ÁGIO - Aprenda palavras novas

ÁGIO
Ágio é um termo do “economês” com diversos significados, todos com o conceito de “diferença” intrínseco.
Quando se trata de um produto ou bem, ágio é a diferença a mais cobrada sobre valor o convencionado. Confira as acepções 1, 2, 4, 5 e 6 do Aulete para os outros significados.
>> iDicionário Aulete:
(á.gi:o) Econ.
sm.
1. Diferença de cotação entre as moedas de dois países.
2. Lucro obtido em operação cambial.
3. Diferença a mais cobrada sobre valor convencionado de determinado bem ou produto (ger. por ser a procura maior que a oferta).
4. Diferença entre o valor de mercado de um título e seu valor nominal.
5. Juro superior à taxa legal em operação de empréstimo.
6. Comissão em transferência de financiamento.
[F.: Do it. Aggio.]

Teática - Aprenda novas palavras

Origem: Conscienciopédia, a Enciclopédia Digital da Conscienciologia.


Definologia. Teática é qualidade ou ação de aliar a teoria à prática caracterizada pela coerência entre o pensamento e ação.
Sinonimologia:
  1. 1. Experimentologia: verbação.
  2. 2. Holomaturologia: autocoerência.
  3. 3. Egocarmalogia: produtividade; recin.
  4. 4. Comunicologia: assertividade.
Antonimologia:
  1. 1. Experimentologia: teoria; teorização.
  2. 2. Holomaturologia: incoerência.
  3. 3. Egocarmalogia: acomodação; autocorrupção; inatividade.
  4. 4. Comunicologia: contradição; hipocrisia.
Casuística. Eis alguns exemplos da teática na vida intrafísica:

Inefável - Aprenda palavras novas

Inefável, que significa o que não pode ser expresso verbalmente, é um termo utilizado para identificar algo de origem divina ou Transcendente e com atributos de beleza e perfeição tão superiores aos níveis terrenos que não pode ser expresso em palavras humanas.
Que não se pode exprimir por palavras; indizível: & Encantador, inebriante.

CAUÇÃO - Aprenda palavras novas

CAUÇÃO
Caução designa uma garantia de que se vai honrar um compromisso assumido pela própria pessoa ou por outra, no caso de esta falhar. Um tipo muito comum desta garantia é o cheque-caução.
(cau.ção)
sf.
1. O que serve (ger. depósito em dinheiro, cheque etc.) de garantia de que se vai honrar dívida ou compromisso: Deixou um cheque como caução no hospital.
2. Econ. Jur. Compromisso assumido por uma pessoa de se responsabilizar pela obrigação subscrita por outra pessoa, no caso de esta falhar; CAUTELA
3. Atenção, cuidado para evitar dano ou prejuízo; CAUTELA; PRECAUÇÃO
4. Ação de garantir ou assegurar, de dar certeza ou confiança
[Pl.: -ções.]
[F.: Do lat. cautione(m). Hom./Par.: caução (sf.), calção (sm.).

Só R$25,00

Só R$25,00
Um homem chegou em casa tarde do trabalho, cansado e irritado encontrou o seu filho de 5 anos esperando por  ele na porta .
- "Pai, posso fazer-lhe uma pergunta?"
- "O que é?" - respondeu o homem.
- "Pai, quanto você ganha em uma hora?"
- "Isso não é da sua conta. Porque você esta perguntando uma coisa dessas?", o homem disse agressivo.
- "Eu só quero saber . Por favor me diga, quanto você ganha em uma hora?"
- "Se você quer saber, eu ganho R$ 50 por hora."
- "Ah..." o menino respondeu, com sua cabeça para baixo. - "Pai, pode me emprestar R$ 25,00?"
O pai estava furioso, "Essa é a única razão pela qual você me perguntou isso? Pensa que é assim que você pode conseguir algum dinheiro para comprar um brinquedo ou algum outro disparate? Vá direto para o seu quarto e vá para a cama. Pense sobre o quanto você está sendo egoísta", "Eu não trabalho duramente todos os dias para tais infantilidades."
O menino foi calado para o seu quarto e fechou a porta.
O homem sentou e começou a ficar ainda mais nervoso sobre as questões do menino. - Como ele ousa fazer essas perguntas só para ganhar algum dinheiro?
Após cerca de uma hora, o homem tinha se acalmado e começou a pensar.
Talvez houvesse algo que ele realmente precisava comprar com esses R$ 25,00 e ele realmente não pedia dinheiro com muita freqüência. O homem foi para a porta do quarto do menino e abriu a porta.
- "Você está dormindo, meu filho?", Ele perguntou.
- "Não pai, estou acordado", respondeu o garoto.
- "Eu estive pensando, talvez eu tenha sido muito duro com você há pouco?", afirmou o homem. "Tive um longo dia e acabei descarregando em você. Aqui estão os R$ 25 que você me pediu."
O menino se levantou sorrindo. "Oh, obrigado pai!" gritou. Então, chegando em seu travesseiro ele puxou alguns trocados amassados.
O homem viu que o menino já tinha algum dinheiro, e começou a se enfurecer novamente.
O menino lentamente contou o seu dinheiro , em seguida olhou para seu pai.
- "Por que você quer mais dinheiro se você já tinha?" - Gruniu o pai.
- "Porque eu não tinha o suficiente, mas agora eu tenho", respondeu o menino.
- "Papai, eu tenho R$ 50 agora. Posso comprar uma hora do seu tempo? Por favor, chegue em casa mais cedo amanhã. Eu gostaria de jantar com você."
O pai foi destroçado...
Ele colocou seus braços em torno de seu filho, e pediu o seu perdão.
É apenas uma pequena lembrança a todos nós que trabalhamos arduamente na vida.
Não devemos deixar escorregar através dos nossos dedos o tempo sem ter passado algum desse tempo com aqueles que realmente importam para nós, os que estão perto de nossos corações.
Não se esqueça de compartilhar esses R$ 50 no valor do seu tempo com alguém que você ama.
Se morrermos amanhã, a empresa para a qual estamos trabalhando, poderá facilmente substituir-nos em uma questão de horas.

EXIGÊNCIA DA VIDA HUMANA


EXIGÊNCIA DA VIDA HUMANA
( INTRAFISICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A exigência da vida humana é toda realidade ou elemento necessário reclamado
para a satisfação sadia das necessidades e do sustento equilibrado da existência intrafísica
natural da conscin, homem ou mulher.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. A palavra exigência vem do idioma Latim, exigentia, “exigência; o que
é devido”. Surgiu no Século XVIII. O termo vida deriva também do idioma Latim, vita, “vida; vida
humana”. Apareceu no Século X. O vocábulo humano procede igualmente do idioma Latim,
humanus, “humano; próprio do Homem; que convém à Humanidade; afetuoso; bondoso; erudito;
civilizado; instruído nas humanidades”. Surgiu no Século XIII.
Sinonimologia: 1. Demanda da existência intrafísica. 2. Imposição da sobrevivência
humana.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 9 cognatos derivados do vocábulo exigência:
exigente; exigibilidade; exigida; exigido; exigir; exigível; inexigibilidade; inexigível; superexigente.
Neologia. As 4 expressões compostas exigência da vida humana, exigência da vida humana
mínima, exigência da vida humana média e exigência da vida humana máxima são neologismos
técnicos da Intrafisicologia.
Antonimologia: 1. Realidade humana dispensável. 2. Elemento humano desnecessário.
Estrangeirismologia: a conditio juris.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto às prioridades existenciais.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da intrafisicalidade; a adaptabilidade pensênica
a cada nova existência intrafísica; a flexibilidade autopensênica; os lucidopensenes; a lucidopensenidade;
os ortopensenes; a ortopensenidade; os neopensenes; a neopensenidade.
Fatologia: a exigência da vida humana; as exigências da vida moderna; o mínimo necessário
para vida saudável da conscin; as vicissitudes da vida; os contingenciamentos da existência
dia a dia; os requisitos do momento evolutivo nesta dimensão humana; as imposições das circunstâncias
intrafísicas; as injunções sociais; as necessidades da sobrevivência pessoal; as solicitações
da manutenção da saúde física e mental; o atendimento às reivindicações racionais; o corte das
reivindicações excessivas; as exigências cronológicas dos fatos físicos; as obrigações impostas.
Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático.
III. Detalhismo
Principiologia: o princípio de a função vivificar o órgão.

EXILADO NA PRÓPRIA PÁTRIA


EXILADO NA PRÓPRIA PÁTRIA
( INTRAFISICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O exilado na própria pátria é a conscin lúcida, homem ou mulher, quando
já capaz de definir e viver assentada, de modo definitivo, satisfeita e motivada com a existência
a partir da base intrafísica (Intrafisicologia), composta em nível ideal para a interassistencialidade
(Interassistenciologia), e livre escolha do megafoco laborioso, a fim de se desenvolver (Evoluciologia),
executar a autoprogramação existencial (Autoproexologia) e alcançar o completismo existencial
(compléxis).
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo exílio vem do idioma Latim, exsilium, “exílio”. A palavra exilado
surgiu no Século XIII. O vocábulo próprio deriva também do idioma Latim, propius, “que permanece;
permanente; durável; estável; firme; que é propriedade de; que pertence como próprio; particular;
próprio; especial; tudo que nos pertence como próprio; salutar; bom; eficaz”. Apareceu no
Século X. A palavra pátria procede do mesmo idioma Latim, patria, “o país natal; o solo natal;
pátria adotiva; república; nação; Estado; região; país”. Surgiu no Século XV.
Sinonimologia: 01. Exilada na própria pátria. 02. Exilada voluntariamente. 03. Exilado
voluntariamente. 04. Exilado na pátria adotiva. 05. Exilado no país natal. 06. Confinado voluntariamente.
07. Refugiado voluntariamente. 08. Conscin domiciliada; pessoa domiciliada.
09. Miniexílio. 10. Autexilado.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 14 cognatos derivados do verbete exílio: autexílio;
autexilada; autexilado; exilada; exilado; exilar; exiliar; exílica; exílico; miniexílio; pré-exílico;
pré-exílio; pós-exílico; pós-exílio.
Neologia. As 3 expressões compostas exilado na própria pátria, exilado na própria pátria
patológico e exilado na própria pátria homeostático são neologismos técnicos da Intrafisicologia.
Antonimologia: 01. Exilado pela Justiça. 02. Exilada marginal; exilado marginal.
03. Exilado involuntariamente. 04. Confinado pela Justiça. 05. Degredado pela Justiça; proscrito
pela Justiça. 06. Deportado legalmente. 07. Despatriado pelo Governo; expatriado pela Justiça;
expulso do país adotivo. 08. Refugiado à força. 09. Dromomaníaca; dromomaníaco. 10.
Globe-trotter; nômade existencial.

ÊXITO


ÊXITO
(AUTEVOLUCIOLOGIA)
Definologia. O êxito é o resultado final, conseqüência, efeito, sucesso, ocorrência ou
ação feliz, capaz de enriquecer a vida evolutiva da conscin lúcida, homem ou mulher.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo êxito vem do idioma Latim, exitus, “ação de sair; saída; morte; falecimento;
resultado; sucesso; acontecimento; conclusão; termo; fim”. Surgiu no Século XVI.
Sinonimologia: 01. Bom êxito. 02. Bom sucesso. 03. Vitória. 04. Resultado satisfatório.
05. Conquista. 06. Acontecimento; triunfo. 07. Antecéu. 08. Compléxis. 09. Felicidade;
ventura. 10. Bambúrrio; Bamburriologia; Exitologia.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 4 cognatos derivados do vocábulo êxito: exitar;
Exitologia; exitosa; exitoso.
Neologia. As duas expressões compostas êxito parcial e êxito integral são neologismos
técnicos da Autevoluciologia.
Antonimologia: 01. Fracasso. 02. Insucesso; mau sucesso. 03. Bancarrota; derrocada;
derrota. 04. Desdita. 05. Malogro. 06. Revés. 07. Incompléxis; sucumbência. 08. Antibambúrrio;
infelicidade. 09. Perda; Perdologia. 10. Desfortúnio; infortúnio; Infortunística.
Estrangeirismologia: o strong profile pessoal; o traforium.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente da Autodiscernimentologia.

EXPOSIÇÃO PÚBLICA


EXPOSIÇÃO PÚBLICA
(CONVIVIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A exposição pública é a condição social exposta da conscin, quando conhecida
ou notória na Socin.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O elemento de composição auto vem do idioma Grego, autós, “eu mesmo;
por si próprio”. A palavra exposição deriva do idioma Latim, expositio, “exposição; exposto; alegação;
narração; proposição maior do silogismo; explicação; elucidação; esclarecimento; declaração”.
Surgiu no Século XIV. O vocábulo público procede também do idioma Latim, publicus,
“público; concernente ao público; do público; de interesse, utilidade do público; propriedade pública;
do domínio público; do uso público; pertencente a todos”. Apareceu no Século XIII.
Sinonimologia: 1. Vida pública. 2. Vida exposta. 3. Existência transparente. 4. Vida
notória. 5. Vida explícita.
Neologia. As duas expressões compostas exposição pública restrita e exposição pública
geral são neologismos técnicos da Conviviologia.
Antonimologia: 1. Vida íntima. 2. Vida privativa. 3. Autismo. 4. Existência trancada.
5. Vida reclusa. 6. Vida furtiva.
Estrangeirismologia: os stripteases conscienciais ante o Cosmos; os reality shows;
o programa televisivo Big Brother; o Orkut; a glasnost moderna; os paparazzi amadores com
câmeras embutidas em celulares; os softwares de monitoramento em uso na Internet; o rastreamento
geográfico via GPS; a vida ao alcance das lentes do Google Earth; os diários íntimos publicados
em Blogs.

EXPRESSÃO INTERCAMBIÁVEL


EXPRESSÃO INTERCAMBIÁVEL
(COMUNICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A expressão intercambiável é aquela palavra, conceito ou constructo passível
de compor específico binômio, ou interação racional, com outra equivalente, quanto ao sentido
ou significado essencial, por meio das bissociações lógicas.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo expressão vem do idioma Latim, expressio, radical de expressum,
supino de exprimere, “apertar com força; espremer; tirar expremendo; reproduzir; representar; retratar;
exprimir; dizer; expor; enunciar claramente; declarar formalmente”. Surgiu no Século XIV.
O prefixo inter procede também do idioma Latim, inter, “no interior de 2; entre; no espaço de”.
O vocábulo cambiar provém do idioma Latim Tardio, cambiare, “trocar; permutar; alborcar;
cambiar; escambar; fazer troca; barganhar”. Apareceu no Século XIII. A palavra intercambiável
surgiu no Século XX.
Sinonimologia: 01. Expressão equivalente. 02. Expressão interativa. 03. Expressão similar.
04. Expressão vinculada. 05. Expressão compatível. 06. Conceito intercambiável.
07. Conceito equivalente. 08. Conceito interativo. 09. Conceito similar. 10. Conceito combinável;
conceito vinculado.
Neologia. As 4 expressões compostas expressão intercambiável, expressão intercambiável
homeostática, expressão intercambiável neutra e expressão intercambiável nosográfica são
neologismos técnicos da Comunicologia.
Antonimologia: 01. Expressão antagônica. 02. Expressão opositiva. 03. Expressão
desvinculada. 04. Expressão dessemelhante. 05. Expressão incompatível. 06. Conceito antagônico;
conceito opositivo. 07. Conceito desvinculado. 08. Assimetria conceitual. 09. Conceito
dessemelhante; conceito incompatível; divergência conteudística. 10. Expressão incombinável.
Estrangeirismologia: o Argumentarium; a open mind.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à hiperacuidade mentalsomática nas comunicações interconscienciais.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da comunicabilidade interconsciencial; os tecnopensenes;
a tecnopensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade; os lateropensenes; a lateropensenidade;
os ortopensenes; a ortopensenidade.
Fatologia: a expressão intercambiável; as expressões intercambiáveis expandindo a cosmovisão
do pesquisador; as expressões intercambiáveis ampliando o universo da comunicabilidade;
as expressões intercambiáveis aprofundando a compreensão dos fenômenos das sincronicidades;
as expressões intercambiáveis no universo da Teaticologia; as expressões intercambiáveis

EXPRESSÃO PSEUDOTERMINOLÓGICA



EXPRESSÃO PSEUDOTERMINOLÓGICA
(NEOLOGISMOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A expressão pseudoterminológica é o elemento lexical aparentemente significativo,
formado isoladamente ou a partir da junção de palavras coerentes entre si, porém sem
explicitar de modo correto conceito particular, acepção inovadora, conteúdo verponológico ou
embasamento neoparadigmático, não apresentando a precisão formal e semântica necessária para
ser considerado neotermo no âmbito da Terminologia Conscienciológica.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo expressão provém do idioma Latim, expressio, radical de expressum,
e este de exprimere, “apertar com força; espremer; tirar espremendo; reproduzir; representar;
retratar; exprimir; dizer; expor; enunciar claramente; declarar formalmente”. Surgiu no Século
XIV. O primeiro elemento de composição pseudo deriva do idioma Grego, pseudes, “mentiroso;
enganador; falso; suposto”. Apareceu, na Linguagem Científica Internacional, no século XIX.
A palavra término advém do idioma Latim terminus, “limite; fim; extremidade; ponto extremo”.
Apareceu no Século XIII. O segundo elemento de composição logia procede do idioma Grego,
lógos, “Ciência; Arte; tratado; exposição cabal; tratamento sistemático de 1 tema”.
Sinonimologia: 1. Antilogismo lexical. 2. Formação lexical imprecisa. 3. Termo contraditório.
4. Acriticismo terminológico. 5. Criação lexical ilógica. 6. Erro lógico. 8. Incorreção
terminológico.
Neologia. As duas expressões compostas miniexpressão pseudoterminológica e maxiexpressão
pseudoterminológica são neologismos técnicos da Neologismologia.
Antonimologia: 1. Neologismo. 2. Neologismo conscienciológico. 3. Hiperacuidade
terminológica. 4. Precisão terminológica. 5. Precisão neológica. 6. Formação lexical criteriosa.
7. Megassíntese neológica.
Estrangeirismologia: o nonsense lexical; o hápax legómenon; as criações ex nihilo;
o backup periódico da base de dados terminológica; a narrow mind; o paper propondo neotermos
de maneira embasada e argumentada; o corpus de exclusão.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, especificamente do autodiscernimento
quanto à hiperacuidade da criação lexical.
Megapensenologia. Eis 1 megapensene trivocabular sintetizando o tema: – Neoconceitos
exigem talentos.
Citaciologia. Eis frase pertinente à temática: – Conhecer o peso e o valor real da palavra
é ter em mãos a chave da compreensão de uma sociedade (Nelly Carvalho, 1935–).
II. Fatuística

EXTENSÃO CONSCIENCIAL


EXTENSÃO CONSCIENCIAL
(AUTEVOLUCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A extensão consciencial é o ato ou efeito de a consciência estender, expandir,
ampliar, dilatar, desenvolver, aprofundar ou qualificar a própria presença, influência ou o microuniverso
intraconsciencial no seio das realidades da estrutura do Cosmos, com o aumento do
alcance, a ampliação do significado ou a importância maior do ego ou de si mesma.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo extensão vem do idioma Latim, extensio ou extentio, “ação de estender;
extensão; ação de espalhar; derramar; difusão”, de extendere, “estender; alargar; alongar;
dilatar; desenvolver; abrir; desdobrar; expandir”. Surgiu em 1706. O vocábulo consciência deriva
também do idioma latim, conscientia, “conhecimento de alguma coisa comum a muitas pessoas;
conhecimento; consciência; senso íntimo”, e este do verbo conscire, “ter conhecimento de”. Apareceu
no Século XIII.
Sinonimologia: 01. Expansão consciencial. 02. Aumento consciencial. 03. Ampliação
consciencial; ampliamento consciencial. 04. Amplificação consciencial. 05. Acrescentamento
consciencial; incrementação consciencial; incremento consciencial. 06. Dilatação consciencial.
07. Alargamento consciencial. 08. Desenvolvimento consciencial. 09. Evolução consciencial.
10. Maxiextensão da CL.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 21 cognatos derivados do vocábulo extensão:
extensa; extensibilidade; extensiva; extensível; extensividade; extensivo; extenso; extensor; hiperextensão;
hiperextensbilidade; hiperextensível; inextensa; inextensão; inextensibilidade; inextensível;
inextenso; maxiextensão; megaextensão; miniextensão; omniextensão; paraextensão.
Neologia. As 4 expressões compostas extensão consciencial, extensão consciencial mínima,
extensão consciencial mediana e extensão consciencial máxima são neologismos técnicos da
Autevoluciologia.
Antonimologia: 01. Inextensão consciencial. 02. Diminuição consciencial. 03. Aminguamento
consciencial; encolhimento consciencial. 04. Contração consciencial; redução consciencial.
05. Miniaturização consciencial. 06. Autismo consciencial. 07. Decrescimento consciencial.
08. Involução consciencial. 09. Declínio consciencial; regressismo consciencial. 10.
Miniextensão da consciênçula.
Estrangeirismologia: o paramicrochip; o parabiomicrochip.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento

EXTRAPROÉXIS


EXTRAPROÉXIS
(AUTOPROEXOLOGIA)
Definologia. A extraproéxis é a condição, tarefa superveniente ou fator extraordinário
inserido no desenvolvimento da execução – em geral avançada –, da programação existencial da
conscin lúcida, obviamente além da estrutura básica do contexto da própria proéxis, ao modo de
complemento, acréscimo ou trabalho adventício, suplementar, construtivo, dentro do universo da
interassistencialidade autoconsciente.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O prefixo extra vem do idioma Latim, extra, “na parte de fora; além de”.
O termo programação procede também do idioma Latim, programma, “publicado por escrito;
edital; cartaz”, e este deriva do idioma Grego, prógramma, “ordem do dia; inscrição”. Apareceu
no Século XX. A palavra existencial provém do idioma Latim, existentialis, “existencial”. Surgiu
em 1898.
Sinonimologia: 01. Adendo à proéxis; adição à proéxis. 02. Complemento à proéxis.
03. Plano B da autoproéxis. 04. Suplemento proexológico. 05. Trabalho acessório. 06. Programação
extra. 07. Tarefa adicional. 08. Assistência superveniente. 09. Estágio pós-proéxis. 10.
Moréxis a maior.
Neologia. O vocábulo extraproéxis e as duas expressões compostas extraproéxis direta
e extraproéxis indireta são neologismos técnicos da Autoproexologia.
Antonimologia: 1. Proéxis comum. 2. Miniproéxis. 3. Moréxis a menor. 4. Incompléxis.
Estrangeirismologia: o upgrade proexológico; o plus proexológico; o gentleman’s
agreement proexológico; o proexarium.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à inteligência evolutiva (IE).
Citaciologia: – Labor omnia vincit improbus; Vincit omnia veritas.

FACULDADE D E REGISTRAR


FACULDADE D E REGISTRAR
(AUTODIDATICOLOGI A)
I. Conformática
Definologia. A faculdade de registrar é o talento de a conscin gravar, em si mesma, as
impressões e detalhismos dos fatos do dia a dia, por meio dos sentidos somáticos e parapercepções
holossomáticas, fixando as autovivências e paravivências através da holomemória.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. A palavra faculdade vem do idioma Latim, facultas, “facilidade; faculdade;
meio; poder; possibilidade; força; virtude; propriedade; talento natural; capacidade; Arte”, provavelmente
sob influência do idioma Francês, faculte, “conhecimento; saber; capacidade; aptidão;
direito; meio; lugar onde se faz o ensino universitário; corpo encarregado de ensino especial em
determinada universidade”. Surgiu no Século XV. O termo registro provém do idioma Latim Medieval,
registrum, derivado do idioma Latim Tardio, regesta, “catálogo”, de regerere, “repor; tornar
a fazer; ajuntar; reunir”, provavelmente sob influência do idioma Francês, registre, “livro onde
se anotam as atas”. Apareceu no Século XIII. O vocábulo registrar surgiu no Século XV.
Sinonimologia: 1. Faculdade de gravar. 2. Capacidade de memorizar.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 7 cognatos derivados do vocábulo facultar: faculdade;
facultada; facultado; facultativa; facultativo; facultosa; facultoso.
Neologia. As duas expressões compostas faculdade de registrar comum e faculdade de
registrar evoluída são neologismos técnicos da Autodidaticologia.

FALÁCIA


FALÁCIA
(FALACIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A falácia é o engano intencional, o logro, a burla ou o argumento vicioso
e enganador.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O termo falácia vem do idioma Latim, fallacia, “engano; trapaça; manha”.
Surgiu no Século XV.
Sinonimologia: 01. Ardil; argumento capcioso; arrazoado sofístico. 02. Astúcia aliciadora.
03. Cinismo; declaração arguciosa. 04. Definição inexata; observação inexata. 05. Embuste;
enganação premeditada. 06. Falsa analogia; falsidade; fraude. 07. Ignorância da questão;
ignorância de causa; ignorância quodlibetica. 08. Ilogismo. 09. Perfídia; tese cínica. 10. Raciocínio
vicioso; sofisma; solércia; subterfúgio.
Neologia. Os 2 vocábulos minifalácia e megafalácia são neologismos técnicos da Falaciologia.
Antonimologia: 01. Argumento racional. 02. Conhecimento de causa. 03. Logismo.
04. Definição exata; observação exata. 05. Raciocínio conclusivo correto. 06. Verdade implícita.
07. Analogia correta. 08. Conhecimento do assunto. 09. Logicidade; raciocínio lógico. 10.
Antissofisma.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à Intencionologia e à Cosmoética.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da anticosmoética; os falaciopensenes; a falaciopensenidade;
os patopensenes; a patopensenidade; os pseudopensenes; a pseudopensenidade.
Fatologia: a falácia; a anticosmoética; a inautenticidade; a infidedignidade; a contraverdade;
a mentira; o artifício; a prótese; a doutrinação; a manipulação das conscins.
Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático.
III. Detalhismo
Principiologia: o princípio da descrença.
Tecnologia. As falácias implícitas, impressas e jornalísticas, aparecem com frequência
maior na aplicação pública das técnicas persuasivas de estilística, retórica, oratória e eloquência,
representando verdadeiras arapucas ou ciladas aos pesquisadores e pesquisadoras cosmoéticos,
quando desatentos. No caso, é imprescindível certa malícia cosmoética a fim de se proceder ao
preenchimento das lacunas deixadas por desconhecimento ou intencionalmente.
Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da Cosmoética; o laboratório conscienciológico
da Pensenologia; o laboratório conscienciológico da Proéxis; o laboratório conscienciológico
da Mentalsomática; o laboratório conscienciológico Acoplamentarium; o laboratório
conscienciológico da grupalidade; o laboratório conscienciológico Serenarium; o laboratório
conscienciológico da Paraeducação.
Ciclologia: o ciclo causa-efeito.
Binomiologia: o binômio aparência-conteúdo.
Interaciologia: a interação afirmação-evidência.

FALACIOLOGIA


FALACIOLOGIA
(PARAPATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A Falaciologia é a Ciência aplicada aos estudos específicos, técnicos, sistemáticos
ou pesquisas sobre as falácias, sofismas, ilogicidades, raciocínios falsos, interpretações
errôneas, ignorâncias em geral ou manifestações autopensênicas irracionais simulando veracidade.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O termo falácia vem do idioma Latim, fallacia, “engano; trapaça; manha”.
Surgiu no Século XV. O elemento de composição logia provém do idioma Grego, lógos, “Ciência;
Arte; tratado; exposição cabal; tratamento sistemático de 1 tema”.
Sinonimologia: 01. Sofismologia. 02. Enganologia. 03. Dogmatologia. 04. Apedeutismologia.
05. Ignoranciologia. 06. Contradiciologia. 07. Insciciologia; Inscienciologia. 08. Inexperienciologia.
09. Incoerenciologia. 10. Estulticiologia.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 10 cognatos derivados do vocábulo falácia: falaciar;
falacíloco; falaciloqüência; falacíloquo; Falaciologia; falaciosa; falacioso; falacíssimo;
falaz; megafalácia.
Neologia. O termo Falaciologia e as duas expressões compostas Falaciologia Mínima
e Falaciologia Máxima são neologismos técnicos da Parapatologia.
Antonimologia: 01. Logicologia. 02. Sapienciologia. 03. Erudiciologia. 04. Cogniciologia.
05. Racionologia. 06. Coerenciologia. 07. Compreensiologia. 08. Percepciologia.
09. Experienciologia. 10. Civilizaciologia.
Estrangeirismologia: o raciocínio a priori; o raciocínio a posteriori; o raciocínio modus
ponens; o raciocínio modus tollens.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à Priorologia Cosmoética.
Megapensenologia. Eis 2 megapensenes trivocabulares sintetizando o tema: – Falácia:
pérola falsa. Falaciologia: mentiraria diáfana.

FALÊNCIA PARCIAL DOS ÓRGÃOS


FALÊNCIA PARCIAL DOS ÓRGÃOS
(SOMATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A falência parcial dos órgãos é a condição do desgaste paulatino, parte por
parte, dos constituintes sistêmicos do corpo humano da pessoa, homem ou mulher, androssoma
ou ginossoma, seguindo a ordem natural da Biologia Humana.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo falência vem do idioma Latim Tardio, fallentia, “engano; falta; insolvência”,
de fallere, “enganar; lograr; iludir; faltar a; não cumprir; escapar a; dissimular; encobrir”.
Apareceu no Século XV. O vocábulo parcial deriva também do idioma Latim Tardio, partialis,
“parcial”, de pars, “parte; quinhão; porção; região; país; partido; facção; papel (representado
por alguém); ofício; dever; lições aprendidas de cor; as partes genitais”. Surgiu no mesmo Século
XV. A palavra órgão procede do idioma Latim, organum, “órgão; instrumento (em geral);
engenho; instrumento musical”. Apareceu no Século XV.
Sinonimologia: 1. Desgaste do corpo humano. 2. Uso do próprio soma.
Neologia. As 4 expressões compostas falência parcial dos órgãos, falência parcial dos
órgãos mínima, falência parcial dos órgãos média e falência parcial dos órgãos máxima são neologismos
técnicos da Somatologia.
Antonimologia: 1. Falência geral dos órgãos. 2. Conservação do próprio soma.

FALSIDADE OBJETAL


FALSIDADE OBJETAL
( INTRAFISICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A falsidade objetal é a qualidade falsa, enganosa, mentirosa ou fingida de
determinado objeto ou realidade do Cosmos.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. A palavra falsidade vem do idioma Latim, falsitas, “falsidade; impostura;
mentira”. Surgiu no Século XIII. O vocábulo objeto deriva também do idioma Latim, objectus,
“ação de pôr diante; interposição; obstáculo; barreira; tranqueira; objeto que se apresenta aos
olhos”. Apareceu no Século XV. O termo objetal surgiu no Século XX.
Sinonimologia: 1. Fingimento objetal. 2. Mentira objetal.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 6 cognatos derivados do vocábulo falsidade:
falseta; falsete; falsetear; falsia; falsídia; falsídico.
Neologia. O vocábulo falsidade objetal e as duas expressões compostas falsidade objetal
amadora e falsidade objetal profissional são neologismos técnicos da Intrafisicologia.
Antonimologia: 1. Autenticidade objetal. 2. Fidedignidade objetal.
Estrangeirismologia: o mise-en-scène; o principium incredulitatis; a fabrication; as fake
things.
Atributologia: predomínio dos sentidos somáticos, notadamente do autodiscernimento

FAMÍLIA NEOLOGÍSTICA


FAMÍLIA NEOLOGÍSTICA
(NEOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A família neologística é o grupo de neologismos afins propostas no mesmo
contexto ou linha específica de determinado neoconhecimento humano.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo família deriva do idioma Latim, familia, “família; doméstico; servidor;
escravo; séquito; comitiva; cortejo; casa”. Surgiu no Século XIII. O primeiro elemento de
composição neo provém do idioma Grego, néos, “novo”. Apareceu, na Linguagem Científica Internacional,
a partir do Século XIX. O segundo elemento de composição logia procede também
do idioma Grego, lógos, “Ciência; Arte; tratado; exposição cabal; tratamento sistemático de 1 tema”.
A palavra neologia apareceu no mesmo Século XIX.
Sinonimologia: 1. Família pensenológica. 2. Família neopensenológica. 3. Família
verponológica. 4. Família neoverponológica. 5. Família etimológica. 6. Família cognatológica.
7. Família heurística.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 11 cognatos derivados do vocábulo família: familial;
familiar; familiaridade; familiarização; familiarizar; familiarizável; familismo; familista;
familistério; familística; familístico.
Neologia. As duas expressões compostas família neologística mínima e família neologística
máxima são neologismos técnicos da Neologia.
Antonimologia: 1. Família sinonímica. 2. Família antonímica.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à verponogenia comunicativa.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da Neopensenologia; os lexicopensenes; a lexicopensenidade;
os neopensenes; a neopensenidade; os ortopensenes; a ortopensenidade; os prioropensenes;
a prioropensenidade; os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade; os reciclopensenes;
a reciclopensenidade; os parapensenes; a parapensenidade; a autopensenização flexível.
Fatologia: a família neologística; a cunhagem das palavras; os vocábulos; as expressões
compostas; as neoideias; os conceitos novos; os neoconstructos; as verpons; as neoverpons; a

FATO ORIENTADOR


FATO ORIENTADOR
(PESQUISOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O fato orientador é a realidade ou pararrealidade, fenômeno ou parafenômeno
identificado pelo pesquisador, ou pesquisadora, trazendo, em si mesmo, o próximo viés ou
a abertura do caminho no desenvolvimento da pesquisa técnica, em qualquer linha de investigação
racional.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. A palavra fato vem do idioma Latim, factum, “feito; ação; façanha; empresa”.
Surgiu no Século XVI. O termo orientar procede também do idioma Latim, orientis, “Oriental;
Oriente; parte do céu em que nasce o Sol”, particípio presente do verbo oriri, “nascer (falando-
se dos seres vivos); nascer (falando-se do Sol, dos demais astros, do dia)”, sob influência do
idioma Francês, orienter. Apareceu em 1813. O vocábulo orientador surgiu no Século XIX.
Sinonimologia: 01. Fato indicador. 02. Parafato orientador. 03. Parafato indicador.
04. Indicador qualitativo. 05. Indicador interassistencial. 06. Indicador socioeconômico. 07. Indicador
de sustentabilidade. 08. Sinalética orientadora. 09. Sinalética fatuística. 10. Parassinalética
orientadora.
Neologia. As 3 expressões compostas fato orientador, fato orientador intrafísico e fato
orientador extrafísico são neologismos técnicos da Pesquisologia.
Antonimologia: 1. Pesquisa acéfala. 2. Pesquisa dispersiva. 3. Pesquisa desviada.
4. Investigação desorientada. 5. Anomia pesquisística.
Estrangeirismologia: o pointer nas pesquisas.

Burilar - Aprenda palavras novas

 Burilar - verbo
 transitivo direto
1    gravar ou lavrar com buril; aburilar
Exs.: b. uma gravura
 b. a pedra
 transitivo direto
2    Derivação: sentido figurado.
tornar mais apurado; aprimorar, aperfeiçoar
Ex.: b. frases
 transitivo direto
3    Derivação: sentido figurado.
vazar em estilo acerado, rendilhado
Ex.: b. um conto
 bitransitivo
4    Derivação: sentido figurado.
tornar arraigado; incutir, gravar
Ex.: b. na alma do gentio as lições da catequese

verbo
 transitivo direto
1    gravar ou lavrar com buril; aburilar
Exs.: b. uma gravura
 b. a pedra
 transitivo direto
2    Derivação: sentido figurado.
tornar mais apurado; aprimorar, aperfeiçoar
Ex.: b. frases
 transitivo direto
3    Derivação: sentido figurado.
vazar em estilo acerado, rendilhado
Ex.: b. um conto
 bitransitivo
4    Derivação: sentido figurado.
tornar arraigado; incutir, gravar
Ex.: b. na alma do gentio as lições da catequese

DELETÉRIO - Aprenda palavras novas

(de.le..ri:o)
a.
1. Que prejudica a saúde; INSALUBRE: "...exposto aos fumos deletérios de carnes chamuscadas..." (João Ubaldo Ribeiro, O conselheiro come.)) [ antôn.: Antôn.: salubre, saudável. ]
2. Que destrói, causa dano (ação deletéria); DANINHO; DANOSO; NOCIVO [ antôn.: Antôn.: inócuo, inofensivo. ]
3. Fig. Que corrompe (doutrinas deletérias); DEGRADANTE [ antôn.: Antôn.: dignificante, engrandecedor. ]
[F.: Do fr. délétère, do gr. deletérios, é, on, 'nocivo'.]

CONCUPISCÊNCIA - Aprenda palavras novas

CONCUPISCÊNCIA
1. Apetite sexual intenso: "...aquelas contra cujo pudor a sua brutal concupiscência se aguçava..." (Franklin Távora, O cabeleira)) [ antôn.: Antôn.: castidade, pureza. ]
2. Ambição, desejo, cobiça de bens ou de prazeres materiais [ antôn.: Antôn.: desambição, desapego. ]
3. Fil. Rel. A tendência do homem de cobiçar bens terrenos, decorrente do pecado original
[F.: Do lat. conscupiscentia.]

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Alt+41= ) Alt+42= * Alt+43= + Alt+44= ,
Alt+45= - Alt+46= . Alt+47= / Alt+48= 0
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Alt+253= ² Alt+254= ■ Alt+255= Alt+256=
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Quis ou quiz?

A conjugação correta do verbo “querer” no pretérito perfeito do indicativo é “quis”, com “s” ! Portanto, o correto é dizer: Eu não quis fazer isso!

Muitos escrevem com “z” por comparação com outros verbos, como fazer (eu fiz) ou dizer (ele diz):

Eu fiz (passado) um presente para você!
Eu quis (passado) comprar um presente para você!

Ele diz (presente) umas coisas...
Ele quis (passado) umas coisas...
Eu fiz (passado) um bolo.
Eu quis (passado) um bolo.

Ele diz (presente) umas coisas...
Ele quis (passado) umas coisas...

Na dúvida, fique sempre atento ao seguinte: nas conjugações do verbo “querer” não existe “z”, há o som, mas não há a consoante. Assim, toda vez que aparecer o som de “zê”, escreve-se “s”: quando eu quiser, tu quiseste, ele quis, se eu quiser, quando ele quiser, etc.

O gerúndio é querendo e o particípio é querido. Já o infinitivo é querer: Nada disso me faz querer ser milionário!

Confutar - Aprenda palavras novas

Confutar - verbo transitivo direto
1    rebater objeções ou alegações contrárias de outrem
Ex.: confutou um a um todos os defeitos apontados no seu projeto
 transitivo direto
2    reprovar, contrapor-se a um ponto de vista de outrem
Ex.: c. uma tese
 transitivo direto
3    provar a inexatidão ou a falsidade de
Exs.: c. provas em juízo
 c. uma afronta
 pronominal
4    desdizer-se, desmentir-se; apresentar provas contra si próprio
Ex.: afirma uma coisa e acaba por se c. nas páginas finais

Etc - Curiosidade

etc
  1. abreviação do latim et cetera (ou et coetera ou et caetera) que significa "e outros", "e os restantes" e "e outras coisas mais"

PERFUNCTÓRIO - Aprenda palavras novas

PERFUNCTÓRIO
Perfunctório, ótima sugestão do usuário Everaldo, de Guarulhos, São Paulo: é um adjetivo que designa algo que se faz cumprir por rotina, obrigação.
(per.func..ri:o, per.fun..ri:o)
a.
1. Que se faz para cumprir uma obrigação ou rotina, mesmo que sem utilidade ou necessidade.
[F.: Do lat. perfunctôrius,a,um.]

Tangível - Aprenda palavras novas

tan..vel masculino
  1. aquilo que pode ser tocado
  2. que pode ser tratado como fato; real, concreto
  3. palpável

Ciúmes é bom ou ruim?



De acordo com os psicólogos israelenses Ayala Pines e Elliot Aronson, ciúme é "a reação complexa a uma ameaça perceptível a uma relação valiosa ou à sua qualidade.". Provoca o temor da perda e envolve sempre três ou mais pessoas, a pessoa que sente ciúmes - sujeito ativo do ciúme -, a pessoa de quem se sente ciúmes - sujeito analitico do ciúme - e a terceira ou terceiras pessoas que são o motivo dos ciúmes - o que faz criar tumulto.
Segundo a psicóloga clínica Mariagrazia Marini, esse sentimento apresenta caráter instintivo e natural, sendo também marcado pelo medo, real ou irreal, vergonha de se perder o amor da pessoa amada O ciúme está relacionado com a falta de confiança no outro e/ou em si próprio e, quando é exagerado, pode tornar-se patológico e transformar-se em uma obsessão.
A explicação psicológica do ciúme pode ser uma persistência de mecanismos psicológicos infantis, como o apego aos pais que aparece por volta do primeiro ano de vida ou como consequência do Complexo de Édipo não resolvido; entre os quatro e seis anos de idade, a criança se identifica com o progenitor do mesmo sexo e simultaneamente tem ciúmes dele pela atracção que ele exerce sobre o outro membro do casal; já na idade adulta, essas frustrações podem reaparecer sob a forma de uma possessividade em relação ao parceiro, ou mesmo uma paranoia.
Nesse tipo de paranoia, a pessoa está convencida, sem motivo justo ou evidente, da infidelidade do parceiro e passa a procurar “evidências” da traição. Nas formas mais exacerbadas, o ciumento passa a exigir do outro coisas que limitam a liberdade deste.
Algumas teorias consideram que os casos mais graves podem ser curados através da psicoterapia que passa por um reforço da auto-estima e da valorização da auto-imagem. Porém várias teorias criticam a visão psicanalítica tradicional (exemplo:esquizoanálise).
Outros casos mais leves podem ser tratados através da ajuda do parceiro, estabelecendo-se um diálogo franco e aberto de encontro, com a reflexão sobre o que sentem um pelo outro e sobre tudo o que possa levar a uma melhoria da relação, para que esse aspecto não se torne limitador e perturbador.

Ciúme patológico

O ciúme patológico é visto pela psiquiatria como uma espécie de paranóia (distúrbio mental caracterizado por delírios de perseguição e pelo temor imaginário de a pessoa estar sendo vítima de conspiração)[7]. Para o ciumento, a fronteira entre imaginação, fantasia, crença e certeza se torna vaga e imprecisa, as dúvidas podem se transformar em ideias supervalorizadas ou delirantes[8].
Quem sente ciúme a esse nível tem a compulsão de verificar constantemente as suas dúvidas, a ponto de se dedicar exclusivamente a invadir a privacidade e tolher a liberdade do parceiro: abre correspondências, bisbilhota o computador, ouve telefonemas, examina bolsos, chega a seguir o parceiro ou contrata alguém para fazê-lo. Toda essa tentativa de aliviar sentimentos, além de reconhecidamente ridícula até pelo próprio ciumento, não ameniza o mal estar da dúvida, até o intensifica.
A pessoa ciumenta apresenta na sua personalidade um traço marcante de timidez e sentimentos de insegurança, problemas que costumam ter raízes na infância . Nesse caso, o tratamento passa por aplicação de técnicas de psicoterapia para melhorar a confiança do paciente em si mesmo. O processo deve envolver sua família pois o apoio no lar é imprescindível nesses casos. Reduzido o sentimento de insegurança, é esperado que diminua a aflição do ciúme. Só quem confia em si mesmo pode confiar em outros, de modo que parece lógico começar o tratamento pelo fortalecimento da autoconfiança.
Não menos importante é atacar os sintomas físicos que o ciúme patológico provoca. O desequilíbrio no sistema nervoso aumenta o nível de adrenalina, interfere na dinâmica dos neurotransmissores e está na origem de muitas doenças psicossomáticas. Por isso, é fundamental apurar as causas desses sintomas e gastar a energia negativa em atividades como os exercícios físicos, meditação e trabalho que traga gratificação.


 Minhas ponderações
 Achei fantástico toda definição de ciúmes do wikipédia, esse sentimento animalesco com raízes egoicas e de posse, destrói muitos relacionamentos.
 Entender que ninguém é dono de ninguém é maravilhoso, vivenciar muitas vezes é dolorido. Quando entramos em um relacionamento desejamos ser o centro das atenções e o medo da perda muitas vezes nos domina, esse sentimento instintivo é poderoso e acaba com nossa racionalidade.
 Precisamos estar lúcidos e pararmos de criarmos fantasias a todo momento achando que o mundo gira em nosso redor. Devemos estar seguros da nossa auto imagem gerada por um auto conhecimento consistente.
 Energias falam muito mais que do que ações e olhares, por isso nada se esconde na dimensão extrafísica pois as energias se tornam evidentes.
 Que possamos estar seguros. Somos seres sociáveis por natureza, tendo e nossas relações a oportunidade de desenvolver nossas qualidades, nos tornando pessoas melhores através da interação com outros seres humanos aprendendo com as diferenças, ao invés de cometer o erro de querer mudar as pessoas para que atendam nossas frágeis expectativas.
 Relacionamento precisa ser alicerçado pela confiança mútua, eu já desgastei relacionamentos por causa do ciúmes e senti na pele como isso pode arruinar algo construído com tanto carinho.
 O grande aliado do ciúmes se chama fantasia, ficar imaginando situações inexistentes que se tornam reais para a subconsciência frágil que aceita tudo como verdadeiro é criar um inferno mental.
  Temos opções, a decisão do que pensamos é só nossa, e por que então imaginar apenas o negativo?
 Muitos lendo isso vão pensar: Ihhh mais um corno que aceita tudo...rs. A questão é que relacionamento são duas pessoas distintas que tem propósitos parecidos que desejam evoluir juntos e nenhum dos dois tem o direito de tirar a liberdade individual e pessoal para satisfazer um ego irracional. Se ocorrer uma traição parta para outra, o mundo não acabará, existe milhões de pessoas maravilhosas para serem conhecidas e amadas. Pra que se apegar? Pra que achar que não será feliz com outra pessoa? Que possamos lembrar de todas as crises que passamos e todas superações adjacentes que nos tornaram muito melhores. Cada pessoa que passa por nossa vida acrescentam riquezas e essas riquezas só tem valor quando são dadas não por exigências cruéis mas pelo simples prazer de estar junto.
Esse depoimento foi dada por Aline no Yahoo Respostas:
  Eu já tive muito ciúme do me marido, principalmente na época em que estávamos recém-casados. Depois, fui amadurecendo e percebendo que o amor não significa possessão. Ele não é um ser humano que pertence a mim. Ele é um ser humano que tem um relacionamento de amor e cumplicidade comigo.
Hoje vejo o ciúme como o reflexo do medo de perder algo ou alguém que gostamos muito. Ciúme é reflexo de baixa auto-estima, e de desespero frente a uma situação ou pessoa que julgamos ser superior a nós por um ou outro motivo.
Sofri muito por causa de ciúmes. Por ciúmes meu e dele. Mas depois de 12 anos de relacionamento (namoro, noivado e casamento), isso deixou de fazer parte de nossas vidas. Atualmente eu tenho 24 anos e ele 27, nós crescemos muito enquanto seres humanos, e aprendemos a confiar um no outro.
É certo que de vez em quando bate uma insegurança, um medo de perdê-lo, principalmente quando vejo ele conversando com mulheres interessantes, etc. Mas aprendi a lidar com o ciúme e hoje eu não atrapalha mais minha vida e nem meu relacionamento.

 A medida que eu tenho para saber se devo continuar num relacionamento é se quando olho nos olhos da pessoa  amada e o mundo para de exercer poder sobre mim, as dimensões se alteram, palavras não mais necessárias, as músicas tocam sem instrumento,contemplo a perfeição de todas coisas em um segundo, com suspiros volto a realidade maya e percebo que a consciência é muito mais que meu cérebro consegue tanger.
 Escrevi sobre esse assunto como que um autotapanacara para que eu tome consciência  dos meus atos e pensamentos, e pare, e reflita, pois o que torna minha vida com sentido é saber que hoje sou melhor que ontem e amanhã terei novos desafios para evoluir.