INTELIGÊNCIA TÉCNICA


INTELIGÊNCIA TÉCNICA
(TECNOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A inteligência técnica é a aptidão, talento, habilidade, discernimento, perspicácia,
intelecção, interpretação e acuidade desenvolta da lucidez pessoal, capaz de demonstrar
criatividade no emprego teático do desenvolvimento técnico, em alguma área de experimentação
da Tecnologia.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. A palavra inteligência provém do idioma Latim, intelligentia, “inteligência;
entendimento; conhecimento; noção”. Apareceu no Século XIV. O vocábulo técnica vem do idioma
Francês, technique, derivado do idioma Latim, technicus, e este do idioma Grego, tekhnikós,
“relativo à Arte, à Ciência ou ao saber, ao conhecimento ou à prática de alguma profissão; hábil”.
Surgiu no Século XIX.
Sinonimologia: 1. Inteligência tecnológica. 2. Inteligência eletronótica. 3. Inteligência
cerebelar. 4. Inteligência psicomotriz. 5. Inteligência prática. 6. Inteligência manual. 7. Inteligência
artesanal.
Neologia. As duas expressões compostas inteligência técnica amadora e inteligência
técnica profissional são neologismos técnicos da Tecnologia.
Antonimologia: 1. Inteligência abstrata. 2. Inteligência filosófica. 3. Atecnia.
Estrangeirismologia: o technical skill.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à somaticidade teática.
II. Fatuística

INTEGRIDADE CONSCIENCIAL


INTEGRIDADE CONSCIENCIAL
(AUTEVOLUCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A integridade consciencial é a condição, estado, característica ou caráter do
perfil da conscin lúcida, honesta e íntegra quanto à Cosmoética evolutiva, com inteireza de princípios
morais, autopensenizações fraternas e incorruptibilidade teática.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo integridade deriva do idioma Latim, integritas, “qualidade de ser
inteiro”. Surgiu no Século XVI. A palavra consciência procede também do idioma Latim, conscientia,
“conhecimento de alguma coisa comum a muitas pessoas; conhecimento; consciência;
senso íntimo”, e esta do verbo conscire, “ter conhecimento de”. Apareceu no Século XIII.
Sinonimologia: 01. Integridade cosmoética. 02. Inteireza consciencial. 03. Inteireza
intelectual. 04. Retidão consciencial. 05. Austeridade intraconsciencial; plenitude consciencial.
06. Corretismo pessoal; lisura pessoal. 07. Ombridade pessoal; probidade pessoal. 08. Ortopensenidade
pessoal. 09. Convivência transparente; evolutividade lúcida. 10. Autestima sadia; autorrespeito
permanente.
Neologia. As duas expressões compostas integridade consciencial jovem e integridade
consciencial madura são neologismos técnicos da Autevoluciologia.
Antonimologia: 01. Clivagem intraconsciencial; fissura consciencial. 02. Lacuna intelectual;
truncagem intraconsciencial. 03. Improbidade pessoal. 04. Ardileza intelectual. 05. Maquiavelismo
pessoal. 06. Amoralidade pessoal. 07. Charlatanice pessoal. 08. Demagogismo pessoal.
09. Bifrontismo pessoal. 10. Autassédio crasso; autodesrespeito franco.
Estrangeirismologia: o sensorium ininterrupto.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento

INCELENÇA - Aprenda palavras novas

INCELENÇA
No Nordeste, incelença é um canto religioso cantado em conjunto e sem acompanhamento, para velar as pessoas mortas.
(in.ce.len.ça)
sf.
1. Bras. N.E. Pop. Mús. Canto religioso cantado em conjunto e sem acompanhamento, em velório ou junto a um moribundo; EXCELÊNCIA
[F.: Corruptela de excelência.]

Consternado - Aprenda palavras novas

consternado adjectivo

  1. aterrado
  2. triste
  3. desolado
  4. amargurado

Fazer o diabo a quatro

Fazer o diabo a quatro

por Cláudia De Castro Lima
Dizemos que fulano “fez o diabo a quatro” numa festa, por exemplo, quando queremos dizer que ele fez algo inacreditável ou uma grande bagunça. De acordo com Reinaldo Pimenta, autor do livro A Casa da Mãe Joana, que explica a origem de palavras e expressões, esta nasceu na França (o original é faire le diable à quatre) durante a Idade Média.
Nas peças de teatro daquela época, um dos personagens que sempre aparecia era o diabo. Quando o autor das representações queria fazer algum barulho, criava papéis para um ou dois diabos. Quando a idéia era causar espanto realmente, fazer uma verdadeira bagunça na peça, escalava quatro diabos. “Daí o ‘diabo a quatro’ significar coisas espantosas, grande confusão”, escreve Pimenta.

MASSOTERAPIA NOS IDOSOS

MASSOTERAPIA NOS IDOSOS

    O envelhecimento é um conjunto de eventos fisiológicos que resultam na diminuição das funções orgânicas, o que é intensificado pela vida sedentária.
    A redução na funcionalidade envolve:
•    Dificuldade em realizar as atividades físicas
•    Falta de disposição para realizar as atividades de vida diária
•    Diminuição na qualidade de vida.

Basicamente, as patologias nos idosos envolvem dois sistemas:
•    Sistema osteomusculoarticular
Ocorrem modificações anatômicas na coluna vertebral, que causam redução na estatura, aproximadamente 1 a 3 cm a cada década. Após os 50 anos de idade inicia-se a atrofia óssea, ou seja, a perda de massa óssea que poderá levar a fraturas. A cartilagem articular torna-se menos resistente e menos estável sofrendo um processo degenerativo. Ocorre diminuição lenta e progressiva da massa muscular, sendo o tecido gradativamente substituído por colágeno e gordura. As alterações no sistema osteoarticular geram a piora do equilíbrio corporal do idoso, reduzindo a amplitude dos movimentos e modificando a marcha. Além disso, o envelhecimento modifica a atividade celular na medula óssea, ocasionando reabastecimento inadequado de osteoclastos e osteoblastos e também desequilíbrio no processo de reabsorção e formação óssea, resultando em perda óssea.

•    Sistema cardiorespiratório
Nas artérias, ocorre acúmulo de gordura (aterosclerose), perda de fibra elástica e aumento de colágeno. Dessa forma, a função cardiovascular fica prejudicada, diminuindo a resposta de elevação de freqüência cardíaca ao esforço ou estímulo, aumentando a disfunção diastólica do ventrículo esquerdo e dificultando a ejeção ventricular. Além disso, ocorre a diminuição da resposta às catecolaminas e a diminuição a resposta vascular ao reflexo barorreceptor. Ocorre maior prevalência de Hipertensão arterial sistólica isolada com maior risco de eventos cardiovasculares
A musculatura da respiração enfraquece com o progredir da idade. Isso ocorre devido ao enfraquecimento dos músculos esqueléticos somado ao enrijecimento da parede torácica. Na parede torácica, ocorre aumento da rigidez, calcificação das cartilagens costais, calcificação das articulações costais e redução do espaço intervertebral. Quanto ao funcionamento do Sistema Respiratório ocorre redução da forca dos músculos respiratórios, redução da taxa de fluxo expiratório e redução da pressão arterial de oxigênio

Há tendência a ganho de peso pelo aumento do tecido adiposo e perda de massa muscular e óssea. A distribuição da gordura corporal se acentua no tronco e menos nos membros. Dessa forma, a gordura abdominal eleva o risco para doenças metabólicas

    OS IDOSOS APRESENTAM MAIOR ÍNDICE DE ACOMETIMENTO POR OSTEOPOROSE E ARTROSE, DIABETES, CARDIOPATIAS, HIPERTENSÃO E ALTERAÇÕES RESPIRATÓRIAS.

Compêndio - Aprenda palavras novas

Compêndio

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Compêndio é o nome que se dá a uma súmula dos conhecimentos relativos a uma dada área do saber, em forma de livro. Por exemplo, um compêndio de Física engloba em si os conhecimentos considerados mais importantes desta ciência ou uma enciclopédia é um compêndio de conhecimento humano.

INSTRUMENTO PRÓ-SAÚDE

INSTRUMENTO PRÓ-SAÚDE
(SOMATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O instrumento pró-saúde é o mecanismo, equipamento, equipagem, apetrecho,
engenho, dispositivo, aparelho, utensílio, ferramenta, seja material, mecânico, elétrico, eletrônico,
somatométrico ou qualquer produto científico, artificial, tecnológico, industrial, útil, eficaz,
prático e adequado capaz de defender a homeostase dos órgãos e o equilíbrio dos sistemas do
corpo humano da mulher – o ginossoma –, ou do homem – o androssoma.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo instrumento deriva do idioma Latim, instrumentum, “mobília; móveis;
instrumento; utensílio; equipagem; trem; bagagem; ornamento; recurso; meio”. Surgiu no
Século XI. O prefixo pró provém do mesmo idioma Latim, pro, “diante de; adiante; antes de;
a favor de; em prol de”. O vocábulo saúde procede também do idioma Latim, salus, “salvação;
conservação (da vida); afastamento do perigo; vida”. Apareceu no Século XIII.
Sinonimologia: 1. Equipamento de saúde. 2. Aparelho de saúde.
Neologia. As duas expressões compostas instrumento pró-saúde antigo e instrumento
pró-saúde moderno são neologismos técnicos da Somatologia.
Antonimologia: 1. Parainstrumento mentalsomático. 2. Instrumento paratecnológico.
Estrangeirismologia: o check up clínico periódico; o check up odontológico periódico;
o user’s manual; a evitação do workaholism; o burnout; o self stop.
Atributologia: predomínio dos sentidos somáticos, notadamente do autodiscernimento
quanto às percepções proprioceptivas.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da somaticidade; os ortopensenes; a ortopensenidade;
os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade.
Fatologia: o instrumento pró-saúde; os instrumentos intrafísicos; os instrumentos acessórios
exteriores ao soma; os instrumentos extracerebrais adequados; os equipamentos psicofisiológicos
simples e complexos; a adequação homem-objeto; a melhoria da vida humana por meio
do autocalculismo cosmoético; os recursos da Moderna Medicina; a instrumentalidade da Tecnologia
Médica; os indicadores antropométricos; os dispositivos técnicos; os artefatos; as manufaturas;
os aparatos; o esfigmomanômetro; o abdominoscópio; a acantóbolo; o actinógrafo; o acustímetro;
o adaptômetro; o algesímetro; o algômetro; o anestesímetro; o bafômetro; o dinamoscópio;
o endoscópio; o estomatoscópio; o faringoscópio; o laparoscópio; o oftalmoscópio; o otoscópio;
o rinoscópio; o tonômetro; o perfurador de cinto; a instrumentalidade da conscin; o instrumental;
a instrumentária; a relevância das instruções de uso das máquinas; o ferramental da pessoa; o ambiente
técnico; a prioridade racional da funcionalidade técnica; a Arquitetura do sistema domótico;
a necessidade da atenção constante na utilização dos instrumentos modernos do capitalismo
selvagem; o desconfiômetro; o mancômetro; o semancômetro; o olhômetro; o descarte explícito
dos instrumentos disfuncionais.

INSTANTÂNEO EVOLUTIVO


INSTANTÂNEO EVOLUTIVO
( INSTANTANEOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O instantâneo evolutivo é o ato ou efeito da ação taquipsíquica relampagueante
da consciência, em determinados contextos e dimensões existenciais, em função da condição
da instantaneidade da dinâmica intraconsciencial.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O vocábulo instantâneo deriva do idioma Latim Medieval, instantaneu,
“instantâneo”. Surgiu no Século XVIII. O termo evolutivo procede do idioma Francês, evolutif, de
évolution, e este do idioma Latim, evolutio, “ação de percorrer, de desenrolar”. Apareceu em
1873.
Sinonimologia: 1. Instantâneo paraperceptivo. 2. Manifestação relampagueante.
3. Ação superrápida.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 8 cognatos derivados do vocábulo instantâneo:
instantaneizador; instantaneizadora; instantânea; instantaneamente; instantaneidade; Instantaneologia;
instantanizar; instante.
Neologia. As 3 expressões compostas instantâneo evolutivo, instantâneo evolutivo somático
e instantâneo evolutivo paraperceptivo são neologismos técnicos da Instantaneologia.
Antonimologia: 1. Inércia regressiva. 2. Ação lenta. 3. Ato bradipsíquico.
Estrangeirismologia: o Despertarium; o flash; o insight; o turning point.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à holomaturidade da parapercuciência taquipsíquica.
Megapensenologia. Eis 1 megapensene trivocabular sintetizando o tema: – Inexistem
instantes iguais.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal das parapercepções avançadas; os taquipensenes;
a taquipensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade; o ato de pensenizar manifestado simultaneamente
como ação dinâmica, comunicativa e de translado; o desenvolvimento das paraperceptibilidades
aprofundando a cognição instantânea dos holopensenes das pessoas; a capacidade
de mudar instantaneamente o conjunto de regras de pensenizar no momento; a autopensenização
atilada ao presente.
Fatologia: o instantâneo evolutivo; o senso autocrítico instantâneo; o ato em cima do
lance; a instantaneidade consciencial; a contração dos músculos do crânio como sendo reação de
autodefesa instantânea; o senso crítico instantâneo; a instantaneidade intra e extraconsciencial; as
manifestações máximas do taquipsiquismo; a transmissão instantânea, consciência a consciência,
da ideia básica em bloco; o taquipsiquismo ou a elaboração intelectiva instantânea; a geração instantânea

INSTANTANEIDADE CONSCIENCIAL


INSTANTANEIDADE CONSCIENCIAL
( INSTANTANEOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A instantaneidade consciencial é a interfusão do polinômio vontade-intenção-
decisão-ação, própria da consciência evoluída, cosmoética, interassistencial, especialmente
da consciex, imprimindo rapidez relampagueante, extraordinária, às manifestações parafisiológicas,
intrarticuladas, corretas.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo instantâneo deriva do idioma Latim Medieval, instantaneu, “instantâneo”.
Surgiu no Século XVIII. O vocábulo consciência procede do idioma Latim, conscientia,
“conhecimento de alguma coisa comum a muitas pessoas; conhecimento; consciência, senso
íntimo”, e este do verbo conscire, “ter conhecimento de”. Apareceu no Século XIII.
Sinonimologia: 1. Manifestação consciencial instantânea. 2. Ação consciencial relampagueante.
Neologia. As 3 expressões compostas instantaneidade consciencial, instantaneidade
consciencial inicial e instantaneidade consciencial avançada são neologismos técnicos da Instantaneologia.
Antonimologia: 1. Morosidade consciencial. 2. Bradipsiquismo.
Estrangeirismologia: o flash extrafísico promovido pelo amparador de função ao praticante
da tenepes.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto ao taquipsiquismo evoluído, composto ou interfusional.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal das parapercepções avançadas; os taquipensenes;
a taquipensenidade; o ato de pensenizar manifestado simultaneamente como ação dinâmica, comunicativa
e de translado.

INSPIRADOR HUMANO


INSPIRADOR HUMANO
(PERFILOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O inspirador humano é a pessoa, homem ou mulher, capaz de inspirar a potencialização
da evolução consciencial pelo exemplo dignificante, tida, na condição de cidadã,
à conta de modelo, de algum modo, para os componentes da Humanidade, quanto ao nível evolutivo,
ideal, cosmoético.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo inspirador vem do idioma Latim, inspirator, “o que inspira”, de
spirare, “soprar; exalar 1 sopro, 1 odor; respirar (falando do ser humano); estar inspirado; respirar”.
Apareceu no Século XIV. O vocábulo humano procede igualmente do idioma Latim, humanus,
“próprio do homem; bondoso; erudito; instruído nas humanidades”. Surgiu no Século XIII.
Sinonimologia: 01. Inspiradora humana. 02. Personalidade-líder evolutiva; personalidade
modelar. 03. Vulto marcante. 04. Compassageira menos imperfeita; compassageiro menos
imperfeito. 05. Personalidade de escol; personalidade incomum. 06. Cidadão superlativo; cidadã
superlativa. 07. Conscin catalítica; conscin pioneira. 08. Extrapolacionista evolutivo. 09. Pessoa
superespecial. 10. Duplista ideal.
Neologia. As 3 expressões compostas inspirador humano, inspirador humano indireto
e inspirador humano direto são neologismos técnicos da Perfilologia.
Antonimologia: 01. Pré-serenão vulgar. 02. Pré-serenona vulgar. 03. Conscin comum.
04. Personalidade difícil; personalidade medíocre; personalidade robotizada. 05. Pessoa entrópica.
06. Conscin inexpressiva. 07. Cidadã alienada; cidadão alienado. 08. Indivíduo antediluviano;
indivíduo arcaico; indivíduo frustrante; indivíduo ultrapassado. 09. Assediadora intrafísica;
assediador intrafísico. 10. Inspiradora extrafísica; inspirador extrafísico.
Estrangeirismologia: a personalidade sui generis; o rapport mentalsomático; o conviviarium;
o paraperceptarium.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à inteligência evolutiva (IE).

INSEPARABILIDADE GRUPOCÁRMICA


INSEPARABILIDADE GRUPOCÁRMICA
(GRUPOCARMOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A inseparabilidade grupocármica é a condição, imposta pela evolução
consciencial, da união existencial ou experiencial prolongada e, obviamente, inevitável, dos compassageiros
evolutivos do mesmo grupocarma, através do perpassar dos milênios.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo inseparabilidade vem do idioma Latim, inseparabilitas, “inseparabilidade”.
Surgiu no Século XIX. O vocábulo grupo provém do idioma Italiano, gruppo, “nó;
conjunto; reunião”, derivado do idioma Germânico, kruppa, equivalente ao idioma Frâncico,
kruppa, “massa arredondada”. Apareceu no Século XVIII. A palavra carma procede do idioma
Sânscrito, karma-a, “ação; efeito; fato”. Surgiu no Século XVII.
Sinonimologia: 1. Inerência grupocármica. 2. Convivialidade compulsória. 3. Grupalidade
imposta.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 15 cognatos derivados do vocábulo separação:
inseparável; inseparabilidade; separada; separado; separador; separadora; separa-o-visgo; separar;
separata; separatismo; separatista; separativo; separatório; separatriz; separável.
Neologia. As 4 expressões compostas inseparabilidade grupocármica, inseparabilidade
grupocármica intimológica, inseparabilidade grupocármica exteriológica e inseparabilidade
grupocármica transmigraciológica são neologismos técnicos da Grupocarmologia.
Antonimologia: 1. Regressismo egocármico. 2. União holocármica.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à aplicação da inteligência evolutiva (IE).
Estrangeirismologia: a conscientia transmigrans.
Megapensenologia. Eis 3 megapensenes trivocabulares relativos ao tema: – Grupocarmalidade:
destinos entrelaçados. Ninguém evolui sozinho. Ninguém perde ninguém.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da evolutividade; os ortopensenes; a ortopensenidade;

INSEGURANÇA INSTITUCIONAL


INSEGURANÇA INSTITUCIONAL
(SOCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A insegurança institucional é a ausência da proteção dos cidadãos, locais,
residências, ambientes, escritórios, veículos, bens e objetos da vida desenvolvida dia-a-dia, em
função dos riscos circunvolventes, perigos onipresentes, ameaças, assaltos, sequestros, saques, arrastões
e tragédias da atualidade terrestre, característica da anomia em certos Estados.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O prefixo in provém do idioma Latim, in, “privação; negação”. O vocábulo
segurança procede também do idioma Latim, securus, “tranquilo; calmo; seguro; que não teme;
que não receia”, composto por sine, “sem”, e cura, “inquietação; aflição; angústia; cuidado; guarda;
vigia; superintendente; objeto ou causa de cuidados”. Surgiu no Século XIV. O termo insegurança
apareceu no Século XX. A palavra institucional deriva do mesmo idioma Latim, institutio,
“criação; formação”. Surgiu em 1905.
Sinonimologia: 01. Insegurança ambiental. 02. Insegurança grupal. 03. Insegurança social.
04. Desproteção grupal; inseguridade geral. 05. Ansiedade coletiva; colapso da segurança;
desassossego grupal. 06. Psicose da insegurança. 07. Ausência de esquemas de proteção.
08. Ameaça social. 09. Distopia social; periculosidade social. 10. Terrorismo.
Neologia. As duas expressões compostas insegurança institucional incompreendida e insegurança
institucional compreendida são neologismos técnicos da Sociologia.
Antonimologia: 1. Segurança social. 2. Segurança grupal. 3. Segurança ambiental.
4. Proteção existencial. 5. Segurança global. 6. Preservação da integridade das conscins.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à segurança institucional.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da segurança social; os ortopensenes; a ortopensenidade.
Fatologia: a insegurança institucional; o desequilíbrio do governo; o Estado a perigo.
Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático.

INOCÊNCIA


INOCÊNCIA
(EVOLUCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A inocência é a qualidade ou caráter daquilo apresentando-se como inocente,
incapaz de praticar o mal, com pureza e ausência de culpa, malícia ou criminalidade.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo inocência deriva do idioma Latim, innocentia, “inocência; brandura;
mansidão; inteireza de costumes; virtude”, composto pelo prefixo in, “privação; negação”,
e nocentia, “maldade; culpabilidade”. Surgiu no Século XIV.
Sinonimologia: 01. Imaturidade. 02. Inexperiência. 03. Ingenuidade. 04. Inocuidade.
05. Inofensividade. 06. Inculpabilidade. 07. Virginalidade. 08. Pudicícia. 09. Castidade. 10.
Inconsciência.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 12 cognatos derivados do vocábulo inocência:
inocenciense; Inocenciologia; inocentação; inocentada; inocentado; inocentador; inocentadora;
inocentar; inocentável; inocente; inocentina; inocentino.
Neologia. As duas expressões compostas inocência infantil e inocência adulta são neologismos
técnicos da Evoluciologia.
Antonimologia: 01. Maturidade. 02. Experiência. 03. Autoconsciência. 04. Artimanha;
estroinice; fingimento; velhacaria. 05. Malícia; manha. 06. Acusação. 07. Intemperança.
08. Ofensividade. 09. Impureza; invirtude. 10. Condição de nocente.
Estrangeirismologia: a immaculateness; a clean conscience; o strong profile.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à evolutividade pessoal.
Citaciologia. Eis 2 brocardos jurídicos relativos ao tema: – Ignorantia legis neminem excusat.
Nemo censetur ignorare legem.
II. Fatuística

INFORMAÇÃO CONSCIENCIOLÓGICA


INFORMAÇÃO CONSCIENCIOLÓGICA
(COMUNICOLOGIA )
I. Conformática
Definologia. A informação conscienciológica é a técnica didática na qual o informe determinado,
relevante, resoluto, essencial, indispensável, pacífico e sereno, comunicado às pessoas
interessadas, particularmente aos intermissivistas, a partir da exemplificação teática do princípio
da descrença, expressa claramente as verdades relativas de ponta (verpons) do corpus científico
da Conscienciologia, sem imposição de qualquer natureza e sem nenhuma intenção de persuadir.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O vocábulo informação deriva do idioma Latim, informatio, “ação de formar,
de fazer; fabricação; esboço; desenho; plano; ideia; concepção; formação; forma”. Surgiu no
Século XV. O termo consciência deriva também do idioma Latim, conscientia, “conhecimento de
alguma coisa comum a muitas pessoas; conhecimento; consciência; senso íntimo”, e este do verbo
conscire, “ter conhecimento de”. Apareceu no Século XIII. O elemento de composição logia
provém do idioma Grego, lógos, “Ciência; Arte; tratado; exposição cabal; tratamento sistemático
de 1 tema”.
Sinonimologia: 1. Comunicação conscienciológica. 2. Explicitação conscienciológica.
Neologia. As duas expressões compostas informação conscienciológica básica e informação
conscienciológica avançada são neologismos técnicos da Comunicologia.

INDÚSTRIA PARALELA


INDÚSTRIA PARALELA
( INTRAFISICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A indústria paralela é o imenso conjunto de atividades econômicas com
o fim de manipular e explorar matérias-primas bem como a transformação de recursos e produtos
semiacabados em bens de consumo, no desenvolvimento grupal, dentro da Socin dedicada ao regime
capitalista, de empresa informal, ilegal e irradiante, acima e além dos princípios legais estatuídos,
criada e mantida atuante por intermédio das brechas oferecidas pelas próprias leis, usos
e costumes.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo indústria deriva do idioma Latim, industria, “zelo; atividade; aplicação;
empenho; trabalho; esforço; diligência; rapidez”, formado pela proposição indu ou endo,
“dentro; no interior de”, e pelo verbo struere, “reunir; juntar; ordenar; amontoar; acumular; construir;
levantar”. Surgiu no Século XIV. O vocábulo paralelo procede do idioma Grego, parállelos,
“paralelo; colocado defronte”, através do idioma Latim, parallelus, “paralelo”. Apareceu no
Século XV. A palavra paralela surgiu no Século XIX.
Sinonimologia: 1. Antiindústria. 2. Indústria contraventora. 3. Indústria marginal.
4. Tecnologia mafiosa. 5. Fábrica clandestina. 6. Mercado negro.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 17 cognatos derivados do vocábulo indústria:
industriador; industriadora; industrial; industrialismo; industrialista; industrialização; industrializada;
industrializado; industrializador; industrializadora; industrializar; industrializável;
industriar; industriária; industriário; industriosa; industrioso.
Neologia. As duas expressões compostas indústria paralela dominadora e indústria paralela
dominada são neologismos técnicos da Intrafisicologia.

INDUÇÃO INICIAL


INDUÇÃO INICIAL
(PSICOSSOMATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A indução inicial é a ação, processo ou efeito de induzir, ocorrida, por
exemplo, há décadas, na infância ou na adolescência da conscin, e ainda atuante vigorosamente
em plena fase da maturidade, quando já devia ter sido eliminada e substituída por melhores sugestões
existenciais e opções evolutivas.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. A palavra indução vem do idioma Latim, inductio, “ação de levar ou trazer,
de introduzir, de estender sobre, de desenrolar, de resolver; hipótese”. Surgiu no Século XVII.
O termo inicial deriva também do idioma Latim, initialis, “original; primitivo; primordial”. Apareceu
no Século XVIII.
Sinonimologia: 01. Indução remanente. 02. Indução subsistente. 03. Indução infantil.
04. Indução primária. 05. Indução primitiva. 06. Indução prolongada. 07. Indução permanente.
08. Induzimento da infância. 09. Imaturidade primária. 10. Instigação irracional.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 15 cognatos derivados do vocábulo indução:
antindução; antindutivo; antindutor; antindutora; autoindução; indutiva; indutivo; indutor; indutora;
induzida; induzido; induzidor; induzidora; induzimento; induzir.
Neologia. As 3 expressões compostas indução inicial, indução inicial étnica e indução
inicial religiosa são neologismos técnicos da Psicossomatologia.
Antonimologia: 01. Indução posterior. 02. Indução da maturidade. 03. Dedução adulta.
04. Dedução madura. 05. Maturidade emocional. 06. Antifalaciologia; Antissofismologia;
Antissupersticiologia. 07. Anticontradiciologia; Antidesviologia. 08. Antienganologia; Antierrologia;
Antipseudologia. 09. Antinosologia; Antiteratologia. 10. Antimimeticologia; Antissubcerebrologia;
Antivitimologia.
Estrangeirismologia: o autopesquisarium; o set-up; os frames of mind; o starting point.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à psicossomaticidade.
II. Fatuística

INDISCIPLINA


INDISCIPLINA
(PARAPATOLOGIA)
Definologia. A indisciplina é a falta de observância, constância e firmeza em relação
a normas, preceitose e obrigações característica da conscin vulgar, deseducada, desorganizada
e sem comedimento na vida dia-a-dia.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O termo indisciplina procede do idioma Latim, indisciplina, “falta de instrução;
ausência de disciplina”. Surgiu no Século XVII.
Sinonimologia: 01. Indisciplinação. 02. Antidisciplina. 03. Desorganização. 04. Antiorganização.
05. Anomia. 06. Anarquia. 07. Deseducação; desordem. 08. Desarrumação; descumprimento.
09. Rebeldia. 10. Caos; desgoverno; ilegalidade.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 40 cognatos derivados do vocábulo disciplina:
autodisciplina; autoindisciplina; codisciplinaridade; disciplinação; disciplinada; disciplina-de-
-freira; disciplinado; disciplinador; disciplinadora; disciplinamento; disciplinante; disciplinar;
disciplinaridade; disciplinatório; disciplinável; disciplinofilia; disciplinofobia; Disciplinologia;
heterodisciplina; indisciplina; indisciplinabilidade; indisciplinar; indisciplinoso; interdisciplinar;
interdisciplinaridade; Interdisciplinologia; monodisciplinar; monodisciplinaridade; multidisciplinar;
multidisciplinaridade; Multidisciplinologia; neodisciplina; pluridisciplinar; pluridisciplinaridade;
subdisciplina; subdisciplinar; transdisciplinar; transdisciplinaridade; Transdisciplinologia;
tridisciplinar.
Neologia. As 3 expressões compostas indisciplina grosseira, indisciplina superficial
e indisciplina parapsíquica são neologismos técnicos da Parapatologia.
Antonimologia: 01. Disciplina; disciplinação. 02. Disciplinologia. 03. Organização; Organizaciologia.
04. Adestramento; educação; ordem; ordenação; polidez. 05. Método; Metodologia;
regulamento. 06. Sistemática. 07. Arrumação; cumprimento. 08. Equilíbrio. 09. Acerto; legalidade;
lei. 10. Harmonia; Harmoniologia.

INDÍCIO MULTIEXISTENCIAL


INDÍCIO MULTIEXISTENCIAL
(AUTORREVEZAMENTOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O indício multiexistencial é a marca deixada pela consciência em alguma
ou algumas vidas humanas anteriores, em geral construção intelectual ou material capaz de fornecer
indicações para a identificação das diretrizes do temperamento, da autoevocação e de possível
autorrevezamento de existência em existência da conscin lúcida.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo indício vem do idioma Latim, indicium, “indício; prova; sinal; indicação;
revelação; denúncia; descoberta; acusação; delação”, de index, conexo ao verbo indicere,
“revelar; descobrir; dar a saber; anunciar; denunciar”. Surgiu no Século XV. O elemento de composição
multi procede também do idioma Latim, multus, “muito; numeroso; em grande quantidade;
extenso; espaçoso; importante; considerável”. A palavra existencial deriva igualmente do
idioma Latim, existentialis, “existencial”. Apareceu no Século XIX.
Sinonimologia: 01. Rastro multiexistencial. 02. Pegada multiexistencial. 03. Traço
multiexistencial. 04. Marca multiexistencial. 05. Retrossinal evolutivo; retrossinal multiexistencial.
06. Retrografopensene. 07. Paleografopensene. 08. Vestígio autopensênico. 09. Retromarca
pessoal indelével. 10. Chave multiexistencial; pista multiexistencial.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 19 cognatos derivados do vocábulo indício:
contraindício; desindiciação; desindiciar; indiciação; indiciada; indiciado; indiciador; indiciadora;
indicial; indiciamento; indiciante; indiciar; indiciário; indiciativa; indiciativo; indiciosa;
indicioso; maxindício; minindício.
Neologia. As 3 expressões compostas indício multiexistencial, indício multiexistencial
intelectual e indício multiexistencial material são neologismos técnicos da Autorrevezamentologia.
Antonimologia: 1. Grafopensene atual. 2. Neoindício existencial. 3. Neomarca
pessoal.
Estrangeirismologia: o déjà-vu; o Retrocognitarium; a notitia innata.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto às autorretrocognições.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal dos rastropensenes; os paleopensenes sadios; a paleopensenidade;
os retropensenes sadios; a retropensenidade; os parapensenes; a parapensenidade;
os retrografopensenes; a retrografopensenidade; a forma holopensênica; os genopensenes; a genopensenidade.
Fatologia: as evidências passadas; a prova; o resíduo; o saldo; o indicador; o vestígio;
a automimese excepcionalmente produtiva; a semente retrógrada; a semente ântuma; a semente
construtiva; as confirmações materiais dos relatos espontâneos, retrocognitivos; os indícios da retrovida;
a identificação da personalidade consecutiva pelas conscins testemunhas; os indícios da
retropersonalidade; a decodificação da retromegagescon encriptada; os indícios da retroproéxis.
Parafatologia: o indício multiexistencial; a autovivência do estado vibracional (EV)

O que é carma?

Eu não fiz nenhum tipo de regressão, quando você começa a mexer com as energias vai estar mais lucido sobre as tendências, as tendências nossas são o melhor caminho para entendermos nossas vidas passadas. A personalidade demora muitas centenas de anos para mudar. As religiões falam muito de carma e acham que num passe de mágica ou sopro de um anjo de luz todos são extinguidos. Carmas são vibrações negativas que se perduram e por afinidade nos levam para energias semelhantes. Essas vibrações negativas são formadas por pensamentos e atos que não foram cosmoéticas e pela lógica para neutraliza-los é somente na assistência a outras pessoas, centralizando nossa vida na maxifraternidade.


INCUBAÇÃO INTERMISSIVA


INCUBAÇÃO INTERMISSIVA
( INTERMISSIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A incubação intermissiva é o paraato, paraprocesso e paraefeito de incubar
os conhecimentos paratecnológicos, avançados, do Curso Intermissivo (CI), desenvolvidos, semeados,
inseridos, entranhados, implantados ou enxertados durante o período extrafísico da intermissão
pré-ressomática das atuais conscins intermissivistas.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. A palavra incubação deriva do idioma Latim, incubatio, “incubação; possessão
ilegítima”, e esta de cubare, “estar deitado; estar estirado; repousar; estar deitado à mesa;
dormir com; ter relações carnais”. Apareceu no Século XVIII. O prefixo inter provém do mesmo
idioma Latim, inter, “no interior de 2; entre; no espaço de”. O vocábulo missão procede também
do idioma Latim, missio, missionis, “ação de enviar; remessa; missão”, de missum, supino de mittere,
“mover; mandar; partir; deixar ir; soltar; largar; lançar; atirar”. Surgiu no Século XIII. O sufixo
ista vem do idioma Grego, istes, designando “adepto; aderente; seguidor; partidário”.
Sinonimologia: 01. Autoincubação intermissiva. 02. Incubação pré-genética. 03. Incubação
extrafísica. 04. Incubação pré-ressomática. 05. Incubação do CI. 06. Incubação mnemônica.
07. Previsão proexológica. 08. Paraconceptáculo intermissivo. 09. Útero intermissivo.
10. Útero pró-evolutivo.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 10 cognatos derivados do vocábulo incubação:
aeroincubadora; autoincubação; desincubar; íncuba; incubadeira; incubador; incubadora; incubar;
incubável; íncubo.
Neologia. As 3 expressões compostas incubação intermissiva, incubação intermissiva
profunda e incubação intermissiva superficial são neologismos técnicos da Intermissiologia.
Antonimologia: 1. Incubação humana. 2. Lembrança encobridora. 3. Saber transversal.
Estrangeirismologia: o inward knowledge.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto às autorretrocognições intermissivas.
Filosofia: o Universalismo; a Cosmoeticologia; a Holofilosofia.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da Holomnemônica; os inculcopensenes; a inculcopensenidade;
os retropensenes; a retropensenidade; os parapensenes; a parapensenidade; os paratecnopensenes;
a paratecnopensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade; os ortopensenes;
a ortopensenidade; os paradidactopensenes; a paradidactopensenidade; o ato de pensenizar
multidimensionalmente; os lateropensenes; a lateropensenidade; o holopensene favorável à autolucidez;
a expansão da autopensenização.
Fatologia: as ideias inatas; os constructos congênitos; as neoideias ingênitas; as protocognições
ínsitas; as intuições; as inspirações; as concepções inerentes; as retroconcepções; as paleovivências;

INCONVIVIALIDADE

INCONVIVIALIDADE
(AUTOCONVIVIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A inconvivialidade é o ato ou efeito de a consciência não conviver sadiamente em
proximidade com outrem ou com os compassageiros evolutivos, seja na Socin ou na Sociex.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O prefixo in deriva do idioma Latim, in, “privação; negação”. O vocábulo convívio
vem igualmente do idioma Latim, convivium, “banquete; festim; participação em banquete; convidado”.
Apareceu no Século XV.
Sinonimologia: 1. Inconvivência. 2. Anticonvivialidade. 3. Desconvivência. 4. Insociabilidade.
5. Incivilidade. 6. Misantropia. 7. Esquivança.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 16 cognatos derivados do vocábulo convívio: Anticonviviologia;
convival; convivência; convivente; conviver; convivial; convivialidade; conviviarium;
conviviofilia; conviviofobia; Conviviologia; conviviopatia; Cosmoconviviologia; desconvivência; inconvivialidade;

INCONCRETUDE


INCONCRETUDE
(AUTOPRIOROLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A inconcretude é a qualidade do imaterial, insubstancial, abstrato, imaginário
e irreal.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O prefixo in vem do idioma Latim, in, “privação; negação”. O termo concretude
deriva também do idioma Latim, concretus, “composto de vários elementos”, de concrescere,
“formar-se por agregação; aumentar; condensar-se; coalhar”. A palavra concreto apareceu
no Século XVII.
Sinonimologia: 01. Irrealidade. 02. Imaterialidade. 03. Impalpabilidade. 04. Insubstancialidade.
05. Intangibilidade. 06. Inventividade. 07. Incorporeidade. 08. Abstração.
09. Imaginação. 10. Ficção.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 15 cognatos derivados do vocábulo concreto:
concretagem; concretar; Concretismo; concretista; concretizabilidade; concretização; concretizada;
concretizado; concretizar; concretizável; concretude; inconcretude; neoconcretismo; neoconcretista;
neoconcreto.
Neologia. O termo inconcretude e as duas expressões compostas inconcretude natural
e inconcretude patológica são neologismos técnicos da Autopriorologia.
Antonimologia: 01. Concretude. 02. Realidade. 03. Materialidade. 04. Palpabilidade.
05. Substancialidade. 06. Tangibilidade. 07. Não-ficção. 08. Definido. 09. Distinto. 10. Determinado.
Estrangeirismologia: o indistinct; o megamaya; o autoconfrontarium.
Atributologia: predomínio dos sentidos somáticos, notadamente do autodiscernimento
quanto à prioridade do tato nas percepções intrafísicas.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da hiperacuidade; os ortopensenes; a ortopensenidade.
Fatologia: a inconcretude; o fato de ser mais inteligente viver alerta quanto às inconcretudes;
as inconcretudes como sendo sempre capazes de piorar a evolução lúcida da consciência;
a infância como sendo a pior fase nebulosa da vida humana animal; a consciência, em qualquer
dimensão evolutiva, como sendo concreta para si mesma, quando se manifesta com o veículo adequado;
o ato de falar sim, sim e não, não; a explicitação das realidades; as nuanças; os reflexos; as
falsas concretudes; as camuflagens; os besteiróis; as farsas; as fábulas; os factóides; os engodos;
o placebo; a supersutileza; a tenuidade concretíssima; a concretude do abstrato; a concretude da

INCOMPREENSÃO


INCOMPREENSÃO
(COMPREENSIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A incompreensão é a condição ou estado da conscin incapaz de compreender,
de modo razoável, a realidade ou pararrealidade essencial e prioritária da vida ou do Cosmos.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O prefixo in vem do idioma Latim, in, “privação; negação”. O termo compreensão
deriva igualmente do idioma Latim, comprehensio, radical de comprehensum, supino de
comprehendere, “compreender; prender; apoderar-se; pegar; encerrar; conceber; abarcar; abranger;
atrair”. A palavra incompreensão surgiu no Século XX.
Sinonimologia: 01. Falta de compreensão. 02. Incapacidade para compreender. 03. Incompreensibilidade.
04. Interpretose despriorizada; obscurantismo. 05. Ignorância. 06. Agnosia.
07. Apedeutismo. 08. Bisonharia. 09. Desinformação. 10. Incultura; inscícia; leiguice; nescidade.
Neologia. As duas expressões compostas incompreensão adolescente e incompreensão
adulta são neologismos técnicos da Compreensiologia.
Antonimologia: 01. Compreensão. 02. Intelectualidade aberta. 03. Cultura. 04. Erudição.
05. Sabedoria. 06. Sapiência. 07. Hermenêutica. 08. Exegese. 09. Análise pessoal. 10. Inteligência
evolutiva.
Estrangeirismologia: a close mind; a hebetude mentis; a unwisdom; a misunderstanding.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à Autocogniciologia.
Megapensenologia. Eis 1 megapensene trivocabular sintetizando o tema: – Busquemos
compreender mais.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da compreensibilidade; os patopensenes; a patopensenidade;
os nosopensenes; a nosopensenidade.
Fatologia: a incompreensão; a desconcentração mental; o discurso incompreensível;
a inobjetividade pessoal; a intelecção inconclusa; a mente deambulatória; a prolixidade habitual;

INCOMPATIBILIDADE INTERSOMÁTICA


INCOMPATIBILIDADE INTERSOMÁTICA
(SOMATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A incompatibilidade intersomática é a qualidade, propriedade ou estado de
discordância na fundamentação racional do antagonismo ou da antipodia entre as características
biológicas do retrossoma da vida intrafísica anterior da consciência e as condições do neossoma
da atual existência humana, gerando problemas de adaptação pessoal.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O primeiro prefixo in vem do idioma Latim, in, “privação; negação”. O termo
compatibilidade deriva do idioma Latim Medieval, compatibilis, “compatível”, de compati,
“simpatizar”. Surgiu no Século XVIII. A palavra incompatibilidade apareceu no mesmo Século
XVIII. O segundo prefixo inter procede do idioma Latim, inter, “no interior de 2; entre; no espaço
de”. A palavra somática provém do idioma Francês, somatique, e esta do idioma Grego, somatikós,
“do corpo; material; corporal”. Surgiu no Século XIX.
Sinonimologia: 01. Incompatibilidade retrossoma / neossoma. 02. Divergência retrossoma
/ neossoma. 03. Conflito intersomático. 04. Inadaptação somática. 05. Inadequação somática.
06. Antagonismo somático. 07. Antipodia somática. 08. Inconciliabilidade somática.
09. Assintonia somática. 10. Neossoma dissintônico.
Neologia. As 4 expressões compostas incompatibilidade intersomática; incompatibilidade
intersomática genealógica, incompatibilidade intersomática sexossomática e incompatibilidade
intersomática interplanetária são neologismos técnicos da Somatologia.
Antonimologia: 1. Compatibilidade intersomática. 2. Adaptação somática. 3. Autadequação
somática. 4. Concordância somática. 5. Conciliabilidade somática. 6. Neossoma ajustado.
7. Neossoma conveniente.
Estrangeirismologia: a posição antagônica dos gêneros yin / yang.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto às autorretrocognições.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da somaticidade pessoal; os retropensenes; a retropensenidade;
os paleopensenes; a paleopensenidade; os intrusopensenes; a intrusopensenidade; os
evoluciopensenes; a evoluciopensenidade.
Fatologia: a integridade somática; a frustração quanto ao próprio soma; a doença crônica;
a invalidez pessoal; as dessemelhanças fisiológicas; as alergias, intolerâncias e idiossincrasias

INCOMPATIBILIDADE DA CONSCIENCIOLOGIA


INCOMPATIBILIDADE DA CONSCIENCIOLOGIA
(EXPERIMENTOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A incompatibilidade da Conscienciologia é a qualidade, propriedade ou estado
de discordância na fundamentação racional do antagonismo ou da antipodia inconciliável do
corpus das neoidéias conscienciológicas com determinadas linhas do conhecimento humano, culminando
na oposição de constructos e sistemas teáticos vivenciáveis.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O prefixo in vem do idioma Latim, in, “privação; negação”. O termo compatibilidade
deriva também do idioma Latim Medieval, compatibilis, “compatível”, de compati,
“simpatizar”. Surgiu no Século XVIII. O vocábulo consciência procede igualmente do idioma Latim,
conscientia, “conhecimento; consciência; senso íntimo”, e este do verbo conscire, “ter conhecimento
de”. Surgiu no Século XIII. O elemento de composição logia provém do idioma Grego,
lógos, “Ciência; Arte; tratado, exposição cabal; tratamento sistemático de 1 tema”.
Sinonimologia: 1. Antagonismo da Conscienciologia. 2. Antipodia da Conscienciologia.
3. Inconciliabilidade conscienciológica.
Neologia. As 3 expressões compostas incompatibilidade da Conscienciologia aquisitiva,
incompatibilidade da Conscienciologia executiva e incompatibilidade da Conscienciologia distributiva
são neologismos técnicos da Experimentologia.
Antonimologia: 1. Compatibilidade da Conscienciologia. 2. Concordância da Conscienciologia.
3. Conciliabilidade conscienciológica.
Estrangeirismologia: o upgrade evolutivo; o breakthrough mentalsomático.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto às autocognições em geral.
Filosofia: a Holofilosofia.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da Experimentologia; os ortopensenes; a ortopensenidade;
os contrapensenes; a contrapensenidade; os antipensenes; a antipensenidade; os neopensenes;
a neopensenidade.
Fatologia: a incompatibilidade da Conscienciologia; os choques ideológicos; os impactos
filosóficos; as incompatibilidades dos objetivos; as contra-ações conscienciológicas; a autoconsciencialidade
das contraposições; as neoverpons da Conscienciologia; a Era Consciencial.
Parafatologia: o autoparapsiquismo; a sinalética energética e parapsíquica pessoal; a autovivência
do estado vibracional (EV) profilático.
III. Detalhismo
Sinergismologia: o sinergismo vontade vigorosa–intencionalidade cosmoética.
Principiologia: o princípio de não brigar com os fatos.
Codigologia: o código pessoal de Cosmoética (CPC).
Teoriologia: a teoria da falseabilidade das teorias; a teoria do paradigma consciencial.
Tecnologia: a técnica da Confrontologia; a técnica da projetabilidade lúcida (PL).
Voluntariologia: o voluntariado além das instituições humanas tradicionais.
Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da diferenciação pensênica.
Efeitologia: os efeitos da Priorologia.
Neossinapsologia: a recuperação pessoal dos cons intermissivos.
22 Enc iclopédia da Consc ienciologia
Ciclologia: o ciclo das neoidéias; o ciclo multiexistencial pessoal (CMP).
Binomiologia: o binômio intrafisicalidade-extrafisicalidade; o binômio admiração-discordância.
Interaciologia: a interação autoparaprocedência-autoproéxis.
Crescendologia: o crescendo varejismo consciencial–atacadismo consciencial; o crescendo
erro-correção.
Trinomiologia: o trinômio autopesquisa-heteropesquisa-omnipesquisa; o trinômio Debate-
Refutaciologia-Argumentologia.
Polinomiologia: o polinômio soma-energossoma-psicossoma-mentalsoma.

INCIVILIDADE


INCIVILIDADE
(PARAPATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A incivilidade é a qualidade ou caráter da conscin, homem ou mulher, com
ausência de manifestações formais, boas maneiras e cortesia, através de palavras e atos demonstradores
de mútuo respeito e consideração, condições próprias da civilidade, da educação da cidadania
e de consciência comunitária.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O termo incivilidade deriva do idioma Latim, incivilitas, “violência, brutalidade”.
Surgiu em 1727.
Sinonimologia: 01. Anticivilidade; anticivilização; incivilização. 02. Antipolítica pública;
politicalha. 03. Antidiplomacia; despolidez; impolidez. 04. Indelicadeza. 05. Grosseria.
06. Má-educação. 07. Descortesia; inurbanidade. 08. Aspereza. 09. Rudez; rudeza. 10. Rispidez.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 26 cognatos do vocábulo civil: civilidade; civilismo;
civilista; civilística; civilístico; civilizabilidade; civilização; Civilizaciologia; civilizacional;
civilizada; civilizado; civilizador; civilizadora; civilizar; civilizável; civismo; civista; civística;
civístico; incivil; incivilidade; incivilizabilidade; incivilizada; incivilizado; incivilizável; incivismo.
Neologia. As duas expressões compostas incivilidade pessoal e incivilidade grupal são
neologismos técnicos da Parapatologia.
Antonimologia: 01. Civilidade. 02. Civilização. 03. Civilizaciologia. 04. Afabilidade.
05. Amabilidade. 06. Cortesia. 07. Delicadeza. 08. Polidez. 09. Urbanidade. 10. Educação
pessoal.
Estrangeirismologia: o british hooliganism; o furor teutonicus; o brazilian way of life;
os graffitis.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à grupalidade evolutiva.
Megapensenologia. Eis 1 megapensene trivocabular sintetizando o tema: – Incivilidade:
insociabilidade grossa.
II. Fatuística
Pensenologia: holopensene pessoal da grupalidade; os patopensenes; a patopensenidade;
os crassopensenes; a crassopensenidade.
Fatologia: a incivilidade; as incivilidades; a incivilidade pessoal; a incivilidade grupal;
a incivilidade sociológica; a incivilidade etológica; a incivilização; a incivilizabilidade; a inurbanidade;
a incordialidade; a buzinação no sinal; a desamabilidade; a rusticidade; a antissociabilidade;

IMPOSSIBILIDADE NATURAL


IMPOSSIBILIDADE NATURAL
( INTRAFISICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A impossibilidade natural é a condição (fenômeno ou ato) impossível, inexequível,
infactível, irrealizável e, portanto, impraticável de ser alcançada pela consciência humana
(conscin) em função da própria existência intrafísica.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo impossibilidade deriva do idioma Latim, impossibilitas, “impossibilidade
de ser ou de ocorrer”. Surgiu no Século XV. O vocábulo natural procede também do
idioma Latim, naturalis, “feito ou dado pela Natureza”. Apareceu no Século XIII.
Sinonimologia: 1. Impraticabilidade natural. 2. Inexequibilidade natural. 3. Infactibilidade
natural. 4. Irrealização natural. 5. Inexecutabilidade natural.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 6 cognatos derivados do vocábulo possível: impossibilidade;
impossibilitar; impossível; possibilidade; possibilitar; possibilizar.
Neologia. As duas expressões compostas impossibilidade natural pessoal e impossibilidade
natural impessoal são neologismos técnicos da Intrafisicologia.
Antonimologia: 1. Possibilidade natural. 2. Praticidade natural. 3. Exequibilidade natural.
4. Realização natural. 5. Executabilidade natural. 6. Impossibilidade holossomática.
Estrangeirismologia: a compreensão do struggle for life.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à Autocogniciologia.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da maturidade humana; os ortopensenes; a ortopensenidade.
Fatologia: a impossibilidade natural; a realidade humana nua e crua; as infactibilidades;
as irrealizações lógicas; as inexequibilidades inafastáveis; a inviabilidade do perfeccionismo; os
envolvimentos nos fluxos do Cosmos; os acidentes de percurso; as vicissitudes humanas; os percalços
intrafísicos; a maturidade reflexiva cortando aborrecimentos, contrariedades e incompreensões;
o bom humor pessoal; o recolhimento íntimo; a “vida como ela é”; o reconhecimento da
realidade na qual vivemos; o rolo-compressor das inutilidades onipresentes; o resumo da sabedoria
do veteranismo; as impossibilidades intrafísicas absolutas; as incompatibilidades óbvias; os
desvios de padrão; as anomalias; as anormalidades; as teratologias; as aberrações das ignorâncias;
a presunção humana; a consciência dos limites conscienciais; os fatores impeditivos; o corte das
demagogias e enganações; a prevenção das frustrações; a incompreensibilidade da robéxis; os impedimentos
absolutos; a condição mais inteligente de identificar e definir as inconveniências.
Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático.
III. Detalhismo
Sinergismologia: o sinergismo maior autocompreensão–menor atribulação.
Principiologia: o princípio do relaxe e aproveite; o princípio da descrença.
Teoriologia: a teoria da evolução consciencial.
Tecnologia: a técnica de viver evolutivamente.

IMPOSSIBILIDADE COGNITIVA


IMPOSSIBILIDADE COGNITIVA
(AUTOCOGNICIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A impossibilidade cognitiva é a incapacidade relativa ao processo de conhecer
da conscin, mesmo lúcida, de haurir determinado conhecimento avançado, além das incapacidades
ou impossibilidades naturais da vida humana, condição a ser preservada, ainda, no âmbito
da Mateologia.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo impossibilidade vem do idioma Latim, impossibilitas, “incapacidade
de ser ou de ocorrer”. Surgiu no Século XV. A palavra cognitiva provém igualmente do idioma
Latim, cognitum, de cognoscere, “conhecer; adquirir conhecimento; aprender a conhecer; procurar
saber; tomar conhecimento de; reconhecer”. Apareceu em 1873.
Sinonimologia: 1. Impossibilidade autocognitiva. 2. Incapacidade autocognitiva.
Neologia. As duas expressões compostas impossibilidade cognitiva elementar e impossibilidade
cognitiva superior são neologismos técnicos da Autocogniciologia.
Antonimologia: 1. Potencialidade cognitiva. 2. Possibilidade cognitiva.
Estrangeirismologia: o out of question.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à cosmoconsciencialidade.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal do autodiscernimento; os lucidopensenes; a lucidopensenidade;
os prioropensenes; a prioropensenidade; os ortopensenes; a ortopensenidade;
o abertismo autopensênico.
Fatologia: a impossibilidade cognitiva; as cognições inacessíveis; o impedimento da
ignorância; a impotência da ignorância; a incapacidade do desconhecimento; os impedimentos
ainda absolutos; os atos ainda inexecutáveis; as tolices das presunções intelectuais; as imensurabilidades;
as impartibilidades ou a impossibilidade de miríades de realidades serem partilhadas;
a autocognição dirigida; a intelecção profunda; o tirocínio intelectual; os desafios de se buscar saber
o ainda ignoto; os esforços para a superação das dúvidas, impasses, incertezas, enigmas, utopias,
impossíveis e megaproblemas; a dissonância cognitiva; o ato de encarar as ineficácias cognitivas
da Humanidade; as macroperspectivas pessoais; a Cognópolis.
Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a sinalética energética
e parapsíquica pessoal; o extrapolacionismo; a inconsciência quanto às realidades extrafísicas.
III. Detalhismo
Sinergismologia: o autossinergismo cognitivo; o sinergismo maior autocompreensão–
–menor atribulação.
Principiologia: o princípio da descrença.
Codigologia: o código pessoal de Cosmoética (CPC).
Teoriologia: a teoria do paraconhecimento.
Tecnologia: a técnica da exaustividade.
Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da Autoconscienciometrologia.
Colegiologia: o Colégio Invisível dos Pesquisadores em geral.
Efeitologia: o efeito da verdade relativa de ponta (verpon).
46 Enc iclopédia da Consc ienciologia

A dependência química e suas diversas faces

A dependência química e suas diversas faces

Ana Carolina Alves de Oliveira
Ana Paula dos Anjos Stedile
Andreia Ferreira de Deus 
Karine carvalho 
Marlus Tobler  
Tatiane Cristina dos Santos
Vanessa Cristina do Amaral Mondini
Luiz Arthur Rangel Cyrino

Resumo: O presente artigo se apoiou em pesquisas bibliográficas com reflexões acerca da dependência química. Visou-se relacionar os aspectos que induzem o uso de drogas, fatores ambientais, sociais e familiares, assim como formas de tratamento e acompanhamento profissional com ênfase na atuação do psicólogo. As influências e as implicações da relação do indivíduo com as drogas. A falta da abrangência do assunto e suas formas de tratamento nos cursos da área da saúde. As conclusões resultantes das pesquisas realizadas foram que, o uso das drogas, não é apenas decorrente de um aspecto da vida do indivíduo mas abrange vários outros, podendo ser predisposição genética, influência do meio ou como uma fuga dos problemas. Tendo em vista esta gama de fatores envolvidos nas drogas, na dependência química, fatores sociais, culturais, biológicos e familiares, o artigo trás uma idéia de que a sociedade precisa se preocupar com isso não de maneira a excluir, mas sim de recuperar o dependente, trazendo ele para a sociedade, reabilitando, reeducando.

Palavras-chave: Dependência, família, psicologia.

Abstract: The present article if supported in bibliographical research with reflections concerning the chemical dependence. It was aimed at to relate the aspects that induce the use of drugs, ambient, social and familiar factors, as well as forms of treatment and professional accompaniment with emphasis in the performance of the psychologist. The influences and the implications of the relation of the individual with the drugs. The lack of the abrangência of the subject and its forms of treatment in the courses of the area of the health. The resultant conclusions of the carried through research had been that, the use of the drugs, is not only decurrent of a aspect of the life of the individual but encloses several others, being able to be genetic predisposition, influence of the way or as an escape them problems. In view of this gamma of involved factors in the drugs, in the chemical dependence, social, cultural, biological and familiar factors, the article backwards an idea of that the necessary society if to worry about this not in way to exclude, but yes to recoup the dependent, bringing it stops the society, rehabilitating, reeducating.

Emprego do h ;Emprego do s ;Emprego do z ;Emprego das letras e e i.

Emprego do h
O h é uma letra que se mantém em algumas palavras em decorrência da etimologia ou da tradição escrito do nosso idioma. Algumas regras, quanto ao seu emprego devem ser observadas:

a) Emprega-se o h quando a etimologia ou a tradição escrita do nosso idioma assim determina.
     homem, higiene, honra, hoje, herói.

b) Emprega-se o h no final de algumas interjeições.
      Oh! Ah!

c) No interior dos vocábulos não se usa h, exceto:
- nos vocábulos compostos em que o segundo elemento com h se une por hífen ao primeiro.
     super-homem, pré-história.

- quando ele faz parte dos dígrafos ch, lh, nh.
    Passarinho, palha, chuva.


Emprego do s

Emprega-se a letra s:

- nos sufixos -ês, -esa e –isa,   usados na formação de palavras que indicam nacionalidade, profissão, estado social, títulos honoríficos.
Chinês, chinesa, burguês, burguesa, poetisa.

- nos sufixos –oso e –osa (qua significa “cheio de”), usados na formação de adjetivos.
      delicioso, gelatinosa.

- depois de ditongos.
    coisa, maisena, Neusa.

- nas formas dos verbos pôr e querer e seus compostos.
    puser, repusesse, quis, quisemos.

- nas palavras derivadas de uma primitiva grafada com s.
     análise: analisar, analisado
     pesquisa: pesquisar, pesquisado.


Emprego do z

Emprega-se a letra z nos seguintes casos:
- nos sufixos -ez e -eza, usados para formar substantivos abstratos derivados de adjetivos.
   rigidez (rígido), riqueza (rico).

- nas palavras derivadas de uma primitiva grafada com z.
     cruz: cruzeiro, cruzada.
    deslize: deslizar, deslizante.


Emprego dos sufixos –ar e –izar.

Emprega-se o sufixo –ar nos verbos derivados de palavras cujo radical contém –s, caso contrário, emprega-se –izar.
    análise – analisar                               eterno – eternizar


Emprego das letras e e i.

Algumas formas dos verbos terminados em –oar e –uar grafam-se com e.
      perdoem (perdoar),           continue (continuar).

Algumas formas dos verbos terminados em –air, -oer e –uir grafam-se com i.
     atrai (atrair), dói (doer), possui (possuir).


Emprego do x e ch.

Emprega-se a letra x nos seguintes casos:

- depois de ditongo: caixa, peixe, trouxa.

- depois de sílaba inicial en-: enxurrada, enxaqueca (exceções: encher, encharcar, enchumaçar e seus derivados).

- depois de me- inicial: mexer, mexilhão (exceção: mecha e seus derivados).

- palavras de origem indígena e africana: xavante, xangô.

Emprego do g ou j

Emprega-se a letra g

- nas terminações –ágio, -égio, -ígio, -ógio, -úgio: prestígio, refúgio.
- nas terminações –agem, -igem, -ugem: garagem, ferrugem.

Emprega-se a letra j em palavras de origem indígena e africana: pajé, canjica, jirau.


Emprego de s, c, ç, sc, ss.

- verbos grafados com ced originam substantivos e adjetivos grafados com cess.
   ceder – cessão.
   conceder - concessão.
   retroceder - retrocesso.
   Exceção: exceder - exceção.

- nos verbos grafados com nd originam substantivos e adjetivos grafados com ns.
   ascender – ascensão
   expandir – expansão
   pretender – pretensão.

- verbos grafados com ter originam substantivos grafados com tenção.
   deter – detenção
   conter – contenção.
 
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Veja 5 regras para empreender sozinho

1-Tenha um plano e uma visão
Separe um dia da semana para desenhar um mapa do seu negócio. Avalie seu progresso ao longo de um período de tempo e identifique o que pode ser melhorado ou implementado. Você pode guiar-se por algumas perguntas, tais como: Qual é o seu plano? Como o seu negócio pode crescer? Como esse crescimento pode ser planejado? Quais as suas ideias para aumentar as vendas e o lucro?
2- Não fique completamente sozinho
De fato, estar sozinho cria um certo limite ao crescimento. À medida que você cria seu plano de negócios, faça uma descrição de suas funções. A partir daí, pense em alguma tarefa que poderia ser delegada a outra pessoa (pode ser um prestador de serviço ou freelancer), e quais aquelas a que você poderia se dedicar mais tempo. Se você deixar as finanças aos cuidados de um contador, por exemplo, isso vai te dar mais tempo livre para as ações que vão fazer seu negócio crescer.
3- Siga suas próprias regras
Planos são flexíveis. Novos caminhos e oportunidades vão surgir, mas quando você tem uma missão e um plano de como chegar lá, você pode sempre voltar a eles para não se afastar dos seus objetivos de longo prazo.
4- Não compare
Procure ser original e não siga as ideias das outras empresas. É importante ficar de olho na concorrência, mas por razões estratégicas. Mantenha o foco em você, no seu plano e nos seus objetivos. É isso que importa. A comparação que você deve fazer é como está o progresso real em relação ao seu plano de negócios.
5- Comemore toda forma de sucesso
Mantenha-se motivado celebrando cada avanço e cada cliente conquistado.  Os resultados financeitos virão se o seu nível de motivação continuar lá em cima. Para isso, esteja sempre consciente das suas pequenas vitórias.

Dependentes Químicos

A liberdade pode ser um paradoxo ao lançar mão dela para todas as coisas. Entendê-la é fundamental para viver bem. Liberdade é respeitar os limites, nossos e dos outros. Liberdade não é fazer o que se quer, quando quer e sim fazer o que é necessário e o que se pode. Ao entender esse processo, torna-se menos complexo o existir.

Há uma legião de consciências que não entendem o conceito de liberdade e baseado nisso estão mais escravas e presas. Pensar numa liberdade total, ampla, inteira. A liberdade de pensamento é o cerne da liberdade, é daí que se pode expandir as ações da vida. Todos nascem para serem livres.

Quem controla seus pensamentos pode ter uma liberdade maior, constrói pensamentos positivos, criativos, assistenciais, objetivos, corretos.

Quando a pessoa está presa às emoções não tem liberdade total. Passa a não ter controle sobre sua pensenidade, passa então, a ser controlado, consciente ou inconscientemente. Diversos são os conflitos que encarceram a consciência. O mundo moderno trouxe um número grande de estímulos que desencadearam o estresse de várias naturezas.

Existem muitos tipos de emoções e estresse. Um tipo é sobre o uso de fármacos ou dependente químico que acarreta a prisão da emoção, pois a dependência psicológica é a maior causa dos conflitos humanos da atualidade.

Os usuários de drogas são os que mais apregoam a liberdade e, paradoxalmente são os que têm menos liberdade de pensar, agir e gostar.

Segundo Cury, “a psicoadaptação é a incapacidade da emoção humana de sentir prazer ou dor frente à exposição do mesmo estímulo. Cada vez que os estímulos se repetem ao longo da vida, nos psicoadaptamos a eles e, assim, diminuímos inconscientemente a emoção que sentimos por ele.” Isso quer dizer que à medida que o tempo passa e os eventos se repitam, a emoção fica bloqueada, pois no nosso nível a emoção não deixa de existir. É necessário, sempre, uma emoção maior que a anterior. Exemplo disso é a moda com coleções novas a cada estação; a repetição do mesmo elogio e outros. As pessoas que se adaptam à sua miséria e condição social menos prazer terá, mais infeliz e angustiada, mesmo que tenha dinheiro e boa posição social.

A psicoadaptação é positiva quando ocorre uma frustração, um fracasso, e a pessoa pode se sair muito bem desses eventos contrários e superá-los.  No aspecto negativo, gera o tédio, a rotina, a mesmice e a solidão. A partir daí a pessoa busca a solução para isso impulsionando-a para novas formas de prazer, estímulos que a façam se sentir viva.

O comportamento do usuário de drogas se dá como super-homem, colocando em risco sua vida em busca da droga, porém são muito frágeis e não suportam o sofrimento. A dor emocional é insuportável para eles, são muito carentes e isso os impele para novas doses da droga para sair dessa condição, mesmo que temporária até outra crise. Em muitos casos, usam as drogas como tranqüilizantes para sua mente que sofre, não conseguem suportar o sofrimento. Torna-se um circulo vicioso, pois não conseguem sair e mais e mais se afundam presos à solidão da qual querem sair.

Uma questão a ser estudada é que destino escolher para os erros e sofrimentos? Assumi-los e usá-los para a autossuperação? 

Para o cuidador, para o familiar é ideal entender o mecanismo de atuação do dependente químico, pois pode favorecer uma ajuda assertiva nesses casos. A memória, por exemplo, vai pouco a pouco solapando as lembranças positivas e coloca lembranças de superemoções da crise de abstinência ou do uso da droga. São dois aspectos que tem relevância no histórico da pessoa e é muito valorizado, pois é o seu universo. Em geral temos conhecidos dependentes químicos, familiares, amigos e, nem sempre temos embasamento teórico e prático para ajudar nesses casos.

Até que ponto o projeto de vida tem elementos, subsídios para atender essa demanda que cresce a cada dia? Em todas as áreas de atuação surgem essas demandas e exigem performances adequadas.

Os dependentes químicos vivenciam emoções com uma rapidez e intensidade cada vez maiores. Isso lhes dá uma característica de conhecimento de uma pessoa idosa. São velhos em corpos jovens. Eles procuram algo diferente, um mundo novo que a família e a sociedade não oferecem, e paradoxalmente encontram uma armadilha que os prende inexoravelmente sem alcançar a liberdade tão almejada. A família e os cuidadores ainda não estão atualizados para esse atendimento, pois o dependente químico vive aceleradamente.

Não se interessam por coisas simples do dia-a-dia. Somente grandes estímulos chamam sua atenção, algo que seja igual ou que supere o uso da droga. Mesmo com a sensação de perseguição, medo, solidão e angústia não conseguem sair e procuram mais uma vez, pois estão presos. E, cada vez mais o monstro da dependência cresce e amplia o espaço de ocupação da memória sobre os efeitos do seu uso. Ter um projeto de vida, ter meta existencial e, as demandas nessa área crescendo, batendo à porta e se pergunta: estamos preparados para usar a liberdade de ajudar?