Tertúlia Aula - 952 - Atraso de Vida 9 de 14 - Waldo Vieira - CEAEC

HIPERACUIDADE INTERASSISTENCIAL


HIPERACUIDADE INTERASSISTENCIAL
( INTERASSISTENCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A hiperacuidade interassistencial é a prática, hábito ou tendência sadia da
consciência, seja conscin ou consciex, de funcionar prestando atenção, minuciosamente, de modo
ininterrupto, em tudo e em todos, a fim de melhorar assistencialmente, como megafoco principal,
o holopensene onde atua no Cosmos, no momento evolutivo.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O elemento de composição hiper vem do idioma Grego, hyper, “acima; acima
de; sobre; por cima; superiormente; muito; demais; para lá de”. Apareceu, no idioma Português,
no Século XVII. O termo acuidade deriva do idioma Latim, acuitas, de acutus, “agudo”,
através do idioma Francês, acuité, “sabor azedo, picante; qualidade do que é agudo, e por extensão,
aplicado a qualidades intelectuais; fineza; penetração do olhar”. Surgiu no Século XIX.
O prefixo inter procede do mesmo idioma Latim, inter, “no interior de 2; entre; no espaço de”.
O vocábulo assistência provém igualmente do idioma Latim, assistentia, “ajuda; socorro”. Apareceu
no Século XVI.
Sinonimologia: 1. Hiperacuidade desestigmatizadora. 2. Hiperacuidade prioritária.
3. Claridade mentalsomática.
Neologia. As 3 expressões compostas hiperacuidade interassistencial, hiperacuidade interassistencial
básica e hiperacuidade interassistencial evoluída são neologismos técnicos da Interassistenciologia.
Antonimologia: 1. Hipoacuidade consciencial. 2. Hipoacuidade interassistencial.
3. Obscuridade mentalsomática.

HIGIENE CONSCIENCIAL


HIGIENE CONSCIENCIAL
(PARASSEPSIA)
I. Conformática
Definologia. A Higiene Consciencial é a Ciência aplicada aos estudos, pesquisas ou técnicas
sistemáticas, teáticas, do conjunto de medidas adotadas para evitar a intrusão e permanência
de patopensenes no microuniverso consciencial em determinado holopensene específico, seja pessoal,
grupal ou institucional, começando pelas eliminações das pensenizações patológicas, antipensenes
doentios e contrapensenes fixos ou monoideísmos viciosos.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo higiene vem do idioma Francês, higiène, e este do idioma Grego,
hygieine, “que contribui com a saúde”. Apareceu no Século XIX. O vocábulo consciência deriva
do idioma Latim, conscientia, “conhecimento de alguma coisa comum a muitas pessoas; conhecimento;
consciência; senso íntimo”, e este do verbo conscire, ter conhecimento de”. Surgiu no Século
XIII.
Sinonimologia: 01. Higiene Autopensênica; Higiene Mental; Higienização pensênica;
Higiologia Pensênica; Higioterapia Pensênica. 02. Profilaxia autopensênica; profilaxia consciencial.
03. Autoparaprofilaxia Pensênica. 04. Ortobiose Pensênica. 05. Antipoluição pensênica;
autodisciplina ideativa. 06. Autopensenização preventiva; autopensenização sadia. 07. Autodesassédio
pensênico; autodiscernimento pensênico. 08. Sanitarismo cosmoético; saúde holopensênica.
09. Asseio autopensênico; desintoxicação autopensênica; Para-Higiene. 10. Imunologia
Pensênica; retilinearidade autopensênica.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 20 cognatos derivados do vocábulo Higiene:
Anti-Higiene; higiênica; higiênico; higienista; higienização; higienizada; higienizado; higienizador;
higienizadora; higienizar; higióloga; Higiologia; higiológica; higiológico; higiologista; higiólogo;
Higioterapia; higioterápica; higioterápico; Para-Higiene.
Neologia. As 3 expressões compostas Higiene Consciencial, Higiene Consciencial Básica
e Higiene Consciencial Avançada são neologismos técnicos da Parassepsia.
Antonimologia: 01. Higiene Física. 02. Deterioração autopensênica. 03. Anti-Higiene
pensênica. 04. Insalubridade autopensênica. 05. Desasseio autopensênico. 06. Antiprofilaxia
consciencial. 07. Autopensenização patogênica; autopensenização patológica. 08. Antirretilinearidade
autopensênica. 09. Desassim. 10. Sujismundismo.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à ortopensenidade.
Megapensenologia. Eis 1 megapensene trivocabular sintetizando o tema: – Para-Higiene:
dieta intraconsciencial.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da Higiene Consciencial; o holopensene pessoal

HIBERNANTE


HIBERNANTE
(EVOLUCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O hibernante é o princípio consciencial – a consciência em evolução – em
qualquer estágio evolutivo, ainda vivendo a condição da hibernação efêmera ou prolongada, intra
ou extrafisicamente, com inatividade parcial, redução metabólica extrema, fisiologia ou parafisiologia
mínima, evidenciando a estagnação evolutiva da vida latente.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo hibernante procede do idioma Latim, hibernans, e este do verbo
hibernare, “invernar; estar no quartel de inverno; repousar; hibernar”. Apareceu em 1873.
Sinonimologia: 01. Comatoso. 02. Inativo. 03. Entorpecido. 04. Adormecido.
05. Modorrento. 06. Inerte. 07. Adinâmico. 08. Prostrado. 09. Apático. 10. Deprimido.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 18 cognatos derivados do vocábulo hibernação:
hibernáculo; hibernada; hibernado; hibernagem; hibernal; hibernante; hibernar; hibérnia; hibernianismo;
hibernianista; hibérnico; hibérnio; hiberno; hibernosa; hibernoso; nano-hibernante;
não-hibernante; pré-hibernação.
Neologia. As duas expressões compostas hibernante intrafísico e hibernante extrafísico
são neologismos técnicos da Evoluciologia.
Antonimologia: 01. Ativo. 02. Potente. 03. Robusto. 04. Tonificado. 05. Vigoroso.
06. Revificado; revitalizado; revivescido. 07. Dinâmico. 08. Pujante. 09. Lúcido. 10. Desperto.
Estrangeirismologia: o breakdown pessoal; o taedium vitae; o existential vacuum; os
coccooners; o dolce far niente; o winter sleep; a lifetime hibernation.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à hiperacuidade.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da inatividade; os patopensenes; a patopensenidade;
os ociopensenes; a ociopensenidade.
Fatologia: o ato de hibernar; a hibernação humana; a hibernação como resposta dos indivíduos
às condições ambientais adversas; a Geopolítica da hibernação; a auto-hibernação consciencial;
o fato de toda estagnação significar regressão evolutiva; o autovegetalismo; a hipotermia;
o estado de torpor; o estado de adormecimento; o estado letárgico; o letargo invernal; o sono
hibernal; a hipobiose; a anidrobiose; a hipnódia; a anabiose; a semivida; o encaramujamento;
a conviviopatia; a hibernação social; o período da vida fetal; a introversão patológica; o autismo;

HIBERNAÇÃO POLÍTICA


HIBERNAÇÃO POLÍTICA
(POLITICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A hibernação política é o retraimento da conscin ante as questões políticas
em geral.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O vocábulo hibernação vem do idioma Latim, hibernatio, “hibernação”, conexo
a hibernare, “invernar; passar o inverno; estar em quartel de inverno; ficar durante o inverno”;
e por extensão, “estar sossegado; tranquilo; calmo”. Surgiu no Século XIX. O termo política
deriva do idioma Grego, politiké, “Ciência dos negócios do Estado; a administração política”.
Apareceu no Século XV.
Sinonimologia: 01. Hibernação ideológica. 02. Hibernação cognitiva. 03. Apatia política.
04. Letargia política. 05. Adinamia política. 06. Fechadismo político. 07. Marasmo político.
08. Indolência política. 09. Preguiça política. 10. Comatose intelectiva.
Neologia. As 3 expressões compostas hibernação política, hibernação política instintiva
e hibernação política intencional são neologismos técnicos da Politicologia.
Antonimologia: 01. Hibernação subumana. 02. Dinamismo político. 03. Eficácia política.
04. Neofilia. 05. Desenvoltura política. 06. Desinibição ideológica. 07. Abertismo político.
08. Pujança ideológica. 09. Automutação ideológica. 10. Saúde política.
Estrangeirismologia: a political lifetime hibernation; o banimento político no impeachment.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à Politicologia em geral.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da Politicologia; os ociopensenes; a ociopensenidade;
os patopensenes; a patopensenidade; os narcopensenes; a narcopensenidade; a pensenização
maniqueísta restringindo a autoparticipação no debate político cotidiano; os reciclopensenes; a reciclopensenidade;
os neopensenes; a neopensenidade; os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade.
Fatologia: a hibernação política; a adinamia política; a bradifemia ideológica; a inatividade
política; o entorpecimento ideológico; a letargia sociológica; o isolamento social; a alienação

1657 - Personalidade antipoda (Conscienciometrologia)

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Jesus ainda está evoluindo

 Todos nós estamos evoluindo, até o próprio Jesus que é tanto adorado no cristianismo está evoluindo. Como é difícil para um religioso entender isso. Abrir os olhos para uma realidade dessa é tão frustrante para muitos por causa da decepção enorme de tanto tempo perdido em vidas repetidas no mesmo lugar. A evolução leva a consciência a auto suficiência e a torna Livre.

HIBERNAÇÃO CULTURAL


HIBERNAÇÃO CULTURAL
(PARAPATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A hibernação cultural é o retraimento da conscin ante as questões intelectuais,
mentaissomáticas ou quanto aos interesses elevados, evolutivos e racionais.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O vocábulo hibernação vem do idioma Latim, hibernatio, “hibernação”, conexo
a hibernare, “invernar; passar o inverno; estar em quartel de inverno; ficar durante o inverno”;
e por extensão, “estar sossegado; tranquilo”. Surgiu no Século XIX. A palavra cultura
procede também do idioma Latim, cultura, “ação de cuidar; tratar; venerar” (no sentido físico
e moral); e por extensão, “civilização”. Apareceu no Século XV.
Sinonimologia: 01. Hibernação intelectual. 02. Hibernação consciencial. 03. Hibernação
existencial. 04. Hibernação eletronótica. 05. Apatia cultural. 06. Letargia cognitiva.
07. Adinamia intelectiva; fechadismo consciencial. 08. Marasmo intelectual. 09. Indolência intelectual;
preguiça mental. 10. Comatose intelectiva.
Neologia. As 3 expressões compostas hibernação cultural, hibernação cultural precoce
e hibernação cultural retardada são neologismos técnicos da Parapatologia.
Antonimologia: 01. Hibernação subumana. 02. Dinamismo cultural. 03. Eficácia evolutiva.
04. Neofilia. 05. Desenvoltura mentalsomática. 06. Desinibição intelectiva. 07. Abertismo
consciencial. 08. Plenipotência intelectual; pujança intelectiva. 09. Renascimento cultural.
10. Saúde mentalsomática.
Estrangeirismologia: a cultural lifetime hibernation; a consciential winter; o taedium
vitae.
Atributologia: predomínio dos sentidos somáticos, notadamente do autodiscernimento
quanto à vida intrafísica ou do corpo humano.

GRATUIDADE COSMOÉT ICA


GRATUIDADE COSMOÉT ICA
(COSMOET ICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A gratuidade cosmoética é a qualidade da ação espontânea e gratuita, em
bases cosmoéticas, dispensando pagamento ou seja, inteiramente de graça.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O vocábulo gratuidade é de origem controversa. Segundo Antônio Geraldo
da Cunha (1924–1999) procede do idioma Latim Tardio, gratuitas, “gratuidade”. Para Antenor de
Veras Nascentes (1886–1972) e José Pedro Machado (1914–2005) deriva do idioma Latim, gratuitus,
“gratuito; dado ou recebido de graça”. Surgiu no Século XVI. O termo gratuidade apareceu
em 1772. A palavra cosmos vem do idioma Grego, kósmos, “ordem; organização; mundo;
universo”. Surgiu em 1563. O elemento de composição cosmo provém do mesmo idioma Grego,
kósmos. Apareceu, no idioma Português, no Século XIX. O vocábulo ética procede do idioma Latim,
ethica, “ética; moral natural; parte da Filosofia aplicada à moral”, e este do idioma Grego,
éthikós. Surgiu no Século XV.
Sinonimologia: 1. Gratuitidade cosmoética. 2. Ação cosmoética gratuita. 3. Ação cosmoética
de graça. 4. Ação cosmoética grátis.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 3 cognatos derivados do vocábulo gratuito: gratuidade;
gratuita; gratuitidade.
Neologia. As 3 expressões compostas gratuidade cosmoética, gratuidade cosmoética individual
e gratuidade cosmoética grupal são neologismos técnicos da Cosmoeticologia.
Antonimologia: 1. Ação cosmoética paga. 2. Pagamento cosmoético. 3. Ação com pagamento.
4. Ação anticosmoética gratuita.
Estrangeirismologia: a disponibilização free of charge das informações conscienciológicas
na Internet.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à holomaturidade interassistencial cosmoética.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da interassistencialidade; os benignopensenes;
a benignopensenidade; os conviviopensenes; a conviviopensenidade; os ortopensenes; a ortopensenidade;
os harmonopensenes; a harmonopensenidade.
Fatologia: a gratuidade cosmoética; os serviços promovidos pelas tarefas de esclarecimento

GOVERNANTE


GOVERNANTE
(POLITICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O governante é a conscin, homem ou mulher, legalmente instituída para
controlar e dirigir as políticas públicas do governo de determinado Estado, país, província ou região
humana.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. A palavra governar vem provavelmente do idioma Francês, gouverner,
“exercer atividade política”, e esta do idioma Latim, gubernare, “conduzir (nave); dirigir; guiar;
no sentido figurado, gerir; administrar; governar”, adaptada do idioma Grego, kubernáó, “dirigir
o leme; administrar; governar”. Surgiu no Século XIII. O vocábulo governante apareceu no Século
XIV.
Sinonimologia: 1. Político. 2. Líder político. 3. Mandatário. 4. Estadista. 5. Gestor.
6. Condutor.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 49 cognatos derivados do vocábulo governo:
autogovernar-se; autogoverno; desgovernação; desgovernado; desgovernante; desgovernar;
desgovernável; desgoverno; governabilidade; governação; governada; governadeira; governado;
governador; governadora; governador-geral; governadoria; governadura; governalho; governamental;
governamentalismo; governamentalista; governamentalística; governamentalístico;
governamento; governança; governanta; governante; governar; governativa; governativo;
governatorato; governatório; governatriz; governável; governicho; governículo; governismo;
governista; governística; governístico; governo; governo-geral; ingovernabilidade; ingovernável;
malgovernar; sobregoverno; vice-governador; vice-governança.
Neologia. As duas expressões compostas governante cosmoético e governante anticosmoético
são neologismos técnicos da Politicologia.
Antonimologia: 1. Mandante. 2. Mastermind. 3. Títere. 4. Cabresteiro.
Estrangeirismologia: o strong profile; a aura popularis; o Administrarium; o establishment.
Atributologia: predomínio dos atributos mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à liderança comunicativa.
II. Fatuística

GERONTE EVOLUTIVO


GERONTE EVOLUTIVO
(GERONTOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O geronte evolutivo é a consciência, consciex ou conscin, homem ou mulher,
com expressiva bagagem evolutiva, conquistada através de autesforços acumulados através
de múltiplas vidas intrafísicas por milênios, exemplificando, hoje, nível de maturidade consciencial
evidente.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. A palavra geronte vem do idioma Grego, géron, “velho; ancião; em Esparta,
senador”. Surgiu no Século XX. O vocábulo evolutivo procede do idioma Francês, evolutif, de
évolution, e este do idioma Latim, evolutio, “ação de percorrer; de desenrolar”. Apareceu em
1873.
Sinonimologia: 1. Veterano da vida evolutiva. 2. Intermissivista. 3. Proexista.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 43 cognatos derivados do vocábulo geronte:
Gerocomia; gerocômico; gerodermia; gerodérmica; gerodérmico; Gerontagogia; gerontagógico;
gerontagogo; gerôntica; gerôntico; gerontismo; gerontista; Gerontocerebrologia; gerontocida;
gerontocomia; gerontocômio; gerontocracia; gerontocrata; gerontocrática; gerontocrático;
gerontodemografia; gerontodemográfico; gerontodrama; gerontófila; gerontofilia; gerontofílica;
gerontofílico; gerontófilo; gerontofobia; gerontóloga; Gerontologia; gerontológica; gerontológico;
gerontologista; gerontólogo; gerontoteca; gerontoxo; geropensene; geropensenidade; geroterapia;
geroterápica; geroterápico; gerotoxo.
Neologia. As 3 expressões compostas geronte evolutivo, geronte evolutivo especializado
e geronte evolutivo cosmovisiológico são neologismos técnicos da Gerontologia.
Antonimologia: 1. Conscin vulgar. 2. Consciência-robô. 3. Consciênçula.
Estrangeirismologia: o Proexarium; o right timing evolutivo; o rapport interconsciencial
em larga escala.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à holomaturidade parapsíquica evolutiva.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal das previsibilidades pessoais; os evoluciopensenes;

GARANTIA EVOLUTIVA


GARANTIA EVOLUTIVA
(AUTEVOLUCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A garantia evolutiva é a troca inteligente dos valores finitos da vida humana
pelos valores imperecíveis da consciência, objetivando, no conjunto dos autesforços, a melhoria
da qualificação do saldo da ficha evolutiva pessoal (FEP), por parte da conscin lúcida, intermissivista,
proexista, cosmoética e garantindo, com tal resolução, o autodesenvolvimento dinâmico
e autorrevezador na cadeia de vidas intrafísicas.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. A palavra garantia provém do idioma Francês, garantie, “compromisso de
quem se coloca como garantia de algo; caução”, derivada de garant, “fiador”, e esta do idioma
Germânico, wërento, de wëren, “fornecer; garantir”. Surgiu no Século XVII. O vocábulo evolutivo
procede também do idioma Francês, evolutif, de évolution, e este do idioma Latim, evolutio,
“ação de percorrer, de desenrolar”. Apareceu em 1873.
Sinonimologia: 1. Garantia autevolutiva. 2. Comprometimento evolutivo. 3. Compromisso
evolutivo. 4. Fiança evolutiva. 5. Autempenho multidimensional.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 6 cognatos derivados do vocábulo garantia: garante;
garantida; garantido; garantidor; garantidora; garantir.
Neologia. As duas expressões compostas garantia evolutiva antecipada e garantia evolutiva
posterior são neologismos técnicos da Autevoluciologia.
Antonimologia: 1. Desatenção autevolutiva. 2. Desobrigação evolutiva. 3. Irresponsabilidade
pessoal.
Estrangeirismologia: a relação input-output; o res non verba.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento

GANHO EVOLUTIVO


GANHO EVOLUTIVO
(AUTEVOLUCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O ganho evolutivo é o proveito cosmoético obtido pela manifestação pensênica
correta ou o ato acertado da consciência, conscin ou consciex.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo ganhar tem origem controversa, segundo Antônio Geraldo da
Cunha (1924–1999), provavelmente dos idiomas Germânico e Frâncico, waidanjan, “proceder
à colheita”, aparentado com o idioma Alto-Alemão, weida, “caçar ou pescar; pastagem”, e com
possível cruzamento semântico com o idioma Gótico, ganan, “cobiçar”. Para Antenor de Veras
Nascentes (1886–1972) e Joan Corominas i Vigneaux (1905–1997), o étimo vem do mesmo idioma
Gótico, ganan, cruzado com o idioma Germânico, waidanjan, “proceder à colheita”. A palavra
ganho surgiu no Século XIII. O vocábulo evolutivo provém do idioma Francês, evolutif, de
évolution, e este do idioma Latim, evolutio, “ação de percorrer, de desenrolar”. Apareceu em
1873.
Sinonimologia: 01. Ganhame evolutivo; ganhamento evolutivo; ganhança evolutiva.
02. Autopromoção evolutiva; bônus evolutivo; conquista evolutiva. 03. Proveito evolutivo.
04. Vantagem evolutiva; vantagem real. 05. Lucro evolutivo. 06. Benefício evolutivo. 07. Benefício
verdadeiro. 08. Bem útil. 09. Ganho real. 10. Autodesembaraço evolutivo.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 15 cognatos do vocábulo ganho: ganhadeiro;
ganhadia; ganhador; ganhadora; ganhame; ganhamento; ganhança; ganhão; ganha-pão; ganhar;
ganhável; ganha-vida; ganhosa; ganhoso; malganho.
Neologia. As 3 expressões compostas ganho evolutivo, ganho evolutivo conclusivo e ganho
evolutivo acrescentador são neologismos técnicos da Autevoluciologia.
Antonimologia: 01. Perda evolutiva. 02. Desvantagem evolutiva. 03. Ganho egocêntrico.
04. Proveito egocêntrico. 05. Pseudoganho. 06. Pseudoprovento. 07. Pseudobem; suposto
bem. 08. Desvantagem; falsa vantagem. 09. Benefício ilusório. 10. Autembaraço evolutivo.
Estrangeirismologia: o evolutionarium; a autoperformance evolutiva; o upgrade evolutivo.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à inteligência evolutiva (IE).
II. Fatuística

Programação Existencial

Por estarem perdidas e não tomarem lucidez referente a programação existencial muitos estão ficando depressivos, vivendo com um vazio existencial, por ocasião disso muitos religiosos pregadores oferecem essa completude com uma doutrina maquiadora que mudam as pessoas exteriormente. Antes de ressomarmos (ter uma nova existência humana) por planejamentos extrafísicos obtemos uma perspectiva de vida, uma área onde atuaremos com foco de resgates e amparo. Pelas nossas tendências podemos analisar o caminho que devemos trilhar.Introspecção é imprescindível. Estar no rumo certo e tomar as atitudes corretas nos livrará que ocorra uma melancolia após a desativação do soma. 

Você acredita em reencarnação?

A reencarnação é admitida por metade da humanidade. Ela é a teoria de que evoluímos utilizando corpos humanos. Parecem ocorrer exclusivamente dentro da mesma espécie evolutiva, até o princípio consciencial superar e passar para uma espécie mais evoluída, seja neste mundo ou noutro planeta. Uma pessoa me perguntou o porque de termos que evoluir, minha resposta foi: Para que erremos menos. Existe um fluxo cósmico que está empurrando o universo para melhorar cada vez mais. Que possamos estar em sintonia com esse fluxo e fugir da fraqueza da animalidade.

WALDO VIEIRA fala sobre PITÁGORAS - 2008 (parte 5 de 5)

WALDO VIEIRA fala sobre PITÁGORAS - 2008 (parte 4 de 5)

Mobilizações de Energia Consciencial

JÚBILO COSMOÉTICO


JÚBILO COSMOÉTICO
(HOLOMATUROLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O júbilo cosmoético é o estado, ato ou efeito de exultar em função da homeostase
cosmoética, autoconsciente, do microuniverso da conscin lúcida em dia com os próprios
deveres na condição de minipeça do maximecanismo interassistencial, interdimensional, interconsciencial.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo júbilo vem do idioma Latim, jubilum, “júbilo; gritos de alegria”.
Surgiu no Século XVI. A palavra cosmos deriva do idioma Grego, kósmos, “ordem; organização;
mundo; universo”. Apareceu em 1563. O elemento de composição cosmo provém do mesmo idioma
Grego, kósmos. Surgiu, no idioma Português, no Século XIX. O vocábulo ética procede do
idioma Latim, ethica, “ética; moral natural; parte da Filosofia que estuda a moral”, e este do idioma
Grego, éthikós. Apareceu no Século XV.
Sinonimologia: 01. Júbilo evolutivo. 02. Regozijo cosmoético. 03. Regozijo evolutivo.
04. Alegria pessoal; aprazimento sadio; autossatisfação; comprazimento natural; contentamento
pessoal; felicidade intraconsciencial. 05. Exultação evolutiva. 06. Exultação benigna; exultação
cosmoética. 07. Euforia intrafísica; euforin. 08. Primener. 09. Cipriene. 10. Antimelancolia intrafísica.
Neologia. As 3 expressões compostas júbilo cosmoético, júbilo cosmoético tenepessista
e júbilo cosmoético ofiexista são neologismos técnicos da Holomaturologia.
Antonimologia: 01. Júbilo anticosmoético. 02. Entusiasmo antifraterno. 03. Infelicidade
intraconsciencial. 04. Melancolia intrafísica; melin. 05. Depressão evolutiva. 06. Abatimento
existencial; tristeza indefinida. 07. Luto; soturnidade pessoal. 08. Atimia. 09. Atrabílis. 10.
Schadenfreude.

WALDO VIEIRA fala sobre PITÁGORAS - 2008 (parte 3 de 5)

WALDO VIEIRA fala sobre PITÁGORAS - 2008 (parte 3 de 5)

JUÍZO DE VALOR


JUÍZO DE VALOR
(HETEROCRITICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O juízo de valor é o julgamento através do conceito emitido ou a postura
avaliativa, o exame, a investigação, o juízo acurado, algo feito por alguém, sobre determinada
idéia, objeto, fato, fenômeno, realidade, pararrealidade ou consciência, sob análise minuciosa,
sem compromisso com o ideal da neutralidade cosmoética.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo juízo vem do idioma Latim, judicium, “ação de julgar; ofício de
juiz; ação judicial; processo; disputa; julgamento; sentença; decisão; tribunal; lugar onde se ministra
a justiça; juízo; parecer; faculdade de julgar; discernimento; recompensa (por ter sido julgado
digno)”. Surgiu no Século XIII. A palavra valor deriva do idioma Latim Tardio, valore, “valor;
importância”. Apareceu no mesmo Século XIII.
Sinonimologia: 01. Juízo normativo. 02. Juízo de apreciação. 03. Juízo verde; juízo
vulgar. 04. Juízo amador. 05. Opinião de valor. 06. Conceito de valor. 07. Avaliação pessoal.
08. Achismo pessoal. 09. Consciência crítica. 10. Dissecção analítica; exame minucioso.
Neologia. As duas expressões compostas juízo de valor amador e juízo de valor profissional
são neologismos técnicos da Heterocriticologia.
Antonimologia: 01. Juízo de fato. 02. Juízo de realidade. 03. Juízo enunciativo.
04. Juízo explicativo. 05. Juízo profissional. 06. Juízo superior. 07. Máxima da experiência.
08. Regra da experiência. 09. Antilogismo; ilogicidade; pseudologicidade. 10. Inabilidade avaliativa;
inconsciência crítica; juízo inapropriado.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à Heterocriticologia.
Megapensenologia. Eis 1 megapensene trivocabular sintetizando o tema: – Evitemos juízos
apressados.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da criticidade; os ortopensenes; a ortopensenidade.
Fatologia: o juízo de valor; o juízo normativo; a avaliação pessoal; a opinião pessoal;
a autocompetência; a Jurisprudência; o descortino avançado do magistrado; a acareação; o ponteiro
consciencial; o autodiscernimento; o senso crítico; o juízo claro e sensato; o juízo acurado;

Origem das Doenças

MEDO SABOTADOR - Waldo Vieira

Sensibilidade do Parapsiquismo - Waldo Vieira

MUTUALIDADE DA COMUNICAÇÃO


MUTUALIDADE DA COMUNICAÇÃO
(COMUNICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A mutualidade da comunicação é a qualidade, característica ou técnica de
a conscin lúcida – o futuro autor ou autora – cercar no primeiro tempo, pesquisisticamente, determinado
conceito, tema ou assunto, com abordagens multifacetadas, registradas por todos os viéses
possíveis, constituindo razoável acervo ou bagagem cognitiva, a fim de cercar, no segundo
tempo, comunicativamente, a leitora ou o leitor interessado, por todos os flancos mentaissomáticos,
divulgando os achados técnicos através de livro cosmoético ou da megagescon pessoal grafada.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo mutualidade deriva do idioma Latim, mutus, “mútuo; recíproco;
emprestado; dado de empréstimo”. Apareceu no Século XIX. O vocábulo comunicação procede
também do idioma Latim, communicatio, “ação de comunicar, de partilhar, de dividir”. Surgiu no
Século XV.
Sinonimologia: 01. Mutuação comunicativa. 02. Mutualismo comunicativo. 03. Mutualismo
da comunicação. 04. Reciprocidade evolutiva. 05. Reciprocidade comunicativa.
06. Reciprocidade da comunicação. 07. Conexão interconsciencial. 08. Vínculo proexológico.
09. Coautoria indireta. 10. Intercooperação mentalsomática.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 8 cognatos derivados do vocábulo mutualidade:
mútua; mutuação; mutual; mutualismo; mutualista; mutualística; mutualístico; mútuo.
Neologia. As 4 expressões compostas mutualidade da comunicação, mutualidade da comunicação
mínima, mutualidade da comunicação mediana e mutualidade da comunicação máxima
são neologismos técnicos da Comunicologia.
Antonimologia: 1. Comunicação pessoal. 2. Comunicabilidade individual.
Estrangeirismologia: o rapport mentalsomático.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à autocomunicabilidade avançada.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da comunicabilidade; os ortopensenes; a ortopensenidade;
os neopensenes; a neopensenidade; os nexopensenes; a nexopensenidade; a semiconsciex.

MUNDO IMAGINÁRIO


MUNDO IMAGINÁRIO
( IMAGÍSTICA)
I. Conformática
Definologia. O mundo imaginário é a criação fantasiosa, refúgio intraconsciencial, parapatológico,
da conscin artística, infantilizada, medíocre e incauta, sem os 2 pés sobre a rocha
e o mentalsoma no Cosmos, respirando e devaneando durante a vida intrafísica, alheada ou alienada
quanto à própria evolução consciencial, racional, lógica, prioritária.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O termo mundo vem do idioma Latim, mundus, “firmamento; mundo; universo;
a criação; globo terrestre; a Terra; as Nações; o Século; o Império Romano; o mundo subterrâneo;
os infernos; o mundo considerado como Deus”. Apareceu no Século XIII. O vocábulo
imaginário procede também do idioma Latim, imaginarius, “que faz retratos (em pintura ou
escultura); imaginário; fingido; falso; simulado; fictício”. Surgiu no Século XVI.
Sinonimologia: 01. Mundo fantasioso. 02. Mundo irreal. 03. Universo imaginário.
04. Cosmos imaginativo. 05. Autoficção imaginosa. 06. Refúgio parapatológico. 07. Criação
autenganosa; devaneio persistente. 08. Idealização ilógica. 09. Despriorização antievolutiva. 10.
Fuga imaginativa.
Neologia. As duas expressões compostas mundo imaginário curto e mundo imaginário
prolongado são neologismos técnicos da Imagística.
Antonimologia: 1. Mundo real. 2. Vida racional. 3. Vida real. 4. Priorização evolutiva.
5. Idealização lógica.
Estrangeirismologia: os apriorismos pessoais ad nauseam; a fairyland; a intelligentsia
enferma.
Atributologia: predomínio dos sentidos somáticos, notadamente do antidiscernimento
quanto à imaginação predominando sobre as sensações.
Megapensenologia. Eis 1 megapensene trivocabular sintetizando o tema: – A imaginação
mistifica.

MUNDIVIDÊNCIA


MUNDIVIDÊNCIA
(COSMOVISIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A mundividência é a percepção, megapercepção, concepção, miniconcepção
ou megaconcepção do mundo, do Universo ou do Cosmos.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo mundo deriva do idioma Latim, mundus, “firmamento; mundo;
universo; a criação; o globo terrestre; a Terra; as Nações; o Século; o Império Romano; o mundo
subterrâneo; os infernos; o mundo considerado como Deus”. Apareceu no Século XIII. A palavra
vidência procede também do idioma Latim, videre, “ver; olhar; ir ver; perceber; compreender;
examinar; considerar; ver com os olhos da consciência”. Surgiu no Século XIX.
Sinonimologia: 01. Visão do mundo. 02. Autovisão do mundo. 03. Cosmovisão.
04. Mundão. 05. Visão da Terra; visão do Globo Terrestre. 06. Visão astronômica. 07. Holanálise.
08. Cosmanálise. 09. Meganálise do mundo. 10. Weltanschauung.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 14 cognatos derivados do vocábulo mundividência:
automundividência; automundividente; automundividentismo; heteromundividência; imundividência;
megamundividência; minimundividência; multimundividência; multimundividente; multimundividentismo;
mundividente; mundividentismo; neomundividência; paramundividência.
Neologia. As 3 expressões compostas mundividência mínima, mundividência mediana
e mundividência máxima são neologismos técnicos da Cosmovisiologia.
Antonimologia: 1. Monovidência. 2. Monovisão. 3. Mundinho. 4. Interiorose. 5. Varejismo
consciencial.
Estrangeirismologia: a Weltanschauung; a world view; o Cosmocognitarium.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à cosmoconsciencialidade.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da Cosmovisiologia; os cosmopensenes; a cosmopensenidade;
os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade; os parapensenes; a parapensenidade;
os prioropensenes; a prioropensenidade.
Fatologia: a mundividência; a mundividência instintual; a mundividência intrafísica;
a mundividência intelectual; a mundividência evolutiva; a mundividência direcionando o modo

MUDANÇA DE EGO


MUDANÇA DE EGO
(EGOCARMOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A mudança de ego é a automutação da pessoa e da própria vida para melhor,
objetivando a evolução consciencial, cosmoética, interassistencial, prioritária.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo mudança vem do idioma Latim, mutare, “mudar; alterar; transformar;
divergir; desfigurar; permutar; deslocar”. Surgiu no Século XIV. A palavra ego provém do
mesmo idioma Latim, ego, “eu”. Apareceu no Século XX.
Sinonimologia: 1. Reciclagem intraconsciencial; recin pessoal. 2. Automutação evolutiva.
3. Mudança de personalidade. 4. Segundo ego. 5. Ego prioritário.
Neologia. As duas expressões compostas mudança de ego interassistencial e mudança
de ego tarística são neologismos técnicos da Egocarmologia.
Antonimologia: 1. Automimese. 2. Antepassado de si mesmo. 3. Ego anacrônico.
Estrangeirismologia: o strong profile.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto às prioridades evolutivas pessoais.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da reciclagem existencial; os reciclopensenes; a reciclopensenidade;
os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade;
os neopensenes; a neopensenidade; os prioropensenes; a prioropensenidade.
Fatologia: a mudança de ego; as mutações do ego específicas de cada faixa etária; a influência
da idade física na predisposição às mudanças; a profilaxia da evitação da mudança de
ego para pior; a mudança da pessoa poligâmica, sexualmente imatura, para a pessoa monogâmica,
madura; a mudança da condição do celibato para a constituição da dupla evolutiva; a reciclagem
intraconsciencial profunda; a força interassistencial da recin exemplificada; a inversão existencial;
as mudanças dos hábitos sadios para rotinas mais úteis; a variação dos objetivos existenciais
de certo estado para outro; a mudança da matriz mental; a troca radical da profissão pessoal; os
impactos da mudança fundamental; as renovações ante as coleiras sociais do ego; os transes das
mudanças existenciais; o conhecimento de novo idioma; a saída do bolsão conservantista para
a Cognópolis.
Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a sinalética energética

MOVIMENTAÇÃO MIGRATÓRIA


MOVIMENTAÇÃO MIGRATÓRIA
(SOCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A movimentação migratória é a mobilização intrafísica, social, geopolítica,
de consciência, individualmente, ou de consciências intrafísicas em grupo, viajando da cidade natal
para outra comunidade, cidade, estado, país, continente, seja temporariamente, em excursão
técnica, ou de modo definitivo, mudando de residência ou domicílio.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. A palavra movimento vem do idioma Francês, mouvement, “movimento”,
constituída pelo termo do idioma Latim, movere, “por em movimento; mover-se; agitar-se”, e pelo
sufixo do idioma Latim Vulgar, mentu, formador de substantivos derivados de verbos. Apareceu
no Século XIV. O vocábulo movimentação surgiu em 1899. O termo migração provém do
idioma Latim, migratio, “emigração; passagem de determinado lugar para outro”, derivado de migrare,
“emigrar; ir para outra parte; mudar de morada; mudar-se”. Apareceu no Século XIX.
O sufixo orio procede também do idioma Latim, orius, formador de adjetivos e / ou substantivos
cultos.
Sinonimologia: 1. Mobilização social. 2. Mobilização geopolítica.
Neologia. As duas expressões compostas movimentação migratória patológica e movimentação
migratória sadia são neologismos técnicos da Sociologia.
Antonimologia: 1. Interiorose. 2. Neofobia. 3. Autismo.
Estrangeirismologia: o boom migratório.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à holomaturidade das prioridades proexológicas.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da reciclagem evolutiva; os cosmopensenes; a cosmopensenidade;
os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade; os conviviopensenes; a conviviopensenidade;
os neopensenes; a neopensenidade.
Fatologia: a movimentação migratória; a mobilidade social; a sociabilidade; a Duplologia;
a convivialidade moderna; os múltiplos fatores pró-mobilidade social; o automóvel pessoal;

MOMENTO DA CIRCUNSPECÇÃO


MOMENTO DA CIRCUNSPECÇÃO
(AUTEXPERIMENTOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O momento da circunspecção é a qualidade ou atitude da conscin lúcida
circunspecta e ponderada no instante do ato de agir e de falar, demonstrando precaução, prudência,
critério, atenção e seriedade dentro ou perante circunstâncias existenciais graves.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo momento vem do idioma Latim, momentum, “impulso; momento;
mudança; causa de alguma decisão; motivo; curto espaço de tempo; circunstância; importância”.
Apareceu no Século XV. O vocábulo circunspecção deriva também do idioma Latim, circumspectio,
“ação de olhar ao redor; vigilância; cuidado refletido; aplicação; desvelo”, de circumspectum,
supino de circumspicere, “olhar; lançar a vista ao redor; prestar atenção; estar atento; examinar;
ponderar; analisar; espreitar; procurar”. Surgiu no mesmo Século XV.
Sinonimologia: 01. Hora da circunspecção. 02. Momento da seriedade. 03. Momento
da austeridade. 04. Momento de destino. 05. Momento crítico. 06. Momento da sabedoria. 07.
Hora da autorreflexão. 08. Hora suprema. 09. Hora da automaturidade. 10. Hora da decisão.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 5 cognatos derivados do vocábulo circunspecção:
circunspeção; circunspecta; circunspecto; circunspeta; circunspeto.
Neologia. As duas expressões compostas momento da circunspecção individual e momento
da circunspecção público são neologismos técnicos da Autexperimentologia.
Antonimologia: 01. Momento do relaxe. 02. Momento de cochilo. 03. Momento irrefletido.
04. Momento de infantilidade. 05. Momento da indecisão. 06. Momento banal. 07. Hora
da diversão. 08. Hora da brincadeira. 09. Hora da autoimaturidade. 10. Instante de leviandade;
instante de regressismo.
Estrangeirismologia: o momentum criticus; o turning point.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à automaturidade evolutiva cosmoética.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da circunspecção; os ortopensenes; a ortopensenidade;

Ectoplasmia ou Ectoplastia? - Waldo Vieira (Bioenergias)

MODELO MENTAL SOMÁTICO


MODELO MENTAL SOMÁTICO
(COMUNICOLOGIA )
I. Conformática
Definologia. O modelo mentalsomático é a criação de fórmula padrão de comunicação
empregando-se a mesma forma ou chapa específica para veicular conteúdos diferentes de maneira
constante.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. A palavra modelo vem do idioma Italiano, modelo, “protótipo; imagem
a qual se copia em escultura ou pintura; representação em pequena escala de objeto a ser executado
em tamanho maior, o que se deve imitar, pela sua perfeição”, e esta do idioma Latim Vulgar,
modellum, de modus, “medida em geral; moderação; maneira de (se) conduzir ou de (se) dirigir;
maneira de ser ou de fazer”. Apareceu no Século XVI. O vocábulo mental procede do idioma Latim
Tardio, mentalis, “do espírito; mental”, e este de mens, mentis, “atividade do espírito; intenção;
pensamento; inteligência”. Surgiu no Século XV. O termo somática provém do idioma Francês,
somatique, e este do idioma Grego, somatikós, “do corpo; material; corporal”. Apareceu no
Século XIX.
Sinonimologia: 1. Plataforma mental. 2. Molde mentalsomático.
Neologia. As 3 expressões compostas modelo mentalsomático, modelo mentalsomático
elementar e modelo mentalsomático avançado são neologismos técnicos da Comunicologia.
Antonimologia: 1. Ideia original. 2. Comunicação diversificada.
Estrangeirismologia: a open mind.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à holomaturidade da comunicação interconsciencial.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da comunicabilidade grafada; os lucidopensenes;
a lucidopensenidade; os grafopensenes; a grafopensenidade; os ortopensenes; a ortopensenidade;
o modelo organizado pessoal de pensenizar.
Fatologia: o modelo mentalsomático; o modelo didático; o modelo técnico; o modelo
organizador dos pensamentos escritos; o apostilhamento comunicativo; a logicidade sintética;
a racionalidade compartilhada.
Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a sinalética energética
e parapsíquica pessoal.
III. Detalhismo
Principiologia: o princípio da descrença.
Codigologia: o código pessoal de Cosmoética (CPC).
Teoriologia: a teoria da comunicabilidade moderna.
Tecnologia: a técnica de explicitação dos pensamentos escritos.

MNEMOTÉCNICA VOCABULAR


MNEMOTÉCNICA VOCABULAR
(MNEMOSSOMATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A mnemotécnica vocabular é a técnica, estratégia ou método empregado
para a recuperação das palavras-problema ou problemáticas, não assimiladas corretamente
e, ao apresentarem dificuldade crônica de retenção, são sempre esquecidas pela pessoa gerando
a condição de branco mental, rotina negativa ou minifalha mnésica.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O primeiro elemento de composição mnemo vem do idioma Grego, mneme,
“memória; lembrança”, e mnemon, “que se lembra”. O segundo elemento de composição técnica
deriva do mesmo idioma Grego, tékhne, “Arte manual; indústria; artesania”. O termo vocábulo
provém do mesmo idioma Latim, vocabulum, “nome; denominação; palavra; termo; maneira de
chamar”. Apareceu no Século XIV. A palavra vernacular surgiu no Século XX.
Sinonimologia: 1. Mnemotécnica Nominativa. 2. Mnemônica Vocabular. 3. Mnemotécnica
Específica. 4. Mnemotécnica Formal. 5. Mnemotecnia vocabular.
Neologia. As 3 expressões compostas mnemotécnica vocabular, mnemotécnica vocabular
amadora e mnemotécnica vocabular profissional são neologismos técnicos da Mnemossomatologia.
Antonimologia: 1. Mnemotécnica Numeral. 2. Mnemotécnica Cronêmica. 3. Mnemotécnica
Conteudística.
Estrangeirismologia: a keyword; a missed reference word; a mentis defatigatio; o breakthrough
mnemônico; o link mental entre a palavra (forma) e o fato (conteúdo).
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à mnemotécnica vocabular.
II. Fatuística

MIUDEZA


MIUDEZA
(AUTODISCERNIMENTOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A miudeza é a característica da realidade miúda, pequena ou coisa sem importância,
de pouco valor, insignificante.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O vocábulo miúdo procede do idioma Latim, minutus, “diminuído; enfraquecido;
debilitado”, de minuere, “fazer em pedaços; esmigalhar; espedaçar; definhar; decrescer;
reduzir; diminuir”. Surgiu no Século XIII. A palavra miudeza apareceu no Século XVI.
Sinonimologia: 01. Pormenor descartável. 02. Minúcia; minuciosidade. 03. Minudência.
04. Migalhice. 05. Fragmento desprezível. 06. Retalho. 07. Fração. 08. Átomo. 09. Bagatela;
insignificância. 10. Bugiganga; cacareco.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 11 cognatos derivados do vocábulo miúdo: miúda;
miudagem; miudar; miúdas; miudear; miudeira; miudeiro; miudeza; miúdico; miudinha;
miudinho.
Neologia. As duas expressões compostas miudeza útil dispensável e miudeza patológica
dispensável são neologismos técnicos da Autodiscernimentologia.
Antonimologia: 01. Grandeza. 02. Cosmovisão. 03. Cosmometria. 04. Cosmosofia.
05. Tudologia. 06. Abordagem máxima; holanálise. 07. Megafocologia. 08. Detalhismo; paramicrochip.
09. Pantologia. 10. Inventariologia.
Estrangeirismologia: os knick-knacks; a apex mentis; o minilocus; a weltanschauung.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto às prioridades das grandezas evolutivas.

Sábado, 21 de Agosto de 2010

  Logo de manhã estive na casa de meu amigo onde participamos do curso que teve como tema o maxiplanejamento. Não conseguiremos fazer o grande planejamento se não agimos pra fazermos miniplanejamentos. A exposição exaustiva de trafares e trafardos é imprescindível para um reconhecimento da programação existencial que necessita de priorização do megafoco.
    A tarde estive com minha amiga Sonia no mercado municipal onde refletimos sobre comportamento humano e áreas da vida social.

MIRMÍDONE


MIRMÍDONE
(CONVIVIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O mirmídone é o seguidor, subordinado, criado ou assistente sempre executando
ordens sem questionamento, de modo automático e amaurótico.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O termo mirmídone vem do idioma Latim, myrmidones, “povo da Tessália
(região da Antiga Grécia, cujos lendários guerreiros lutaram junto de Aquiles na Guerra de
Tróia)”. Surgiu no Século XIX.
Sinonimologia: 1. Mirmidão. 2. Mirmidona. 3. Mirmidoa. 4. Subordinado inconsciente.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 3 cognatos derivados do vocábulo mirmídone:
mirmidão; mirmidoa; mirmidona.
Neologia. As duas expressões compostas mirmídone inconsciente e mirmídone autoconsciente
são neologismos técnicos da Conviviologia.
Antonimologia: 1. Seguidor autoconsciente. 2. Assistente autolúcido. 3. Subordinado
autoconsciente.
Estrangeirismologia: o loc externo.
Atributologia: predomínio dos sentidos somáticos, notadamente do autodiscernimento
quanto à convivialidade intrafísica.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da convivialidade; os paleopensenes; a paleopensenidade;
os escleropensenes; a escleropensenidade; os narcopensenes; a narcopensenidade; os retropensenes;
a retropensenidade; o poder coercitivo da pressão holopensênica patológica.
Fatologia: a subjugação à hierarquia anticosmoética; a obediência acrítica às ordens
recebidas; a submissão amaurótica; o escravagismo; a adulação; a cortesania; a sujeição; o chaleirismo;
a vassalagem; o palacianismo; a subserviência; o servilismo; a servidão política; a obrigatoriedade
do serviço militar; a doutrinação ideológica; as lavagens subcerebrais; a desconstrução
da identidade pessoal; a banalização do erro; a rotinização impensada das tarefas; a visão maniqueísta
da realidade; a dispensa dos autojulgamentos para atender às expectativas externas; a supressão
da própria autoconsciencialidade; a irresponsabilidade quanto aos próprios atos; a falsa
extinção da autoculpa; o carneirismo; o plebeísmo; o absolutismo; o medievalismo; a ditadura;
a anulação da personalidade individual; a semipossessão interconsciencial; a justificativa espúria
dos carniceiros nazistas; os bonecos de ventríloquos dos nazistas; a interprisão grupocármica;
a perda da identidade; a recuperação da personalidade; a desobediência civil; a objeção de consciência.
Parafatologia: o apedeutismo parapsíquico; as automimeses retrocognitivas no Terceiro
Milênio; a falta da autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a assedialidade interconsciencial.
III. Detalhismo
Sinergismologia: o sinergismo responsabilidade cosmoética–interassistencialidade.
Principiologia: o princípio da descrença; o princípio da autonomia consciencial.
Codigologia: a corrupção do código pessoal de Cosmoética (CPC); a corrupção do código

MINITARES


MINITARES
( INTERASSISTENCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A minitares é a tarefa de esclarecimento executada de modo reduzido ou
menor pela conscin lúcida ao aproveitar as oportunidades de interassistencialidade surgidas no
desenvolvimento da convivialidade interconsciencial diuturna.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O elemento de composição mini vem do idioma Latim, minimus, “menor;
pequeno”. A palavra tarefa provém do idioma Árabe, tarîha, “quantidade de trabalho imposto
a alguém”, derivado de tarah, “lançar; arrojar; impor a aquisição de alguma mercadoria a determinado
preço”. Surgiu no Século XVI. O prefixo es provém do idioma Latim, ex, “movimento
para fora; transformação”. O termo claro procede também do idioma Latim, clarus, “luminoso;
brilhante; iluminado”. Apareceu no Século XIII. O sufixo mento vem do mesmo idioma Latim,
mentu, formador de substantivos derivados de verbos. O vocábulo esclarecimento surgiu no Século
XV.
Sinonimologia: 1. Minitarefa do esclarecimento. 2. Pequena tarefa de esclarecimento.
3. Tares mínima. 4. Minitarefa tarística. 5. Tares primária.
Neologia. O vocábulo minitares e as duas expressões compostas minitares humana e minitares
parapsíquica são neologismos técnicos da Interassistenciologia.
Antonimologia: 1. Megatares. 2. Maxitares. 3. Megatarefa do esclarecimento.
4. Grande tarefa de esclarecimento. 5. Antitares. 6. Minitacon.
Estrangeirismologia: o início do breakthrough interassistencial; a minor clarification
task; a good tip; o know-how transmitido naturalmente.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à holomaturidade da interassistencialidade.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal tarístico; os reciclopensenes; a reciclopensenidade;
os benignopensenes; a benignopensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade; os conviviopensenes;
a conviviopensenidade; os nexopensenes; a nexopensenidade; os ortopensenes; a ortopensenidade;
os didactopensenes; a didactopensenidade; os autopensenes utilitários.
Fatologia: a minitares; a boa ação diária da pessoa prestativa; o ato de ler o livro para
o deficiente visual; a ação de ceder o assento no ônibus para a grávida ou o idoso; o macete providen

WALDO VIEIRA fala sobre PITÁGORAS - 2008 (parte 2 de 5)

MINISSINCRONICIDADE


MINISSINCRONICIDADE
(MINISSINCRONOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A minissincronicidade é a qualidade da realidade sincrônica ocorrendo,
existindo ou se apresentando ao mesmo tempo, simultânea, concomitante, homócrona, tautócrona,
contemporânea, interconectada, inclusive em lugares diferentes, ao modo de mínima coincidência
de determinado acontecimento com outro.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O elemento de composição mini vem do idioma Latim, mininus, “muito pequeno;
o menor de todos; ínfimo; mínimo”. Surgiu principalmente em palavras compostas da área
de Publicidade e Propaganda e produtos comerciais, a partir de 1950, por influência da redução
do termo no idioma Inglês. O termo síncrono deriva do idioma Latim Tardio, synchronus, e este
do idioma Grego, súgkhronos, “contemporâneo”, composto pelo prefixo sún, “juntamente; ao
mesmo tempo; além disso; com; do lado de; em favor de; de acordo com; por meio de”, e pelo
elemento de composição khrónos, “tempo”. Surgiu no Século XVIII. A palavra sincronicidade
apareceu no Século XX.
Sinonimologia: 01. Sincronicidade mínima. 02. Pequena sincronicidade. 03. Minissincronia.

WALDO VIEIRA fala sobre PITÁGORAS - 2008 (parte 1 de 5)

MINIPROÉXIS


MINIPROÉXIS
(MINIPROEXOLOGIA)
Definologia. A miniproéxis (mini + pro + exis) é a programação existencial mínima,
a varejo, ainda receptora, dedicada a questões especificamente individuais (egocarma), dentro do
grupocarma, objetivando a execução de tarefa evolutiva, em geral, menor.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O elemento de composição mini vem do idioma Latim, minimus, “menor;
pequeno”. O termo programação procede também do idioma Latim, programma, “publicação por
escrito; edital; cartaz”, e este deriva do idioma Grego, prógramma, “ordem do dia; inscrição”.
Apareceu no Século XX. A palavra existencial provém do mesmo idioma Latim, existentialis,
“existencial”. Surgiu em 1898.
Sinonimologia: 1. Proéxis a menor. 2. Proéxis a varejo. 3. Proéxis egocármica.
4. Proéxis infantil. 5. Proéxis primária. 6. Proéxis receptora. 7. Proéxis stricto sensu.
Neologia. O vocábulo miniproéxis e as duas expressões compostas miniproéxis elementar
e miniproéxis evoluída são neologismos técnicos da Miniproexologia.
Antonimologia: 1. Antiproéxis. 2. Maxiproéxis. 3. Proéxis lato sensu.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto às autorretrocognições do Curso Intermissivo (CI) pré-ressomático.
Pensenologia: o holopensene pessoal da proexidade; os ortopensenes; a ortopensenidade.
Fatologia: a miniproéxis; a programação existencial mais específica do ego; as ações
libertárias da consciência.
Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a sinalética energética
e parapsíquica pessoal; o autoparapsiquismo interassistencial colocado à frente do heteroparapsiquismo;
a tenepes; a ofiex.
Binomiologia: o binômio vontade-decisão.

MINIPEÇA INTERASSISTENCIAL


MINIPEÇA INTERASSISTENCIAL
( INTERASSISTENCIOLOGIA)
Definologia. A minipeça interassistencial é a consciência lúcida dedicada ao trabalho assistencial,
interconsciencial, multidimensional e cosmovisiológico do próprio grupo evolutivo,
convicta da função menor pessoal, contudo produtiva e participativa, dentro do maximecanismo
de assistência às conscins e consciexes.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O elemento de composição mini vem do idioma Latim, minimus, “menor;
pequeno”. O termo peça deriva do idioma Celta, pettia, “pedaço”. Surgiu por volta do ano 977.
O prefixo inter procede também do idioma Latim, inter, “no interior de 2; entre; no espaço de”.
O vocábulo assistência provém do mesmo idioma Latim, assistentia, “ajuda; socorro”. Apareceu
no Século XVI.
Sinonimologia: 1. Consciência minipeça intrafísica. 2. Consciência minipeça multidimensional.
Neologia. As 3 expressões compostas minipeça interassistencial, minipeça interassistencial
básica e minipeça interassistencial avançada são neologismos técnicos da Interassistenciologia.
Antonimologia: 1. Maximecanismo interassistencial. 2. Minidissidência ideológica.
3. Maxipeça do minimecanismo assistencialista. 4. Minipeça sindrômica antiassistencial.
Estrangeirismologia: o honor student evolutivo; o passe-partout assistencial; o paramicrochip
da conscin minipeça interassistencial.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento

COSMOCONSCIÊNCIA - Waldo Vieira (parte 1 de 3)

MINIMORÉXIS


MINIMORÉXIS
(MINIMOREXOLOGIA)
Definologia. A minimoréxis (mini + mor + exis) é a condição da moratória existencial,
a menor, ou quando vem para a conscin incompletista ressarcir o próprio deficit holocármico (base
deficitária) ou concluir a condição do compléxis quanto à autoprogramação existencial (autoproéxis),
ou o acabamento de mandato de vida ainda inconcluso.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O elemento de composição mini vem do idioma Latim, minimus, “menor;
pequeno”. O vocábulo moratória procede também do idioma Latim, moratoria, de moratorius,
“que retarda; dilatório”. Apareceu no Século XV. A palavra existencial provém do mesmo idioma
Latim, existentialis, “existencial”. Surgiu em 1898.
Sinonimologia: 1. Moréxis mínima. 2. Moréxis stricto sensu. 3. Moratória existencial
deficitária. 4. Antiproéxis. 5. Miniproéxis.
Neologia. O vocábulo minimoréxis e as duas expressões compostas minimoréxis curta
e minimoréxis prolongada são neologismos técnicos da Minimorexologia.
Antonimologia: 1. Maximoréxis. 2. Maximoréxis avançada. 3. Maximoréxis lato sensu.
4. Moratória existencial superavitária. 5. Maximoréxis dos cognopolitas. 6. Maximoréxis da
Cognópolis. 7. Maximoréxis dos tertulianos conscienciológicos. 8. Honra ao mérito existencial.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à programação existencial pessoal.
Megapensenologia. Eis 1 megapensene trivocabular sintetizando o tema: – Minimoréxis
significa ressarcimento.
Pensenologia: o holopensene pessoal da proexidade; os ectopensenes; a ectopensenidade;
os ortopensenes; a ortopensenidade.
Fatologia: a minimoréxis; a programação existencial a menor; a apagogia proexológica;
o superincompléxis; o Desviacionismo; a puxada do próprio tapete; a sabotagem a si mesmo;
a teimosia na crença ao invés da racionalidade; a manutenção da tacon no lugar da tares (antitares);

MINIFALHA


MINIFALHA
(PARAPATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A minifalha é a pequena falta, erro ou omissão da consciência intrafísica,
homem ou mulher, na vivência natural dos fatos do dia a dia.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O elemento de composição mini vem do idioma Latim, minimus, “menor;
pequeno”. A palavra falha deriva do idioma Latim Vulgar, fallia, “defeito”, com provável interferência
do idioma Francês, faille, “falta; falha; racha; tecido de seda”. Apareceu no Século XIII.
Sinonimologia: 01. Minifalta. 02. Minierro. 03. Miniequívoco. 04. Miniengano.
05. Minilacuna. 06. Miniincorreção. 07. Miniomissão. 08. Minidesacerto; minidesvio. 09. Minidefeito.
10. Minidistorção.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 8 cognatos derivados do vocábulo falha: falhada;
falhadão; falhado; falhanço; falhar; falho; megafalha; minifalha.
Neologia. As duas expressões compostas minifalha pessoal e minifalha abrangente são
neologismos técnicos da Parapatologia.
Antonimologia: 1. Miniacerto. 2. Minicorreção.
Estrangeirismologia: o accident proneness; a mentis defatigatio; a mentis alienatio;
o existentiale vacuum.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à concentração mental e à atenção.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da ociosidade; os ociopensenes; a ociopensenidade;

Inteligência Evolutiva - Slides






MINICONTRATEMPO


MINICONTRATEMPO
(PARAPATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O minicontratempo é a circunstância, acidente fortuito ou inesperado, de
efeitos desagradáveis ou infelizes, impedindo ou contrariando o curso de algum acontecimento ou
projeto em andamento.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O primeiro elemento de composição mini vem do idioma Latim, minimus,
“muito pequeno; o menor de todos; ínfimo; mínimo”. Surgiu principalmente em palavras compostas
da área de Publicidade e Propaganda e produtos comerciais, a partir de 1950, por influência da
redução do termo no idioma Inglês. O segundo elemento de composição contra deriva também do
idioma Latim, contra, “em frente de; em oposição a; contrariamente a; para com, a respeito de;
em frente; defronte; contra; de outro lado; ao contrário, pelo contrário”. O vocábulo tempo procede
do mesmo idioma Latim, tempus, “tempo; estação; ocasião; oportunidade; circunstância”.
Apareceu no Século XIII. A palavra contratempo surgiu no Século XVI.
Sinonimologia: 1. Miniestorvo. 2. Miniempecilho. 3. Miniacidente de percurso.
Neologia. As duas expressões compostas minicontratempo pessoal e minicontratempo
alheio são neologismos técnicos da Parapatologia.
Antonimologia: 1. Macrocontratempo. 2. Megacidente de percurso. 3. Macro-PK destrutiva.
Estrangeirismologia: a conscin com accident proneness; o be alert; o strong profile.
Atributologia: predomínio dos sentidos somáticos, notadamente do autodiscernimento
quanto à atenção pessoal aos detalhes da existência intra e extrafísica.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da autorganização falha; os nosopensenes; a nosopensenidade;
os minipensenes; a minipensenidade; os estultopensenes; a estultopensenidade; os
circumpensenes; a circumpensenidade; os entropopensenes; a entropopensenidade; os esquizopensenes;
a esquizopensenidade; os intrusopensenes; a intrusopensenidade; os lapsopensenes;
a lapsopensenidade; o holopensene inapropriado; a flexibilidade autopensênica favorecendo o alcance
de soluções criativas.
Fatologia: o minicontratempo; o contratempo antievolutivo; os contratempos domésticos;
os contratempos no trabalho; o miniempecilho; o miniembargo; o minitravão; o minimpedimento;
a miniobstrução; o minincômodo; o minipercalço; a miniatribulação; o miniatropelo;
o incidente; a reviravolta; o embaraço; a indisposição; o inconveniente; a desarrumação; o risco;
a ocorrência imprevista; o contexto inesperado; a mudança de estratégia; o plano B.

AUTODOMÍNIO EMOCIONAL - Ruy Bueno e Maximiliano Torres (parte 5 de 5)

AUTODOMÍNIO EMOCIONAL - Ruy Bueno e Maximiliano Torres (parte 4 de 5)

AUTODOMÍNIO EMOCIONAL - Ruy Bueno e Maximiliano Torres (parte 3 de 5)

MINIACIDENTE


MINIACIDENTE
(ACIDENTOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O miniacidente é o acontecimento casual, fortuito ou inesperado de efeitos
desagradáveis ou infelizes, envolvendo dano, perda, lesão, sofrimento ou outros efeitos imprevistos
e indesejáveis.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O elemento de composição mini vem do idioma Latim, minimus, “menor;
pequeno”. O vocábulo acidente procede também do idioma Latim, accidens, “acidente; acontecimento;
o que sucede”. Surgiu no Século XV.
Sinonimologia: 01. Acidente menor. 02. Pequeno trauma. 03. Miniocorrência patológica.
04. Miniacidente de percurso. 05. Minidoença. 06. Miniestresse. 07. Minitraumatismo.
08. Miniatipicidade. 09. Minialerta. 10. Minissinal.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 24 cognatos derivados do vocábulo acidente:
acidência; acidentabilidade; acidentação; acidentada; acidentado; acidental; acidentalidade;
acidentalismo; acidentalista; acidentalístico; acidentalização; acidentalizar; acidentar; acidentário;
acidentável; Acidentologia; Antiacidentologia; autacidentalidade; macroacidente; Macroacidentologia;
megacidente; Megacidentologia; miniacidente; Miniacidentologia.
Neologia. As duas expressões compostas miniacidente leve e miniacidente pesado são
neologismos técnicos da Acidentologia.
Antonimologia: 1. Megacidente. 2. Ocorrência fatal. 3. Macro-PK destrutiva.
Estrangeirismologia: a conscin com accident proneness; o poltergeist; o be alert.
Atributologia: predomínio dos sentidos somáticos.
Megapensenologia. Eis 1 megapensene trivocabular sintetizando o tema: – Todo miniacidente
importa.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da autorganização; os patopensenes; a patopensenidade;
os minipensenes; a minipensenidade.
Fatologia: o miniacidente; a intensidade do miniacidente; o miniacidente de trabalho;
a mensagem do miniacidente; a ocorrência atípica; o desastre de pequeno porte; as videocassetadas;
a ansiedade; o desassossego; a afobação; a hiperatividade; a impulsividade; a sofreguidão
pessoal; a pseudominigância; a riscopatia; o culto às inutilidades onipresentes; a rota de colisão;
a evolução doentia dos acidentes; os acidentes simultâneos; o contratempo; o infortúnio; a contingência;
o contingenciamento; a conjuntura; o revés; a surpresa desagradável; o tombo; a contusão;
o machucão; o desgosto; o malogro; o atropelo; o estorvo; o percalço; o dissabor; o contravapor;
o incômodo; o travão; o surto; a avaliação dos miniacidentes pessoais; a redução dos miniacidentes
pessoais; os prejuízos; o problema da inacabativa; a esnobação das nuanças; o descaso à Micrologia;
o pequeno orifício começando a esbarrondar a represa; a somatização do trauma; a cadeia
de acidentes de percurso; as seqüelas do acidente; a desatenção à mensagem de aviso; os
olhos de enxergar; a profilaxia dos acidentes; a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
(CIPA); a campanha antiacidentes funcionais.
Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) contra acidentes; a autacidentalidade
parapsíquica; a prontidão parapsíquica.
Enciclopédia da Conscienciologia 27
III. Detalhismo
Tecnologia: a evitação ignorante da técnica do detalhismo; a técnica da espera de apenas

O Poder de Sentir se bem e visualizar o que quer

Interdimensão - O homem se torna naquilo que pensa

AUTODOMÍNIO EMOCIONAL - Ruy Bueno e Maximiliano Torres (parte 2 de 5)

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A Lógica da Pesquisa Científica - Karl Popper - PAE

MIMO ENERGÉTICO


MIMO ENERGÉTICO
(ENERGOSSOMATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O mimo energético é a técnica interassistencial de doar o objeto carregado
pelas energias conscienciais da conscin doadora, para ajudar ou socorrer assistencialmente a pessoa
receptora, de algum modo, por meio do heterodesassédio das ECs simpáticas.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo mimo é criação expressiva, talvez por influência do idioma Latim,
minus, “farsante; histrião; farsa teatral”. Surgiu no Século XV. O vocábulo energético procede do
idioma Grego, energêtikós, “ativo; eficaz”. Apareceu no Século XX.
Sinonimologia: 01. Mimo assistencial. 02. Presente energético. 03. Lembrança energética.
04. Dádiva energética. 05. Agrado energético. 06. Prenda energética. 07. Oferenda energética.
08. Regalo energético. 09. Brinde escolhido. 10. Doação fraterna.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 20 cognatos derivados do vocábulo mimo: amimada;
amimado; amimador; amimadora; amimalhado; amimalhar; amimar; antimimo; automimo;
mimada; mimado; mimalha; mimalhice; mimalho; mimar; mimo-de-vênus; mimo-do-céu;
mimosa; mimosear; mimoso.
Neologia. As 4 expressões compostas mimo energético, mimo energético mínimo, mimo
energético mediano e mimo energético máximo são neologismos técnicos da Energossomatologia.
Antonimologia: 01. Bagulho energético. 02. Presente de grego. 03. Cavalo de Tróia.
04. Elefante branco. 05. Engodo; presente destrutivo. 06. Carta explosiva. 07. Canto da sereia;
dádiva astuciosa. 08. Pseudomimo. 09. Avareza; usura. 10. Cupidez.
Estrangeirismologia: o energetic gift; o cadeau énergétique; a pessoa economicamente
large; o breakthrough interassistencial; o presente rapport energético.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto às energias conscienciais assistenciais.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da energossomática; a reciclagem do holopensene;

MICROUNIVERSO INTRANSITÁVEL


MICROUNIVERSO INTRANSITÁVEL
( INTRACONSCIENCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O microuniverso intransitável é a condição intraconsciencial da consciência
fechada em si mesma e incapaz de extroversão ou comunicabilidade sadia, razoável, nas autovivências
de cada momento evolutivo.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O primeiro prefixo micro procede do idioma Grego, mikrós, “pequeno; curto;
em pequena quantidade; pouco importante”. Foi adotado no Sistema Internacional de Pesos
e Medidas de 1960, equivalendo a 1 multiplicador 10-6. O vocábulo universo provém do idioma
Latim, universus, “todo; inteiro; universo; toda a terra”, composto por unus, “um; apenas um; único”,
e versus, “voltado; virado; mudado; inclinado; propenso”. Surgiu no Século XV. O segundo
prefixo in deriva também do idioma Latim, in, “privação; negação”. A palavra trânsito vem do
mesmo idioma Latim, transitus, “ação de passar; passagem”, de transire, “passar de um lugar
a outro; passar; decorrer (o tempo)”. Apareceu no Século XIX. O sufixo vel procede igualmente
do idioma Latim, bilis, “passível de; mais raramente; agente de”. O vocábulo intransitável surgiu
também no Século XIX.
Sinonimologia: 01. Microuniverso intrafegável. 02. Microuniverso incomunicável.
03. Consciência incomunicável. 04. Consciência inabordável. 05. Consciência autista. 06.
Consciência superintrovertida. 07. Autencapsulamento patológico. 08. Intrarrealidade doentia.
09. Solilóquio acrítico. 10. Antiacareação pessoal; autopensenização anticosmoética.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 14 cognatos derivados do vocábulo universo:
microuniverso; universal; universalidade; Universalismo; universalista; universalização; universalizador;
universalizadora; universalizar; universalizável; universidade; universitário; universitarismo;
universo-ilha.
Neologia. As 3 expressões compostas microuniverso intransitável, microuniverso intransitável
infantil e microuniverso intransitável adulto são neologismos técnicos da Intraconscienciologia.
Antonimologia: 1. Microuniverso receptivo. 2. Microuniverso exposto. 3. Consciência
comunicativa. 4. Consciência extrovertida.
Estrangeirismologia: os deficits mentais; o antidiscernimento esbanjador da aplicação
dos insights, intuições e inspirações do amparo extrafísico de função; o cleansing of thosenes.
Atributologia: predomínio dos sentidos somáticos, notadamente do autodiscernimento
quanto ao tato físico.

Tertúlia Aula - 952 - Atraso de Vida 8 de 14 - Waldo Vieira - CEAEC

Tertúlia Aula - 952 - Atraso de Vida 7 de 14 - Waldo Vieira - CEAEC

Tertúlia Aula - 952 - Atraso de Vida 5 de 14 - Waldo Vieira - CEAEC

Currículo do Inversor Existencial - Não perca

Currículo do Inversor Existencial
17 Aulas: Agosto a Dezembro (aula semanal).
Dia e horário: Sábado, 9h30-11h30.
Duração de cada aula: 2h.
Programação
Aula 1 (14.08): Inversão existencial
Especialistas: Profs. Alexandre Nonato e Silvia Muradás
Aula 2 (21.08): Princípios do Maxiplanejamento
Especialistas: Profs. Filipe Colpo e Laiza Pâmela
Aula 3 (28.08): Escolha da Carreira Profissional
Especialista: Profa. Sandra Tornieri;
Mediadora: Profa. Laiza Pâmela
Aula 4 (04.09): Reeducação Financeira Pessoal
Especialista: Prof. Everaldo Bergonzini;
Mediador: Prof. Filipe Colpo
Aula 5 (11.09): Autogestão existencial
Especialista: Prof. Caio Polizel;
Mediador: Prof. Filipe Colpo
Aula 6 (18.09): Parapsiquismo e Tenepes
Prof. Phelipe Mansur;
Mediador: Prof. Marcio Aoki
Aula 7 (25.09): Autoconscienciometria
Especialista: Prof. João Bonassi;
Mediador: Profa. Viviane Fernandes
Aula 8 (02.10): Autoconsciencioterapia
Especialista: Profa. Roberta Ferreira;
Mediador: Prof. Alessandro Machado
Aula 9 (09.10): Cultura da Mídia e Autocriticidade
Especialistas: Profs. Alexandre Nonato e Alexandre Zaslavsky
Aula 10 (16.10): Intelectualidade e Erudição
Profa. Cristiane Ferraro;
Mediador: Prof. Alexandre Zaslavsky
Aula 11 (23.10): Docência Conscienciológica
Especialista: Profa. Ana Luiza Resende
Mediador: Profa. Laiza Pâmela
30.10: Não haverá aula.
Aula 12 (06.11): Família, Amizades e Sociabilidade
Especialistas: profs. Laiza Pâmela e Marcio Aoki
Aula 13 (13.11): Dupla Evolutiva
Especialistas: Profs. Silvia Muradás e Filipe Colpo.
Aula 14 (20.11): Gescon
Especialista: Profa. Kátia Arakaki;
Mediador: Prof. Alexandre Nonato
Aula 15 (27.11): Epicentrismo Consciencial
Especialista: Prof. Fred Ganem
Mediador: Prof. Marcio Aoki
Aula 16 (04.12): Metas do Inversor aos 40 anos
Especialista: Prof. Pedro Fernandes
Mediador: Profa. Silvia Muradás
Aula 17 (11.12): Fundamentos do Invexograma
Especialistas: Profs. Alexandre Nonato e Filipe Colpo

O que é a Invéxis? - Márcio Aoki - www.assinvexis.org

Consciência Livre Invexologia 1 12

MICRASSEDIADOR INVISÍVEL

MICRASSEDIADOR INVISÍVEL
(PARAPATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O micrassediador invisível é o microrganismo patogênico, não visto a olho
nu, invadindo, infectando ou infestando o corpo humano da pessoa incauta ou ignorante quanto
à vida microscópica.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O prefixo micro vem do idioma Grego, mikrós, “pequeno; curto; em pequena
quantidade; pouco importante”. Foi adotado no Sistema Internacional de Pesos e Medidas em
1960, equivalendo a 1 multiplicador 10-6. O termo assédio deriva do idioma Italiano, assedio,
e este do idioma Latim, absedius ou obsidium, “cerco; cilada; assédio”. Apareceu, no idioma Italiano,
no Século XIII. Surgiu, no idioma Português, no Século XVI. A palavra invisível procede
do idioma Latim, invisibilis, “invisível”, composta por in, “negação; privação”, e visibilis, “visível”.
Apareceu no Século XV.
Sinonimologia: 1. Microdesafeto invisível. 2. Microinvasor invisível. 3. Inimigo
oculto.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 10 cognatos derivados do vocábulo micróbio:
microbial; microbiana; microbiano; microbicida; microbióloga; Microbiologia; microbiológica;
microbiológico; microbiologista; microbiólogo.
Neologia. As 3 expressões compostas micrassediador invisível, micrassediador invisível
eventual e micrassediador invisível sistemático são neologismos técnicos da Parapatologia.
Antonimologia: 1. Assediador visível. 2. Assediador intrafísico. 3. Assediador extrafísico.
Estrangeirismologia: o evolutionarium; o unseen; o underground.
Atributologia: predomínio dos sentidos somáticos, notadamente do autodiscernimento
quanto ao tato.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da patopensenidade; os patopensenes; os neopensenes;
a neopensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade; os ortopensenes; a ortopensenidade.
Fatologia: o micrassediador invisível; os organismos diminutos; a extrema pequenez; as
realidades absconsas; as realidades imanifestas; o latente; as companhias clandestinas; o risco invisível;
as ameaças invisíveis; o invisível a olho nu; o subtraído à vista; o não detectado pelo sentido
da visão; os bastidores da vida microscópica; o escondido; os protozoários; os agentes patogênicos;
os microrganismos infecciosos; a contaminação biológica; as contaminações cruzadas ou
secundárias; o ambiente contaminado; as visitas inconvenientes; a Anti-higiene; a Antiecologia;
a insalubridade; o descaso pelo asseio corporal e ambiental; a alienação quanto à Biologia; o megavício
da imundície; a porquice; o carrapatal; a entulheira; a poluição; a cacaria; os refugos; os
entulhos; as esterqueiras; os mofos; a bolorência; os detritos; as ferrugens; a imundície; o lixismo;
os lixões; as pestilências; a patogenicidade; a casa sem lixeira; os bagulhos energéticos; a microscopia;
a pasteurização; a esterilização; os esterilizantes; a desinfecção; os desinfetantes; as substâncias
pesticidas; os fungicidas; a assepsia; os bactericidas; a Higiene Pessoal; a Higiene Ambiental;
a Higiologia; a Higioterapia; a Ortobiose; o antibiograma; os 6 bilhões de bactérias vivendo
no ecossistema de cada pessoa; a segurança antivírus; os níveis de biossegurança.
Enciclopédia da Conscienciologia 61
Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a sinalética energética
e parapsíquica pessoal; o arco voltaico craniochacral; a assimilação simpática (assim);
a desassimilação simpática (desassim); a forma holopensênica suja.
III. Detalhismo
Principiologia: o princípio consciencial em evolução; o menosprezo aos princípios higiênicos.
Tecnologia: as técnicas de assepsia; a técnica de viver evolutivamente.

Traços de personalidade

 Todos temos traços difíceis e traços positivos, entende-lo nos capacitará um aproveitamento melhor de nossa personalidade. Vivemos em uma sociedade que apenas busca a satisfação de instintos primatas, ou seja, preservação da vida e espécie. Poucos estão cientes sobre a matéria que é ilusória. Felicidade é poder contemplar a holobiografia e poder constatar que houve superações de erros cometidos. Todo processo de mudança é lento, é besteira pensar que a consciência muda da noite para o dia. A religião apenas hipnotiza e cria uma capa de transformação e os hipnotizados precisam semanalmente tomar suas toses de convencimento.

Erros comuns de Português

A

  • a a (a)
  • à cavalo (a cavalo)
  • à pé (a pé)
  • a muito tempo (há muito tempo)
  • à muito tempo (há muito tempo)
  • A nível de ~ (Em nível ~ ou ao nível ~)
  • admnistração (administração)
  • admnistrar (administrar)
  • afim (a fim)
  • Africa (África)
  • Album (Álbum)
  • Ancioso (Ansioso)
  • Anemona (Anémona/Anêmona)
  • Anti-vírus (Antivírus)
  • Ao meu ver (A meu ver)
  • Ascenção (Ascensão)
  • Atravéz (Através)
  • Avulsso (avulso)
  • Azaléia (Azaléa)

B

  • Bandeija (bandeja)
  • Bem vindo (Bem-vindo)
  • Benvindo (Bem-vindo)
  • Boas vindas (Boas-vindas)
  • Boeiro (bueiro)
  • Bussula (bússola)

C

  • cadaço (cadarço)
  • calsado (calçado)
  • catequisar (catequizar)
  • catequisador (catequizador)
  • celebro (cérebro)
  • ciclano (sicrano)
  • coalisão (coalizão)
  • corçario (corsário)
  • contato (contacto)

D

  • deiche (deixe)
  • dibre (drible)
  • dificulidade (dificuldade)
  • distribuido (distribuído)
  • druída (druida)

E

  • entertido (entretido)
  • entitular (intitular)
  • entreterimento (entretenimento)
  • entreteu (entreteve)
  • entreteram (entretiveram)
  • esteje (esteja)
  • exitar (hesitar)
  • expectador (espectador)
  • expontâneo (espontâneo)
  • extender (estender)
  • extende-se (estende-se)
  • Excavação (escavação)
  • Excavar (escavar)
  • Excessão (exceção)

F

  • fémea (fêmea)
  • fluído (fluido)
  • fecula (fécula)
  • forão (foram)
  • furá (furar)

G

  • gratuíto (gratuito)

H

  • abitual (habitual)
  • haviam muitos (havia muitos)
  • haviam poucos (havia poucos)
  • orta (horta)
  • erói (herói)
  • oje (hoje)
  • omem (homem)
  • ipopótamo (hipopótamo)
  • iper (hiper)
  • aver (haver)
  • igiene (higiene)
  • igienico (higiênico)
  • aste (haste)
  • elice (hélice)

I

  • iguasu (Iguaçu)
  • impresa (empresa)
  • India (Índia)
  • Indiguinação (indignação)
  • Indiguinar (indignar)
  • Indiguinado (indignado)
  • intensão (intenção)
  • intertido (entretido)
  • intervi (intervim)
  • interviste (intervieste)
  • interviu (interveio)
  • intervemos (intervimos)
  • interviram (intervieram)
  • ingreja (igreja)
  • iorgute (iogurte)

J

jamelão {jamelada-rabada}

K

  • kilômetro (quilómetro) ou (quilômetro)
  • Km (km)
  • km2 (km²)

L

  • largartixa (lagartixa)
  • largarto (lagarto)
  • licensa (licença)

M

  • manteu (manteve)
  • manteram (mantiveram)
  • mecher (mexer)
  • metereologia (meteorologia)
  • muinto (muito)
  • menas (menos)
  • mais (mas)

N

  • Ñ (não)
  • naum (não)

O

  • obteu (obteve)
  • obteram (obtiveram)

P

  • paralizar (paralisar)
  • paralização (paralisação)
  • paralizado (paralisado)
  • para mim fazer (para eu fazer)
  • pedigri (pedigree)
  • pertubar (perturbar)
  • pq (porque/porquê/por que/por quê)
  • previlégio (privilégio)
  • proíbido (proibido)
  • própia (própria)
  • propiedade (propriedade)
  • própio (próprio)
  • propio (próprio)
  • pseudo-ciência (pseudociência)

Q

  • quizer (quiser)
  • quizesse (quisesse)
  • quizessem (quisessem)

R

  • récorde (recorde)
  • reinvidicar (reivindicar)
  • reinvidicação (reivindicação)
  • reinterar (reiterar)
  • requesito (requisito)
  • reteram (retiveram)
  • reteu (reteve)
  • rúbrica (rubrica)

S

  • seissentos (seiscentos)
  • seje (seja)
  • setessentos (setecentos)
  • siclano (sicrano)
  • síntaze (síntaxe)
  • sombrancelha (sobrancelha)
  • substituido (substituído)
  • tb ou tbm (também)
  • trasnporte (transporte)
  • [Tu] fizestes (fizeste)

V

  • vc (você)
  • video (vídeo)
  • virus (vírus)
  • voçê (você)
  • [Quando eu] ver ( [Quando eu] vir)

X

  • Xafariz (Chafariz)
  • xuxu (chuchu)