PODER DE PERMANÊNCIA


PODER DE PERMANÊNCIA
( INTRAFISICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O poder de permanência é o estado, condição ou qualidade de algo ou alguém
conseguir perdurar ou ser capaz de permanecer interativo nesta dimensão intrafísica, no
qual tudo tende a ser efêmero e passageiro.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo poder vem do idioma Latim, possum, “poder; ter o poder de; ser
capaz de”. Surgiu no Século XIII. A palavra permanência deriva do idioma Latim Medieval, permanentia,
de permanens, e esta de permanere, “permanecer; ficar até o fim; persistir; perseverar;
durar; conservar-se no dever”. Apareceu no Século XVII.
Sinonimologia: 1. Poder de constância. 2. Poder de continuidade. 3. Poder de duração.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 8 cognatos derivados do vocábulo permanência:
impermanência; impermanente; permanecente; permanecer; permanecida; permanecido; permanente;
semipermanente.
Neologia. As 4 expressões compostas poder de permanência, poder de permanência mínimo,
poder de permanência mediano e poder de permanência máximo são neologismos técnicos
da Intrafisicologia.
Antonimologia: 01. Poder da impermanência. 02. Poder da efemeridade. 03. Poder da
descontinuidade. 04. Poder interrupto. 05. Poder extinguível. 06. Poder morredouro. 07. Poder
provisório. 08. Poder transitório. 09. Poder perecível. 10. Poder fugaz.
Estrangeirismologia: o Evolutionarium.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à evolução consciencial interdimensional.

PLURIPROSPECTIVIDADE


PLURIPROSPECTIVIDADE
(COSMOVISIOLOGIA)
Definologia. A pluriprospectividade é o conjunto de autopesquisas diferenciadas da
consciência a respeito de fatos, parafatos, fenômenos, parafenômenos, realidades e pararrealidades,
obviamente multidimensionais, capazes de plotar a previsão ou a evolução futura de si própria,
da Socin e das Sociexes.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O elemento de composição pluri deriva do idioma Latim, plus, “muitos; vários”.
Surgiu, na Linguagem Científica Internacional, no Século XIX. A palavra prospectiva vem
do idioma Francês, prospective, “ação de olhar para a frente; olhar à distância; perspectiva”, e esta
do idioma Latim, prospectivus, do radical de prospectum, supino de prospicere, “olhar adiante
ou longe; prever; prover para o futuro”. Apareceu no Século XV.
Sinonimologia: 1. Multiprospectividade. 2. Pluriprevisibilidade. 3. Multiprevisibilidade.
4. Prospectiva Cosmoética.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 15 cognatos do vocábulo prospectiva: antiprospectiva;
antiprospectividade; Antiprospectivismo; autoprospectivação; improspectividade; Megaprospectiva;
monoprospectividade; multiprospectividade; patoprospectiva; pluriprospectiva;
pluriprospectividade; prospectividade; prospectivamente; prospectivista; prospectivo.
Neologia. O vocábulo pluriprospectividade e as duas expressões compostas pluriprospectividade
elementar e pluriprospectividade evoluída são neologismos técnicos da Cosmovisiologia.
Antonimologia: 01. Improspectividade. 02. Imprevisibilidade. 03. Monoprospectividade.
04. Retrospectividade. 05. Hipomnésia. 06. Ausência da Prospectiva. 07. Antiprospectiva;
antiprospectividade; Antiprospectivismo. 08. Visionarismo. 09. Meteorologia. 10. Passadologia.

PLANO EXISTENCIAL

 PLANO EXISTENCIAL

(EXPERIMENTOLOGIA) I. Conformática Definologia. O plano existencial é a área, região, lugar, sítio, ambiente, posição, situação, superfície ou dimensão específica, receptora das manifestações do holopensene no qual o princípio consciencial desenvolve as atividades autevolutivas na cotidianidade diuturna, intra e extrafísica. Tematologia. Tema central neutro. Etimologia. O vocábulo plano vem do idioma Latim, planus, “plano; igual; chão; raso; nivelado”. Surgiu no Século XIV. O termo existencial procede do idioma Latim Tardio, existentialis, “existencial”. Apareceu no Século XIX. Sinonimologia: 01. Domicílio existencial. 02. Campo coexistencial. 03. Local existencial; região evolutiva. 04. Área existencial; sítio de evolução. 05. Lugar de desenvolvimento. 06. Ambiente existencial; nível de existência. 07. Plano de evolução. 08. Dimensão de desenvolvimento. 09. Base evolutiva. 10. Vereda evolutiva. Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 62 cognatos derivados do vocábulo plano: altiplano; altoplano; biplano; monoplano; multiplano; planalto; planície; planiço; plano-altense; planobdela; planoblasto; planocerídeo; plano-cilíndrico; planócito; planocitose; planocitósico; planococo; plano-côncavo; plano-convexo; plano-espiral; planoferrita; planofilia; planogameta; planogâmeta; planogâmeto; planogâmico; planografia; planográfico; planógrafo; planômeno; planometragem; planometria; planométrico; planometrista; planômetro; planonte; plano-paralelo; plano-polarização; plano-polarizado; plano-polarizar; planorbe; planórbida; planorbídeo; planorbíneo; planórbis; planorbulina; plano-rotativo; plano-sequência; planoscópio; plano-simetria; plano-simétrico; planospiral; planóspiro; planospórico; palenospório; planósporo; planossarcina; planossárcina; planossarcino; planossárcino; planosito; semiplano. Neologia. As 4 expressões compostas plano existencial, plano existencial aquisitivo, plano existencial executivo e plano existencial distributivo são neologismos técnicos da Experimentologia. Antonimologia: 1. Inconstância evolutiva. 2. Desorientação consciencial. 3. Insociabilidade. 4. Encaramujamento pessoal. Estrangeirismologia: o Conviviarium; o Reeducandarium evolutivo; os campi evolutivos; o Administrarium; o camping; o spa; a urbis. Atributologia: predomínio dos sentidos somáticos, notadamente do autodiscernimento quanto à manutenção do bem-estar do corpo humano e da consciência. II. Fatuística Pensenologia: o holopensene pessoal da evolução consciente; os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade; os cosmopensenes; a cosmopensenidade. Fatologia: o plano existencial; o local de vivência; o ambiente consciencial; a territorialidade experimental; a base evolutiva; o campo de trabalho; a atmosfera de vida; o palco evolutivo; o cenário existencial; a paisagem evolutiva; o ambiente vital; o meio existencial; a esfera existencial; o espaço existencial; o teatro evolutivo; a cenografia existencial; o cosmograma. Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a sinalética energética e parapsíquica pessoal. Enciclopédia da Conscienciologia 71 III. Detalhismo

PLANEJAMENTO MILIMÉTRICO


PLANEJAMENTO MILIMÉTRICO
(AUTOPROEXOLOGIA)
Definologia. O planejamento milimétrico é o ato ou o efeito de planejar a proéxis, preparar
tarefa, esquematizar trabalho ou planificar a vida humana de modo calculado, cuidadoso, escrupuloso,
rigoroso, circunstanciado, com grande precisão, exaustivamente, até o último pormenor,
mínimo, concebível, de acordo com a técnica do detalhismo.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo planejar vem do idioma Latim, planus, “plano; chão; nivelado”.
O sufixo mento procede também do idioma Latim, mentu, formador de substantivos derivados de
verbos. A palavra planejamento surgiu no Século XX. O vocábulo milimétrico deriva do idioma
Francês, millimètre, “milimétrico”. O termo milímetro apareceu em 1836.
Sinonimologia: 01. Planificação milimétrica. 02. Planejamento centesimal. 03. Planejamento
nanométrico. 04. Planejamento detalhista. 05. Planejamento preciso. 06. Planejamento
técnico. 07. Planejamento estratégico minucioso. 08. Organização milimétrica. 09. Detalhamento
existencial. 10. Orientação existencial.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 12 cognatos derivados do vocábulo planejamento:
antiplanejamento; autoplanejamento; planeamento; planear; planejada; planejado; planejador;
planejadora; planejar; replaneamento; replanejamento; replanejar.
Neologia. As 4 expressões compostas planejamento milimétrico, planejamento milimétrico
aquisitivo, planejamento milimétrico executivo e planejamento milimétrico distributivo são
neologismos técnicos da Autoproexologia.
Antonimologia: 01. Ausência de planejamento. 02. Falta do plano de ação. 03. Vida
desprogramada; vida instintiva. 04. Existência aleatória; existência improvisada. 05. Desorientação
existencial. 06. Descompasso evolutivo. 07. Atitude antiproéxis. 08. Conscin desorganizada.
09. Personalidade despreparada. 10. Vida na robéxis.
Estrangeirismologia: o planejamentarium; o close-up da vida humana; o layout das atitudes
pessoais; o planejamento de haut en bas; a due diligence; o projeto superfine; a exposição
de verbo ad verbum; o ex nihilo nihil.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento

PI STA DE REFLEXÃO


PI S T A DE REFLEXÃO
(AUTOCOGNICIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A pista de reflexão é o rastro indicador ou a estrada orientadora da autopensenização
produtiva da conscin lúcida, capaz de propiciar a ação diligente para encontrar neoideias
ou neoverpons nas autorreflexões prioritárias do momento evolutivo.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo pista vem do idioma Francês, piste, “traço de passagem deixado
por ser vivo; conjunto de indicações orientadoras das investigações de pessoa perseguindo outra;
superfície plana, situada no centro de circo e reservada aos artistas e animais; parte do terreno reservado
para decolagem e aterrissagem de aparelhos aéreos”, procedente do idioma Italiano, pista,
“pista; marca do pé; traço; pegada; rasto”, variação dialetal de pesta, e este derivado do idioma
Latim Tardio, pistare, interativo de pisnere, “pilar; pisar”. Surgiu no Século XVII. O vocábulo reflexão
provém do idioma Latim, reflexio, “ação de voltar para trás”, de reflexum, e este de reflectere,
“recurvar; encurvar; vergar; dobrar; voltar; prestar atenção; refletir”. Apareceu também no
Século XVII.
Sinonimologia: 01. Pista de autorreflexão. 02. Pista de meditação; pista de ponderação.
03. Pista de concentração mental. 04. Trilha de reflexão. 05. Vertente de reflexão. 06. Viés de
reflexão. 07. Pista de rolamento intelectivo. 08. Pista de autocognição. 09. Rastro de cognição.
10. Vertente de meditação.
Neologia. As 4 expressões compostas pista de reflexão, pista de reflexão egocármica,
pista de reflexão grupocármica e pista de reflexão policármica são neologismos técnicos da Autocogniciologia.
Antonimologia: 01. Irreflexão. 02. Irreflexonismo. 03. Reflexão vazia. 04. Desvio da
pista de reflexão. 05. Perda da pista de reflexão. 06. Autoimperspicácia. 07. Insensatez pessoal.
08. Autovitimização ao porão consciencial. 09. Robéxis. 10. Vítima do ansiosismo.
Estrangeirismologia: o pit stop autopensênico; o track down da neoverpon.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à autocognicibilidade.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da reflexão consciencial; os ortopensenes; a ortopensenidade;
os neopensenes; a neopensenidade; os nexopensenes; a nexopensenidade; os lucidopensenes;
a lucidopensenidade; os autopensenes magnos; a linearidade autopensênica; a pista grafopensênica
humana; o fato inafastável de os autopensenes somente se aperfeiçoarem por meio
das autorreflexões; a fase da repensenização; a pista de reflexão circular na batopensenização;
o zigueguear pensênico na confusão mental; as derrapagens pensênicas nos devaneios; as raias
pensênicas autodeterminadas; o nível da aderência pensênica à trilha do pensamento na autopensenização
retilínea.
Fatologia: a pista de reflexão; a pista-rastro de reflexão; a pista-estrada de reflexão;
a concentração da consciência sobre si própria; a excogitação no rumo certo; a inteligência de
buscar sempre novas pistas de reflexão a fim de evitar as distorções na perspectiva autevolutiva;
as neoproposições pesquisísticas; as pegadas das neoverpons conscienciológicas; a trilha aberta
pelos neoconstructos conscienciológicos; a troca da matéria pela consciência; a troca da celebridade
pela paraprocedência pessoal; a troca do efêmero pela realidade permanente; a pista das autorrealizações;
a pista principal das autovivências; a pista principal da autoproéxis; a linha estratégica
da pesquisa; o rastreamento de neoconceitos; a busca pelo veio da neoideia; o autodiscernimento
na definição das pistas de reflexão a serem seguidas; as fontes cognitivas suscitando pistas
10 Enc iclopédia da Consc ienciologia
de reflexão; as publicações; a adiversidade das informações na Internet; os depoimentos biográficos;
os exemplos silenciosos observados na cotidianidade; os dados pesquisísticos; o balanço da
aquisições autexperienciais; as variáveis autodeterminadas para avaliação dos dados observados;
o autesforço de manutenção na pista central comum da evolução da vida; as pistas de reflexão
coletivas nos debates públicos; as interrogações até então impensadas; o redimensionamento do
campo de análise; o surgimento das pistas alternativas; a construção conjunta do neoconhecimento;
os instrumentos conscienciológicos fornecedores de pistas de autorreflexão; a elaboração do
cosmograma pessoal; a autavaliação do conscienciograma; o autexame perante a Seção Questionologia
dos verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia.
Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a sinalética energética
e parapsíquica pessoal; as neopistas de reflexão por meio da autoparaperceptibilidade e do
extrapolacionismo parapsíquico; os bloqueios energéticos cranioencefálicos funcionando como
barreiras na pista autopensênica; o arco voltaico craniochacral liberando a estrada ideativa; os

Refletir

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua
equipe de gestores.
Agita as mãos, mostram gráficos e, olhando nos olhos de cada um,
ameaça: "ninguém é insubstituível" .
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar
nada. De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para
triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim.
-E Beethoven?
- Como? - encara o gestor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio...
O funcionário fala então:
- Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço
e achei muito pertinente falar sobre isso.
Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas,
no fundo, continuam achando que os profissionais são peças dentro da
"máquina" (organização) e que, quando sai um, é só encontrar outro
para pôr no lugar.
Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank
Sinatra? Garrincha? Santo Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os
Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein?
Picasso? Zico? Etc...
Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que
sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto,
são sim insubstituíveis.
Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado
para alguma coisa.
Está na hora de os líderes das organizações reverem seus conceitos e
começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando
no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar
seus 'erros/ deficiências' .
Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era
instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico.
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de
arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus
talentos.
Cabe aos líderes de uma organização mudar o olhar sobre a equipe e
voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro.
Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Se o gerente/coordenador , ainda está focado em 'melhorar as fraquezas'
de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de líder/ técnico que
barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter
notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E, na gestão dele, o
mundo teria perdido todos esses talentos.
Seguindo esse raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios
seriam retos, não haveria montanhas, nem lagoas nem cavernas, nem
homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados. . . Apenas
peças.
Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras
moradas'. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e
falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a
'partida' de nosso irmão Zacarias, e hoje, para substituí-lo,
chamamos:... Ninguém... pois nosso Zaca é insubstituível" .
Portanto, nunca esqueça: Você é um talento único. Com toda certeza
ninguém substituirá você!
Sou um só, mas, ainda assim, sou um. Não posso fazer tudo, mas posso
fazer alguma coisa.  Por não poder fazer tudo, não me recusarei a
fazer o pouco que posso.
No mundo sempre existirão pessoas que vão amar você pelo que você é e
outras que vão odiá-lo pelo mesmo motivo. Acostume-se a isso e viva
sempre com muita paz de espírito.

PICOTAGEM DAS IDEIAS


PICOTAGEM DAS IDEIAS
(EXAUSTIVOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A picotagem das ideias é a técnica, ato, ação, efeito ou modo de picotar,
partir, dividir ou destacar didaticamente as expressões, frases, tópicos e parágrafos da comunicação
escrita a fim de explicitar melhor a transparência das pensenizações.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo picote vem provavelmente do idioma Francês, picot, e este de piquer,
derivado do idioma Latim Vulgar, piccare, de piccus, “ferir ou furar com objeto pontiagudo
ou perfurante; espicaçar moralmente; ferir ou morder com o bico ou o ferrão”, forma expressiva
do Latim, picus, “picanço (ave); grifo (ave fabulosa)”. Surgiu no Século XIII. A palavra picotagem
apareceu no Século XX. O vocábulo ideia provém do idioma Latim, idea, “forma original;
imagem; noção; ideia”, e este do idioma Grego, idéa, “aspecto exterior; aparência; forma; maneira
de ser”. Surgiu no Século XVI.
Sinonimologia: 1. Recorte das ideias. 2. Divisão das ideias. 3. Destaque das neoideias.
4. Estilo explícito. 5. Redação nua.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 9 cognatos derivados do vocábulo picotagem:
picotada; picotadeira; picotado; picotador; picotadora; picotante; picotar; picote; picotilho.
Neologia. As 3 expressões compostas picotagem das ideias, picotagem das ideias mínima
e picotagem das ideias máxima são neologismos técnicos da Exaustivologia.

Breve História do Tempo

Stephen W. Hawking

Breve História
do Tempo

Do *Big Bang*
aos Buracos Negros

Introdução
de Carl Sagan

Tradução de
Ribeiro da Fonseca

Revisão, adaptação
do texto e notas de
José Félix Gomes Costa
Instituto Superior Técnico

Gradiva


Título original inglês: *a Brief History of Time -- From the Big Bang to Black Holes*

c 1988 by *Stephen W. Hawking*

Introducão c 1988 by *Carl Sagan*

Ilustrações do texto c 1988 by *Ron Miller*

Tradução: *Ribeiro da Fonseca*

Revisão de texto: *A. Miguel Saraiva*       

Capa: *Armando Lopes* a partir de fotos de David Montgomery e Roger Ressmeyer

Fotocomposição, paginação e fotolitos: *Textype -- Artes Gráficas, L.da*

Tópicos avançados da Evolução - Waldo Vieira

Pensar mal dos outros - Waldo Vieira (maturidade)

Erros sobre o Estado Vibracional (EV) -- Nanci Trivellato

Estado Vibracional e Energia - Wagner Alegretti e Nanci Trivellato

PESCOÇO (SOMATOLOGIA)

PESCOÇO
(SOMATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O pescoço é a região anatômica do corpo humano, ou soma, entre o tronco
e a cabeça.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. A palavra pescoço procede do idioma Espanhol Antigo, pescoço, atualmente
pescuezo, forma dissimilada de poscoço, constituída pelo prefixo pos, derivado do idioma Latim,
post, “detrás”, e de coço, mais tarde cueço, “recipiente para farinha”. Surgiu no Século XIII.
Sinonimologia: 1. Interação cabeça-corpo humano. 2. Porta-colar. 3. Cachaço.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 12 cognatos derivados do vocábulo pescoço: cajá-
de-pescoço; carne-de-pescoço; pescoçada; pescoção; percoceado; pescoceador; pescocear;
percoceira; pescoceiro; pescocinho; pescoçudo; pescotapa.
Neologia. As duas expressões compostas pescoço curto e pescoço comprido são neologismos
técnicos da Somatologia.
Antonimologia: 1. Tronco somático. 2. Cabeça humana.
Estrangeirismologia: o turista (rubberneck) com pescoço de borracha.
Atributologia: predomínio dos sentidos somáticos, notadamente do autodiscernimento
quanto à Fisiologia Humana.

Portal Reaprendentia


Programação Existencial - parte 3/5

Princípio da descrença - Explicação

Definição. A Descrenciologia é a investigação científica da postura livre de crenças, fé ou misticismos fundamentada na auto-experimentação e autovivência utilizada na abordagem racional, teática de qualquer assunto, fato, parafato, fenômeno ou parafenômeno.
Sinonímia: 1. Pesquisa da eliminação da fé. 2. Pesquisa da extinção da crença. Destruição cosmoética da credulidade.
Antonímia: 1. Credologia. 2. Ciência da fé.
Cognatonímia: Descrencionismo; descredulidade; Descrenciólogo; Descrenciometria; credopatia; credopata; Descredologia.

Neologística: O termo Descrenciologia é neologismo técnico da Experimentologia.
Erro. Segundo a Errologia, as abordagens decorrentes da Descrenciologia diminuem os erros.
Poder. Segundo a Cratologia, a crença é um importante elemento do poder imaturo. A Descrenciologia ajuda no amadurecimento consciencial e uso cosmoético do poder evolutivo.
Princípio. A Conscienciologia promove a autopesquisa participativa da realidade multidimensional, energética, holossomática e multiexistencial da consciência fundamentada no princípio da descrença: "Não acredite em nada, nem nas propostas da Conscienciologia. Experimente. Tenha suas vivências pessoais".

Portal Assinvéxis - Associação Internacional de Inversão Existencial


Programação Existencial - Prof. Laênio Loche - parte 2 de 5 - Ciência e ...

PERSONALISMO


PERSONALISMO
(PARAPATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O personalismo é a conduta ou procedimento da conscin, homem ou mulher,
referindo-se a todas as coisas a si mesmo, tendo a si próprio como ponto de referência de tudo
ocorrendo em torno do próprio ego, egão ou umbigão, fazendo predominar os interesses pessoais
sobre os interesses coletivos.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O termo personalismo vem do idioma Francês, personnalisme, “egoísmo”;
e do idioma Inglês, personalism; ambos derivados do idioma Latim, persona, “máscara de teatro;
personagem”. Surgiu em 1899.
Sinonimologia: 01. Individualismo egocêntrico. 02. Eucentrismo intoxicante. 03. Subjetivismo
destrutivo. 04. Interesseirismo. 05. Isolacionismo. 06. Egolatria. 07. Insolidarismo.
08. Ausência da consciencialidade grupal. 09. Egocentrismologia. 10. Antiassistenciologia.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 9 cognatos derivados do vocábulo personalismo:
personalista; personalística; personalístico; personalização; personalizada; personalizado;
personalizador; personalizadora; personalizar.
Neologia. As duas expressões compostas personalismo transitório e personalismo permanente
são neologismos técnicos da Parapatologia.
Antonimologia: 01. Antipersonalismo. 02. Despersonalismo. 03. Despersonalização.
04. Impessoalismo. 05. Coletivismo. 06. Altruísmo. 07. Solidarismo. 08. Consciencialidade
grupal. 09. Voluntariado. 10. Megafraternidade.
Estrangeirismologia: a persona non grata.
Atributologia: predomínio dos sentidos somáticos, notadamente do autodiscernimento
quanto à egocarmalidade.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal do egocentrismo adulto; os patopensenes; a patopensenidade.
Fatologia: o personalismo; o individualismo; o individualismo construtivo; o individualismo
exacerbado; o individualismo rasteiro; o personalismo destrutivo; o personalismo engessado
pela emocionalidade; o egocentrismo do adulto; o culto de si mesmo; a egolatria; o amor-próprio
exagerado; o microuniverso pessoal intoxicado pelo egão; a autopatia; a autassedialidade;
a autointoxicação egóica; o antiuniversalismo; a intencionalidade centrípeta; o açodamento do indivíduo
ansioso; o egão à flor da pele; as impulsividades subcerebrais; o personalismo do publícola;

PERSONALIDADE SINGULAR

PERSONALIDADE SINGULAR
(EVOLUCIOLOGIA)
Definologia. A personalidade singular é a qualidade ou condição de ser compondo o caráter
cosmoético e evolutivo de determinada pessoa ortocentrada, dinâmica e catalítica.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo personalidade vem do idioma Latim, personalitas, “personalidade”,
de personalis, “aquilo que constitui a pessoa em geral; caráter próprio de pessoa em particular”.
Surgiu no Século XIX. A palavra singular procede também do idioma Latim, singularis,
“único; singular; simples”. Apareceu no Século XVI.
Sinonimologia: 01. Conscin superlúcida. 02. Personalidade cosmoética. 03. Personalidade
evolutivamente forte. 04. Personalidade ortocentrada. 05. Personalidade-líder. 06. Personalidade
integral. 07. Personalidade autocoerente. 08. Personalidade autodeterminante. 09. Personalidade
forte. 10. Personalidade inesquecível.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 3 cognatos derivados do vocábulo personalidade:
parapersonalidade; retropersonalidade; subpersonalidade.
Neologia. As 4 expressões compostas personalidade singular, personalidade singular
mínima, personalidade singular mediana e personalidade singular máxima são neologismos técnicos
da Evoluciologia.
Antonimologia: 01. Personalidade comum; personalidade medíocre; personalidade vulgar.
02. Personalidade antidiluviana; personalidade arcaica; personalidade ultrapassada. 03. Personalidade
robotizada. 04. Personalidade débil; personalidade demolida. 05. Personalidade fanática;
personalidade ilógica; personalidade incontentável. 06. Personalidade cínica; personalidade
dúbia; personalidade egocêntrica. 07. Personalidade difícil; personalidade incongruente. 08. Personalidade
ilógica. 09. Personalidade paranóide; personalidade psicopática (P. P.). 10. Personalidade
borderline.
Estrangeirismologia: a personalidade sui generis; a personalidade de strong profile;
o retrocognitarium.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à evolução consciencial.
Pensenologia: o holopensene pessoal da evolutividade; os ortopensenes; a ortopensenidade.
Fatologia: o senso da autopriorização; a autossuficiência evolutiva; a autorganização
evolutiva; a inversão existencial; os fatos pessoais positivos indesmentíveis; a capacidade de empregar
adequadamente a omissuper; a realidade sem vestígio de dúvida; o exemplarismo pessoal
do princípio conscienciocêntrico; a ficha evolutiva pessoal (FEP).
Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático.
Enumerologia: o altruísmo consciencial; a maturidade consciencial; a tridotalidade
consciencial; o autojuízo consciencial; a hiperacuidade consciencial; o continuísmo consciencial;
o autenticismo consciencial.
Ciclologia: o ciclo multiexistencial pessoal (CMP).
Binomiologia: o binômio crise-crescimento.

PERSONALIDADE FORMADA


PERSONALIDADE FORMADA
(AUTEVOLUCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A personalidade formada é a consciência constituída por óbvia maturidade,
autolucidez, cosmoética, ortocentrada dinâmica e evolutivamente.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo personalidade vem do idioma Latim, personalitas, “personalidade”,
de personalis, “inerente à pessoa; pessoal”, sob influência do idioma Francês, personnalité,
“aquilo que constitui a pessoa em geral; caráter próprio de pessoa em particular”. Surgiu no Século
XIX. O vocábulo formado procede também do idioma Latim, formatus, “formado; aparelhado;
representado; preparado; ensinado; composto; escrito”. Apareceu no Século XIII.
Sinonimologia: 01. Conscin lúcida. 02. Consciência automotivada; conscin madura.
03. Personalidade autocoerente. 04. Personalidade ativa. 05. Personalidade desinibida. 06. Personalidade
cosmoética. 07. Personalidade saudável. 08. Personalidade integral. 09. Personalidade
confiável. 10. Personalidade bem-articulada.
Neologia. As duas expressões compostas minipersonalidade formada e megapersonalidade
formada são neologismos técnicos da Autoevoluciologia.
Antonimologia: 01. Consciênçula; pré-serenão vulgar. 02. Conscin jurássica; consréu.
03. Personalidade débil; personalidade fraca. 04. Personalidade casca-grossa. 05. Personalidade
fissurada; personalidade medíocre. 06. Personalidade fechada; personalidade nula. 07. Personalidade
desviada; personalidade patológica (P.P.). 08. Personalidade desarticulada; personalidade
desorganizada. 09. Personalidade demolida; personalidade incongruente. 10. Personalidade anticosmoética.
Estrangeirismologia: o strong profile; o conviviarium; o self-made man; a self-made
woman; a intelligentsia lúcida.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à evolutividade pessoal.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal maduro da evolução consciencial; os ortopensenes;
a ortopensenidade; os nexopensenes; a nexopensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade;
os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade; a pessoa mentalsomaticamente comandada
pelo cérebro ativo.
Fatologia: a formação da personalidade; os traços evoluídos da pessoa; a autossuficiência
pessoal; a acuidade consciencial; o autojuízo consciencial; as autodeterminações inteligentes;

PERTENCIMENTO PESSOAL


PERTENCIMENTO PESSOAL
(AUTEVOLUCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O pertencimento pessoal é a condição de autossubmissão e, portanto, de
autodestinação da consciência às condições existenciais, ou ao próprio destino, de acordo com
o nível da autoinconsciência ou autoconsciência quanto à evolução consciencial, no âmbito da
qualidade do emprego teático da inteligência evolutiva (IE).
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O vocábulo pertencer vem do idioma Latim, pertinesc(e)re, e este de pertinere,
“pertencer a; ser propriedade de”. Apareceu no Século XIII. O termo pertencimento surgiu
no Século XIV. A palavra pessoal deriva também do idioma Latim, personalis, “pessoal”. Apareceu
no Século XIII.
Sinonimologia: 1. Pertença pessoal. 2. Autopertence. 3. Heteropertence. 4. Autopertencimento.
5. Heteropertencimento. 6. Autoprioridade evolutiva.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 10 cognatos derivados do vocábulo pertencimento:
autopertença; autopertence; autopertencimento; heteropertença; heteropertence; heteropertencimento;
pertença; pertence; pertencente; pertencer.
Neologia. As 4 expressões compostas pertencimento pessoal, pertencimento pessoal humano,
pertencimento pessoal tecnológico e pertencimento pessoal paraprocedente são neologismos
técnicos da Autevoluciologia.
Antonimologia: 1. Autoconsciência evolutiva. 2. Autolucidez evolutiva.
Estrangeirismologia: as performances pessoais, evolutivas, cosmoéticas; o Evolutionarium;
o self-made man; a self-made woman.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à evolução pessoal.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da autevolutividade; os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade;
os lucidopensenes; a lucidopensenidade; os prioropensenes; a prioropensenidade;
os ortopensenes; a ortopensenidade; os parapensenes; a parapensenidade; os grupopensenes;
a grupopensenidade; os conviviopensenes; a conviviopensenidade; a autopensenização reconfortante
de pertencer a algo maior a si mesmo.
Fatologia: o pertencimento pessoal; o senso de pertencimento; o pertencimento pessoal
à Natureza; o pertencimento pessoal escolhido pela consciência; os níveis de pertencimentos
pessoais; a enorme diferença entre a consciência sem lucidez dominada pelo determinismo, na
condição de pertença dos contingenciamentos existenciais, e a consciência com lucidez capaz de
escolher o próprio destino por meio do livre arbítrio; o compartilhamento de experiências; o espelhamento
interconsciencial; os espaços sociogeográficos comuns; a coesão grupal; o vocabulário
específico; as gírias; os bordões; as atitudes e comportamentos padronizados; o gestos; as posturas;
as preferências comuns; o vestuário; a moda; o uniforme; os acessórios; as crises de pertencimento
culminando nas dissidências ideológicas; a sensação de omnipertencimento do universalismo
teático; as prerrogativas cosmoéticas geradas pela autorracionalidade evolutiva; a holomaturidade
da consciência, quando senhora das próprias atribuições evolutivas, no desempenho avançado
do próprio papel individual, autolúcido, na estrutura complexa do Cosmos.
Parafatologia: a condição patológica de pertencimento da consciência possessa à consciência
possessora; a condição evoluída da consciência na condição de minipeça multidimensional,
autoconsciente, do maximecanismo interassistencial; a autovivência do estado vibracional
Enciclopédia da Conscienciologia 73
(EV) profilático; a sinalética energética e parapsíquica pessoal; a primazia inteligente da pertinência
à paraprocedência quando sadia; a condição da desperticidade consciencial; a condição do teleguiamento
autocrítico interassistencial.
III. Detalhismo
Sinergismologia: o sinergismo evolução pessoal–evolução grupal; o princípio universalista
da vida sem fronteiras; o princípio da consciência tender à associação com outras; o princípio
da inseparabilidade grupocármica.
Principiologia: o princípio da inseparabilidade grupocármica.
Codigologia: os códigos grupais; o código pessoal de Cosmoética (CPC) atuando na
reafirmação ou no descarte de pertencimentos pessoais; o respeito autocrítico do código grupal de
Cosmoética (CGC).
Teoriologia: a teoria da evolução consciencial; a teoria das interprisões grupocármicas.

PERTINÊNCIA EVOLUTIVA


PERTINÊNCIA EVOLUTIVA
(AUTODISCERNIMENTOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A pertinência evolutiva é a condição da conscin lúcida capaz de manter
o predomínio das manifestações autopensênicas de modo apropriado, ou seja, invariavelmente no
megafoco prioritário da própria evolução consciencial, cosmoética, universalista, interassistencial,
sem desvios regressivos.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo pertinência deriva do idioma Latim, pertinencia, “o que diz respeito
a; coisas próprias, acomodadas”, de pertinere, “pertencer a; propriedade de; ir ou estender-se
até; chegar a; entestar com; dirigir-se para; abranger”. Surgiu no Século XVII. O vocábulo evolutivo
procede do idioma Francês, evolutif, de évolution, e este do idioma Latim, evolutio, “ação de
percorrer, de desenrolar”. Apareceu em 1873.
Sinonimologia: 01. Coerência evolutiva. 02. Harmonia evolutiva. 03. Pertinacidade
evolutiva. 04. Perseverança evolutiva. 05. Danura evolutiva; persistência evolutiva. 06. Consistência
proexológica. 07. Autempenho evolutivo. 08. Dinâmica evolutiva. 09. Fidedignidade cosmoética;
fortidão cosmoética. 10. Autocriticidade cosmoética; finca-pé megafocal.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 3 cognatos do vocábulo pertinência: impertinência;
impertinente; pertinente.
Neologia. As 3 expressões compostas pertinência evolutiva, pertinência evolutiva básica
e pertinência evolutiva avançada são neologismos técnicos da Autodiscernimentologia.
Antonimologia: 01. Despropósito pessoal; inadequação evolutiva. 02. Desvio evolutivo.
03. Regressismo evolutivo. 04. Despriorização impertinente; incorrigibilidade ilógica.
05. Contumácia automimética; irredutibilidade anticosmoética. 06. Rebeldismo regressivo.

10 formas de evitar brigas entre casais por dinheiro.

10 formas de evitar brigas entre casais por dinheiro.

É comum que a falta de dinheiro apareça entre as principais causas para os divórcios; saiba como evitar que a fraqueza das finanças contamine o casamento
Em qualquer pesquisa sobre as razões mais comuns para os divórcios, o dinheiro sempre ocupa uma das primeiras posições no ranking. Alguns especialistas em finanças pessoais e psicólogos dizem que a falta de dinheiro e o desemprego chegam até mesmo a influenciar a rotina sexual do casal. O site americano MoneyWatch.com reuniu uma série de dicas para não deixar que o seu casamento esfrie por causa das finanças. Veja abaixo dez maneiras de evitar brigas motivadas pelo dinheiro:
1 – Paguem juntos as contas: “Um dos parceiros é responsável pela organização das finanças. É raro que um casal se reúna, com todas as suas contas na mesa, para preencherem, em conjunto, os cheques”, diz Louis Scatigna, apresentador de rádio, planejador financeiro e autor do livro “The Financial Physician”. Segundo Scatigna, casais devem sentar à mesa ao menos uma vez por mês para checar para onde vai a renda da família. Quanto mais ambos souberem a quantas anda a vida financeira, melhor. Dividir o planejamento do orçamento pode, ao invés de distanciar, aproximar ainda mais um casal. Juntos poderão traçar estratégias e motivar um ao outro com relação aos gastos.
2 – Tracem objetivos realistas: “Você não irá se comprometer com objetivos que estejam fora do seu alcance”, diz Scatigna. Expectativas irreais são combustível para conflitos.
3 – Evitem uma dinâmica pais/filhos: Quando uma das partes estipula para onde vai o dinheiro e a outra se nega a seguir o plano, uma dinâmica parecida com a relação entre pais e filhos está sendo criada dentro do casamento. E isso é prejudicial à saúde da relação. Para driblar tal situação, Kristy Archuleta, professora do Instituto de Planejamento de Finanças Pessoais, da Universidade do Kansas (EUA), explica que a parte “adulta” da relação deve delegar responsabilidades à “criança”. Dessa maneira, todos devem contribuir de maneira equilibrada para uma relação mais saudável e adulta.
4 – Considerem a felicidade do parceiro: “As pessoas investem mais dinheiro em pontos que valorizam mais”, diz Dr. Scott Haltzman, autor do livro “The Secrets of Happy Families”. “Cada um deve traçar quais são suas três grandes prioridades.” Enquanto um parceiro pretende alcançar um objetivo maior no futuro, o outro pode almejar uma viagem de férias. O importante é que ninguém desmereça as prioridades de cada um. Saber dos desejos e prioridades do outro dá a oportunidade de se ter uma discussão real e honesta na hora de gastar as economias. Dessa maneira, diz Haltzman, o orçamento é baseado nos critérios do casal, e não de apenas um dos parceiros.
5 – Estabeleçam um limite de gastos: Um casal deve estipular, com antecedência,  um valor no qual a compra de determinado objeto deve ser decidida pela família – e não por apenas uma das partes. “Se eu sair para comprar um iate, minha esposa deve estar a par da decisão”, exemplifica Haltzman.
6 – Agendem discussões: Combine com seu parceiro uma data, hora e tempo de duração para uma conversa séria sobre um tópico específico. “Vamos conversar sobre esse assunto, durante estes minutos. Depois a discussão estará encerrada e não voltaremos a ela durante o dia”, exemplifica Archuelta. Assim, evita-se que a discussão tome outras proporções e acabe com o fim de semana da família, por exemplo.
7 – Troquem de lado: O problema de se discutir o mesmo tópico várias vezes é que cada uma das partes acaba por se ater demais às próprias opiniões. “É interessante para o casal aprender técnicas de comunicação. Por exemplo: Cada um tem de ouvir atentamente a opinião do outro e depois repetir da perspectiva daquele que a disse”, explica Olivia Mellan, autora de “Overcoming Overspending”.
8 – Troquem elogios: “Peço para que os casais reconheçam as qualidades do outro”, diz Mellan. “Quem gasta muito geralmente admira como seu parceiro pode ser tão econômico e organizado com suas finanças, mas guarda isso pra si por medo de que o parceiro aja com superioridade. Da mesma maneira que, aqueles que economizam admiram a habilidade do parceiro em aproveitar a vida e não se preocupar, mas não o dizem porque têm medo que soe como uma licença para gastar ainda mais”, explica Mellan.
9 – Automatizem suas economias: Quer menos conflitos? Tome menos decisões. Ao assumir uma postura de economia forçada, você lidará com menos conflitos ao receber seu salário. “Quando o dinheiro não está disponível, você lida apenas com o que tem na conta”, diz Scatigna.
10 – Admita se for voto vencido: “Você não pode mudar a outra pessoa. Seu parceiro pode decidir algo diferente e você terá de lidar com isso”, diz Archuelta. Assim que isso estiver claro na mente do casal,  ambos estarão prontos para seguir em frente. “Você pode organizar sua vida financeira da melhor forma possível, mas isso não significa que todos irão concordar”, termina.

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PERSONALIDADE COMPLEXA


PERSONALIDADE COMPLEXA
(CONSCIENCIOMETROLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A personalidade complexa é a conscin evidenciando, teaticamente, pelos
próprios atos durante a vida humana, traços específicos formadores de perfil excepcional, singular
ou marcante, sejam traforológicos, sadios, cosmoéticos, modelares, explicitamente evolutivos, ou
trafarológicos, doentios, anticosmoéticos, francamente negativos, baratrosféricos, evitáveis.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo personalidade vem do idioma Latim, personalitas, “personalidade”,
de personalis, “inerente à pessoa; pessoal”, sob influência do idioma Francês, personnalité,
“aquilo que constitui a pessoa em geral; caráter próprio de pessoa em particular”. Surgiu no Século
XIX. A palavra complexo provém igualmente do idioma Latim, complexus, particípio passado
de complecti, “cercar; abarcar; apoderar-se; compreender; abranger na inteligência; tirar conclusão;
adquirir; granjear”. Apareceu no Século XVII.
Sinonimologia: 01. Personalidade extrema. 02. Personalidade singular. 03. Personalidade
marcante; personalidade memorável. 04. Personalidade contrastante. 05. Personalidade extraordinária.
06. Personalidade notável; personalidade proeminente. 07. Personalidade insigne.
08. Personalidade distinta. 09. Personalidade surpreendente. 10. Personalidade genial.
Neologia. As duas expressões complexas personalidade complexa sadia e personalidade
complexa doentia são neologismos técnicos da Conscienciometrologia.
Antonimologia: 01. Personalidade simplória. 02. Personalidade vulgar. 03. Personalidade
superficial. 04. Personalidade medíocre. 05. Personalidade comum. 06. Personalidade
inexpressiva. 07. Personalidade apagada. 08. Personalidade fraca. 09. Personalidade regressiva.
10. Personalidade patológica.
Estrangeirismologia: o strong profile; a personalidade borderline.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à parapercuciência evolutiva.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da hiperacuidade evolutiva; os evoluciopensenes;
a evoluciopensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade; os prioropensenes; a prioropensenidade.
Fatologia: a individualização da personalidade; a identidade pessoal; a organização
constituída por todas as características cognitivas, afetivas, volitivas e físicas do indívíduo; a qualidade
essencial da pessoa; os traços típicos pessoais; as diferenças pessoais em relação a todos os
demais; o aspecto social assumido por alguém e projetado em público; o aspecto visível componente
do caráter individual e moral da pessoa; o conjunto estruturado e estruturador de caracteres
característico de cada indivíduo; o elemento estável da conduta da conscin; as personalidades
comparadas; as individualidades opostas; as antipodias ideológicas; as motivações antagônicas; as
intenções contrastantes; as mentalidades inconciliáveis; a relatividade qualitativa da celebridade;
a época dos extremos evolutivos; a existência atual de personalidades intrafísicas com potenciais
extremos como jamais ocorrera na História Humana; a hiperacuidade do pesquisador; a identificação
da antipodia evolutiva; o diagnóstico dos níveis de percuciência máxima; a escala evolutiva
das consciências.

PENSENOSFERA


PENSENOSFERA
(PENSENOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A pensenosfera é a atmosfera pensênica ou ambiente intrafísico ou extrafísico
fixador do conjunto de pensenes agregados ou consolidados, seja da conscin apenas ou de todo
o grupo evolutivo.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O vocábulo pensamento procede do idioma Latim, pensare, “pensar; cogitar;
formar alguma ideia; pesar; examinar; considerar; meditar”. Surgiu no Século XIII. A palavra
sentimento deriva também do idioma Latim, sentimentum, através do idioma Francês, sentiment,
“sentimento; faculdade de receber as impressões físicas; sensação; conhecimento; fato de saber
qualquer coisa; todo fenômeno da vida afetiva; emoção; opinião; bom senso”. Apareceu no Século
XIV. O termo energia provém do idioma Francês, énergie, derivado do idioma Latim, energia,
e este do idioma Grego, enérgeia, “força em ação”. Surgiu no Século XVI. O elemento de
composição sfera vem do idioma Latim, sphaera, “esfera; globo”, e este do idioma Grego,
sphaîra, “todo corpo redondo; bola para jogar; esfera; objetos diversos em forma redonda; globo
terrestre”. O vocábulo esfera apareceu no Século XV.
Sinonimologia: 01. Esfera de ação da autopensenidade. 02. Atmosfera pensênica.
03. Ambiente pensênico. 04. Agregado pensênico. 05. Gravitação pensênica. 06. Contexto pensênico.
07. Holopensene pessoal. 08. Holopensene grupal. 09. Zona pensênica. 10. Psicosfera.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 36 cognatos derivados do vocábulo esfera: aerosfera;
atmosfera; biosfera; ecosfera; energosfera; esférica; esfericarpo; esfericidade; esférico;
esferista; esferistério; esferística; esferístico; esferócito; esferocitose; esferográfica; esferoidal;
esferoide; esferóideo; esferométrico; esferômetro; esferoplasto; esferorradiano; esférula; esferulita;
esferulítica; esferulítico; geosfera; hemisfério; hidrosfera; Holosfera; microsfera; pensenosfera;
psicosfera; semiesfera; talassosfera.
Neologia. O vocábulo pensenosfera e as 3 expressões compostas pensenosfera egocármica,
pensenosfera grupocármica e pensenosfera policármica são neologismos técnicos da Pensenologia.
Antonimologia: 1. Comunex. 2. Vida extraterrestre. 3. Estação espacial. 4. Base interplanetária.
5. Espaço intergalático. 6. Colônia bacteriana.

PENDÊNCIA


PENDÊNCIA
( INTRAFISICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A pendência é a qualidade do assunto ou objeto ainda em curso pendente,
dependente de solução, aguardando decisão, esperando despacho, encaminhamento ou deliberação
definitiva.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo pendência é adaptação do idioma Italiano, pendenza, e este derivado
do idioma Latim, pendere, “pender; estar suspenso; estar dependurado; estar preso ou pegado;
ter os olhos fixos em; estar absorto; estar suspenso; irresoluto; estar pendente; adiar; depender de;
ser objeto de”. Apareceu no Século XVI.
Sinonimologia: 1. Pendente. 2. Remanescência. 3. Trabalho em andamento. 4. Processo
indecidido. 5. Decidofobia. 6. Indecidismo. 7. Reticência.
Neologia. Os 3 vocábulos minipendência, maxipendência e megapendência são neologismos
técnicos da Intrafisicologia.
Antonimologia: 1. Processo decidido. 2. Serviço ultimado. 3. Trabalho despachado.
4. Tomada de posição. 5. Decidofilia.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à autorganização.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da autorganização; os ortopensenes; a ortopensenidade.
Fatologia: a pendência; o ato de cortar os pendentes; a evitação das cópias excessivas de
papéis; os trecos; os troços; as tralhas; os trastes; as tranqueiras; o lar transformado em lixão; os
bagulhos energéticos mentaissomáticos dispensáveis; o objeto pendente, há meses, para ser trocado
por outro; a correspondência atrasada; a protelação; a acumulação de pendentes do mês; o rastro
da proéxis; as pegadas conscienciais; a depuração da Inventariologia; a praticidade da autorganização;
a eficiência do rendimento no trabalho; o fato do pequeno trabalho realizado aumentar
a automotivação para o trabalho maior; a minidisciplina ao incentivar a maxidisciplina pessoal;
o corte dos excessos de duplicatas; a dinâmica da eficácia pessoal; a utilização dos detalhes sem
a escravidão ao perfeccionismo; o ideal de começar qualquer atividade já prevendo a completude;
a simplificação dos originais excessivos; a ação de levar tudo para os originais finais; a confluência
integral dos esforços para o mesmo objetivo; a rotina do exemplar do dicionário de consultas
em cada estação de trabalho com o assunto básico em pasta única.
Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático.
III. Detalhismo

PEDÁGIO PARAPSÍQUICO


PEDÁGIO PARAPSÍQUICO
(PARAPERCEPCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O pedágio parapsíquico é o suposto direito anticosmoético de cobrança
moral, emocional ou energética, exigido por determinada consciência, consciex ou conscin, na
condição de ressarcimento por alguma reivindicação não atendida por parte da vítima de assédios
interconscienciais, no esforço do desenvolvimento do autoparapsiquismo.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O vocábulo pedágio vem do idioma Latim Vulgar, pedaticum, “pedágio”,
através do idioma Italiano, pedaggio, este do idioma Francês, péage, ou por meio do idioma Provençal,
pedatge. Surgiu, no idioma Português, no Século XIII. O elemento de composição para
procede do idioma Grego, pará, “por intermédio de; para além de”. O termo psíquico provém
igualmente do idioma Grego, psykhikós, “relativo ao sopro, à vida, aos seres vivos, à alma”, de
psykhé, “alma, como princípio de vida e sede dos desejos; sopro de vida”. Apareceu no Século
XIX.
Sinonimologia: 1. Peagem parapsíquica. 2. Portagem parapsíquica. 3. Taxa do desenvolvimento
parapsíquico. 4. Pré-requisito parapsíquico. 5. Barreira parapsíquica pessoal.
Neologia. As 3 expressões compostas pedágio parapsíquico, pedágio parapsíquico simples
e pedágio parapsíquico composto são neologismos técnicos da Parapercepciologia.
Antonimologia: 1. Ação sem taxa. 2. Atividade sem tributo. 3. Desenvolvimento grátis.
4. Entrada gratuita. 5. Passagem livre. 6. Passe livre.
Estrangeirismologia: o toll parapsíquico; o turnpike parapsíquico; o local de poltergeist
na condição de praça de pedágio parapsíquico.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto ao desenvolvimento do parapsiquismo pessoal.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da paraperceptibilidade; os neopensenes; a neopensenidade;
os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade; os cosmopensenes; a cosmopensenidade.
Fatologia: os vínculos conscienciais; a lucidez consciencial; a reconstrução do ego com
criatividade cosmoética; a autoimunidade consciencial; a Intencionologia; a Holomaturologia;
a Cosmoeticologia.
Parafatologia: o pedágio parapsíquico; o pedágio parapsíquico inconsciente; o pedágio
parapsíquico autoconsciente; a autolucidez quanto à dinâmica evolutiva; o fato de não haver gratuidade
evolutiva; o pré-requisito do heterassédio; a iscagem inconsciente; a impossibilidade de
burlar os pedágios evolutivos; a aprendizagem existencial; a heterassedialidade como pedágio parapsíquico;
o preço do desenvolvimento parapsíquico; os desconfortos fugazes no desenvolvimento
do autoparapsiquismo; os pedágios patológicos; os acidentes de percurso parapsíquicos;
a macro-PK destrutiva; o assédio interconsciencial como cobrança de pedágio; a cobrança de suposta

PEÇA ÚNICA


PEÇA ÚNICA
( INTRAFISICOLOGIA)
Definologia. A peça única é a parte do todo com existência autônoma e / ou a unidade
do conjunto com características singulares, originais, invulgares, inéditas ou individualíssimas.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo peça vem do idioma Celta, pettia, “pedaço”. Surgiu por volta do
ano 977. A palavra única deriva do idioma Latim, unicus, “único; singular; exímio; raro; querido;
benquisto; notável”. Surgiu no Século XVI.
Sinonimologia: 01. Peça singular. 02. Peça original. 03. Peça insólita; peça invulgar.
04. Peça atípica; peça incomum; peça rara. 05. Peça-chave. 06. Superlativo; superpeça.
07. Mosca branca. 08. Figura-chave; galã. 09. Superlativo. 10. Cimélio.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 5 cognatos derivados do vocábulo peça: minipeça;
peça-chave; peça-da-Índia; peça-problema; superpeça.
Neologia. As 3 expressões compostas peça única aquisitiva, peça única executiva e peça
única distributiva são neologismos técnicos da Intrafisicologia.
Antonimologia: 01. Peça comum. 02. Peça vulgar. 03. Peça ordinária. 04. Peça típica.
05. Peça secundária. 06. Minipeça. 07. Peça-problema. 08. Figurante. 09. Liderado. 10. Inferlativo.
Estrangeirismologia: a avis rara; o finding; o insight; o plus; o core; o maximum; o top
de linha; o primus inter pares.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, especificamente do autodiscernimento
quanto às prioridades evolutivas.
Pensenologia: o holopensene pessoal da Criteriologia; os ortopensenes; a ortopensenidade;
o hiperpensene; o heuropensene; o primopensene.
Fatologia: a peça única; a peça rara; a peça exclusiva; a peça-síntese; a peça fora-desérie;
a obra-prima pessoal; a singularidade essencial; a originalidade; a raridade; a verpon; a neoverpon;

PATOPENSENE


PATOPENSENE
(PATOPENSENOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O patopensene (pato + pen + sen + ene) é o pensene patológico, pecadilho
mental ou o pensamento sujo infalado, específico da amência consciencial ou da consciência intoxicada
pela Anticosmoética.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O elemento de composição pato vem do idioma Grego, páthos, “doença;
paixão; sentimento”. Apareceu, na Linguagem Científica Internacional, no Século XIX. O vocábulo
pensamento procede do idioma Latim, pensare, “pensar; cogitar; formar alguma ideia; pesar;
examinar; considerar; meditar”. Surgiu no Século XIII. A palavra sentimento deriva também do
idioma Latim, sentimentum, através do idioma Francês, sentiment, “sentimento; faculdade de receber
as impressões físicas; sensação; conhecimento; fato de saber qualquer coisa; todo fenômeno
da vida afetiva; emoção; opinião; bom senso”. Apareceu no Século XIV. O termo energia provém
do idioma Francês, énergie, derivado do idioma Latim, energia, e este do idioma Grego, enérgeia,
“força em ação”. Surgiu no Século XVI.
Sinonimologia: 01. Morbopensene. 02. Nosopensene. 03. Toxicopensene. 04. Esquizopensene.
05. Narcopensene; oniropensene. 06. Estultopensene. 07. Entropopensene. 08. Intrusopensene.
09. Retropensene. 10. Paleopensene.
Neologia. O vocábulo patopensene e as duas expressões compostas patopensene autocorrupto
e patopensene ignorante são neologismos técnicos da Patopensenologia.
Antonimologia: 01. Ortopensene. 02. Nexopensene. 03. Lucidopensene. 04. Evoluciopensene.
05. Maxipensene. 06. Hiperpensene. 07. Prioropensene. 08. Cosmopensene.
09. Eticopensene. 10. Paratecnopensene.
Estrangeirismologia: o Patopensenarium ou Melexarium.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à qualidade da autopensenidade.
II. Fatuística
Pensenologia: o patopensene; o holopensene pessoal doentio ou nosológico; a patopensenidade;
os estultopensenes; a estultopensenidade; os entropopensenes; a entropopensenidade; os
esquizopensenes; a esquizopensenidade; os intrusopensenes; a intrusopensenidade; os morbopensenes;
a morbopensenidade; os nosopensenes; a nosopensenidade; os toxicopensenes; a toxicopensenidade;
os megapecadilhos mentais; a anomia autopensênica.
Fatologia: o pecadilho mental; a vontade patológica; a intenção doentia; o caráter;
o temperamento; o conteúdo consciencial; a ausência de autocrítica cosmoética; a heterocrítica
mordaz desassistencial; a interassistencialidade silenciosa.
Parafatologia: a falta da autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a afinidade
com a Baratrosfera; a inconsequência quanto ao retorno das ECs nocivas emitidas.
III. Detalhismo
Sinergismologia: o sinergismo patológico autassédio-heterassédio.
Principiologia: a falta do princípio da descrença; o princípio da atração dos afins.
Codigologia. Pela Conscienciometrologia é sempre inteligente avaliarmos na vida prática
a própria responsabilidade cosmoética dentro do grupocarma, ou equipe evolutiva e começar
46 Enc iclopédia da Consc ienciologia
o processo de ajuste do código pessoal de Cosmoética objetivando à condição da desperticidade
e renunciando à autocorruptibilidade contumaz.
Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da Pensenologia; o laboratório
conscienciológico da Autoconscienciometrologia.
Colegiologia: o Colégio Invisível da Consciencioterapia.
Efeitologia: o efeito halo patológico melin-melex; os efeitos danosos da autopoluição do

PAREXCURSÃO INTERPLANETÁRIA


PAREXCURSÃO INTERPLANETÁRIA
( INTERMISSIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A parexcursão interplanetária é o trabalho de grupo, aplicado nos Cursos
Intermissivos (ICs), dirigido por mestre de volitação, levando determinada equipe de consciexes
estudantes a planeta habitado, distante da Terra, a fim de potencializar teaticamente o discernimento
da megafraternidade dos intermissivistas.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O elemento de composição para provém do idioma Grego, pará, “por intermédio
de; para além de”. A palavra excursão procede do idioma Latim, excursio, “excursão; viagem”,
do radical de excursum, supino de excurrere, “correr para fora; sair correndo; estender-se;
adiantar-se; avançar; exceder; sobrar”. Apareceu no Século XVII. O prefixo inter vem do mesmo
idioma Latim, inter, “no interior de 2; entre; no espaço de”. O vocábulo planetário deriva
também do idioma Latim, planetarius, “astrólogo”. Surgiu igualmente no Século XVII.
Sinonimologia: 1. Visitologia interplanetária. 2. Visitologia parapedagógica. 3. Parexpedição
cósmica. 4. Excursão intermissivista. 5. Curso Intermissivo.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 8 cognatos derivados do vocábulo excursão: excursionar;
excursionismo; excursionista; excursivo; excurso; parexcursão; parexcursionismo;
parexcursionista.
Neologia. As 3 expressões compostas parexcursão interplanetária, parexcursão interplanetária
pressentida e parexcursão interplanetária rememorada são neologismos técnicos da
Intermissiologia.
Antonimologia: 1. Transmigraciologia interplanetária. 2. Visitologia de Serenão extraterrestre
à Terra. 3. Excursão científica. 4. Expedição educativa. 5. Tertúlia conscienciológica.
Estrangeirismologia: o Intermissarium; o megacurriculum vitae intermissivo; o Retrocognitarium;
a tournée extrafísica; o extraphysical outer space.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à Holomnemônica.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal dos parapensenes universalistas; a parapensenidade;
os cosmopensenes; a cosmopensenidade; os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade; os
prioropensenes; a prioropensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade; o carregamento
pensênico no pen; as consciexes mais carentes das experiências interplanetárias.
Fatologia: o interesse da conscin intermissivista na Astronáutica; a quebra dos travões
do egocentrismo; a vocação acendrada para a fraternidade; a interassistencialidade teática; a auteliminação
dos racismos, xenofobismos e separatismos; o acatamento ao Universalismo Maior;
o autoposicionamento tarístico contra à Dogmática; a busca da demolição das fronteiras, das muralhas
e das paredes para a vivência do abraço universal; a inteligência evolutiva (IE).
Parafatologia: a parexcursão interplanetária; o parexcursionismo intermissivo; o pequeno
grupo de intermissivistas em cada parexcursão; a eficiência do bordejo interplanetário;
a parexperimentação inesquecível; a expansão da mentalidade pessoal; a aquisição do senso universalista;
a origem das inspirações dos artistas produtores de ficção científica; a Parapedagogia
Prática no Universo da Parastronomia; a evolução consciencial vista pelo ângulo da autoconsciencialidade
extrafísica sadia; as retrovivências extrafísicas; a fixação das lembranças intermissivas;
as intuições pessoais do senso de fraternidade expandido; os indícios pessoais do Curso Intermissivo;
a escolaridade extrafísica revivida; as excursões extrafísicas de aprendizagem; os estudos
70 Enc iclopédia da Consc ienciologia
em grupo; a dinamização extrafísica da autevolução; as Sociexes; as primeiras noções pessoais,
intermissivas, da Para-Humanidade; a universalidade dos mundos habitados; os psicossomas
diversificados; os somas diversificados; as alterações holossomáticas das parapopulações; a Parademografologia;
o número incalculável de componentes da Família Interplanetária ou Cósmica;
as autorretrocognições sadias; a autocolocação da conscin adequadamente nos cenários do Cosmos;
a amplificação da cosmovisão dos intermissivistas; o preparo mais aprofundado da autoproéxis;

PARESTAÇÃO DE TRABALHO


PARESTAÇÃO DE TRABALHO
(EXTRAFISICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A parestação de trabalho é o holopensene ou ambiente extrafísico concebido
e mantido, por grupos de consciexes lúcidas, para a prestação de serviços evoluídos, interassistenciais,
às consciências em geral.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O elemento de composição para vem do idioma Grego, pará, “por intermédio
de; para além de”. O termo estação deriva do idioma Latim, statio, “estado de repouso; morada;
paragem; posto; ancoradouro; lugar de reunião; estrebaria; cavalariça; lugar; sítio”. Apareceu
no Século XIV. O vocábulo trabalho provém do mesmo idioma Latim, tripaliare, “torturar”, de
tripalium, “instrumento de tortura composto de 3 paus”. Surgiu no Século XIII.
Sinonimologia: 1. Parestação de serviço. 2. Estação de trabalho extrafísico. 3. Parestação
interassistencial.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 8 cognatos derivados do vocábulo estação: estacional;
estacionalidade; estacionamento; estacionar; estacionário; estacionável; parestação; subestação.
Neologia. As 3 expressões compostas parestação de trabalho, parestação de trabalho
mista e parestação de trabalho pura são neologismos técnicos da Extrafisicologia.
Antonimologia: 1. Estação de trabalho intrafísico. 2. Estação de serviço humano.
3. Instituição Conscienciocêntrica.
Estrangeirismologia: a extraphysical workstation; a extraphysical hometown; o Intermissarium.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à hiperlucidez extrafísica.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da paraperceptibilidade; os parapensenes; a parapensenidade;
os cosmopensenes; a cosmopensenidade; os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade;
os ortopensenes; a ortopensenidade.
Fatologia: a estação de trabalho humano entrosada com a parestação de trabalho extrafísico;
a Descrenciologia Teórica; a Descrenciologia Prática.
Parafatologia: a parestação de trabalho; a paratroposfera; a autovivência do estado vibracional
(EV) profilático; a sinalética energética e parapsíquica pessoal; a ofiex como parestação
de trabalho, mista, prévia.
III. Detalhismo
Sinergismologia: o sinergismo interdimensional.

PAREPISTEMOLOGIA


PAREPISTEMOLOGIA
(MENTALSOMATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A Parepistemologia é a Ciência englobando o corpo de pesquisas, estudos
técnicos, sistemáticos, teáticos e parapsíquicos, através do paradigma consciencial, da origem, da
natureza e do valor da compreensão e da produção científica de conhecimentos multidimensionais.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O primeiro elemento de composição para vem do idioma Grego, pará, “por
intermédio de; para além de”. O segundo elemento de composição epistem deriva também do
idioma Grego, episteme, “familiaridade com determinada matéria; entendimento; habilidade; conhecimento
científico; Ciência”. O terceiro elemento de composição logia provém do mesmo
idioma Grego, lógos, “Ciência; Arte; tratado; exposição cabal; tratamento sistemático de 1 tema”.
A palavra Epistemologia surgiu no Século XX.
Sinonimologia: 01. Holofilosofia da Ciência. 02. Holofilosofia da Parapercepciologia.
03. Ciência da Teoria do Paraconhecimento. 04. Teoria do paraconhecimento. 05. Teoria da
Parapercepciologia. 06. Gnosiologia do Paraconhecimento. 07. Metaconhecimento multidimensional.
08. Conhecimento sobre o paraconhecimento. 09. Ciência do Saber Parapsíquico. 10.
Pesquisa da inteligência evolutiva.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 12 cognatos derivados do vocábulo Epistemologia:
epistemóloga; epistemológica; epistemológico; epistemólogo; epistemonimia; epistemonímia;
epistemonímica; epistemonímico; epistemônimo; Parepistemologia; parepistemológica; parepistemológico.
Neologia. O vocábulo Parepistemologia e as duas expressões compostas Parepistemologia
Teórica e Parepistemologia Vivencial são neologismos técnicos da Mentalsomatologia.
Antonimologia: 1. Epistemologia. 2. Filosofia da Ciência.
Estrangeirismologia: os ways of discovery dos parafenômenos; os ways of refutation
dos parafenômenos.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à Autocogniciologia.
Filosofia: a Filosofia da Parapercepciologia.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da paraperceptibilidade; os cosmopensenes; a cosmopensenidade;
os megapensenes; a megapensenidade; os ortopensenes; a ortopensenidade; os
parapensenes; a parapensenidade; os parapsicopensenes; a parapsicopensenidade; a autopensenização

PARENCRIPTAÇÃO


PARENCRIPTAÇÃO
(PARENCRIPTOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A parencriptação é a operação interdimensional entre o holopensene humano
do ofiexista, homem ou mulher, e a dimensão extrafísica, encapsulando a ofiex da conscin
assistente e tornando-a protegida extrafísica e permanentemente (parablindagem).
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O elemento de composição para vem do idioma Grego, pará, “por intermédio
de; para além de”. O prefixo en provém do idioma Latim, in, “em; a; sobre; superposição;
aproximação; introdução; transformação”. A palavra cripta procede também do idioma Latim,
crypta, “galeria subterrânea; caverna; cripta”, derivada do idioma Grego, krúpte, “abóbada subterrânea;
cripta”, de krúpto, “esconder; ocultar”. Surgiu no Século XVII. O termo encriptar apareceu
no Século XIX.
Sinonimologia: 1. Encriptação extrafísica. 2. Encriptação interdimensional. 3. Encapsulamento
da ofiex. 4. Bolsão interdimensional assistencial. 5. Proteção ofiexista.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 12 cognatos derivados do vocábulo encriptação:
desencriptação; desencriptada; desencriptado; desencriptar; encriptada; encriptado; encriptador;
encriptadora; encriptar; encriptoteca; parencriptação; Parencriptologia.
Neologia. O vocábulo parencriptação e as duas expressões compostas parencriptação
do tenepessista e parencriptação do desperto são neologismos técnicos da Parencriptologia.
Antonimologia: 1. Encriptação informata. 2. Encriptação humana.
Estrangeirismologia: o rapport interconsciencial; a coniunctio; a extraphysical hometown;
o parafisiopodium; o gentlemen’s agreement ofiexista-amparador-consciexes; os enfrentamentos
e confrontos cosmoéticos in situ; o ranking assistencial do ofiexista, mulher ou homem,
recém-dessomado; a password interdimensional; o Ofiexarium.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à Interassistenciologia Interdimensional.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da multidimensionalidade; os parapsicopensenes;
a parapsicopensenidade.
Fatologia: a autossustentação nos trabalhos libertários; a interassistencialidade; as gescons
evoluídas; o preparo técnico intra e extraconsciencial para a vivência da ofiex; a tenepes
monopolizando gradualmente a diuturnidade da conscin; a tenepes 24 horas; o Manual da Tenepes;
a autonomia assistencial proexista.
Parafatologia: a parencriptação; o laborex ou laboratório extrafísico; a aglutinação interassistencial
da ofiex; a conquista da ofiex pessoal; os 2 decênios de preparação para a ofiex; os
encapsulamentos da ofiex pessoal relativos à Proxêmica e à Cronêmica; a autovivência do estado
vibracional (EV) profilático; a sinalética energética e parapsíquica pessoal; o conceptáculo da oficina
extrafísica, pessoal, ativa; a parencriptação, a partir dos trabalhos do tenepessista, atingindo
elevado nível de neotranscendência no universo parapsíquico da interassistencialidade interdimensional;
o paracalendário da ofiex; o ambiente extrafísico de parassegurança máxima; a agudização
do autoparapsiquismo ofiexista; a extinção da ofiex com a desativação do soma da conscin
ofiexista; os dividendos da ofiex no saldo da ficha evolutiva pessoal (FEP) da conscin recém-dessomada;
os efeitos colaterais parapsíquicos da extinção da ofiex; os coordenadores extrafísicos
das ofiexes.
62 Enc iclopédia da Consc ienciologia
III. Detalhismo

PARAVOLUNTARIADO


PARAVOLUNTARIADO
(PARAVOLUNTARIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O paravoluntariado é a qualidade ou condição da consciência dedicada
a prestar serviço assistencial, por vontade própria, a partir de bases ou contextos extrafísicos ou
parapsíquicos.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O elemento de composição para vem do idioma Grego, pará, “por intermédio
de; para além de”. O termo voluntário deriva do idioma Latim, voluntarius, “que age por vontade
própria”. Surgiu no Século XV. O vocábulo voluntariado apareceu em 1899.
Sinonimologia: 1. Voluntariado paraperceptivo. 2. Voluntariado parassociológico.
3. Voluntariado grupocármico extrafísico. 4. Voluntariado da paratares.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 14 cognatos derivados do vocábulo voluntário:
antivoluntariado; paravoluntária; paravoluntariedade; paravoluntário; Paravoluntariologia; voluntária;
voluntária-aluna; voluntariado; voluntariado-elo; voluntária-pesquisadora; voluntariedade;
voluntário-aluno; Voluntariologia; voluntário-pesquisador.
Neologia. O termo paravoluntariado e as 3 expressões compostas paravoluntariado mínimo,
paravoluntariado mediano e paravoluntariado máximo são neologismos técnicos da Paravoluntariologia.
Antonimologia: 1. Voluntariado humano. 2. Voluntariado sociológico. 3. Voluntariado
grupocármico intrafísico. 4. Voluntariado da tares.
Estrangeirismologia: o voluntarium; o paravoluntarium; o voluntário large; o paramicrochip;
a assistência full time do tenepessista veterano; o megacurriculum vitae.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à interassistencialidade multidimensional.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da interassistencialidade; os ortopensenes; a ortopensenidade.
Fatologia: a maxiproéxis; a interassistencialidade.
Parafatologia: o voluntariado paraconscienciológico; a hierarquização do voluntariado;
o paravoluntariado cosmoético; a Paralaborterapia; a autovivência do estado vibracional (EV)
profilático; a prática diária da tenepes; a ofiex pessoal; a paraperceptibilidade interassistencial;
o autorrevezamento multiexistencial na interassistencialidade; a paraprocedência pessoal; os paravínculos
conscienciais; o paravoluntariado da paratares; o arco voltaico paracraniochacral; os resgates

PARATECNOLOGIA D A INTELECÇÃO


PARATECNOLOGIA D A INTELECÇÃO
(PARAPERCEPCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A Paratecnologia da intelecção é a Paraciência, ou especialidade da Conscienciologia,
aplicada aos estudos específicos, sistemáticos, teáticos ou pesquisas dos fenômenos
parapsíquicos intelectivos, circunscritos ao universo da Mentalsomatologia, a partir da Interassistenciologia.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O elemento de composição para procede do idioma Grego, pará, “por intermédio
de; para além de”. O vocábulo tecnologia vem do mesmo idioma Grego, tekhnología, “tratado
ou dissertação sobre alguma Arte; exposição das regras de alguma Arte”, formado a partir do
radical tekhno, de tékhné, “Arte; artesania; indústria; Ciência”, e do radical logía, de lógos, “Ciência;
Arte; tratado; exposição cabal; tratamento sistemático de 1 tema”. Surgiu no Século XVIII.
A palavra intelecção provém do idioma Latim, intellectio, “sentido; significação”. Apareceu no
Século XVII.
Sinonimologia: 01. Paratecnologia intelectiva. 02. Intelecção paratecnológica. 03. Intelecção
paraperceptiva. 04. Parapercepciologia intelectual. 05. Parapsiquismo intelectual.
06. Paracognoscibilidade. 07. Parafenomenologia intelectiva. 08. Sistematologia Parapsíquica
Intelectiva. 09. Paracerebrologia. 10. Parapolimatia.
Neologia. As 3 expressões compostas Paratecnologia da intelecção, Paratecnologia da
intelecção elementar e Paratecnologia da intelecção avançada são neologismos técnicos da Parapercepciologia.
Antonimologia: 01. Intelecção formal. 02. Parapsiquismo físico. 03. Parapsiquismo
cerebelar. 04. Atecnia parapsíquica. 05. Apedeutismo geral. 06. Incognoscibilidade. 07. Subcérebro
abdominal. 08. Antiparatecnologia. 09. Antiparapercepciologia. 10. Antiparafenomenologia.
Estrangeirismologia: o paramicrochip; o upgrade parapsíquico pessoal; o know-how
parapsíquico; o modus operandi parapsíquico, intelectivo, cosmoético; a paraworkmanship.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento

PARATÉCNICA DIDÁTICA


PARATÉCNICA DIDÁTICA
(PARAPEDAGOGOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A Paratécnica Didática é o ato, processo ou efeito de a conscin lúcida, voluntária
na área da Parapedagogologia, ensinar, instruir, transmitir a lição ou o exercício de aprendizagem
sob condições paratécnicas.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O elemento de composição para procede do idioma Grego, pará, “por intermédio
de; para além de”. O vocábulo técnica vem do idioma Francês, technique, derivado do
idioma Latim, technicus, e este do idioma Grego, tekhnikós, “relativo à Arte, à Ciência ou ao saber,
ao conhecimento ou à prática de alguma profissão; hábil”. Surgiu no Século XIX. O termo
didática provém do mesmo idioma Francês, didactique, “arte de ensinar”, derivado do idioma
Grego, didaktiké e este de didáskó, “ensinar; instruir”. Apareceu também no Século XIX.
Sinonimologia: 1. Paratecnologia Didática. 2. Didática Evolutiva. 3. Didática Parapsíquica.
Neologia. As 3 expressões compostas Paratécnica Didática, Paratécnica Didática Inicial
e Paratécnica Didática Prolongada são neologismos técnicos da Parapedagogologia.
Antonimologia: 1. Apedeutismo parapsíquico. 2. Desconhecimento da Conscienciologia.
3. Dogmatologia.
Estrangeirismologia: o autoquestionamento urbi et orbi.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à autoparaperceptibilidade pedagógica.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da Reeducaciologia; os ortopensenes; a ortopensenidade;
os lucidopensenes; a lucidopensenidade; os parapensenes; a parapensenidade; os paratecnopensenes;
a paratecnopensenidade.
Fatologia: a autocrítica; a heterocrítica; o esforço pessoal e grupal contra as lavagens
subcerebrais; o ensino; a instrução; a Didática; a Pedagogia; a docência conscienciológica; a Reaprendentia;
a Antidogmatologia; a Autopesquisologia; a Questionologia; a Holofilosofia; a Paradireitologia;
a Mentalsomatologia; a Argumentologia.
Parafatologia: a Paratécnica Didática; a imparcialidade didática a partir da paraperceptibilidade;
a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a sinalética energética e parapsíquica
pessoal.
III. Detalhismo
Sinergismologia: o sinergismo prestar assistência intelectual–ser assistido intelectualmente.
Principiologia: a magnitude do princípio da descrença da autexperiência.
Codigologia: o código pessoal de Cosmoética (CPC); o código de pesquisa pessoal.

Você é capaz!

Duas crianças estavam patinando num lago congelado da Alemanha.

 Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas.
De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fendaque se formou. A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando,tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido,perguntaram ao menino:
- Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
Nesse instante, o gênio Albert Einstein que passava pelo local, comentou:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
- Pode nos dizer como?
- É simples, respondeu o Einstein.
- Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz.

"Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos".
Fazer ou não fazer algo, só depende de nossa vontade e perseverança.
(Albert Einstein)

Conclusão:
Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação.
Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, é problema deles.

PARATAREFA DO AMPARADOR


PARATAREFA DO AMPARADOR
(AMPAROLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A paratarefa do amparador é o trabalho extrafísico de função da consciex
interassistencial, seja diretamente nas comunexes ou indiretamente nas comunins, assistindo
paratecnicamente consciexes e conscins, no âmbito da Interassistenciologia.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O elemento de composição para vem do idioma Grego, pará, “por intermédio
de; para além de”. A palavra tarefa provém do idioma Árabe, tarîha, “quantidade de trabalho
que se impõe a alguém”, derivada de tarah, “lançar; arrojar; impor a aquisição de alguma mercadoria
a determinado preço”. Apareceu no Século XVI. O termo amparador procede do idioma
Latim, anteparare, “preparar de antemão; dispor com antecipação; aparelhar; pôr algo à frente para
proteger”. Surgiu no Século XIV.
Sinonimologia: 1. Paratrabalho do amparador. 2. Função extrafísica do amparador.
Neologia. As 3 expressões compostas paratarefa do amparador, paratarefa do amparador
extrafísica e paratarefa do amparador multidimensional são neologismos técnicos da Amparologia.
Antonimologia: 1. Tarefa do amparador intrafísico. 2. Função do amparador humano.
Estrangeirismologia: o helper; o extraphysical coaching; o rapport interconsciencial
multimilenar orientando a seleção dos amparandos; a hard task da comunicação interdimensional;
a parafrustração do amparador extrafísico em standby nas recaídas anticosmoéticas da conscin assistível.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à interassistencialidade.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da interassistencialidade; os ortopensenes; a ortopensenidade;
os nexopensenes; a nexopensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade; os
prioropensenes; a prioropensenidade; os benignopensenes; a benignopensenidade; os propensenes;
a propensenidade; a autopensenização embasada no trinômio universalismo-megafraternidade-
Cosmoética promovendo a para-higienização de holopensenes; a afinidade pensênica regendo
a formação da dupla amparador extrafísico–amparando intrafísico exitosa.
Fatologia: a função amparadora; a assistência interconsciencial; a função mantendo
o órgão; a função magna da autocognição no caminho da evolução.
Parafatologia: a paratarefa do amparador; a função de amparadora; a autovivência do
estado vibracional (EV) profilático; a iscagem consciencial lúcida; a soltura energossômica;
o amparador extrafísico de função na condição de cobaia evolutiva útil; o convívio da conscin tenepessista
com o amparador de função; o nível do entendimento da conscin lúcida quanto ao amparador

PARASSINCRONICIDADE


PARASSINCRONICIDADE
(PARASSINCRONOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A parassincronicidade é o conjunto dos fatos e parafatos, ideias, acontecimentos
pequenos e grandes, aparentemente irrelevantes ou de grande representatividade insinuando-
se para a consciência experimentadora como efeitos da conexão ou interrelação existente entre
tudo no Cosmos, ultrapassando os princípios da Cronêmica (tempo) e da Proxêmica (espaço),
proporcionando o entendimento da realidade multiexistencial da consciência, incluindo as realidades
interativas.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O elemento de composição para vem do idioma Grego, pará, “por intermédio
de; para além de”. O termo síncrono deriva do idioma Latim Tardio, synchronus, e este do
idioma Grego, súgkhronos, “contemporâneo”, composto pelo prefixo sún, “juntamente; ao mesmo
tempo; além disso; com; do lado de; em favor de; de acordo com; por meio de”, e pelo elemento
de composição khrónos, “tempo”. Surgiu no Século XVIII. A palavra sincronicidade apareceu
no Século XX.
Sinonimologia: 1. Sincronicidade multidimensional. 2. Parassincronia. 3. Parassincronismo.
4. Parassincronização. 5. Parainteratividade. 6. Parainterrelação. 7. Parassimultaneidade.
8. Paratautocronia.
Neologia. As duas expressões compostas parassincronicidade percebida e parassincronicidade
despercebida são neologismos técnicos da Parassincronologia.
Antonimologia: 1. Assincronicidade. 2. Assincronia. 3. Assincronismo. 4. Assincronização.
5. Dessincronização. 6. Diacronia. 7. Causalidade.
Estrangeirismologia: o insight.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente quanto ao autodiscernimento
relativo às sincronicidades energéticas e parapsíquicas.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal das parassincronicidades; os fluxopensenes; a fluxopensenidade;
os cosmopensenes; a cosmopensenidade; os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade;
os nexopensenes; a nexopensenidade; os parapensenes; a parapensenidade.
Fatologia: as sincronicidades no dia a dia.
Parafatologia: a parassincronicidade; a sincronicidade multidimensional; a minivariável
da Conscienciologia; a cadeia de acontecimentos; as múltiplas correlações; os fatos e parafatos
atratores; as simulcognições; o momento evolutivo; o aqui e agora; o fluxo das realidades do Cosmos;
a Cosmoconsciencialidade; a Cronêmica; a Proxêmica; a autovivência do estado vibracional
(EV) profilático; a sinalética energética e parapsíquica pessoal; o fato de o registro dos detalhes
das ocorrências sincrônicas mínimas poder oferecer a cosmovisão das sincronicidades parapsíquicas
máximas.
III. Detalhismo
Sinergismologia: o sinergismo entre os fenômenos e os parafenômenos no Cosmos.
Principiologia: o princípio da sincronicidade interdimensional; o princípio de todo encontro