbio é uma união conjugal, isto é, o casamento. No sentido figurado, é uma união (com sentido de ligação, vínculo), como é o caso do contexto anterior.
>> Definição do iDicionário Aulete:
(co. .bi:o)
sm.
1. União conjugal entre duas pessoas ou a cerimônia de realização e celebração dessa união; CASAMENTO; MATRIMÔNIO
2. Fig. União, ligação, associação estreita; qualquer vínculo ou conexão, esp. aqueles em que há grande familiaridade ou intimidade.: conúbio sexual entre um homem e uma mulher: conúbio da razão com a paixão
[F.: Do lat. connubium, ii.]

Um homem Inteligente Falando das Mulheres

Um homem Inteligente Falando das Mulheres

livros3
Luiz Fernando Veríssimo

O desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está a fêmea da espécie humana.
Tenho apenas um exemplar em casa,que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha 'Salvem as Mulheres!'
Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da feminilidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:

1. Habitat
Mulher não pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que as prenda e as que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse de uma mulher, o que vai prendê-la a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente.

2. Alimentação correta
Ninguém vive de vento. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo’ no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial.

3. Flores
Também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.

4. Respeite a natureza
Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia, discutir a relação? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.

5. Não tolha a sua vaidade
É da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no salão de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.

6. Cérebro feminino não é um mito

Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Então, aguente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração. Se você se cansou de colecionar bibelôs, tente se relacionar com uma mulher. Algumas vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja dessas, aprenda com elas e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com os homens, a inteligência não funciona como repelente para as mulheres.

Não faça sombra sobre ela
Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.

Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.
E meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire GAY.

Só tem mulher, quem pode!

Qual devo usar? 64 bits ou 32 bits?

Ao baixar um programa para seu Windows, quantas vezes você já reparou que existem versões distintas: 32 bits e 64 bits? A partir de então, o mínimo que você deve saber é a versão instalada  em sua máquina para não gerar conflitos no sistema. Mas ao adquirir um novo computador ou formatar o seu, como saber qual versão do Windows é mais adequada para cada caso e quais são as diferenças entre elas?

O que muda?


Basicamente, a diferença entre a versão 32 e a 64 bits do Windows é a capacidade de processamento que cada uma delas suporta. Enquanto a 64 utiliza o desempenho máximo dos processadores de 64 bits, a versão 32 dos sistemas operacionais extrai uma capacidade equivalente de processadores 32 ou 64 bits, desde que possuam o mesmo clock.

Antes de gerar mais dúvidas, é preciso entender a diferença entre os processadores de 32 e 64 bits. Atualmente, a maioria dos processadores possui uma arquitetura para operar em 64 bits, logicamente, superior aos de 32 bits. Porém, de nada adianta possuir um processador com arquitetura para 64 bits se o sistema operacional (Windows) suporta apenas 32 bits de processamento.

A versão 64 bits é melhor para todos os casos?

Não! Na verdade, ela é melhor apenas para os computadores que atendam aos seus requisitos da máquina e às aplicações do usuário. Embora limite sua capacidade, a versão 32 bits do Windows suporta um processador 64, mas a versão 64 não funciona com um processador de 32 bits.

Qual versão eu devo Usar?Os bits de um processador não se referem à sua velocidade, mas sim à quantidade de informação que ele leva em cada viagem, logo, é necessária mais memória RAM para potencializar essa capacidade. Utilizar um Windows 64 com pouca memória RAM implica em uma menor eficiência da máquina, no entanto, esta versão é capaz de reconhecer mais memória RAM do que a versão 32 bits.

A velocidade do processamento dos dados é determinada pelo clock do processador, e não pela sua arquitetura. Em suma, ao utilizar programas leves ou que não sejam desenvolvidos para o novo padrão de processamento, geralmente os mais antigos, a diferença de velocidade é nula ou muito pequena.

O Windows 64 bits é capaz de rodar programas desenvolvidos para 32 bits, assim como o Windows 32 bits também roda programas desenvolvidos para 16 bits. No entanto, o Windows 64 não é capaz de executar programas em 16 bits, mesmo em modo de compatibilidade. Ou seja, quem utiliza programas antigos pode perder a sua compatibilidade ao adquirir versão 64 bits.

Quando utilizar?
É preciso ter hardware!
Antes de ficar em dúvida sobre qual sistema operacional utilizar, o usuário precisa estar ciente da configuração da sua máquina. Além de saber a arquitetura do seu processador, ele precisa contar com uma quantidade recomendável de memória RAM, 4 GB para o Vista.

O usuário também deve se questionar quanto ao uso de seu computador, a diferença será evidente apenas em aplicativos pesados e em programas apropriados para a tecnologia 64 bits. Como os drivers da versão 64 bits são diferentes dos da 32, configurar componentes antigos no Windows 64 pode não ser possível.

Resumindo:


Para rodar aplicativos leves em uma máquina de configuração simples, recomenda-se utilizar uma versão 32 bits do Windows. Aqui se encaixam usuários de internet, processadores de texto, jogos simples e a imensa maioria dos programas comuns.
Já os computadores que trabalham com grandes aplicações gráficas ou processos trabalhosos obtêm um rendimento muito superior com as versões 64 bits, desde que possuam um hardware adequado para isso. Desenvolver grandes projetos com o AutoCAD, imagens em alta resolução com o PhotoShop ou extrair o máximo que os games de última geração têm a oferecer, são estes os diferenciais da versão 64 bits.

Adrede - Aprenda novas palavras

(a.dre.de) [ê]
adv.
1. Ant. De propósito; INTENCIONALMENTE: documento adrede perdido [ antôn.: Antôn.: involuntariamente ]
[F.: De or. contrv; do gótico at reths, ' por conselho', posv.]
De adrede
1. Intencionalmente.

Eciano - Aprenda palavras novas

(e.ci:a.no)
a.
1. Ref. ao escritor português Eça de Queirós ou à sua obra: O universo feminino eciano é fascinante.
2. Que é admirador da obra de Eça de Queirós.
sm.
3. Admirador ou conhecedor da obra de Eça de Queirós.
[F.: Do antr. Eça (de Queirós) + -iano. Sin. ger.: queirosiano.]

Enófilo - Aprenda palavras novas

(e..fi.lo)
a.
1. Diz-se de indivíduo que tem grande apreço pelo vinho ou que é um grande conhecedor de vinhos, dado o gosto em ingerir a bebida dionisíaca
sm.
2. Esse indivíduo
[F.: en(o)- + -filo1.]

Entropia - Aprenda palavras novas

(en.tro.pi:a)
sf.
1. Fís. Grandeza termodinâmica que expressa o grau de desordem, da agitação térmica de um sistema reversível, portanto uma função de estado; mede a energia do sistema que não pode se tranformar em trabalho e se dissipa, Assim, quanto mais desordenada a energia, maior a entropia e menor a quantidade de trabalho obtida [Símb.: S]
2. Comun. Na teoria da informação, a entropia expressa o grau de desordem ou de imprevisibilidade da informação; quanto menos informação no sistema, maior a entropia
3. Biol. Medida da desordem de um sistema
[F.: Do gr. entropé, pelo ing. entropy.]

CAPCIOSO - Aprenda novas palavras

(cap.ci:o.so) [ô]
a.
1. Que usa de astúcia para enganar, confundir, enredar; CAVILOSO
2. Que procura levar ao erro; que tem ou é feito com intenção prévia maliciosa, para fazer com que se notem defeitos em algo, ou que se levantem objeções etc. (pergunta capciosa; reportagem capciosa); ARDILOSO; ASTUCIOSO
3. Que envolve, encanta; INSINUANTE
[Pl.: [ó].]
[F.: Do lat. captiosu(m).]

PROLIXO - Aprenda palavras novas

(pro.li.xo) [cs]
a.
1. Que usa mais palavras e frases do que o necessário (estilo prolixo; pessoa prolixa)
2. Muito longo (discurso prolixo)
3. Fig. Enfadonho, fastidioso
[F.: Do lat. prolixus, a, um. Ant. nas acps. 1 e 2: conciso.]

OJERIZA - Aprenda palavras novas

OJERIZA
Recentemente, foi divulgado na mídia que um menino inglês, de apenas três anos, por ter sofrido de refluxos gástricos quando bebê, tem ojeriza ao ato de comer. Por isso, o menino é alimentado por tubos inseridos em seu estômago.
Ojeriza é o sentimento de aversão ou repulsa por pessoa ou coisa.
(o.je.ri.za)
sf.
1. Sentimento de aversão ou repulsa por pessoa ou coisa; ANTIPATIA; AVERSÃO; REPUGNÂNCIA [+ a, contra, por : ojeriza ao marido: ojeriza contra gatos: ojeriza por quiabos.]
[F.: Do espn. ojeriza]

ANGARIAR - Aprenda palavras novas

ANGARIAR
Ainda referente ao menino inglês que tem ojeriza ao ato de comer, sua família acredita que o tratamento deve ser feito em uma clínica na Áustria. Porém, a viagem custaria em torno de 20 mil libras e, por isso, a família tenta angariar os recursos para o tratamento.
Nesse caso, angariar significa obter dinheiro por meio de pedidos.
(an.ga.ri.ar)
v.
1. Obter, ger. dinheiro, por meio de promoções ou pedidos: O espetáculo angariava fundos para crianças abandonadas.
2. Conseguir para si: Rapidamente angariou reputação no meio esportivo.
3. Atrair ou recrutar (pessoas) para um determinado fim: O professor angariou dez alunos para trabalhar na feira de ciências.
[F.: Do lat. angariare, do gr. aggareúo 'pressionar'.]

Hangar - Aprenda palavras novas

Hangar é uma espécie de galpão, geralmente sem divisões internas, onde se guardam aviões, barcos etc.

(han.gar)
sm.
1. Edificação em forma de galpão, ger. sem divisões internas, na qual se guardam aviões, barcos etc.
2. Mar.G. Num porta-aviões, espaço em baixo do convés de voo destinado ao recolhimento e reparo das aeronaves
[F.: Do fr. hangar]

ESTÁGIO MATUROLÓGICO


ESTÁGIO MATUROLÓGICO
(AUTOMATUROLOGIA )
I. Conformática
Definologia. O estágio maturológico é a condição de maturidade consciencial, pessoal,
da personalidade, seja humana, conscin, ou extrafísica, consciex, de acordo com o nível da evolução
cosmoética e cosmovisiológica.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo estágio deriva do idioma Francês, stage, “estado no qual 1 cônego
deve fazer durante certo tempo em local da igreja antes de poder desfrutar das honras e da renda
da própria prebenda; período transitório de formação tendo em vista o exercício de alguma função”,
e este do idioma Latim Medieval, estage, “estada; demora; permanência; residência; morada”.
Surgiu em 1881. O vocábulo maturidade procede do idioma Latim, maturitas, “maturidade;
madureza; maturação; maduração; tempo próprio; o maior grau de desenvolvimento; complemento;
perfeição”. Apareceu em 1873. O elemento de composição logia provém do idioma Grego, lógos,
“Ciência; Arte; tratado; exposição cabal; tratamento sistemático de 1 tema”.
Sinonimologia: 1. Estágio holomaturológico. 2. Estágio autevolutivo. 3. Estágio qualitativo
da consciência.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 50 cognatos derivados do vocábulo maturidade:
antimaturidade; Antimaturologia; automaturidade; Automaturologia; hipermaturidade; hipomaturidade;
holomaturidade; Holomaturologia; holomaturológica; holomaturológico; imatura;
imaturidade; imaturo; maduração; madureza; maturabilidade; maturação; maturacional; maturado;
maturada; maturador; maturamento; maturante; maturar; maturativa; maturativo; maturável;
maturescência; maturescente; maturo; Maturologia; maturopensene; maturopensenidade;
maturoteca; maturrangada; maturrangar; maturrangas; maturrango; maturranguear; maturrão;
maturrengo; maturreguear; maturu; megamaturidade; omnimaturidade; onimaturidade; prematura;
prematuridade; prematuro; submaturidade.
Neologia. As 3 expressões compostas estágio maturológico, estágio maturológico inconsciente
e estágio maturológico autoconsciente são neologismos técnicos da Automaturologia.
Antonimologia: 1. Imaturidade consciencial. 2. Inexperiência consciencial.
Estrangeirismologia: o Evolutionarium; o upgrade consciencial; a awareness evolutiva.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à holomaturidade evolutiva pessoal.
Filosofia. A automaturidade holofilosófica.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da Holomaturologia; os maturopensenes; a maturopensenidade;
os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade;
os cognopensenes; a cognopensenidade; os nexopensenes; a nexopensenidade; os ortopensenes;
a ortopensenidade; os parapensenes; a parapensenidade; a maturidade ortopensênica.
Fatologia: o estágio maturológico; o nível da maturidade consciencial; a personalidade
formada; os talentos da maturidade consciencial; o lampejo da maturidade; a hipomaturidade;
a hipermaturidade; a ultrapassagem da imaturidade; a holomaturidade precoce; o rigor preciso da
maturidade consciencial; a aceleração da maturidade consciencial; a holomaturidade psicossomática
pessoal; o período da maturidade consciencial como sendo a fase de ouro da vida intrafísica;
os rumos da automaturidade; a maturidade dos autoposicionamentos; a maturescência consciencial
no tempo (Cronêmica) da vida permanente e no espaço (Proxêmica) das dimensões existenciais;
a condição evolutiva da holomaturidade sem fim; a maturidade da Pesquisologia Pessoal;
o quociente da holomaturidade; a automaturidade vivencial reunindo acervo de soluções para
En ci cl opéd ia d a Con scien cio logia
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a maioria das problemáticas humanas; a automaturidade reflexiva superando aborrecimentos, contrariedades
e incompreensões; a anulação dos surtos de imaturidade.

ESTATÍSTICA MOTIVADORA


ESTATÍSTICA MOTIVADORA
(AUTEXPERIMENTOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A estatística motivadora é a técnica de a conscin lúcida, pesquisadora, registrar,
como hábito, os totais crescentes, gradativos, dos próprios trabalhos, recebendo, por meio
dos registros dos resultados positivos, maior estímulo e oxigênio para prosseguir com ânimo renovado
os autodesempenhos, potencializando a autodedicação, sob os preceitos da lei do maior esforço
e até mesmo a autabnegação e o autossacrifício cosmoético.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. A palavra estatística vem do idioma Francês, statistique, e esta do idioma
Alemão Científico, statistik, “estatística”, cunhada pelo professor alemão Martin Schmeitzel
(1679–1747), provavelmente a partir do idioma Latim, statisticum. Surgiu, no idioma Português,
no Século XIX. O termo motivadora provém do idioma Latim Tardio, motivus, “relativo ao movimento;
móvel”, de motum, e este de movere, “mover”. Apareceu também no Século XIX.
Sinonimologia: 01. Estatística estimulante; estatística incentivadora. 02. Estatística animadora;
estatística impulsionadora. 03. Recorde saudável. 04. Desempenho superlativo; superação
de limites. 05. Ortomotivação pessoal. 06. Ortodisposição pessoal. 07. Neomotivação laboral.
08. Neomotivação proexológica. 09. Catálise proexológica. 10. Exaustividade homeostática.
Neologia. As 3 expressões compostas estatística motivadora, estatística motivadora básica
e estatística motivadora avançada são neologismos técnicos da Autexperimentologia.
Antonimologia: 01. Estatística convencional; estatística vulgar. 02. Subnível evolutivo.
03. Anedonismo; antimotivação; desmotivação proexológica. 04. Autocomodismo; autovegetalismo;
hibernação humana; mesméxis pessoal. 05. Desmotivação laboral; disfunção laboral.
06. Apatia pessoal. 07. Acídia; displicência; mandriice. 08. Ociosidade. 09. Burnout; sobrecarga
laboral. 10. Breakdown laboral.
Estrangeirismologia: o emprego inteligente do laptop pessoal; o follow up dos resultados
dos próprios esforços; a performance pessoal evolutiva; o administrarium; o upgrade consciencial;
o personal best; o upgrade laboral.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento

ESTILO EXAUSTIVO


ESTILO EXAUSTIVO
(ESTILOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O estilo exaustivo é a técnica redacional, científica e didática, de levar até
às últimas consequências dedutivas, o processo analítico do texto, especificando em tópicos separados,
ao modo do emprego do micrótomo pensênico (último átomo ideativo), buscando executar
a picotagem máxima do assunto, através da Enumerologia.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. A palavra estilo vem do idioma Latim, stilus, “varinha pontuda; ponta; ferro
pontudo com que se escrevia nas tábuas enceradas; exercício de composição; modo de escrever”.
Surgiu no Século XIV. O vocábulo exaustivo deriva do mesmo idioma Latim, exhaustum, supino
de exhaurire, “tirar esgotando; esgotar as forças; esgotar; executar completamente”. Apareceu no
Século XIX.
Sinonimologia: 01. Estilo de redação. 02. Estilo didático. 03. Estilo explicitativo.
04. Estilo sistemático. 05. Estilo amplo. 06. Estilo abrangente. 07. Estilo analítico. 08. Estilo
panorâmico. 09. Escrita racional. 10. Comunicação lógica.
Neologia. As duas expressões compostas estilo exaustivo restrito e estilo exaustivo amplo
são neologismos técnicos da Estilologia.
Antonimologia: 01. Estilo artístico. 02. Estilo ficcional. 03. Estilo literário. 04. Estilo
fantasista. 05. Estilo feminino. 06. Estilo satírico. 07. Estilo displicente. 08. Estilo confuso.
09. Escrita incongruente. 10. Comunicação ilógica.
Estrangeirismologia: o usus scribendi.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à arapedagogia.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da comunicabilidade gráfica; os grafopensenes interassistenciais;
a grafopensenidade.
Fatologia: o estilo exaustivo; o critério estilístico; o apostilhamento técnico; o estilo cosmoético;
a autocoerência estilística; os rastros da proéxis; as pegadas da megagescon; as pesquisas
exaustivas; o enfrentamento do emprego dos vocábulos sesquipedais; o estilo científico exaustivo
da Enumerologia Horizontal e Vertical; o Manual de Redação da Conscienciologia; a Redaciologia;

ESTILO TÉCNICO


ESTILO TÉCNICO
(ESTILOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O estilo técnico é o conjunto de elementos característicos da estrutura da
maneira de expressar (Comunicologia) corretamente as idéias lógicas (Argumentologia), com precisão
e rigor (Acribologia).
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. A palavra estilo vem do idioma Latim, stilus, “varinha pontuda; ponta; ferro
pontudo com que se escrevia nas tábuas enceradas; exercício de composição; modo de escrever”.
Surgiu no Século XIV. O vocábulo técnico procede do idioma Grego, teckhnikós, “relativo à Arte,
à Ciência ou ao saber, ao conhecimento ou à prática de determinada profissão”. Apareceu no
Século XIII.
Sinonimologia: 01. Estilo científico. 02. Estilo de redação. 03. Estilo didático. 04. Estilo
direto. 05. Estilo lógico. 06. Estilo explicitativo. 07. Estilo realista. 08. Estilo sistemático.
09. Escrita racional. 10. Comunicação lógica.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 14 cognatos derivados do vocábulo estilo: estilismo;
estilista; Estilística; estilístico; estilização; estilizada; estilizado; estilizador; estilizar;
estilizável; estilosa; estiloso; Fonoestilística; Neoestilística.
Neologia. As duas expressões compostas estilo especializado e estilo cosmovisiológico
são neologismos técnicos da Estilologia.
Antonimologia: 01. Estilo artístico. 02. Estilo ficcional. 03. Estilo literário. 04. Estilo
fantasista. 05. Estilo feminino. 06. Estilo circunlóquico. 07. Estilo satírico. 08. Estilo confuso.
09. Escrita incongruente. 10. Comunicação ilógica.
Estrangeirismologia: o doctus cum libro; o desktop pessoal; o laptop pessoal; a Internet;
o usus scribendi.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
da Comunicologia.
Unidade. O grafopensene é a unidade de medida, ou de trabalho, da autobiografia.
II. Fatuística

ESTÍMULO EXTRAPAUTA


ESTÍMULO EXTRAPAUTA
(CONVIVIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O estímulo extrapauta é o agente inesperado capaz de estimular, animar ou
incitar a atividade evolutiva da consciência na realização de algo útil, provocando reação recicladora
ou transformadora da eficácia produtiva e potencializando a autoproéxis.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo estímulo procede do idioma Latim, stimulus, “estímulo; aguilhão;
ferrão; incentivo; incitamento; excitação; picada”. Surgiu no Século XV. O prefixo extra deriva
também do idioma Latim, extra, “na parte de fora, além de, por exceção”. O vocábulo pauta vem
idioma Latim Medieval, pacta, de pactus, “fixado, fincado; convênio, pacto”, de pangere, “fincar,
cravar, espetar; traçar em cera, escrever, compor; prometer; convencionar; ajustar; concordar
a respeito de; prometer em casamento; receber promessa de”. Apareceu no Século XVI.
Sinonimologia: 01. Estímulo centrípeto; estímulo externo. 02. Estímulo inesperado.
03. Estimulação centrípeta; estimulação extrapauta. 04. Estimulação externa. 05. Estimulação
inesperada. 06. Inspiração centrípeta; inspiração extrapauta. 07. Inspiração externa. 08. Inspiração
inesperada. 09. Incentivo extrapauta; incentivo inesperado; pararrecado entrelinhado. 10.
Sugestão extrapauta; sugestão inesperada.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 36 cognatos derivados do vocábulo estímulo:
contraestimulação; contraestimulante; contraestimular; contraestimulismo; contraestímulo;

EUNUCO INTELECTUAL


EUNUCO INTELECTUAL
(MENTALSOMATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O eunuco intelectual é a conscin pusilânime, débil e impotente, submissa
à neutralização intelectual por algum tipo de coação, repressão ou poder do dinheiro, potência política,
influência social, conjugal ou institucional, vivendo castrada mentalsomaticamente.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O termo eunuco deriva do idioma Latim, eunuchus, “eunuco”, e este do
idioma Grego, eunoûkhos, “guardião da cama; guardião de mulheres”, constituído pelo vocábulo
eunê, “leito; cama”, e pelo verbo ékhó, “levar; ter; conduzir; guiar; conter; manter; reprimir; prender;
encerrar; governar; administrar”. Surgiu no Século XVI. O vocábulo intelectual procede
igualmente do idioma Latim, intellectualis, “relativo à inteligência; intelectual”. Apareceu no Século
XIV.
Sinonimologia: 1. Eunuco mentalsomático. 2. Castrado intelectual. 3. Coagido intelectual.
4. Reprimido intelectual.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 4 cognatos derivados do vocábulo eunuco: arquieunuco;
eunucoide; eunucoidismo; eunuquismo.
Neologia. As 3 expressões compostas eunuco intelectual, eunuco intelectual preparatório
e eunuco intelectual executivo são neologismos técnicos da Mentalsomatologia.
Antonimologia: 1. Conscin intelectual sadia. 2. Conscin intelectualmente ativa.
Estrangeirismologia: a surmenage intelectual; o existentiale vacuum; o hollow profile
intelectual.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à holomaturidade autopensênica.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da indolência intelectual; o sedentarismo autopensênico;
os hipopensenes; a hipopensenidade; os subpensenes; a subpensenidade; os lacunopensenes;
a lacunopensenidade; os retropensenes; a retropensenidade; a minipensenização; a zoopensenidade;
a fitopensenidade; os autopensenes infrutíferos; a pasmaceira autopensênica; a autopensenização

EUSTRESSE


EUSTRESSE
(HOMEOSTATICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O eustresse é o estado íntimo antiestressante, eutímico, mantendo-se a conscin
defendida contra pressões, tensões e excessos da impulsividade, da precipitação e do ansiosismo.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O prefixo eu deriva do idioma Grego, eu, “bom; bravo; nobre; bem; nobremente;
regularmente; bondosamente, felizmente”. O termo estresse vem do idioma Inglês, stress,
“tensão, na acepção de distúrbio fisiológico ou psicológico causado por circunstância adversa”,
forma aférese do idioma Anglo-normando, destress, correspondente no idioma Francês Antigo,
destrece, “estreiteza”, e este derivado do idioma Latim, districtus, “puxado para várias partes;
ocupado; importunado”, de strictus, particípio passado de stringere, “apertar; comprimir; cerrar”.
O vocábulo estresse foi incorporado à Medicina a partir dos trabalhos do fisiologista estadunidense
Walter Cannon (1871–1945) e do fisiologista canadense Hans Selye (1907–1982). Surgiu, no
idioma Português, em 1975.
Sinonimologia: 01. Estresse benéfico. 02. Estresse sadio. 03. Eustressamento. 04. Antiestressamento.
05. Distensão. 06. Afrouxamento. 07. Hiperlucidez pessoal; ortopensenidade.
08. Eutimia. 09. Homeostasia cerebral. 10. Antagonismologia Sadia; autorreflexão habitual.
Neologia. O vocábulo eustresse e as 3 expressões compostas eustresse inversivo, eustresse
tenepessista e eustresse desperto são neologismos técnicos da Homeostaticologia.
Antonimologia: 01. Estresse maléfico; estresse negativo. 02. Estresse pós-traumático.
03. Tensão. 04. Estafa intelectual. 05. Instabilidade emocional. 06. Esgotamento psíquico.
07. Psicastenia. 08. Ergastenia. 09. Atitude antiproéxis. 10. Antagonismologia Patológica.
Estrangeirismologia: o Reeducandarium pacifista; a Satyagraha.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à harmonia do microuniverso consciencial pessoal.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da pacificação íntima; os benignopensenes; a benignopensenid

EVITAÇÃO DA EVITAÇÃO


EVITAÇÃO DA EVITAÇÃO
(CONVIVIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A evitação da evitação é o ato ou efeito evoluído de a conscin lúcida eliminar
o posicionamento emocional, animal, instintivo, imaturo, de repúdio à individualidade com
a qual não simpatizou desde a primeira vista e com quem decidiu cortar relações, em definitivo,
de modo irrevogável, sem manter quaisquer relações pessoais ou mesmo chegar mais perto; mas,
ao contrário, enfrentar e encarar a assistência interconsciencial, pessoal e alheia, necessária, dominando
os sentimentos primitivos de aversão, antipatia, ciúme e inveja, acolhendo a conscin ou
consciex, com respeito, compreensão, atenção e megafraternidade desassediadora.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo evitação deriva do idioma Latim, evitatio, “ação de evitar; esquivança;
fugida”, de evitatum e este de evitare, “evitar; esquivar-se; desviar; fugir; escapar”. Surgiu
no Século XIX.
Sinonimologia: 01. Evitação da antipatia. 02. Evitação da aversão. 03. Evitação do
ciúme. 04. Evitação da inveja. 05. Evitação do repúdio. 06. Evitação da irritação. 07. Evitação
da inimizade. 08. Acolhimento fraterno. 09. Compreensão interconsciencial. 10. Respeito interconsciencial.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 9 cognatos derivados do vocábulo evitação: evitabilidade;
evitada; evitado; evitamento; evitando; evitar; evitável; inevitabilidade; inevitável.
Neologia. As 3 expressões compostas evitação da evitação, evitação da evitação individual
e evitação da evitação grupal são neologismos técnicos da Conviviologia.
Antonimologia: 01. Fuga da vivência da tares. 02. Manter a inimizade. 03. Alimentar
a aversão. 04. Fixar a inabordabilidade. 05. Abortar a relação. 06. Perder a desassedialidade.
07. Desperdiçar a interassistencialidade. 08. Erro antissocial. 09. Regressão comportamental.
10. Ignorância etológica.
Estrangeirismologia: o acid test social; a evitação do apartheid social.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento

EVOLUÇÃO AGONÍSTICA


EVOLUÇÃO AGONÍSTICA
(EVOLUCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A evolução agonística é o desenvolvimento da consciência desde o nível
subumano, físico, somático, muscular, miológico, cerebelar ou vegetativo até o domínio íntimo,
pleno, autoconsciente, pacífico, do microuniverso pessoal reagindo equilibradamente ante os fluxos
sincrônicos mais sutis das múltiplas dimensões conscienciais do Cosmos.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo evolução vem do idioma Francês, évolution, e este do idioma Latim,
evolutio, “ação de percorrer, de desenrolar”, de evolvere, “rolar de cima; arrojar; despenhar;
precipitar; desdobrar; fazer sair; desenvolver”. Apareceu no Século XVIII. O vocábulo agonística
deriva do idioma Grego, agonistikós, “que concerne à luta; que diz respeito à luta; a arte da luta”.
Surgiu no Século XIX.
Sinonimologia: 1. Evolução autoconsciencial. 2. Evolução intraconsciencial.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 6 cognatos derivados do vocábulo Agonística:
agonarca; agonista; agonistarca; agonístico; protagonista; protagonizar.
Neologia. As 3 expressões compostas evolução agonística, evolução agonística automimética
e evolução agonística neoparadigmática são neologismos técnicos da Evoluciologia.

EVOLUCIOLOGIA


EVOLUCIOLOGIA
(PENSENOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A Evoluciologia é a especialidade da Conscienciologia aplicada aos estudos
da evolução das consciências abordada de modo integral, holossomático, multiexistencial,
multidimensional, em alto nível, matéria específica do orientador evolutivo, orientólogo, evoluciólogo
ou parageneticista.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O vocábulo evolução deriva do idioma Francês, évolution, e este do idioma
Latim, evolutio, “ação de percorrer; de desenrolar”, de evolvere, “rolar de cima; despenhar; precipitar;
desdobrar; fazer sair; desenvolver”. Apareceu no Século XVIII. O elemento de composição
logia procede do idioma Grego, lógos, “Ciência; Arte; tratado; exposição cabal; tratamento sistemático
de 1 tema”.
Sinonimologia: 1. Progressiologia Consciencial. 2. Desenvolvimentologia Consciencial.
Neologia. O vocábulo Evoluciologia e as duas expressões compostas Evoluciologia Primária
e Evoluciologia Avançada são neologismos técnicos da Pensenologia.
Antonimologia: 1. Antievoluciologia. 2. Regressiologia Consciencial. 3. Estacionamento
consciencial.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à evolução consciencial.

EXAUSTÃO CONCEITUAL


EXAUSTÃO CONCEITUAL
(MEGAFOCOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A exaustão conceitual é o emprego da técnica da exaustividade na execução
máxima possível, por parte da conscin lúcida, dos procedimentos da perquirição aplicados
ao megafoco da pesquisa, até esgotar as potencialidades disponíveis no momento evolutivo.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo exaustão vem do idioma Latim, exhausto, “ação de esgotar”, derivado
de exhaustum, supino de exaurire, “exaurir”. Apareceu em 1881. A palavra conceito provém
do mesmo idioma Latim, conceptus, “ação de conter; ato de receber, de reter; germinação; florescência;
concepção do feto, do fruto, do pensamento”. Surgiu no Século XVI. O vocábulo conceitual
apareceu em 1858.
Sinonimologia: 1. Exaustividade conceitual. 2. Exaurimento conceitual. 3. Esgotamento
conceitual.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 18 cognatos do vocábulo exaustão: exaurição;
exaurida; exaurido; exaurimento; exaurir; exaurível; exausta; exaustão; exaustar; exaustinada;
exaustinado; exaustiva; exaustividade; exaustivo; exausto; exaustor; inexauribilidade; inexaurível.
Neologia. As 3 expressões compostas exaustão conceitual, exaustão conceitual jovem
e exaustão conceitual madura são neologismos técnicos da Megafocologia.
Antonimologia: 1. Pesquisa negligente. 2. Pesquisa superficial. 3. Investigação primária.
Estrangeirismologia: o upgrade pesquisístico; o close ideativo; o crescendo plus-
-surplus; as navegações direcionadas pela Internet; o strong profile intelectual.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à holomaturidade pesquisística.
II. Fatuística
Pensenologia: os ortopensenes; a ortopensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade;
os tecnopensenes; a tecnopensenidade; os neopensenes; a neopensenidade; os mnemopensenes;
a mnemopensenidade; os cognopensenes; a cognopensenidade; os nexopensenes; a nexopensenidade;
a saturação autopensênica intencional; a autopensenização estendida até os máximos
limites intelectivos pessoais.
Fatologia: a exaustão conceitual; a busca das aproximações simples ao máximo; a ideia
de virar o assunto da pesquisa do avesso; a formulação de neoconceitos; a varredura na automemória;
o esquadrinhamento da bagagem autocognitiva; o inventário das autexperiências; a revista
minuciosa dos artefatos do saber disponíveis; as investigações sobre novas fontes cognitivas;
o aproveitamento máximo dos autopotenciais mentaissomáticos; a sistematização conceitual
abrangente; o abarcamento da integridade dos campos conceituais envolvidos; a criação de neologismos
elucidativos; a apreensão máxima do conteúdo cognoscível do objeto em estudo; a chegada
à fronteira mateológica; a exaustão conceitual relativa ao momento evolutivo atual.
Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a sinalética energética