Técnica de mais um ano de vida

Se você deseja fazer sua vida render mais, empregue um recurso enérgico, mas decisivo: suponha que você vai ter só mais um ano de vida humana. Pense nisso: tudo o que você tem e faz por aqui, terminará em definitivo daqui, exatamente, um ano, neste mesmo dia de hoje, neste mesmo mês, no ano que vem. Faça a pergunta essencial: como posso melhor deixar esta vida humana?
Esta postura de só admitir mais 12 meses de vida à frente lhe dará, sem dúvidas, forças, inspirações e motivações para realizar em apenas um ano, o equivalente a - pelo menos - uma década de atribuições das que devem ser cumpridas em sua programação existencial. Neste sentido, é útil tomar providências desde agora, assumindo as seguintes posturas práticas para os seus próximos 365 dias, ou 52 semanas à frente:
Elimine tudo o que seja supérfluo ou desnecessário para a consecução de suas metas prioritárias. Anule para sempre a possibilidade da melancolia no final da vida e após a morte biológica. Corte excessos, discipline-se, durma um pouco menos, execute na vida prática, diária, o que lhe falta fazer, desenvolver, realizar.
Veja qual a qualidade, talento ou traço força predominante da sua personalidade, manifesto em sua exitência até aqui. Incremente o rendimento existencial desse traço com toda a sua motivação possível.
Firme-se nas facetas positivas das suas relações com a família, seres amados, adversários, colegas, filhos e até animais domésticos. Expresse toda a sua fraternidade para todas as pessoas vivenciando com cosmoética as suas afeições, ao máximo, neste ano crítico e decisivo para você. Faça essa afeição máxima dar-lhe forças e motivações redobradas para você atingir suas metas, sem perder sua saúde, tempo, energias e chances.
Elimine todas as suas áreas problemáticas, dificuldades, tropeços e embaraços a partir da sua premência inevitável de realizar seus trabalhos dentro do prazo exíguo de um ano de vida apenas. Abra mão de seus personalismos, atritos, mágoas e ressentimentos. Melhore o que restou das suas ações pelas quais ainda se arrepende.
Identifique quais os programas, projetos e metas libertárias que você vem alimentando, há muito tempo, e não conseguiu cumprir até o momento.
Agora que sabe que está deixando tudo por aqui, dentro de um ano, ponha em uma planilha o seu novo programa existencial, exequível, e mude para melhor tudo o que puder, em uma reciclagem emergencial ou ponto de viragem da vida.
Relacione as suas irrealizações até o momento. Coloque-as em ordem de preferência. Reprograme tudo de maneira objetiva a fim de executar a sua programação existencial ao máximo, objetivando a sua meta: o compléxis ou completismo existencial.
A técnica adapatada para este texto foi proposta e publicada em 1994, pelo conscienciólogo Waldo Vieira.
*Jornalista e professor de Conscienciologia

MEGAPERIGO DOS EFEITOS MEDIATOS


MEGAPERIGO DOS EFEITOS MEDIATOS
(PARACRONOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O megaperigo dos efeitos mediatos é a situação ou conjuntura de megameaça
à existência física saudável do Homem e / ou do ambiente, em conseqüência de exposição
a riscos, de modo cumulativo e no passar do tempo, cujos prejuízos, danos ou fatalidades sobrevêm
a médio prazo, não sendo verificáveis de imediato, seja por ignorância, imprudência, falta de
acuidade ou de prevenção.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O elemento de composição mega deriva do idioma Grego, mégas, megale,
“grande; grandemente; muito”. Apareceu, na Linguagem Científica Internacional, no Século
XIX. O termo perigo vem do idioma Latim, periculum, “ensaio; tentativa; prova; ensaio literário;
risco; perigo; doença; mal; enfermidade; causa; ação; processo; sentença escrita; ato de condenação”.
Surgiu no Século XIII. A palavra efeito procede também do idioma Latim, effectum, “efeito;
produto de alguma causa”. Apareceu no mesmo Século XIII. O vocábulo mediato provém igualmente
do idioma Latim, mediatus, de mediare, “dividir na metade; estar no meio de “. Surgiu no
Século XVII.
Sinonimologia: 01. Megaperigo dos efeitos a médio prazo. 02. Tragédia de consequências
mediatas; tragicidade a médio prazo. 03. Reverberação danosa a médio prazo. 04. Malefício
de influência a médio prazo. 05. Perdas mediatas. 06. Repercussão mediata das conseqüências
maléficas. 07. Prejuízo de causas intermediárias. 08. Estrago permanente a médio prazo.
09. Ameaça das conseqüências mediatas; obstáculos intermediários. 10. Megaperigo dos efeitos
acumulativos; megaperigo dos efeitos colaterais; megaperigo dos efeitos retardados.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 23 cognatos derivados do vocábulo mediato:
imediação; imediatar; imediatice; imediatismo; imediato; média; mediador; medial; média-metragem;
mediana; medianeira; medianeiro; mediania; medianidade; medianímico; medianimidade;
medianiz; mediano; mediante; mediatário; mediático; mediator; mediatriz.
Neologia. As 3 expressões compostas megaperigo dos efeitos mediatos; megaperigo dos
efeitos mediatos local e megaperigo dos efeitos mediatos planetário são neologismos técnicos da
Paracronologia.
Pseudonimologia. O nome fantasia, o nome comercial ou o nome de fachada para camuflar
a realidade química dos produtos maléficos, no período mediato, aos consumidores.
Antonimologia: 01. Megaperigo dos efeitos a curto prazo. 02. Megaperigo dos efeitos
a longo prazo. 03. Perigo abstrato ou meramente presumido. 04. Perigo instantâneo com efeitos
permanentes. 05. Perigo dos efeitos imediatos. 06. Perigos dos efeitos não-acumulativos.
07. Tragédias das consequências imediatas. 08. Segurança. 09. Garantia de vida saudável; profilaxia.
10. Imprevisibilidade.
Estrangeirismologia: o collateral effects; o aftershock; o side-effect; o after-effect;
o iter criminis; o abyssus abyssum invocat (o abismo chama outro abismo); os erros generalizados
da causa mortis em função do tempo passado.
Atributologia: predomínio dos sentidos somáticos, notadamente do autodiscernimento
quanto à autocognição relativa ao tempo.

MEGAOMISSÃO


MEGAOMISSÃO
(AUTODISCERNIMENTOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A megaomissão é o pensene, idéia, neoverpon, atitude ou ato da conscin –
seja vulgar ou sábia, medíocre ou gigante dos séculos –, ignorado, esquecido, não identificado ou
não incluído nas manifestações pensênicas, pessoais, fundamentais, decisivas, em toda a autovivência
da jornada humana evolutivamente sadia, atitude em geral repetida de vida em vida intrafísica,
na fieira da seriexialidade evolutiva.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O elemento de composição mega deriva do idioma Grego, mégas, megale,
“grande; grandemente; muito”. Apareceu, na Linguagem Científica Internacional, no Século
XIX. O termo omissão procede do idioma Latim, omissio, “omissão; falta; lacuna”, de omittere,
“deixar escapar; deixar ir; omitir; passar em silêncio; pôr de parte; abandonar; desprezar; não fazer
caso de; pôr em liberdade; renunciar a”. Surgiu no Século XV.
Sinonimologia: 01. Maxiomissão. 02. Omissão essencial. 03. Omissão fundamental.
04. Omissão básica. 05. Omissão do indispensável. 06. Omissão do imprescindível. 07. Ignorância
máxima. 08. Megagescon faltante. 09. Megalapso milenar. 10. Falta magna tradicional.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 14 cognatos derivados do vocábulo omissão:
autoomissão; heteroomissão; maxiomissão; megaomissão; miniomissão; omissa; omissiva; omissível;
omissivo; omisso; omissor; omissora; omissória; omissório.
Neologia. As duas expressões compostas megaomissão pessoal e megaomissão grupal
são neologismos técnicos da Autodiscernimentologia.
Antonimologia: 1. Miniomissão. 2. Omissão secundária. 3. Omissão dispensável.
4. Ignorância rotineira. 5. Acerto evolutivo consensual. 6. Ação evolutiva óbvia.
Estrangeirismologia: o megalocus da intencionalidade.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à inteligência evolutiva (IE).
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da omissão evolutiva; os subpensenes; a subpensenidade;
a idéia do primopensene colocada em plano secundário.
Fatologia: a megaomissão; a autoomissão máxima; a falta magna; o fato de nenhum assunto
ser mais relevante se comparado com a megaomissão; a omissão deficitária intelectual;
a omissão deficitária evolutiva; a impercuciência; a erronia pessoal; a erronia grupal; a tríade da
erronia; a evolução consciencial ao depender, antes de tudo, do autodiscernimento; o autodiscernimento
ao depender da qualidade da autopriorização aplicada; a omissuper; o multiescrutínio
simultâneo; a megafocagem; a holopercuciência; o fato da megafórmula da evolução entender
e evitar (Teaticologia) a megaomissão; a megaverpon faltante; o lapso milenar da tão propalada

MEGAMANIPULABILIDADE


MEGAMANIPULABILIDADE
(EVOLUCIOLOGI A)
I. Conformática
Definologia. A megamanipulabilidade é ação ou efeito de manipular com intenção cosmoética
evolutiva, em amplo espectro, as realidades do Cosmos, objetivando o melhor para todos
os seres vivos e consciências extrafísicas.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O elemento de composição mega vem do idioma Grego, mégas, megale,
“grande; grandemente; muito”. Surgiu, na Linguagem Científica Internacional, no Século XIX.
O vocábulo manipular deriva do idioma Francês, manipuler, “manejar alguma substância ou algum
instrumento para fins científicos ou técnicos; exercer influência sobre alguém”, e este do
idioma Latim Medieval, manipulare, “conduzir pela mão; manipular; manejar”. Apareceu no
mesmo Século XIX.
Sinonimologia: 1. Manipulabilidade cosmoética. 2. Manipulabilidade evolutiva.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 18 cognatos derivados do vocábulo manipulação:
antimanipulação; automanipulabilidade; cosmomanipulabilidade; manipulabilidade; manipulada;
manipulado; manipulador; manipuladora; manipulamento; manipulante; manipular;
manipulário; manipulativo; manipulatório; manipulável; megamanipulabilidade; nanomanipulação;
paramanipulabilidade.
Neologia. As 3 expressões compostas megamanipulabilidade, megamanipulabilidade intrafísica
e megamanipulabilidade extrafísica são neologismos técnicos da Evoluciologia.
Antonimologia: 1. Manipulabilidade anticosmoética. 2. Manipulabilidade regressiva.
Estrangeirismologia: o know how evolutivo avançado; o megacurriculum vitae multiexistencial
máximo; o breakthrough evolutivo pós-fixação da autodesperticidade; a condição top
de evolução consciencial na intrafisicalidade; o strong profile cosmoético; as manipulações fotográficas
nos photoshops.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à holomaturidade evolutiva da consciência.
II. Fatuística

MEGAIMPREVISIBILIDADE


MEGAIMPREVISIBILIDADE
(AUTEVOLUCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A megaimprevisibilidade é a condição de dificuldade máxima de a consciência
pré-serenona prever, com segurança, quando tornar-se-á serenona, deixando definitivamente
de ressomar.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O elemento de composição mega vem do idioma Grego, mégas, megale,
“grande; grandemente; muito”. Apareceu, na Linguagem Científica Internacional, no Século
XIX. O prefixo in procede do idioma Latim, in, “privação; negação”. O termo previsível deriva
também do idioma Latim, praevisus, particípio passado de praevidere, “ver antes; perceber”. As
palavras previsível e imprevisibilidade surgiram no Século XX.
Sinonimologia: 1. Impossibilidade de previsão. 2. Impossibilidade prospectiva.
Neologia. O vocábulo megaimprevisibilidade e as duas expressões compostas megaimprevisibilidade
autoconsciente e megaimprevisibilidade inconsciente são neologismos técnicos da
Autevoluciologia.
Antonimologia: 1. Previsibilidade. 2. Possibilidade prospectiva.
Estrangeirismologia: o background consciencial; a construção do timeline multiexistencial;

MEGAIDIOTISMO CULTURAL


MEGAIDIOTISMO CULTURAL
(PARAPATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O megaidiotismo cultural, geral, é a imensa presunção e pretensão étnica
ou racista, de determinada nação, agrupamento, dinastia ou linhagem humana, de se autodenominar
e viver, de modo convicto e fanático, como sendo o povo eleito ou escolhido, privilegiado
ou evolutivamente superior às outras raças ou aos demais componentes da Humanidade.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O elemento de composição mega deriva do idioma Grego, mégas, megale,
“grande; grandemente; muito”. Apareceu, na Linguagem Científica Internacional, no Século
XIX. O termo idiotismo vem do idioma Grego, idiotismós, “gênero de vida simples particular; linguagem
corrente ou vulgar”. Surgiu no Século XVIII. O vocábulo cultural deriva do idioma Francês,
culturel, por influência do idioma Alemão, kulturell, “relativo à cultura no sentido moral
e consciencial”. Apareceu em 1881.
Sinonimologia: 1. Megapresunção cultural. 2. Megapretensão cultural.
Neologia. As 4 expressões compostas megaidiotismo cultural, megaidiotismo cultural
judaico, megaidiotismo cultural nazista e megaidiotismo cultural comunista são neologismos técnicos
da Parapatologia.
Antonimologia: 1. Idiotismo cultural. 2. Presunção cultural. 3. Pretensão cultural.
Estrangeirismologia: o nonsense; o Zeitgeist.
Atributologia: predomínio dos sentidos somáticos, notadamente do autodiscernimento
quanto à holomaturidade da vivência com o corpo animal humano e a Genética.

MEGAFOCO PERMANENTE


MEGAFOCO PERMANENTE
(MEGAFOCOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O megafoco permamente é o objetivo básico, fundamental, ideológico, político,
racional, lógico e cosmoético compondo a preocupação monopolizadora do microuniverso
consciencial e da autopensenização ininterrupta da conscin lúcida quanto à própria evolução autoconsciente.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O elemento de composição mega deriva do idioma Grego, mégas, megale,
“grande; grandemente; muito”. Apareceu, na Linguagem Científica Internacional, no Século
XIX. A palavra foco vem do idioma Latim, focus, “lume; fogão; fogo”. Surgiu no Século XVII.
O termo permanente procede também do idioma Latim, permanens, de permanere, “permanecer;
ficar até o fim; persistir; perseverar; durar; subsistir; deter-se”. Apareceu no Século XVIII.
Sinonimologia: 01. Megafoco interassistencial. 02. Megafoco serenológico. 03. Megafoco
orientador. 04. Megafoco sinalizador. 05. Megafoco evolutivo. 06. Megafoco multidimensional.
07. Megafoco monopolizador. 08. Megafoco consciencial. 09. Autointeresse permanente.
10. Meta prioritária.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 11 cognatos derivados do vocábulo foco: focagem;
focal; focalização; focalizar; focalizável; focar; Focologia; megafocal; megafoco; Megafocologia;
multifocal.
Neologia. As 4 expressões compostas megafoco permanente, megafoco permanente primário,
megafoco permanente medíocre e megafoco permanente evoluído são neologismos técnicos
da Megafocologia.
Antonimologia: 1. Foco efêmero. 2. Foco secundário. 3. Interesse fugaz.
Estrangeirismologia: o sumário do corpus cognitivo da Conscienciologia; o strong profile.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento

MEGAFOCALIZAÇÃO PRECOCE


MEGAFOCALIZAÇÃO PRECOCE
( INV EXOLOGI A )
I. Conformática
Definologia. A megafocalização precoce é a identificação e atuação pessoal da conscin,
ainda jovem, no essencial da programação existencial (autoproéxis), evitando desvios e desperdícios
dos autesforços quando marginais ou secundários.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O elemento de composição mega vem do idioma Grego, mégas, megale,
“grande; grandemente; muito”. Apareceu, na Linguagem Científica Internacional, no Século
XIX. O vocábulo focal procede do idioma Francês, focal, “relativo a foco (ótica)”. Surgiu também
no Século XIX. O termo precoce deriva do idioma Latim, praecox, “que vem antes do tempo
(com respeito aos frutos e às plantas); precoce; prematuro; lampo; temporão”, e este de praecoquere,
“apressar a maturação de; amadurecer cedo”. Apareceu no mesmo Século XIX.
Sinonimologia: 1. Sintonização proexológica. 2. Maturidade precoce. 3. Automaturidade
antecipada.
Neologia. As 3 expressões compostas megafocalização precoce, megafocalização precoce
feminina e megafocalização precoce masculina são neologismos técnicos da Invexologia.
Antonimologia: 1. Megafocalização retardada. 2. Megafocalização tardia. 3. Automaturidade
retardada.
Estrangeirismologia: o Administrarium.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à holomaturidade evolutiva e proexológica.
II. Fatuística

MEGAFENOMENOLOGIA


MEGAFENOMENOLOGIA
(PARAPERCEPCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A Megafenomenologia é a Ciência aplicada aos estudos, conhecimentos específicos,
sistemáticos, ontológicos, técnicos, teáticos ou pesquisas da qualidade, condição, caráter,
descrição e classificação dos fenômenos de alta magnitude ou mais transcendentes da consciência,
envolvendo tanto os parafatos quanto os fatos, seja de conscins, de consciexes ou de
ambas.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O primeiro elemento de composição mega procede do idioma Grego, mégas,
megale, “grande; grandemente; muito”. Apareceu, na Linguagem Científica Internacional,
no Século XIX. O termo fenômeno deriva do idioma Latim, phaenomenon, “fenômeno; aparição”,
e este do idioma, phainómenon, “coisa que aparece”. Surgiu no Século XVII. O segundo elemento
de composição logia vem do idioma Grego, lógos, “Ciência; Arte; tratado; exposição cabal;
tratamento sistemático de 1 tema”. O vocábulo fenomenologia foi provavelmente cunhado pelo
matemático Johann Heinrich Lambert (1728–1777) e difundido pelo filósofo escocês William Hamilton
(1788–1856).

MEGAFENOMENOLOGIA NA DESPERTICIDADE


MEGAFENOMENOLOGIA NA DESPERTICIDADE
(DESPERTOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A megafenomenologia na desperticidade é o conjunto dos estudos, conhecimentos
específicos, sistemáticos, ontológicos, técnicos, teáticos ou pesquisas da qualidade, condição,
caráter, descrição e classificação dos fenômenos de alta magnitude ou mais transcendentes
da consciência, envolvendo tanto os parafatos quanto os fatos, no contexto do microuniverso do
ser desperto, homem ou mulher.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O primeiro elemento de composição mega procede do idioma Grego, mégas,
megale, “grande; grandemente; muito; mais poderoso; de maior categoria; mais importante”.
Apareceu, na Linguagem Científica Internacional, no Século XIX. O termo fenômeno deriva do
idioma Latim, phaenomenon, “fenômeno; aparição”, e este do idioma Grego, phainómenon,
“aparição”. Surgiu no Século XVII. O segundo elemento de composição logia vem do idioma
Grego, lógos, “Ciência; Arte; tratado; exposição cabal; tratamento sistemático de 1 tema”.
O vocábulo fenomenologia foi provavelmente cunhado pelo matemático Johann Heinrich Lambert
(1728–1777) e difundido pelo filósofo escocês William Hamilton (1788–1856). O prefixo
des provém do idioma Latim, dis ou de ex, “negação; oposição; falta; separação; divisão; afastamento;
supressão”. A palavra assédio procede do idioma Italiano, assedio, e esta do idioma Latim,
absedius ou obsidium, “cerco; cilada; assédio”. Surgiu, no idioma Italiano, no Século XIII.
Surgiu, no idioma Português, no Século XVI. O termo permanente deriva do idioma Latim, permanens,
particípio de permanere, “ficar até o fim”. Apareceu em 1702. O termo total vem do
idioma Latim Medieval, totalis, de totus, “todo; inteiro”. Apareceu no Século XV.
Sinonimologia: 1. Megaparapsiquismo na desperticidade. 2. Megaparapercepciologia
do ser desperto. 3. Megafenomenologia despertológica.
Neologia. As 3 expressões compostas megafenomenologia na desperticidade, megafenomenologia

MEGAEUFORIZAÇÃO


MEGAEUFORIZAÇÃO
(HOMEOSTATICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A megaeuforização é o estado energético provocado pela vontade decidida
da consciência, conscin ou consciex, por meio da exaltação máxima das energias conscienciais da
energosfera ou do holossoma, levado ao ápice homeostático da harmonização íntima do microuniverso
consciencial, com expansão da consciência, gerando a aura de saúde, serenidade, tranquilidade,
fraternidade universal, ápice de plenitude e autodisposição para a realização interassistencial,
a partir do estado vibracional (EV).
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O elemento de composição mega deriva do idioma Grego, mégas, megale,
“grande; grandemente; muito”. Surgiu, na Linguagem Científica Internacional, no Século XIX.
A palavra euforia procede do mesmo idioma Grego, euphoría, “capacidade de sustentar; de tolerar
algo com facilidade; produzir; fecundidade”, e esta de phoréó, “tolerar; suportar”. Apareceu
também no Século XIX.
Sinonimologia: 1. Mega-homeostase. 2. Megaeutimiologia. 3. Megaortopensenidade.
4. Autofelicidade provocada. 5. Central Extrafísica de Energia Pessoal.
Neologia. O vocábulo megaeuforização e as duas expressões compostas megaeuforização
intrafísica e megaeuforização extrafísica são neologismos técnicos da Homeostaticologia.
Antonimologia: 1. Amência consciencial. 2. Parapsicofobia. 3. Insensibilidade parapsíquica.
4. Êxtase místico. 5. Hebetismo. 6. Babaquismo.
Estrangeirismologia: o Paraperceptarium; o breakthrough parapsíquico pessoal; o ballonement;
a joie de vivre.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à holomaturidade da Euforologia Pessoal.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da paraperceptibilidade interassistencial; os parapsicopensenes;
a parapsicopensenidade; os exopensenes sadios; a exopensenidade sadia; a sintonia
parapensênica da conscin paraperceptiva; os benignopensenes; a benignopensenidade; os prioropensenes;
a prioropensenidade; os hiperpensenes; a hiperpensenidade; os harmonopensenes;
a harmonopensenidade; os ortopensenes; a ortopensenização mantendo sadiamente a paraperceptibilidade
aguçada; a autopensenização retilínea; a higienização holopensênica instantânea; a contribuição
efetiva para a reurbanização do holopensene planetário.

MEGAESTIGMA EXISTENCIAL


MEGAESTIGMA EXISTENCIAL
(MEGAPARAPATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O megaestigma existencial é a condição inconveniente, megatrafar, deslize
ainda inalijável ou indescartável, manifestação autopensênica indefensavelmente errada, imatura,
anticosmoética, gerada pela própria conscin ou por outrem, ao modo de insucesso dramático incorporado
sigilosamente à própria vida da consciência e capaz de estigmatizá-la de imediato,
acarretando prejuízos anticosmoéticos e jungindo-a, inevitavelmente, à condição da interprisão
grupocármica.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O elemento de composição mega deriva do idioma Grego, mégas, megale,
“grande; grandemente; muito”. Apareceu, na Linguagem Científica Internacional, no Século
XIX. A palavra estigma vem do idioma Latim, stigma, e esta do idioma Grego, stígma, “picada;
marca feita com ferro e brasa; sinal; tatuagem”. Surgiu no Século XVIII. O termo existencial provém
igualmente do idioma Latim, existentialis, “existencial”. Apareceu no Século XIX.
Sinonimologia: 1. Arquiestigma existencial. 2. Megatrafar explícito.
Neologia. As 3 expressões compostas megaestigma existencial, megaestigma existencial
inconsciente e megaestigma existencial autoconsciente são neologismos técnicos da Megaparapatologia.
Antonimologia: 1. Antiestigma existencial. 2. Antiestigma ambiental. 3. Antiestigma
ecológico.
Estrangeirismologia: o Trafarium; a dirty mind; a má performance evolutiva; o lifework
anticosmoético; a nódoa no curriculum vitae multidimensional; os body piercings.
Atributologia: predomínio dos sentidos somáticos, notadamente do autodiscernimento
quanto às prioridades evolutivas do soma.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal estigmatizador; os nosopensenes; a nosopensenidade;

MEGADOAÇÃO


MEGADOAÇÃO
( INTERASSISTENCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A megadoação é o ato, processo ou efeito de doar alguma coisa, bem ou
conjunto de bens, em favorecimento de alguém ou instituição, com fins exclusivamente evolutivos
ou libertários das consciências.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O elemento de composição mega deriva do idioma Grego, mégas, megale,
“grande; grandemente; muito”. Apareceu, na Linguagem Científica Internacional, no Século
XIX. O termo doação procede do idioma Latim, donatio, “ação de dar; dádiva; presente; brinde;
doação”. Surgiu no Século XIII.
Sinonimologia: 01. Megadádiva. 02. Megapresente. 03. Megauxílio. 04. Megajuda.
05. Megabeneficência. 06. Megafilantropia. 07. Megabnegação. 08. Megagenerosidade.
09. Megassistência. 10. Magnanimidade.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 10 cognatos derivados do vocábulo doação:
doabilidade; doada; doado; doador; doadora; doar; doário, doável, megadoação; minidoação.
Neologia. O vocábulo megadoação e as 3 expressões compostas megadoação mínima,
megadoação mediana e megadoação máxima são neologismos técnicos da Interassistenciologia.
Antonimologia: 01. Megarrecepção. 02. Bambúrrio. 03. Minidoação. 04. Apego.
05. Avareza; usura. 06. Cupidez. 07. Ganância. 08. Cobiça. 09. Maleficência. 10. Egocentrismo
adulto; egolatria.
Estrangeirismologia: a pessoa economicamente large; o breakthrough interassistencial.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à interassistencialidade.
Megapensenologia. Eis 1 megapensene trivocabular sintetizando o tema: – Quem doa,
constrói.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da interassistencialidade; os ortopensenes; a ortopensenidade.
Fatologia: a megadoação; a megadoação do esforço pessoal, máximo, continuado, às
obras libertárias das consciências; a doação do autoconhecimento; a doação de sangue; a doação
de órgãos; a magnanimidade pessoal; a grande assistencialidade social; a Megaetologia; a presença
catalítica.
Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático.

MEGACONTRADITORIEDADE


MEGACONTRADITORIEDADE
(CONTRADICIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A megacontraditoriedade é a condição pessoal específica do cientista convencional,
materialista, eletronótico, mulher ou homem dedicado exclusivamente a objetivos materiológicos,
com indiferença total às pesquisas de si mesmo, do futuro pós-dessomático da própria
consciência e da evolução consciencial multidimensional.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O elemento de composição mega vem do idioma Grego, mégas, megale,
“grandemente; muito”. Apareceu, na Linguagem Científica Internacional, no Século XIX. O vocábulo
contraditório provém do idioma Latim, contradictorius, “relativo ao contraditor; contestatório”.
Surgiu no Século XVII.
Sinonimologia: 1. Contraditoriedade antiprioritária. 2. Contraditoriedade antievolutiva.
3. Megaincoerência científica.
Neologia. O vocábulo megacontraditoriedade e as duas expressões compostas megacontraditoriedade
permanente e megacontraditoriedade duvidosa são neologismos técnicos da Contradiciologia.
Antonimologia: 1. Autopriorização evolutiva. 2. Assertiva evolutiva. 3. Coerência
pessoal.

MEGACONTRADIÇÃO


MEGACONTRADIÇÃO
(CONTRADICIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A megacontradição é o ato ou efeito de a Natureza contradizer(-se) no procedimento
desconexo de conceder a vida e, ao mesmo tempo, tirar a vida dos seres viventes, por
meio dos nascimentos, da sobrevivência geral e das matanças mútuas contínuas.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O elemento de composição mega deriva do idioma Grego, mégas, megale,
“grande; grandemente; muito”. Apareceu, na Linguagem Científica Internacional, no Século
XIX. O termo contradição procede do idioma Latim, contradictio, “objeção; réplica”. Surgiu no
Século XIII.
Sinonimologia: 01. Contradição natural. 02. Contradita natural. 03. Contradição biológica.
04. Contradição evolutiva. 05. Biofagia. 06. Zoofagia. 07. Fitofagia. 08. Necrofagia provocada.
09. Convivialidade belicista. 10. Natureza Belicista.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 10 cognatos derivados do vocábulo contradição:
contradita; contradito; contraditor; contraditora; contraditória; contraditório; maxicontradição;
megacontradição; minicontradição; supercontradição.
Neologia. As 3 expressões compostas megacontradição pesada, megacontradição intermediária
e megacontradição sutil são neologismos técnicos da Contradiciologia.
Antonimologia: 01. Minerofagia. 02. Necrofagia espontânea. 03. Megaparaprofilaxia.
04. Convivialidade pacífica. 05. Natureza Pacifista. 06. Ascenso evolutivo. 07. Coerenciologia.
08. Coerenciometria. 09. Lógica. 10. Nexologia.
Estrangeirismologia: a struggle for life; o nonsense evolutivo.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à Holomaturologia Evolutiva.
Megapensenologia. Eis 1 megapensene trivocabular sintetizando o tema: – Contradição
é psicopatologia.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal do autodiscernimento; os ortopensenes; a ortopensenidade;
os megapensenes; a megapensenidade; os cosmopensenes; a cosmopensenidade.
Fatologia: a megacontradição; a megacontradição da Natureza; a Natureza assimétrica;
a heterocrítica à Natureza; a Terra como sendo a Imperfecciolândia; a contradição da imperfectividade;
a consagração doentia de determinada imperfeição; a crise de crescimento oportuna; as
heterorrevisões; a irreconciliação das irracionalidades; a fonte da vida como sendo, ao mesmo
tempo, a fonte da morte; a correção no convívio com a Natureza básica; a sobrevivência do mais
apto por meio da biofagia; a ação ou o hábito de alimentar-se de seres vivos; a reação anticosmoética
da própria Natureza; o fato de os princípios conscienciais não terem sido criados evoluídos;
a evolução pessoal pelo autodesempenho; o cemitério na barriga; a Natureza como realidade ainda
imperfeita, aberta à evolução das espécies vivas; as pseudologicidades; a condição
aparentemente contrária ao senso comum; o nível coletivo irracional do princípio consciencial; as
mil contradições da Socin ainda patológica; a intoxicação da Natureza com a poluição humana;
a Terra transformada em lixeira planetária; as matanças milenares; a discrepância natural generalizada
dentro da Biologia Geral, da Zoologia e da Botânica; as inundações; os furacões; os terremotos;
os tsumanis; os vulcões; a era glacial; os conflitos históricos e sociais; os problemas econômicos;
as indústrias; os comércios; as forças produtivas e as relações de produções; as objeções
de consciência; os empreendimentos evolutivos à espera da evolução do discernimento da Humanidade;
o banimento dos megaerros; o combate às pseudologias; o debate maxidemocrático;
2 Enc iclopédia da Consc ienciologia
o arrazoamento; a refutação conscienciocêntrica; a argumentação didática; as holoconfrontações
hiperpercucientes; o questionamento construtivo; a pauta neofílica; o arremate ideativo; a polêmica

MEGACOMPLÉXIS


MEGACOMPLÉXIS
(AUTOPROEXOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O megacompléxis é a obtenção consecutiva de 3 conquistas fundamentais –
a oficina extrafísica pessoal, a condição da autodesperticidade e o completismo existencial proexológico
–, na mesma vida intrafísica, pela conscin capaz de estabelecer o megafoco das prioridades
cosmoéticas, interassistenciais, em todo momento evolutivo com êxito.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O elemento de composição mega vem do idioma Grego, mégas, megale,
“grande; grandemente; muito”. Apareceu, na Linguagem Científica Internacional, no Século
XIX. O termo completo deriva do idioma Latim, completus, “acabado; terminado; completo;
aquilo não faltando parte”. Surgiu no Século XVI. O vocábulo existencial procede do mesmo
idioma Latim, existentialis, “existencial”. Apareceu em 1898.
Sinonimologia: 1. Maxicompléxis. 2. Condição da triconquista evolutiva.
Neologia. O vocábulo megacompléxis e as duas expressões compostas megacompléxis
normal e megacompléxis avançado são neologismos técnicos da Autoproexologia.
Antonimologia: 01. Compléxis. 02. Ofiex pessoal. 03. Autodesperticidade. 04. Anticompléxis;
incompléxis. 05. Pré-compléxis. 06. Pós-compléxis. 07. Multicompléxis. 08. Miniproéxis.
09. Extraproéxis. 10. Reproéxis.
Estrangeirismologia: o Proexarium; o Evolutionarium; a dinamização do curriculum
vitae; o upgrade evolutivo.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto às prioridades autoproexológicas.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da autoproexidade; os ortopensenes; a ortopensenidade;

MEGACHOQUE CONSCIENCIA L REGRESSIVO


MEGACHOQUE CONSCIENCIA L REGRESSIVO
(AUTOSSERIEXOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O megachoque consciencial regressivo é a hipótese de tentativa para explicar
a complexa tarefa interassistencial dos Serenões, assessorados por evoluciólogos, da promoção
da transmigração extrafísica, interplanetária, da consciex transmigrável deste planeta, ou do
grupo de consciexes parapatologicamente afins, deportadas, desterradas ou exiladas, em definitivo,
para outro planeta evolutivamente inferior à Terra.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O elemento de composição mega procede do idioma Grego, mégas, megale,
“grande; grandemente; muito”. Apareceu, na Linguagem Científica Internacional, no Século
XIX. O termo choque deriva do idioma Francês, choc, “abalo; encontro violento de algum objeto
com outro; combate”, e este dos idiomas Neerlandês e Alemão, schokken, e do idioma Inglês,
shock, “sacudir fortemente; ofender; bater”. Surgiu no Século XVI. A palavra consciência vem do
idioma Latim, conscientia, “conhecimento de alguma coisa comum a muitas pessoas; conhecimento;
consciência; senso íntimo”, e esta do verbo conscire, “ter conhecimento de”. Apareceu no
Século XIII. O vocábulo regresso provém do mesmo idioma Latim, regressus, “retorno; volta”.
Surgiu no Século XVI. O termo regressivo apareceu no Século XIX.
Sinonimologia: 1. Transmigração extrafísica reciclante. 2. Transmigração extrafísica
regressiva. 3. Paratransmigração consciencial. 4. Transmigracionismo extrafísico. 5. Regressismo

MEGABRANGÊNCIA


MEGABRANGÊNCIA
(HOLOMATUROLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A megabrangência é a condição da presença vivificadora da consciência,
na intimidade do Cosmos, empregando com inteligência o instrumento fundamental e insubstituível
da energia imanente.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O elemento de composição mega deriva do idioma Grego, mégas, megale,
“grande; grandemente; muito”. Apareceu, na Linguagem Científica Internacional, no Século
XIX. O vocábulo abrangência é de origem obscura. Surgiu em 1981.
Sinonimologia: 1. Abrangência máxima. 2. Apreensão máxima.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 10 cognatos derivados do vocábulo abrangência:
abrangedor; abrangedora; abrangente; abranger; abrangida; abrangido; abrangidura;
abrangimento; abrangível; megabrangência.
Neologia. As duas expressões compostas megabrangência intrafísica e megabrangência
multidimensional são neologismos técnicos da Holomaturologia.
Antonimologia: 1. Restringimento. 2. Abrangência mínima.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à holomaturidade consciencial evolutiva.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da holomaturidade; a abrangência máxima das autopensenizações
cosmoéticas; os cosmopensenes; a cosmopensenidade; os evoluciopensenes;
a evoluciopensenidade; os hiperpensenes; a hiperpensenidade; os maxipensenes; a maxipensenidade;
os megapensenes; a megapensenidade; os ortopensenes; a ortopensenidade; os prioropensenes;
a prioropensenidade.

MEDIDA JUSTA


MEDIDA JUSTA
(AUTODISCERNIMENTOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A medida justa é o ato ou efeito de medição, avaliação ou determinação da
tomada de posição quando executada com bases na justiça, no equilíbrio, na racionalidade cosmoética
e na priorização evolutiva.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O vocábulo medida vem do idioma Latim, metiri, “medir (sentido físico
e moral); avaliar; estimar; percorrer; julgar; apreciar; distribuir; repartir”. Apareceu no Século
XIII. O termo justo provém igualmente do idioma Latim, justus, “que observa o direito; justo; legítimo;
razoável; normal; regular; que convém”. Surgiu no mesmo Século XIII.
Sinonimologia: 01. Justa medida; medida irretocável. 02. Medida autocrítica. 03. Medida
acertada; medida correta. 04. Medida cosmoética. 05. Medida racional. 06. Medida lógica.
07. Medida inteligente. 08. Medida necessária; medida prioritária. 09. Medida preventiva; medida
profilática. 10. Medida pertinente; providência oportuna.
Neologia. As duas expressões compostas medida justa amadora e medida justa profissional
são neologismos técnicos da Autodiscernimentologia.
Antonimologia: 01. Medida injusta. 02. Medida arbitrária; medida precipitada.
03. Medida errada; medida incorreta. 04. Medida anticosmoética. 05. Medida irracional.
06. Medida ilógica. 07. Medida inoportuna. 08. Medida extemporânea. 09. Medida insuficiente.

MEDIDA INTERPLANETÁRIA


MEDIDA INTERPLANETÁRIA
(PARACOSMOVISIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A medida interplanetária é o ato ou efeito de medição, avaliação ou determinação
das condições peculiares de grandezas, especificações ou detalhes da vida, em determinado
planeta, comparativamente ou em confronto com às condições de outro, ou outros planetas,
habitados por outras conscins, no Universo Físico (Cosmos), de acordo com o nível evolutivo tanto
das consciências quanto das mesologias ou holopensenes intrafísicos.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo medida provém do idioma Latim, metiri, “medir (sentido físico
e moral); avaliar; estimar; percorrer”. Apareceu no Século XIII. O prefixo inter vem do mesmo
idioma Latim, inter, “no interior de 2; entre; no espaço de”. O vocábulo planetário deriva também
do idioma Latim, planetarius, “astrólogo”. Surgiu no Século XVII.
Sinonimologia: 01. Paraprovidência planetária. 02. Medição interplanetária. 03. Medida
de aplicação interplanetária. 04. Comparação interplanetária. 05. Paralelismo interplanetário.
06. Grandezas entre planetas. 07. Unidade de macromedida. 08. Padrão da vida cósmica.
09. Critério de avaliação interplanetária. 10. Cotejo entre planetas.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, eis 9 cognatos derivados do vocábulo medida:
contramedida; desmedida; desmedido; medidagem; medideira; medidela; medido; medidor; medidora.
Neologia. As duas expressões compostas medida interplanetária eventual e medida interplanetária
sistemática são neologismos técnicos da Paracosmovisiologia.
Antonimologia: 1. Medida intraplanetária. 2. Medida terrestre. 3. Medição terráquea.
4. Grandezas terrestes. 5. Critério de avaliação terrestre.
Estrangeirismologia: o nihil novi sub sole mais abrangente; o timeline evolutivo específico
de cada planeta.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à Cosmovisiologia cosmoconscienciológica.
Megapensenologia. Eis 1 megapensene trivocabular sintetizando o tema: – Cosmos
significa megainteligência.

MEDIADOR


MEDIADOR
(CONFLITOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O mediador é quem, homem ou mulher, serve de intermediário a fim de encontrar
soluções para desacordos entre consciências com interesses pessoais, grupais ou coletivos.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O vocábulo mediador vem do idioma Latim, mediator, “mediador; medianeiro”.
Surgiu no Século XVII.
Sinonimologia: 01. Mediadora. 02. Mediator. 03. Mediatriz. 04. Intermediária; intermediário.
05. Intermediador; intermediadora. 06. Medianeiro; medianeira. 07. Mediatária; mediatário.
08. Moderador; moderadora. 09. Árbitro. 10. Regulador; reguladora.
Neologia. As duas expressões compostas mediador elementar e mediador superior são
neologismos técnicos da Conflitologia.
Antonimologia: 01. Desintermediador; desintermediadora. 02. Anticonflitista. 03. Pacificador.
04. Pacificadora. 05. Harmonizador. 06. Harmonizadora. 07. Conciliador. 08. Conciliadora.
09. Catalisador humano. 10. Recexologista.
Estrangeirismologia: o Conviviarium.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à pacificação entre as consciências.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da Harmoniologia; os harmonopensenes; a harmonopensenidade;
os benignopensenes; a benignopensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade;
os conviviopensenes; a conviviopensenidade; os nexopensenes; a nexopensenidade; os ortopensenes;
a ortopensenidade; os cosmopensenes; a cosmopensenidade.
Fatologia: a tarefa de conciliação entre as pessoas; a incumbência da diplomacia conciliatória
entre os conflitos internacionais; a antibelicosidade; a profilaxia das guerras; a reinclusão
cosmoética; a retomada da tarefa cosmoética; a arbitragem; o arbitramento; o fato de o mediador
diplomático ser sempre preferível ao mediador judicial.
Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a sinalética energética
e parapsíquica pessoal; a função de mediador extrafísico do evoluciólogo; a função de mediador
do amparador de função.
III. Detalhismo

MAXIMORÉXIS


MAXIMORÉXIS
(MAXIMOREXOLOGIA)
Definologia. A maximoréxis (maxi + mor + exis) é a condição da moratória existencial,
a maior, ou quando vem para a consciência intrafísica (conscin) completista, na qualidade de
acréscimo ou adendo (base superavitária), quanto ao compléxis da própria programação existencial
(proéxis), significando a execução de mandato extra, sadio ou suplementar, além do mandato
existencial já concluído.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O elemento de composição maxi vem do idioma Latim, maximus, superlativo
de magnus, “grande”. O vocábulo moratória procede também do idioma Latim, moratoria, de
moratorius, “que retarda; dilatório”. Apareceu no Século XV. A palavra existencial provém do
mesmo idioma Latim, existentialis, “existencial”. Surgiu em 1898.
Sinonimologia: 1. Megamoréxis. 2. Maximoréxis avançada. 3. Maximoréxis lato sensu.
4. Moratória existencial superavitária. 5. Maximoréxis dos cognopolitas. 6. Maximoréxis
dos habitantes da Cognópolis. 7. Maximoréxis dos tertulianos conscienciológicos. 8. Honra ao
mérito existencial.
Neologia. O vocábulo maximoréxis e as duas expressões compostas maximoréxis elementar
e maximoréxis evoluída são neologismos técnicos da Maximorexologia.
Antonimologia: 1. Minimoréxis. 2. Moréxis stricto sensu. 3. Antiproéxis. 4. Miniproéxis.
Estrangeirismologia: o upgrade proexológico; o honor student.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à programação existencial pessoal.
Megapensenologia. Eis 1 megapensene trivocabular sintetizando o tema: – Maximoréxis:
prêmio autoconcedido.

MAXIPROÉXIS


MAXIPROÉXIS
(MAXIPROEXOLOGIA)
Definologia. A maxiproéxis (maxi + pro + exis) é a programação existencial máxima,
por atacado, maior, avançada, doadora, dedicada conscientemente ao bem da coletividade, objetivando
a execução da tarefa do esclarecimento (tares), na vivência do universalismo, da maxifraternidade
e da Paradireitologia, com bases evolutivas policármicas.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O elemento de composição maxi vem do idioma Latim, maximus, superlativo
de magnus, “grande”. O termo programação procede também do idioma Latim, programma,
“publicação por escrito; edital; cartaz”, e este deriva do idioma Grego, prógramma, “ordem do
dia; inscrição”. Apareceu no Século XX. A palavra existencial provém do mesmo idioma Latim,
existentialis, “existencial”. Surgiu em 1898.
Sinonimologia: 01. Megaproéxis. 02. Proéxis a maior. 03. Proéxis avançada.
04. Proéxis policármica. 05. Proéxis por atacado. 06. Proéxis lato sensu. 07. Proéxis grupal.
08. Proéxis dos cognopolitas. 09. Proéxis dos habitantes da Cognópolis. 10. Proéxis dos tertulianos
conscienciológicos.
Neologia. O vocábulo maxiproéxis e as duas expressões compostas maxiproéxis elementar
e maxiproéxis evoluída são neologismos técnicos da Maxiproexologia.
Antonimologia: 1. Antiproéxis. 2. Miniproéxis. 3. Proéxis stricto sensu.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto às autorretrocognições do Curso Intermissivo (CI) pré-ressomático.
Pensenologia: o holopensene pessoal da proexidade; os ortopensenes; a ortopensenidade.
Fatologia: a maxiproéxis; a programação existencial em grupo; as ações libertárias da

MAXIMOLOGIA EVOLUTIVA


MAXIMOLOGIA EVOLUTIVA
(EVOLUCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A maximologia evolutiva é a condição avançada de evolução da consciência
reunindo amplo conjunto de percepções e cognições extraordinárias, superlativas, interpotencializadoras
e cosmovisiológicas.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo máximo vem do idioma Latim, maximus, supino de magnus, “grande;
poderoso; ilustre”. Surgiu no Século XVI. O elemento de composição logia provém do idioma
Grego, lógos, “Ciência; Arte; tratado; exposição cabal; tratamento sistemático de 1 tema”. O vocábulo
evolutivo procede do idioma Francês, evolutif, de évolution, e este do idioma Latim, evolutio,
“ação de percorrer, de desenrolar”. Apareceu em 1873.
Sinonimologia: 1. Superlativologia evolutiva. 2. Supererudiciologia evolutiva.
Neologia. As 3 expressões compostas maximologia evolutiva, maximologia evolutiva
evoluciológica e maximologia evolutiva serenológica são neologismos técnicos da Evoluciologia.
Antonimologia: 1. Autopensenologia pré-serenona. 2. Autotraforologia pré-serenona.
Estrangeirismologia: o know how evolutivo avançado; o megacurriculum vitae multiexistencial
máximo; o breakthrough evolutivo pós-fixação da autodesperticidade; a condição top
de evolução consciencial na intrafisicalidade; o strong profile cosmoético.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à Holomaturologia Extrafísica, multidimensional, mais evoluída no planeta Terra.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal do equilíbrio evolutivo; os ortopensenes; a ortopensenidade;
os maxipensenes; a maxipensenidade; os cosmopensenes; a cosmopensenidade; os
harmonopensenes; a harmonopensenidade; os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade; os paratecnopensenes;
a paratecnopensenidade; a Harmoniologia holopensênica pessoal; a autopensenização

MÁXIMODA CONSCIÊNCIA



MÁXIMODA CONSCIÊNCIA
(MAXIMOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O máximo da consciência é a conquista evolutiva, pessoal, no mais alto
grau possível, em determinada área de manifestação pensênica, no momento evolutivo.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo máximo vem do idioma Latim, maximus, de magnus, “grande; poderoso;
ilustre”. Surgiu no Século XVI. O vocábulo consciência deriva também do idioma Latim,
conscientia, “conhecimento de alguma coisa comum a muitas pessoas; conhecimento; consciência;
senso íntimo”, e este do verbo conscire, “ter conhecimento de”. Apareceu no Século XIII.
Sinonimologia: 1. Megatraforismo pessoal. 2. Homeostática pessoal. 3. Talentão pessoal.
4. Autopolimatia evolutiva. 5. Hiperqualidade pessoal.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 5 cognatos derivados do vocábulo máximo: máxima;
maximal; maxima-mamuxito; maximante; maximário.
Neologia. As 4 expressões compostas máximo da consciência, máximo da consciência
aquisitivo, máximo da consciência executivo e máximo da consciência distributivo são neologismos
técnicos da Maximologia.
Antonimologia: 1. Mínimo da consciência. 2. Megatrafarismo pessoal. 3. Megapatologia
intraconsciencial. 4. Autotolicionário. 5. Vício pessoal.
Estrangeirismologia: o upgrade pessoal; o ranking assistencial do ofiexista; o top individual.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à Cogniciologia Evolutiva.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal do equilíbrio evolutivo; os ortopensenes; a ortopensenidade;
os maxipensenes; a maxipensenologia; a Harmoniologia holopensênica pessoal.
Fatologia: o máximo da consciência; a recin; o ranque assistencial; a tridotalidade consciencial;
a maxiproéxis; o triatletismo conscienciológico; o pentatlo evolutivo; o pentatlo parapsíquico;
o pentatlo duplista; o bom negócio evolutivo do compléxis; a obra-prima pessoal catalisadora;
o livro dos recordes pessoais; o Manual Pessoal das Prioridades (MPP); o objetivo máximo
da vida humana alcançado.
Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático.

MAXICONQUISTA ATUAL


MAXICONQUISTA ATUAL
(AUTEVOLUCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A maxiconquista atual é o ato ou efeito de a conscin interessada se arregimentar
para alcançar o êxito ou a obtenção de melhoramentos na autevolução atual, conquistando
novo patamar na escala evolutiva, ou conscienciométrica, na qual se situa realisticamente.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O elemento de composição maxi vem do idioma Latim, maximus, superlativo
de magnus, “grande”. A palavra conquista deriva também do idioma Latim, conquistare, “conquistar”.
Apareceu no Século XIII. O termo atual procede do mesmo idioma Latim, actualis, “ativo;
prático”. Surgiu no Século XV.
Sinonimologia: 01. Megaconquista atual. 02. Maxiconquista prioritária. 03. Maxiconquista
ideal. 04. Autoconquista evolutiva máxima. 05. Megaconquista do saber. 06. Megaconquista
evolutiva marcante. 07. Conquista pessoal da policarmalidade. 08. Aquisição evolutiva
atual. 09. Vitória evolutiva. 10. Megadesafio energético.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 13 cognatos derivados do vocábulo conquista:
conquistabilidade; conquistada; conquistado; conquistador; conquistadora; conquistar; conquistável;
maxiconquista; megaconquista; reconquista; reconquistada; reconquistado; reconquistar.
Neologia. As 4 expressões compostas maxiconquista atual, maxiconquista atual mínima,
maxiconquista atual mediana e maxiconquista atual máxima são neologismos técnicos da Autevoluciologia.
Antonimologia: 1. Conquista medíocre. 2. Conquista antiga. 3. Conquista ultrapassada.
4. Conquista convencional. 5. Conquista grupocármica. 6. Conquista secundária.
Estrangeirismologia: o breakthrough parapsíquico.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à inteligência evolutiva (IE).
Megapensenologia. Eis 1 megapensene trivocabular sintetizando o tema: – Inexistem
conquistas gratuitas.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da autorganização; os ortopensenes; a ortopensenidade;

MATRIZ MENTAL


MATRIZ MENTAL
(MEGAFOCOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A matriz mental é a estrutura, o embasamento e a fonte de recursos intraconscienciais
das reações do microuniverso da consciência ante os desafios evolutivos, de cada
momento, do Cosmos.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O vocábulo matriz vem do idioma Latim, matrix, “fêmea que está criando
os filhos, que amamenta; galinha parideira; árvore que deita rebentos; mãe; tronco; origem; útero;
ventre; registro público; metrópole”. Apareceu no Século XV. O termo mental procede do idioma
Latim Tardio, mentalis, “do espírito; mental”, e este de mens, mentis, “atividade do espírito; intenção;
pensamento; inteligência”. Surgiu no mesmo Século XV.
Sinonimologia: 1. Matriz consciencial. 2. Matriz egoica. 3. Matriz pensênica.
Neologia. As 4 expressões compostas matriz mental, matriz mental somática, matriz
mental psicossomática e matriz mental mentalsomática são neologismos técnicos da Megafocologia.
Antonimologia: 1. Consciência desorganizada. 2. Leniência autevolutiva.
Estrangeirismologia: o upgrade evolutivo.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à holomaturidade intraconsciencial.
Megapensenologia. Eis 1 megapensene trivocabular sintetizando o tema: – Materpensene:
matriz pensênica.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da holomaturidade evolutiva; os evoluciopensenes;
a evoluciopensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade; os nexopensenes; a nexopensenidade;
os ortopensenes; a ortopensenidade; os prioropensenes; a prioropensenidade; os retropensenes
fixados; o materpensene sendo a matriz da autopensenidade; as recins transformadoras
da matriz pensênica; a linearidade da autopensenização; a matriz da autopensenização; o centro
dinâmico da autopensenidade; o materpensene pessoal predominante.
Fatologia: a matriz mental; a base da atitude mental; a forma de apreender do mundo;

MATRIZ CULTURAL


MATRIZ CULTURAL
(HOLOCULTUROLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A matriz cultural é o lugar, casa materna, paterna, fonte, origem e molde
dos contingenciamentos e condicionantes da cultura, conjunto de conhecimentos, informações
e saberes adquiridos, tanto individuais quanto grupais, em evolução no grupúsculo social ou na
Socin, gerados e fixados na vida intrafísica.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O vocábulo matriz vem do idioma Latim, matrix, “fêmea que está criando
os filhos, que amamenta; galinha parideira; árvore que deita rebentos; mãe; tronco; origem; útero;
ventre; registro público; metrópole”. Apareceu no Século XV. A palavra cultura procede também
do idioma Latim, cultura, “ação de cuidar, tratar; venerar (no sentido físico e moral), e por extensão,
civilização”. Surgiu no mesmo Século XV.
Sinonimologia: 1. Base cultural. 2. Matriz social. 3. Matriz existencial. 4. Pião cultural.
5. Alicerce intelectual. 6. Matriz paracultural. 7. Paraculturação.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 6 cognatos derivados do vocábulo matriz: matrização;
matrizador; matrizadora; matrizagem; matrizar; matriz-gaveta.
Neologia. As duas expressões compostas matriz cultural automimética e matriz cultural
neoparadigmática são neologismos técnicos da Holoculturologia.
Antonimologia: 1. Anticultura. 2. Pseudocultura. 3. Filial cultural (marginália).
4. Autismo. 5. Despersonalização. 6. Exílio.
Estrangeirismologia: o background cultural; o Zeitgeist; a cultura da gun society;
a contracultura hippie.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à Cogniciologia Evolutiva.
Megapensenologia. Eis 1 megapensene trivocabular sintetizando o tema: – Ocorrem
omnichoques culturais.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da cultura; os ortopensenes; a ortopensenidade;
o materpensene na condição de matriz pensênica, cultural, pessoal; a matriz neocultural, evoluída,
da autopensenização cosmoética.
Fatologia: o renascimento na dimensão humana; a família nuclear; a Mesologia; as coleiras
sociais do ego; o porão consciencial na fase adulta; os folclores; os tradicionalismos; o fluxo
das realidades do Cosmos; o transformismo universal; a irradiação consciencial para a existência
humana; a volta à penates; as origens familiares; o idioma nativo; a reciclagem existencial; as
bases da reeducação pessoal; o ponteiro consciencial; o autodesconfiômetro; a mudança da matriz
mental; a reciclagem intraconsciencial; a transcendência da invéxis; a grande renovação profilática

MATERPENSENE


MATERPENSENE
(MATERPENSENOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O materpensene (mater + pen + sen + ene) é a idéia-mãe, a matriz de todo
desenvolvimento de tese, teoria ou ensaio, o leitmotif, o pilar mestre ou o pensene predominante
em qualquer holopensene.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O elemento de composição do idioma Latim, mater, vem do idioma Indo-
-Europeu, matr, “mãe, representada em todas as línguas indo-européias”. O vocábulo pensamento
procede do idioma Latim, pensare, “pensar; cogitar; formar alguma idéia”. Surgiu no Século XIII.
A palavra sentimento deriva também do idioma Latim, sentimentum, através do idioma Francês,
sentiment, “faculdade de receber as impressões físicas; sensação; conhecimento; todo fenômeno
da vida afetiva; emoção; sentimento”. Apareceu no Século XIV. O termo energia provém do idioma
Francês, énergie, derivado do idioma Latim, energia, e este do idioma Grego, enérgeia, “força
em ação”. Surgiu em 1563.
Sinonimologia: 1. Pensene principal da consciência. 2. Pensene predominante no holopensene.
3. Princípio diretor da consciência.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 6 cognatos derivados do vocábulo materpensene:

MATERPENSENE PREDOMINANTE


MATERPENSENE PREDOMINANTE
(MATERPENSENOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O materpensene predominante é a condição pessoal, específica, identificada
quanto à predominância, no atual nível evolutivo, das manifestações autopensênicas psicossômicas
ou mentaissomáticas da conscin, homem ou mulher, quando sob criteriosa análise pensenográfica,
seja auto ou heteranálise.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O elemento de composição do idioma Latim, mater, vem da raiz do idioma
Indo-europeu, matr, “mãe, representada em todas as línguas indo-européias”. O vocábulo pensamento
procede do idioma Latim, pensare, “pensar; cogitar; formar uma idéia”. Surgiu no Século
XIII. A palavra sentimento deriva também do idioma Latim, sentimentum, através do idioma
Francês, sentiment, “faculdade de receber as impressões físicas; sensação; conhecimento; todo fenômeno
da vida afetiva; emoção; sentimento”. Apareceu no Século XIV. O termo energia provém
do idioma Francês, énergie, derivado do idioma Latim, energia, e este do idioma Grego,
enérgeia, “força em ação”. Surgiu em 1563. O vocábulo predominante, vem igualmente do idioma
Francês, prédominer, “predominar”, e este do idioma Latim Medieval, predominari, de dominari,
“ser senhor; dominar; mandar”. Apareceu no Século XVI.
Sinonimologia: 1. Predomínio do materpensene. 2. Materpensene individual.
Neologia. As 3 expressões compostas materpensene predominante, materpensene predominante
elementar e materpensene predominante superior são neologismos técnicos da Materpensenologia.
Antonimologia: 1. Megafoco pessoal predominante. 2. Interesse pessoal predominante.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto ao nível autopensênico pessoal.
Megapensenologia. Eis 3 megapensenes trivocabulares relativos ao tema: – Materpensene:
autopensene-chave específica. Há pensenedores subcerebrais. Repensenizemos o automaterpensene.
II. Fatuística
Pensenologia: o materpensene predominante; o holopensene pessoal da materpensenidade;
o materpensene pessoal; os ortopensenes; a ortopensenidade; o autopensenograma.

MATERPENSENE ATRATOR


MATERPENSENE ATRATOR
(MATERPENSENOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O materpensene atrator é o pilar mestre ou o pensene predominante em
determinado holopensene com capacidade de atrair e aliciar espontaneamente as consciências
para os respectivos interesses e objetivos.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O elemento de composição do idioma Latim, mater, vem da raiz do idioma
Indo-Europeu, matr, “mãe, representada em todas as línguas indo-europeias”. O vocábulo pensamento
procede do idioma Latim, pensare, “pensar; cogitar; formar alguma ideia; pesar; examinar;
considerar; meditar”. Surgiu no Século XIII. A palavra sentimento deriva também do idioma Latim,
sentimentum, através do idioma Francês, sentiment, “sentimento; faculdade de receber as impressões
físicas; sensação; conhecimento; fato de saber qualquer coisa; todo fenômeno da vida
afetiva; emoção; opinião; bom senso”. Apareceu no Século XIV. O termo energia provém do
idioma Francês, énergie, derivado do idioma Latim, energia, e este do idioma Grego, enérgeia,
“força em ação”. Surgiu no Século XVI. O vocábulo atrator vem do idioma Latim, attrahere,
“trazer; puxar para si; atrair; contrair; enrugar”. Apareceu no Século XIX.
Sinonimologia: 1. Materpensene aliciante. 2. Materpensene carismático. 3. Materpensene
condutor. 4. Materpensene liderativo.
Neologia. As 4 expressões compostas materpensene atrator, materpensene atrator ginossômico,
materpensene atrator androssômico e materpensene atrator parapsíquico são neologismos
técnicos da Materpensenologia.
Antonimologia: 1. Materpensene antipático. 2. Materpensene desarmônico. 3. Materpensene

MATERNIDA DE LACRIMOGÊNICA


MATERNIDA DE LACRIMOGÊNICA
(MATERNOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A maternidade lacrimogênica é o estado, qualidade ou condição da mulher-
mãe chorosa com a perda do filho ou filha, dessomado em tenra idade, mantendo tal estado
através de longo período, não raro décadas, lastimando a situação, às vezes de modo egoístico
e até já tendo dado à luz outros filhos, depois do fato considerado trágico, dentre os quais o filho
“aparentemente perdido”.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo maternidade deriva do idioma Latim Medieval, maternitas, “qualidade
de mãe”. Surgiu no Século XVI. O primeiro elemento de composição lacrim procede também
do idioma Latim, lacrima ou lacruma, “lágrima”. O vocábulo lágrima apareceu no Século
XIII. O segundo elemento de composição gênico é conexo com genia, e este derivado do idioma
Grego, génos, “raça; tronco; família; origem; descendência”. A palavra lacrimogêneo apareceu
em 1958.
Sinonimologia: 1. Maternidade lacrimogênea. 2. Maternidade chorosa. 3. Ginossomática
lacrimogênica. 4. Egocentrismo lacrimogênico. 5. Síndrome do ninho vazio.
Neologia. As 3 expressões compostas maternidade lacrimogênica, maternidade lacrimogênica
curta e maternidade lacrimogênica prolongada são neologismos técnicos da Maternologia.
Antonimologia: 1. Maternidade evolutiva. 2. Maternidade cosmoética.
Atributologia: predomínio dos sentidos somáticos, notadamente do autodiscernimento
quanto à fisiologia da maternidade.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da maternidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade;
os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade; os ortopensenes; a ortopensenidade.
Fatologia: a maternidade lacrimogênica; a maternidade subcerebral; o amor maternal;
o aconchego maternal; o instinto subumano; a maternagem; a lactância; a amamentação natural;
a criação da prole; os serviços da maternidade; o conforto do lar; o cochego do ninho; a carência

MATERNAÇÃO


MATERNAÇÃO
(EVOLUCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A maternação é o conjunto de atos, comportamentos, funções, cuidados ou
responsabilidades relativos ou característicos da figura materna e do papel familiar, social ou cultural
da mãe.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo maternação vem da raiz do idioma Indo-europeu, matr, “mãe”, representada
em todas as Línguas Indo-europeias. Surgiu, no idioma Português, em 1959.
Sinonimologia: 1. Retromaternação. 2. Neomaternação. 3. Maternagem. 4. Maternalismo.
5. Maternidade.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 22 cognatos derivados do vocábulo maternação:
antimaternidade; jusmaternalismo; materna; maternagem; maternal; maternalidade; maternalismo;
maternalista; maternalística; maternalístico; maternalmente, maternidade; materno;
Maternologia; matértera; matriarca; matriarcado; matriarcal; neomaternação; pós-maternidade;
pré-maternidade; retromaternação.
Neologia. As 3 expressões compostas maternação forçada, maternação voluntária e maternação
evitada são neologismos técnicos da Evoluciologia.
Antonimologia: 1. Paternação. 2. Paternagem. 3. Paternidade.
Estrangeirismologia: o National Organization for Non-Parents (N.O.N.); o movimento
da childfree.
Atributologia: predomínio dos sentidos somáticos, notadamente do autodiscernimento
quanto à Fisiologia da maternidade.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da evolução consciencial; os maternopensene;
a maternopensenidade; os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade; os reciclopensenes; a reciclopensenidade;
os conviviopensenes; a conviviopensenidade; os ortopensenes; a ortopensenidade;
os prioropensenes; a prioropensenidade.

todos somos um: relação do DNA e as emoções

todos somos um: a realidade é uma ilusão 1

MATEMATIZAÇÃO DO CONCEITO


MATEMATIZAÇÃO DO CONCEITO
(COMUNICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A matematização do conceito é a técnica da explicitação aritmética, vocabular,
ou do emprego da palavra, ou termo específico, o mais exato possível, por meio do emprego
do percentual racional do significado, em confronto com outros afins, ou pertinentes, dentro da
linha assemelhada de cognição, e das aproximações intelectivas simples.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo matemática vem do idioma Latim, mathematica, “Arte das matemáticas;
astrologia”, e este do idioma Grego, mathematike, “a Ciência matemática”, de mathema,
“ensinamento; estudo”. Surgiu no Século XVI. O vocábulo conceito procede do idioma Latim,
conceptus, “ação de conter; ato de receber; germinação; fruto; feto; pensamento”. Apareceu também
no Século XVI.
Sinonimologia: 01. Percentual da acepção. 02. Dissecção do conteúdo. 03. Análise do
sentido vocabular. 04. Matematização conteudística. 05. Matematização semântica. 06. Matematização
sematológica. 07. Matematização semasiológica. 08. Discriminação de acepções.
09. Paralelismos ideativos. 10. Gradações conteudísticas.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 11 cognatos derivados do vocábulo Matemática:
matematicidade; matematicismo; matematicista; matematicístico; matemático; matematismo;
matematista; matematístico; matematização; matematizada; matematizado.
Neologia. As 3 expressões compostas matematização do conceito, matematização mínima
do conceito e matematização máxima do conceito são neologismos técnicos da Comunicologia.

Descrição minuciosa da Técnica da Conscin-cobaia

Descrição minuciosa da Técnica da Conscin-cobaia

A técnica da conscin-cobaia é pautada no livro Conscienciograma, planilha de perguntas que tem como modelo evolutivo o HOMO SAPIENS SERENISSIMUS*, com duas mil questões, dividido em 10 seções, tidas como esquadrinhamento da personalidade: soma (corpo humano), bioenergética, antiemocionalidade, liderança, comunicação, coerência, consciencialidade, universalismo, intelectualidade e intrafisicalidade. O primeiro livro científico que abordou a Técnica do Conscienciograma, formas de estudar e mensurar a consciência, foi o 700 Experimentos da Conscienciologia, de Waldo Vieira, em 1994, o que precedeas autopesquisas conscienciométricas através do aprofundamento do conscienciograma e da técnica da conscin-cobaia.

Entre as 40 seções do tratado 700 Experimentos, a primeira trata da consciencialidade, com 7 capítulos sobre conscienciometria ou medidas conscienciológicas. A 27a. seção sobre continuísmo consciencial, contém 5 capítulos sobre o Conscienciograma, a primeira formatação científica de Avaliação da Consciencial (análise de personalidade).

O livro Conscienciograma é resultado do estudo de quase 300 biografias, pelo médico, odontólogo, lexicólogo e enciclopedista Waldo Vieira, propositor do paradigma consciencial, este por sua vez se divide em 5 variáveis que norteiam e diferenciam a Conscienciologia e a Projeciologia, das linhas científicas convencionais e os processos filosóficos do passado. A pesquisa conscienciológica quebra o tabu da falta de autopesquisa científica, na qual devido à falta de cosmoética generalizada, subentende-se e oficializa-se que o estudo de personalidades e a influenciação pessoal, como fator contaminador e mal-intencionado.

Existem pessoas bem-intencionadas, perfeição é doença,  intencionalidade qualificada é a base, fato a ser acolhido e enfatizado para o encaminhamento de todas ações e avaliações sem polianismo, e sim interconfiança. Desconfiança esteriliza tudo, nem as boas intenções resistem!

 O paradigma consciencial descortina nova perspectiva científica com base nas 5 variáveis:

I) Autopesquisa;
II) Multidimensionalidade;
III) Seriexialidade;
IV) Bioenergética
e
V) Holossomaticidade,

respaldados e com fim último e m prol da qualidade de vida, derivada da interassistência.

A técnica da conscin-cobaia, é importante que se esclareça, depende da mediação de especialistas em conscienciometria formados pela Conscius (http://www.conscius.org/), instituição conscienciocêntrica dedicada ao estudo, introdução e qualificação contínua através e em prol da conscienciometria.

A conscienciometria é a essência da conscienciologia, com base na técnica de detalhamento de atributos a partir de 10 características abrangentes: somática, bioenergética, antiemocionalidade, intelectualidade, liderança, comunicabilidade, universalismo, intrafisicalidade, consciencialidade e coerência.

* A teoria do Homo Sapiens Serenissimus foi lançado por Waldo Vieira em 1967, vide seção 40 do tratado 700 Experimentos, os 15 capítulos finais.


Associação beneficiente Cognópolis

                                                       http://abccognopolis.blogspot.com/

Assista Verbetes antigos da conscienciologia

Um site que você pode assistir verbetes antigos. http://blogtertulias.blip.tv/posts?view=archive&nsfw=dc

DESENVOLVENDO A CLARIVIDÊNCIA

DESENVOLVENDO A CLARIVIDÊNCIA

Possuir a faculdade da visão espiritual é desejo de muitos e, sob certas condições, ela pode ser desenvolvida. Nessa matéria, que termina com instruções de Anfaten, de Andrômeda, você conhecerá todas as implicações do assunto

A clarividência é a capacidade de ver com clareza. É a visão da própria alma, que percebe a realidade num nível mais amplo e elevado. Seu surgimento é consequência natural do desenvolvimento espiritual humano na medida em que a pessoa devota-se ao crescimento interior e aproxima-se de estados de consciência sutis.

Há uma grande diferença entre clarividência e vidência. O vidente capta lampejos e impressões do que se passa no plano astral, sejam fatos que estão acontecendo nesse plano, formas-pensamentos de outros seres, projeções criadas pelas forças negativas para atrapalhá-lo em seu desenvolvimento espiritual ou, muitas vezes, os próprios desejos na forma de alegorias, às vezes, de difícil compreensão para ele mesmo. A vidência é muito sujeita a distorções. É um sentido extrafísico que não conduz, necessariamente, a uma compreensão elevada da realidade.

Muitas vezes, a pessoa que tem o dom vidência não o percebe por um longo tempo e normalmente o tem desde pequena. Isso faz com que ela acredite que a visão astral corresponde à realidade. Por tê-la como algo natural, ela não se esforça para melhorar seu desempenho ou compreender como a vidência se processa para melhor interpretá-la. Somente o trabalho interior e o desenvolvimento espiritual podem conduzir à percepção da realidade.

MARCA PARAPSÍQUICA


MARCA PARAPSÍQUICA
(PARAPERCEPCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A marca parapsíquica é o suposto traço parapsíquico em relação ao corpo
humano e a conscin, de sensitivos e sensitivas, podendo ser considerado mera crendice ou hipótese
de tentativa a espera de pesquisas sérias, mais amplas, de ponta, por parte dos interessados,
além do folclore sobre o assunto, da curiosidade pública e dos exageros tradicionais das pessoas
místicas através dos séculos da História Humana.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo marca é de origem controversa, provavelmente do idioma Germânico,
marka, “limite; fronteira; sinal”, sob influência do idioma Latim Tardio, marca. Surgiu no
Século IX com a acepção de “antiga moeda”, e no Século XIV, significando “traço, sinal”. O elemento
de composição para provém do idioma Grego, pará, “por intermédio de; para além de”.
O vocábulo psíquico procede também do idioma Grego, psykhikós, “relativo ao sopro, à vida; relativo
aos seres vivos; relativo à alma”, de psykhé, “alma, como princípio de vida e sede dos desejos;
sopro de vida”. Apareceu no Século XIX.
Sinonimologia: 1. Sinal parapsíquico. 2. Nevo parapsíquico. 3. Traço parapsíquico.
4. Simbionte parapsíquico. 5. Paracódigo. 6. Parabiônica.
Neologia. As 3 expressões compostas marca parapsíquica, marca parapsíquica intraconsciencial
e marca parapsíquica somática são neologismos técnicos da Parapercepciologia.
Antonimologia: 1. Antissinalética pessoal. 2. Insensibilidade parapsíquica. 3. Bloqueio
energético.
Estrangeirismologia: o paramicrochip; o Paraperceptarium.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto às parapercepções de origens paragenéticas.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da paraperceptibilidade; os parapensenes; a parapensenidade;
os lucidopensenes; a lucidopensenidade; os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade.
Fatologia: o fato ou parafato de toda conscin, em tese, ser sensitiva parapsíquica, sem
exceção; a Descrenciologia Teórica; a Descrenciologia Prática.
Parafatologia: a marca parapsíquica; o megassinal pessoal paragenético; a sinalética
energética e parapsíquica pessoal; os preparatórios intermissivos da autoproéxis; a autovivência

MANUTENÇÃO DINÂMICA


MANUTENÇÃO DINÂMICA
(CONSTANCIOLOGIA)
Definologia. A manutenção dinâmica é a técnica de fazer perdurar o prosseguimento ativo
da tarefa ou do empreendedorismo, com rendimentos crescentes e ampliação permanente dos
resultados positivos.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo manutenção vem do idioma Latim, manutentio, “ação de segurar
com a mão”, provavelmente através do idioma Francês, manutention, “ação de manter”. Surgiu
no Século XVII. O vocábulo dinâmica deriva do idioma Grego, dynamikós, “poderoso; forte; potente”.
Apareceu no Século XVIII.
Sinonimologia: 01. Manutenção dinamizada. 02. Manutenção produtiva. 03. Sustentação
evolutiva. 04. Manutenção progressiva. 05. Manutenção amplificadora. 06. Manutenção
agilizada; manutência agilizada. 07. Gerenciamento dinâmico. 08. Preservação progressiva.
09. Continuísmo eficaz. 10. Manutenção ordenadora.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 4 cognatos derivados do vocábulo manutenção:
manutência; manutenência; manutenir; manutenível.
Neologia. As duas expressões compostas manutenção dinâmica elementar e manutenção
dinâmica superior são neologismos técnicos da Constanciologia.
Antonimologia: 1. Manutenção estacionária. 2. Manutenção regressiva.
Estrangeirismologia: a manutenção pro forma; a manutenção com upgrade; o continuum
evolutivo.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à dinâmica evolutiva.
Megapensenologia. Eis 3 megapensenes trivocabulares relativos ao tema: – Consciência
é vida. Vida é movimento. Estacionamento é morte.
Pensenologia: a manutenção do holopensene pessoal da perseverança no pen; os ortopensenes;
a ortopensenidade.
Fatologia: a manutenção dinâmica; o crescimento evolutivo de tudo; a dinâmica da
consciência; o fato de quem estaciona regride; a consciência como fulcro de dinamismo; a gestão
dinâmica dos negócios; o fato de toda empresa objetivar rendimentos econômicos; o fato da empresa

MANIFESTAÇÃO PARAPSÍQUICA


MANIFESTAÇÃO PARAPSÍQUICA
(PARAFENOMENOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A manifestação parapsíquica é o ato ou efeito do conteúdo da atuação da
consciência além do soma, ou dos sentidos do corpo humano, de modo holossomático, empregando
o energossoma e o psicossoma, com bases, obviamente, a partir do mentalsoma.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo manifestação vem do idioma Latim, manifestatio, “manifestação;
declaração”, derivado do verbo manifestare, “manifestar; pôr às claras; descobrir; declarar”, e este
de manifestus, “manifesto; claro; evidente; que mostra; averiguado; reconhecido; certo”. Surgiu
no Século XV. O elemento de composição para provém do idioma Grego, pará, “por intermédio
de; para além de”. O vocábulo psíquico procede também do idioma Grego, psykhikós, “relativo ao
sopro, à vida; relativo aos seres vivos; relativo à alma”, de psykhé, “alma, como princípio de vida
e sede dos desejos; sopro de vida”. Apareceu no Século XIX.
Sinonimologia: 01. Ação parapsíquica. 02. Ato extrafísico. 03. Manifestação paraperceptiva.
04. Manifestação multidimensional. 05. Manifestação extrafísica. 06. Pesquisa parapsíquica.
07. Pesquisa extrafísica. 08. Pesquisa paraperceptiva. 09. Investigação parapsíquica. 10.
Investigação multidimensional.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 10 cognatos derivados do vocábulo manifestação:
antimanifestação; imanifesta; imanifesto; manifestador; manifestadora; manifestante; manifestar;
manifesto; megamanifestação; minimanifestação.
Neologia. As 3 expressões compostas manifestação parapsíquica, manifestação parapsíquica
simples e manifestação parapsíquica complexa são neologismos técnicos da Parafenomenologia.
Antonimologia: 01. Manifestação intrafísica. 02. Manifestação humana. 03. Manifestação

MACROSSOMATOLOGIA


MACROSSOMATOLOGIA
(SOMATOLOGIA)
Definologia. A Macrossomatologia é a Ciência aplicada aos estudos do macrossoma,
o soma fora-de-série, supermaceteado, construído objetivando a execução de determinadas tarefas
interconscienciais, conforme o holocarma, a natureza e o grau evoluído e adequado da programação
existencial (proéxis) específica, seja a maior (maxiproéxis) ou a menor (miniproéxis).
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O elemento de composição macro vem do idioma Grego, makrós, “comprido;
longo; grande”. Surgiu, na Linguagem Científica Internacional, no Século XIX. A palavra soma
procede também do idioma Grego, soma, “relativo ao corpo; o corpo humano em oposição
à alma”. Apareceu no Século XX. O elemento de composição logia deriva igualmente do idioma
Grego, lógos, “Ciência; Arte; tratado; exposição cabal; tratamento sistemático de 1 tema”.
Sinonimologia: 1. Minimacrossomatologia. 2. Maximacrossomatologia. 3. Megamacrossomatologia.
4. Macrossomática. 5. Ciência do Corpo Humano Fora-de-série.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 17 cognatos derivados do vocábulo macrossoma:
andromacrossoma; Antimacrossomática; ginomacrossoma; macrossômata; Macrossomática;
macrossomaticidade; macrossomático; macrossomatograma; macrossomatogramático; Macrossomatologia;
macrossomatologista; Macrossomatometria; macrossomoteca; Maximacrossomatologia;
Megamacrossomatologia; Minimacrossomatologia; retromacrossoma.
Neologia. Os 4 vocábulos Macrossomatologia, Minimacrossomatologia, Maximacrossomatologia
e Megamacrossomatologia são neologismos técnicos da Somatologia.
Antonimologia: 1. Somatologia. 2. Somática. 3. Holossomatologia. 4. Holossomática.
Estrangeirismologia: o superavit evolutivo.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à paraperceptibilidade relativa ao soma.
Pensenologia: o holopensene pessoal da somática; os ortopensenes; a ortopensenidade.
Fatologia: o estudo do macrossoma suprarrenálico; o macrossoma psicomotor; o autodomínio
somático; a ignorância da Medicina, através dos milênios da História Humana, quanto ao
macrossoma; a singularidade máxima do corpo humano; a pseudoderrogação das Leis do Cosmos;
o papel da mãe na constituição do macrossoma; o parto de recém-nascido mais laborioso;

MACROSSENSO

MACROSSENSO
(HOLOMATUROLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O macrossenso é a condição pessoal da hipersensatez teática ou da alta capacidade
de julgar, discernir, sentir e apreciar as realidades do Cosmos, aplicada à vida multidimensional, evolutiva,
cosmoética, seja de modo individual ou grupal, no cotidianidade.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O elemento de composição macro deriva do idioma Grego, makrós, “comprido;
longo; grande”. Apareceu, na Linguagem Científica Internacional, no Século XIX. O termo senso vem do
idioma Latim, sensus, “sentido; órgão sensório; sentimento; juízo; razão; inteligência; significação”. Surgiu
no Século XIV.
Sinonimologia: 1. Megassenso. 2. Senso máximo. 3. Autojuízo máximo.
Neologia. O vocábulo macrossenso e as duas expressões compostas macrossenso intrafísico e
macrossenso multidimensional são neologismos técnicos da Holomaturologia.
Antonimologia: 1. Senso popular. 2. Nonsense. 3. Inépcia.
Estrangeirismologia: o aparato sensorium; o timing autevolutivo ajustado ao fluxo das realidades
do Cosmos.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento quanto à

MACROPSICOCINESIA DESTRUTIVA


MACROPSICOCINESIA DESTRUTIVA
(MEGAPARAPATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A macropsicocinesia destrutiva é a psicocinesia ou PK (psychokinesis) estigmatizante
(macro-PK destrutiva), ocorrência megapatológica derivada da assedialidade extrafísica,
quando destrutiva ou fatal ao corpo humano (dessoma), além ou depois das séries de acidentes
de percursos físicos, parapsíquicos, prévios, na condição de efeitos intrafísicos de origem multi
ou interdimensional.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O primeiro elemento de composição macro deriva do idioma Grego, makrós,
“comprido; longo; grande”. Apareceu, na Linguagem Científica Internacional, no Século
XIX. O segundo elemento de composição psico procede também do idioma Grego, psykhé, “alma,
como princípio de vida e sede dos desejos; sopro de vida”. O terceiro elemento de composição
cinesia vem igualmente do idioma Grego, kínesis, “ação de mover; movimento”. O vocábulo
destrutivo provém do idioma Latim, destructivus, “destrutivo; que tem virtude destrutiva”. Surgiu
no Século XVII.
Sinonimologia: 01. Macro-PK destrutiva. 02. Megacidente de percurso. 03. Ocorrência
fatal. 04. Megassédio. 05. Megaestigma. 06. Megapatologia. 07. Antiproéxis máxima.
08. Antiprimener. 09. Macroparapsicocinesia. 10. Megaparapsicocinesia.
Neologia. As 3 expressões compostas macropsicocinesia destrutiva, macropsicocinesia
destrutiva individual e macropsicocinesia destrutiva grupal são neologismos técnicos da Megaparapatologia.
Antonimologia: 1. Psicocinesia. 2. Miniacidente de percurso. 3. Minitraumatismo.
4. Minicontratempo. 5. Primener.
Estrangeirismologia: o rapport negativo; o accident proneness; o poltergeist; o Trafarium.

Organização Internacional de Consciencioterapia


MACROCONSCIENCIALIDADE


MACROCONSCIENCIALIDADE
(REEDUCACIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A macroconsciencialidade é a qualidade ou o nível de autocognição ou de
consciencialidade coletiva, segundo o discernimento mentalsomático, a hiperacuidade consciencial,
a holomaturidade e as prioridades evolutivas quanto à vida intra e extrafísica da média dos
elementos constitutivos da coletividade.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O elemento de composição macro deriva do idioma Grego, makrós, “comprido;
longo; grande”. Surgiu, na Linguagem Científica Internacional, no Século XIX. O vocábulo
consciência procede do idioma Latim, conscientia, “conhecimento de alguma coisa comum
a muitas pessoas; conhecimento; consciência; senso íntimo”, e este do verbo conscire, “ter conhecimento
de”. Apareceu no Século XIII.
Sinonimologia: 1. Macroconscienciosidade. 2. Megaconsciencialidade. 3. Holoconsciencialidade.
Neologia. As duas expressões compostas macroconsciencialidade automimética e macroconsciencialidade
neoparadigmática são neologismos técnicos da Reeducaciologia.
Antonimologia: 1. Autoconsciencialidade. 2. Hipoconsciencialidade.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à holomaturidade consciencial com efeitos e consequências coletivas.
Megapensenologia. Eis 1 megapensene trivocabular sintetizando o tema: – Macroconsciencialidade
significa megaevolução.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da convivialidade evolutiva; os cosmopensenes;
a cosmopensenidade; os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade;
os prioropensenes; a prioropensenidade.
Fatologia: a macroconsciencialidade; a qualidade da mentalidade coletiva; a autoconscientização
coletiva; o primado da macroconsciencialidade; o organismo coletivo; o estado mental
das pessoas; a condição psicológica da média da população; o movimento intelectual do país;
o desenvolvimento intelectual do povão; a maneira comum de pensar e julgar as realidades;
o conjunto de hábitos intelectuais e psíquicos de determinado grupo humano; o conjunto de manifestações
de ordem mental característico da coletividade; o conjunto de opiniões e preconceitos

Aura e Clarividência

Aura e Clarividência
1. Aura (do latim: "aura": "sopro de ar"): É o campo energético que apresenta-se em
torno do corpo denso. Aparece à percepção parapsíquica do clarividente como um
campo luminoso mesclado por várias cores. Essas cores refletem a qualidade dos
pensamentos e sentimentos manifestados pela consciência.
2. A aura apresenta várias camadas vibratórias correspondentes aos diversos corpos
(veículos de manifestação da consciência) por onde a consciência manifesta-se nos
vários planos.
3. Para facilitar, vamos dividi-la em três frequências básicas:
A. A aura do corpo físico, também denominada duplo etérico (Teosofia), corpo vital
(Rosacruz), pranamayakosha (Vedanta), holochacra (Conscienciologia), corpo
bioplásmico ou bioplasmático (pesquisadores russos) ou simplesmente corpo
energético (pesquisadores ocidentais). Essa aura reflete apenas as condições do corpo
físico no momento e suas predisposições energéticas. Contudo, é bom lembrar que o
soma (Grécia: "soma": "corpo") é afetado diretamente pelo clima psíquico dos corpos
sutis.
B. A aura do corpo extrafísico, também chamada de alma. É a aura do corpo
espiritual (Cristianismo; Paulo de Tarso, Cor. I , Cap. 15, vers: 44), também
denominado corpo astral (Teosofia), perispírito (Espiritismo), psicossoma
(Projeciologia), corpo de luz (Ocultismo), corpo psíquico (Rosacruz), corpo bardo
(Tibetanos), thanki (Chineses), kha (Iniciados Egípcios) ou corpo não-físico
(pesquisadores ocidentais). Essa aura reflete as condições psíquicas e parapsíquicas
da consciência. Reflete diretamente as emoções do ser humano.
C. A aura do corpo mental, também chamada de aura mental ou aura dos
pensamentos. É a aura que reflete diretamente o clima interno de nossos pensamentos
e idéias. O corpo mental (Teosofia) também é denominado mentalssoma
(Conscienciologia), manomayakosha (Vedanta), corpo dos pensamentos ou
simplemente mente. Essa aura reflete o clima mental de uma consciência. Nessa aura
é possível perceber as formas-pensamento e suas cores.
4. Obviamente que a foto Kirlian apenas mostra a repercussão energética no soma e
no duplo etérico, freqüências mais densas e passíveis de mensuração. Acho que a
disparidade entre as percepções de sensitivos e das fotos em questão deve-se a que a
foto Kirlian reflete principalmente o duplo energético, enquanto que os sensitivos
muitas vezes estão percebendo a aura dos corpos mais sutis. Até mesmo entre
sensitivos existe diferenças nos níveis de percepção parapsíquica.
5. Na natureza tudo é energia. A matéria é energia condensada; a energia é matéria
em estado radiante. Logo, tudo é energia em graus variados de densidade. Desde o
sutil até o mais denso, tudo é energético e natural.
6. O estudo das capacidades parapsíquicas do ser humano não tem nada de