Orkut

Dêem uma pausa e reflitam sobre a verdade do que está escrito abaixo.
O ORKUT apareceu como uma forma de contatar amigos, saber notícias de quem está distante e mandar recados.
Hoje está sendo utilizado com o propósito de, creio ser o seu maior trunfo, obter informações sobre uma classe privilegiada da população brasileira.
Por que será que só no Brasil teve a repercussão que teve?
Outras culturas hesitam em participar sua vida e dados de intimidade, de forma tão irresponsável e leviana..
Por acaso você já recebeu um telefonema que informava que seus filhos estavam sendo seqüestrados?
Sua mãe idosa já foi seguida por uma quadrilha de malandros ?
Já te abordaram num barzinho, dizendo que te conheciam faz tempo?
Já foi a festas armadas para reencontrar os amigos de 30 anos atrás e não viu ninguém?
Pois é.. Ta tudo lá.
No ORKUT.
Com cinco minutos de navegação
eu sei que quantos filhos você tem, ou se não tem,
se tem namorado/a ,
sei que estuda no colégio tal, ou que trabalha em tal lugar,
sei que freqüenta tais cinemas, tais bares, tais festas ....
sei nome de familiares, sei nome de amigos;

sei sei sei !
E o melhor de tudo, com uma foto na mão!
Identifico seu rosto em meio a multidões, na porta do seu trabalho, no meio da rua.
Afinal, já sei onde você está.
É só ler os seus recadinhos.
Faço um pedido:
Quem quiser se expor assim, faça-o de forma consciente e depois não lamente, nem se desespere, caso seja vítima de uma armação.
Mas poupe seus filhos, poupe sua vida Íntima.
O bandido te ligou pra te extorquir dinheiro também porque você deixou..
A foto dos meninos estava lá.. Teu local de trabalho tava lá.
A foto do hotel 5 estrelas na praia tava lá.
A foto da moto que está na garagem estava lá.
Realmente somos um povo muito inocente e deslumbrado.
Por enquanto, temos ouvido falar de ameaças a crianças e idosos.
Até que um dia a ameaça será fato real. Tarde demais.
Se você me entendeu, ótimo!
Reveja sua participação no ORKUT, ou ao menos suprima as fotos e imagens de seus filhos menores e parentes que não merecem passar por situações de risco que você os coloca.
Oriente seus filhos a esse respeito ,pois colocam dados deles e da família sem pensar em consequências,fazem isso pelo desejo de participar, mas não sabem ou não pensam no perigo de se dar dados pessoais e da família para que qalquer pessoa veja.
Se acha que não tenho razão, deve se achar invulnerável.
Informo que pessoas muito próximas a mim e queridas já passaram por dramas gratuitos, sem perceber que tinham sido vítimas da própria imprudência.
A falta de malícia para a vida nos induz a correr riscos desnecessários..
Não só de Orkut vive a maioria dos internautas.
Temos uma infinidade de portas abertas e que por um descuido colocamos uma informação que pode nos prejudicar.
Disponibilizar informações a nosso respeito pode se tornar perigoso ou desagradável.
Portanto, cuidado ao colocar certas informações na Internet.
Não conhecemos a pessoa ou as pessoas que estão do outro lado da rede.
O papo pode ser muito bom, legal.

Frases de Reflexão

“O dedo aponta a lua.
O sábio olha a lua.
O tolo olha o dedo.”



TESTE CONSCIENCIOLÓGICO


TESTE CONSCIENCIOLÓGICO
(EXPERIMENTOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O teste conscienciológico é o método, processo, procedimento, experimento,
prova, comprovação ou meios utilizados para o exame ou verificação para determinar a qualidade,
a natureza ou o comportamento de alguma coisa, ou de algum sistema sob certas condições,
opondo-se ao conceito de mera especulação, dentro das áreas de pesquisas da Conscienciologia.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo teste vem do idioma Inglês, test, “teste; experimento; prova; comprovação”,
e este do idioma Latim, testis, “testemunha”. Surgiu no Século XX. A palavra consciência
provém do idioma Latim, conscientia, “conhecimento de alguma coisa comum a muitas
pessoas; conhecimento; consciência; senso íntimo”, e esta do verbo conscire, “ter conhecimento
de”. Apareceu no Século XIII. O elemento de composição logia deriva do idioma Grego, lógos,
“Ciência; Arte; tratado; exposição cabal; tratamento sistemático de 1 tema”.
Sinonimologia: 01. Exame; teste conscienciométrico. 02. Estudo-piloto. 03. Demonstração
técnica. 04. Teste do ácido. 05. Tiracisma; tiradúvida; tirateima. 06. Escrutínio. 07. Exame
de excelência. 08. Investigação atomizadora. 09. Dissecção do assunto. 10. Holanálise; meganálise.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 9 cognatos derivados do vocábulo teste: megateste;
miniteste; testada; testado; testador; testadora; testagem; testante; testar.
Neologia. As 3 expressões compostas teste conscienciológico, miniteste conscienciológico
e megateste conscienciológico são neologismos técnicos da Experimentologia.
Antonimologia: 1. Especulação. 2. Achismo. 3. Palpitometria. 4. Acriticismo. 5. Antianálise.
Estrangeirismologia: o check up; o brainstorming; o approche técnico.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento

TESAURIZAÇÃO


TESAURIZAÇÃO
(AUTOPROEXOLOGIA)
Definologia. A tesaurização é a ação ou efeito de a conscin lúcida tesaurizar, entesourar
ou acumular bens ou haveres a fim de formar o próprio patrimônio ou pé-de-meia para viver
a existência humana digna, com relativa independência econômica e financeira, sem ser parasita
de outrem ou de alguma instituição, a fim de executar as exigências naturais da programação
existencial, pessoal, com todos os respectivos recursos disponíveis, tanto econômicos quanto
administrativos e intelectuais.
Tematologia. Tema central homeostático.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 24 cognatos derivados do vocábulo tesauro:
atesourar; entesoirada; entesoirado; entesoirador; entesoiradora; entesoiramento; entesoirar;
entesourada; entesourado; entesourador; entesouradora; entesouramento; entesourar; megatesauro;
minitesauro; tesaurismose; tesaurismótico; tesaurização; tesaurizada; tesaurizado; tesaurizador;
tesaurizadora; tesaurizar; tesaurose.
Etimologia. A palavra tesaurização vem do idioma Latim, thesaurizatio, “ação de entesourar,
de acumular bens e haveres”.
Sinonimologia: 1. Formação do pé-de-meia. 2. Previsão econômico-financeira. 3. Vida
autorganizada.
Neologia. As 3 expressões compostas tesaurização mínima, tesaurização média e tesaurização
máxima são neologismos técnicos da Autoproexologia.
Antonimologia: 1. Voto de pobreza. 2. Imprevidência econômico-financeira. 3. Vida
desorganizada. 4. Autovivência anárquica.
Estrangeirismologia: o nest egg; a conscin economicamente large; o planejamentarium;
o desk top; o laptop; a Internet; a megastore; o blue chip.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à Economia.
Megapensenologia. Eis 1 megapensene trivocabular sintetizando o tema: – Toda pobreza
avilta.
Pensenologia: o holopensene pessoal da autocognição; os ortopensenes; a ortopensenidade.
Fatologia: a tesaurização; o pé-de-meia; a planilha financeira; o antiparasitismo; o entesouramento
sem ganância, nem avarícia, aplicado à interassistencialidade; as reservas econômicas
pessoais; a composição do pé-de-meia; a estrutura do coscorrinho; o preparo para os dias de
escassez; a evitação dos apertos no futuro; a avaliação das despesas face ao rendimento; a reserva
do percentual de rendimento para a poupança; a definição dos objetivos da poupança; as
aplicações diversificadas de investimento; o investimento no tempo livre; o investimento em
educação; o descontrole financeiro; o voto estrito de pobreza, material e consciencial, demagógico;
o frade mendicante parasita; os perdularismos dos requintes e das suntuosidades;
a vida sem os requintes principescos do papa; o regime político patológico do capitalismo selvagem;
as tentações do consumismo paroxístico; a renúncia ao consumo imediato; a seletividade
qualitativa do entesouramento da retenção dos fatos; a proteção do patrimônio; os seguros dos
bens; a estocagem do prioritário melhor; o pecúlio consciencial; a autodidaxia mnemônica; a poupança
também do espaço mnemônico; a evitação da sobrecarga das inutilidades; a retenção do essencial
prioritário; o armazenamento de idéias libertárias para a prática da tares; o acervo pesquisístico
exigindo suporte econômico; o ato de entesourar volumes de conteúdos libertários na biblioteca;
a administração da holoteca pessoal; os recursos econômicos para as pesquisas; as fontes
intelectuais pessoais de pesquisas; a Arquivística pessoal; o colecionismo técnico; o código pessoal
de Cosmoética (CPC); a autovivência lúcida da interdependência evolutiva; a constelação de
18 Enc iclopédia da Consc ienciologia
ações e eventos da Historiografia pessoal; as coletâneas de objetos de pesquisa; a conservação de
tesaurização dos materiais; a conservação da memória; o supermercado de idéias; os textos científicos,
políticos, econômicos e sociais conservados; o universo fotográfico, cinematográfico e televisual
nesta era das imagens em movimento; a Infocomunicologia pessoal; a Bibliomática; a Lexicomática;
o amplo circuito da coleção particular e a relação com coleções públicas, leilões, livrarias,
museus e bibliotecas; a Lexicologia; a tesaurização na fase preparatória da proéxis; o tesauro
da Conscienciologia; a Neoeconomia; a Economia Mentalsomática; a Biblioteconomia;
a Holoteconomia.
Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático.

TEORIA D O CONTRAPONTO INTERDIMENSIONAL


TEORIA D O CONTRAPONTO INTERDIMENSIONAL
(EVOLUCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A teoria do contraponto interdimensional é a prspectiva estruturada na hipótese
da evolução consciencial, explicitada pela Conscienciologia por meio das vivências do
princípio consciencial, na estrutura do mecanismo contrapôntico das vidas extra e intrafísicas,
consecutivas, ou da seriexialidade da consciência.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo teoria vem do idioma Latim, theoria, “investigação filosófica”,
e este do idioma Grego, theória, “ação de observar; examinar; estudo ou conhecimento devido
a raciocínio especulativo”. Surgiu no Século XVI. O vocábulo contraponto deriva do idioma Latim
Medieval, contrapunctum, constituído pela preposição contra, “contra”, e punctum, “ponto
(sinal de pontuação)”; parte do todo; pequena parcela; pequeno espaço do tempo; instante; ponto
(geométrico); ponto (jogo de dados)”, usado nas expressões latinas, cantus contra punctus, “canto;

TENEPES INSPIRADORA


TENEPES INSPIRADORA
(TENEPESSOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A tenepes inspiradora é o emprego por parte do praticante, homem ou mulher,
de toda a vivência interassistencial das tarefas tenepessistas para criar realizações evolutivas
enriquecedoras da própria programação existencial (autoproéxis), cosmoética, a partir dos dramas
existenciais das consciências assistidas.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. A palavra tarefa vem do idioma Árabe, tarîha, “quantidade de trabalho que
se impõe a alguém”, derivada de tarah, “lançar; arrojar; impor a aquisição de alguma mercadoria
a determinado preço”. Apareceu no Século XVI. O vocábulo energético deriva do idioma Grego,
energêtikós, “ativo; eficaz”. Surgiu no Século XX. O termo pessoal procede do idioma Latim,
personalis, “pessoal”. Apareceu no Século XIII. A palavra inspiradora deriva do mesmo idioma
Latim, inspirator, “o que inspira; inspirador”, de inspirare, “inspirar; mover; comover; soprar em
ou sobre; receber 1 sopro; introduzir soprando”. Surgiu no Século XVI.
Sinonimologia: 1. Tenepes criativa. 2. Tenepes enriquecedora.
Neologia. As 3 expressões compostas tenepes inspiradora, tenepes inspiradora mínima
e tenepes inspiradora máxima são neologismos técnicos da Tenepessologia.
Antonimologia: 1. Condição do não-tenepessista. 2. Pessoa inassistencial.
Estrangeirismologia: o upgrade tenepessista; o Tenepessarium.

TEMA TRANSVERSAL


TEMA TRANSVERSAL
(TEMATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O tema transversal é o conceito e valor fundamental potencializador da
cultura do paradigma vivenciado, amplo o bastante para permear a própria vida do profissional de
qualquer linha de conhecimento, mas autodidata, suplementar, lateral, enriquecedor além da escolaridade
formal, fora das grades curriculares.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O vocábulo tema vem do idioma Latim, thema, “tema; assunto; proposição;
argumento; matéria; tese; tema (de 1 verbo)”, e este do idioma Grego, thêma, “aquilo que se propõe;
porção; parte; tema ou assunto do desenvolvimento oratório; tema ou raiz de alguma palavra;
soma de dinheiro depositada em banco; tesouro”. Surgiu no Século XV. O vocábulo transverso
procede também do idioma Latim, transversus, “oblíquo; atravessado”, de transvertere, “converter;
mudar em; transformar; desviar; apartar”. As palavras transverso e transversal apareceram no
Século XVI.
Sinonimologia: 1. Tema adventício. 2. Tema lateral. 3. Tema coadjutor. 4. Tema suplementar.
5. Tema autodidata. 6. Transversalidade conceitual.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 4 cognatos derivados do vocábulo transverso:
transversa; transversal; transversalidade; transversina.
Neologia. As duas expressões compostas tema transversal efêmero e tema transversal
perduradouro são neologismos técnicos da Tematologia.
Antonimologia: 1. Tema titular. 2. Tema insignificante.

TEMA NOSOGRÁFICO


TEMA NOSOGRÁFICO
(TEMATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O tema nosográfico é o assunto predominantemente patológico abordado
tecnicamente (Tecnologia) em qualquer análise (Analítica), pesquisa ou investigação (Experimentologia),
a fim de ser melhor compreendido e explicitado no desenvolvimento das tarefas de esclarecimento
(tares) bioético (Cosmoeticologia) evolutivo.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O vocábulo tema vem do idioma Latim, thema, “tema; assunto; proposição;
argumento; matéria; tese; tema (de 1 verbo)”, e este do idioma Grego, thêma, “aquilo que se propõe;
porção; parte; tema ou assunto do desenvolvimento oratório; tema ou raiz de alguma palavra;
soma de dinheiro depositado em banco; tesouro”. Surgiu no Século XV. O primeiro elemento de
composição noso deriva do idioma Grego, nósos, “doença”. O segundo elemento de composição
grafia procede do mesmo idioma Grego, graphe, “escrita; escrito; convenção; documento; descrição”.
A palavra nosográfico apareceu no Século XIX.
Sinonimologia: 01. Tema nosológico. 02. Tema doentio; tema patológico. 03. Tema
marginal. 04. Tema baratrosférico. 05. Tema antipático; tema subcerebral. 06. Tema aversivo.
07. Tema negativo. 08. Tema escatológico. 09. Tema criminológico. 10. Tema controvertível.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 5 cognatos derivados do vocábulo nosográfico:
nosógrafa; nosografar; Nosografia; nosográfica; nosógrafo.
Neologia. As 4 expressões compostas tema nosográfico, tema nosográfico menor, tema
nosográfico mediano e tema nosográfico máximo são neologismos técnicos da Tematologia.
Antonimologia: 01. Tema homeostático. 02. Tema sadio. 03. Tema positivo. 04. Tema
simpático. 05. Tema agradável; tema pacífico. 06. Tema evoluído. 07. Tema paradireitológico.
08. Tema cativante. 09. Tema aliciante. 10. Tema neutro.

TEMA NEUTRO


TEMA NEUTRO
(TEMATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O tema neutro é o assunto, nem homeostático e nem nosográfico, abordado
tecnicamente (Tecnologia) de maneira imparcial e isenta (Autodiscernimentologia), em qualquer
análise (Analítica), pesquisa ou investigação (Experimentologia), a fim de ser melhor compreendido
e explicitado no desenvolvimento das tarefas de esclarecimento (tares) bioético (Cosmoeticologia)
evolutivo.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O vocábulo tema vem do idioma Latim, thema, “tema; assunto; proposição;
argumento; matéria; tese; tema (de 1 verbo)”, e este do idioma Grego, thêma, “aquilo que se propõe;
porção; parte; tema ou assunto do desenvolvimento oratório; tema ou raiz de alguma palavra;
soma de dinheiro depositado em banco; tesouro”. Surgiu no Século XV. O termo neutro deriva
também do idioma Latim, neuter, “neutro”, composto pela partícula negativa ne, “nem; não”, e de
uter, “qual dos 2; 1 e outro”, donde, “nem 1, nem outro; nenhum dos 2”. Apareceu no Século
XVI.
Sinonimologia: 1. Tema neutral. 2. Tema cosmoeticamente indefinido. 3. Tema evolutivamente
indefinido.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 27 cognatos derivados do vocábulo neutro: neutra;
neutral; neutralidade; neutralismo; neutralista; neutralístico; neutralização; neutralizada;
neutralizado; neutralizador; neutralizadora; neutralizante; neutralizar; neutralizável; neutrão;
neutrino; neutródino; neutrofilia; neutrófilo; nêutron; neutrônica; neutrônico; neutropausa; neutropenia;
neutropênica; neutropênico; neutrosfera.
Neologia. As 4 expressões compostas tema neutro, tema neutro menor, tema neutro mediano
e tema neutro máximo são neologismos técnicos da Tematologia.
Antonimologia: 1. Tema cosmoeticamente definido. 2. Tema evolutivamente definido.
3. Tema homeostático. 4. Tema nosográfico.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à prioridade da autolucidez evolutiva cosmoética.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da mentalsomaticidade; os evoluciopensenes;
a evoluciopensenidade; os prioropensenes; a prioropensenidade.
Fatologia: o tema neutro; o estudo do assunto evolutivamente neutro com a intenção de
esclarecer; a Seção Técnica fixa do verbete da Enciclopédia da Conscienciologia; a classificação
da natureza do assunto conforme a Cosmoeticologia; a área de interesse dos pesquisadores; o realismo
dos interesses da Ciência; as prioridades nas investigações científicas; a meta da melhoria
da qualidade de vida dos componentes da Humanidade; a busca da definição evolutiva das pesquisas;
a preferência das manifestações pessoais pela Cosmoeticologia.
Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a sinalética energética
e parapsíquica pessoal.
III. Detalhismo
Principiologia: o princípio da admiração-discordância; o princípio da descrença.
Codigologia: o código pessoal de Cosmoética (CPC).
Teoriologia: a teoria e a vivência da neutralidade pesquisística.
Enciclopédia da Conscienciologia 61
Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da Pensenologia.

TEMA HOMEOSTÁTICO


TEMA HOMEOSTÁTICO
(TEMATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O tema homeostático é o assunto predominantemente sadio abordado tecnicamente
(Tecnologia) em qualquer análise (Analítica), pesquisa ou investigação (Experimentologia),
a fim de ser mais compreendido e explicitado no desenvolvimento das tarefas de esclarecimento
(tares) bioético (Cosmoeticologia) evolutivo.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O vocábulo tema vem do idioma Latim, thema, “tema; assunto; proposição;
argumento; matéria; tese; tema (de 1 verbo)”, e este do idioma Grego, thêma, “aquilo que se propõe;
porção; parte; tema ou assunto do desenvolvimento oratório; tema ou raiz de alguma palavra;
soma de dinheiro depositado em banco; tesouro”. Surgiu no Século XV. O primeiro elemento de
composição homeo deriva do idioma Grego, hómoios, “semelhante; da mesma natureza”. Surgiu,
na Linguagem Científica Internacional, a partir do Século XIX. O segundo elemento de composição
stásis, “ação de pôr em pé; estabilidade; fixidez”. A palavra homeostático apareceu em 1945.
Sinonimologia: 01. Tema sadio. 02. Tema hígido. 03. Tema evolutivo. 04. Tema cosmoético.
05. Tema simpático. 06. Tema positivo. 07. Tema aliciante. 08. Tema pacífico.
09. Tema cativante. 10. Tema paradireitológico.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 9 cognatos derivados do vocábulo homeostasia:
homeostase; homeóstase; homeostásico; homeostático; homeostato; homeotermia; homeotérmica;
homeotérmico; homeotermo.

TELETERTULIANO


TELETERTULIANO
( INFOCOMUNICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O teletertuliano (ou teletertuliana) é a conscin informata interessada e participante
à distância das tertúlias ou debates conscienciológicos, diários, transmitidos online, a partir
do Tertuliarium do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC).
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O elemento de composição tele vem do idioma Grego, tele, “longe; ao longe;
de longe”. Apareceu, em cultismos, a partir do Século XIX. O termo tertúlia deriva do idioma
Espanhol, tertulia, “reunião de gente para discutir ou conversar”. Surgiu, no idioma Espanhol, em
1630. Apareceu, no idioma Português, no Século XIX. O vocábulo consciência procede do idioma
Latim, conscientia, “conhecimento de alguma coisa comum a muitas pessoas; conhecimento;
consciência; senso íntimo”, e este do verbo conscire, “ter conhecimento de”. Surgiu no Século

TELETERTULIANO INCÓGNITO


TELETERTULIANO INCÓGNITO
( INFOCOMUNICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O teletertuliano incógnito é a pessoa, homem ou mulher, dedicada a acessar,
acompanhar e até a participar diariamente das duas horas das tertúlias ou debates conscienciológicos
ocorridos no Tertuliarium do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC),
transmitidos pela Internet, no caso, sem se identificar, anonimamente, ou usando pseudônimo.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O elemento de composição tele vem do idioma Grego, tele, “longe; ao longe;
de longe”. Apareceu, em cultismos, a partir do Século XIX. O termo tertúlia deriva do idioma
Espanhol, tertulia, “reunião de gente para discutir ou conversar”. Surgiu, no idioma Espanhol, em
1630. Apareceu, no idioma Português, no Século XIX. O vocábulo incógnito procede do idioma
Latim, incognitus, “desconhecido; ignorado; incógnito; inapercebido; não reconhecido”. Surgiu
no Século XVI.
Sinonimologia: 01. Teletertuliana incógnita. 02. Teletertuliano ignoto. 03. Teletertuliano
desconhecido. 04. Teletertuliano clandestino. 05. Teletertuliano escondido. 06. Teletertuliano
oculto. 07. Teletertuliano ignorado. 08. Teletertuliano imanifesto. 09. Teletertuliano furtivo.
10. Teletertuliano esotérico; teletertuliano fantasma; teletertuliano misterioso; teletertuliano
secreto.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 13 cognatos derivados do vocábulo cógnito:
cógnita; Cognópolis; cognopolita; cognopolitano; cognopolitana; cognoscibilidade; cognoscitiva;

TELEPATIA PERMANENTE


TELEPATIA PERMANENTE
(HARMONIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A telepatia permanente é o parafenômeno da transmissão pensênica, interconsciencial,
direta, por meio da vontade, intencionalidade e paraperceptibilidade da consciência
lúcida, seja transmitindo ou recebendo informações extrassensoriais, ocorrência comum nas sociexes
das comunexes evoluídas.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O primeiro elemento de composição tele deriva do idioma Grego, tele, “longe;
ao longe; de longe; à distância”. O segundo elemento de composição patia procede também
do idioma Grego, pathe, “estado passivo; sofrimento; mal; doença; dor; aflição; suportação”. Surgiu
em 1899. O termo permanente provém do idioma Latim, permanens, de permanere, “permanecer;
ficar até o fim; persistir; perseverar; durar; subsistir; deter-se”. Apareceu no Século XVIII.
Sinonimologia: 01. Paratelepatia; pensenização interconsciencial. 02. Transmissão
pensênica direta. 03. Transmissão extrassensorial de pensenes. 04. Paracomunicação; projetabilidade
pensênica. 05. Criptestesia extrafísica. 06. Paradiálogo transmental. 07. Diapsiquia extrafísica.
08. Informação extrafísica direta. 09. Intercomunicação extrassensorial. 10. Intercomunicação
paracerebral direta; interlocução paracérebro a paracérebro; leitura extrafísica da mente.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 12 cognatos derivados do vocábulo telepatia:
paratelepata; paratelepatia; paratelepática; paratelepático; paratelepatização; paratelepatizar;
telepata; telepática; telepaticidade; telepático; telepatização; telepatizar.
Neologia. As 3 expressões compostas telepatia permanente, telepatia permanente elementar
e telepatia permanente avançada são neologismos técnicos da Harmoniologia.
Antonimologia: 01. Fala. 02. Linguagem falada. 03. Mímica. 04. Linguagem escrita.
05. Solilóquio. 06. Monólogo. 07. Recolhimento íntimo. 08. Introspecção. 09. Pangrafia. 10.
Conscienciês.
Estrangeirismologia: a thought transference; o insight extrafísico; o paramicrochip.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto às transmissões pensênicas interconscienciais.
Megapensenologia. Eis 1 megapensene trivocabular sintetizando o tema: – Telepatia:
fala paracerebral.
Unidade. A unidade de medida ou de trabalho da telepatia é o homopensene.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da paraperceptibilidade; o holopensene harmonizado;
os homopensenes; a homopensenidade; os telepensenes; a telepensenidade; os megapensenes;
a megapensenidade; os parapensenes; a parapensenidade; os hiperpensenes; a hiperpensenidade;
os maxipensenes; a maxipensenidade; os cosmopensenes; a cosmopensenidade; a projeção consciencial
de pensenes.
Fatologia: a hiperacuidade consciencial; a harmonia interpessoal; a comunicação interconsciencial;
o futuro da dimensão humana; o fato de todos perceberem os pensenes das consciências
próximas; a condição da pessoa não se sentir bem fora do padrão da harmonia interconsciencial;
a telepatia intelectual (pen); a telepatia afetiva (sen); a desafeição como sendo o maior
travão à compreensão entre as consciências; a telepatia intervivos; a telepatia a 2 da dupla evolutiva.
Parafatologia: a telepatia permanente; a telepatia extrafísica; a telepatia paracérebro
a paracérebro; a transmissão ou comunicação de pensamentos, idéias, imagens e sensações sem
Enciclopédia da Conscienciologia 61
o concurso dos sentidos somáticos, em geral, à distância; a sinalética energética e parapsíquica
pessoal; a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a comunex avançada; o nivelamento
por cima; a Harmoniologia; a parrarealidade da telepatia; o parafenômeno da transmissão
pensênica de consciex para consciex; o parafenômeno da transmissão pensênica da consciex para
a conscin; o parafenômeno da transmissão pensênica direta da conscin projetada para a conscin na
vigília física ordinária; a telepatia intergrupal; as primeiras manifestações do miniconscienciês;
a radiofonia parabiológica; a telegrafia extrafísica; a transferência subjetiva de bioinformação;
a dialética mentalsomática direta; os amparos extrafísicos de função; as Centrais Extrafísicas; as

TELEOBIOTIPOLOGIA


TELEOBIOTIPOLOGIA
(RESSOMATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A Teleobiotipologia é a Ciência ou os estudos sistemáticos, técnicos, paratécnicos
ou pesquisas aplicadas às abordagens aos corpos humanos, ou somas, usados nas vidas
sucessivas intrafísicas, nas autovivências da Seriexologia, com predominância da interpretação
causal, homeostática ou patológica da Paragenética pessoal sobre as genéticas sequenciais, ou
consecutivas, da mesma consciência, de acordo com a qualificação evolutiva do emprego de cada
soma.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O primeiro elemento de composição teleo vem do idioma Grego, téleios,
“acabado; completo; perfeito”. Surgiu no Século XIX. O segundo elemento de composição bio
deriva também do idioma Grego, bíos, “vida; vida humana; Humanidade; existência”. Apareceu
no Século X. O termo tipo procede do idioma Latim, typus, “figura; imagem; estátua; representação;
fase; andamento (de enfermidade)”, derivado do idioma Grego, túpos, “marca feita de golpe;
marca impressa; figura; símbolo; emblema”. Surgiu no Século XVI. O terceiro elemento de composição
logia provém igualmente do idioma Grego, lógos, “Ciência; Arte; tratado; exposição cabal;
tratamento sistemático de 1 tema”.
Sinonimologia: 1. Retrobiotipologia. 2. Teleossomatologia. 3. Retrossomatologia.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética,12 cognatos derivados do vocábulo biótipo: biotípica;
biotípico; biotipo; Biotipologia; biotipológica; biotipológico; biotipologista; parabiotípica;
parabiotípico; parabiotipo; parabiótico; Teleobiotipologia.
Neologia. O vocábulo Teleobiotipologia e as duas expressões compostas Teleobiotipologia

TELEGUIADO AUTOCRÍTICO


TELEGUIADO AUTOCRÍTICO
(EVOLUCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O teleguiado autocrítico, homem ou mulher, é a conscin autocrítica, com
orientação própria e sem perda da identidade, ao mesmo tempo, guiada à distância, ou de outra dimensão
evoluída, por amparador ou evoluciólogo extrafísicos, cosmoéticos, de maneira paratécnica
ou parapsíquica, dentro da execução da tarefa do esclarecimento policármico, na condição de
minipeça de mecanismo megassistencial, interconsciencial e multidimensional.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O primeiro elemento de composição tele deriva do idioma Grego, tele, “longe;
ao longe; de longe; à distância”. O termo guiar procede provavelmente do idioma Gótico, widan,
“juntar-se”, através do idioma Latim Medieval, guidare, “guiar”. Surgiu no Século XIII.
O segundo elemento de composição auto vem do idioma Grego, autós, “eu mesmo; por si próprio”.
O vocábulo crítico provém do idioma Latim, criticus, adaptado do idioma Grego, kritikós,
“que julga; que avalia e decide”. Apareceu no Século XVI.
Sinonimologia. Eis 13 áreas com diferenças evidentes, contudo convergentes nos significados
do amplo universo da progressão sinonímica do teleguiado autocrítico, dispostas na ordem
funcional:
01. Parapercepciologia. Interativista cósmico; jornalista da multidimensionalidade.
02. Assistenciologia. Autabnegado; minipeça assistencial multidimensional; semipossesso
benigno.
03. Cosmanálise. Cético-otimista-cosmoético (COC); cosmanalista; inversor existencial.
04. Macrossomática. Portador de macrossoma de qualquer categoria.
05. Cosmoeticologia. Amparador intrafísico veterano; articulador assistencial; combatente
da antievolução; cosmoeticista; cosmoeticólogo.

TÉCNICA


TÉCNICA
( INTRAFISICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A técnica é a maneira, jeito ou habilidade especial de executar bem ou fazer
algo melhor, dentro do conjunto de regras e pormenores práticos essenciais à execução aperfeiçoada
de fabricação, arte, ofício ou profissão, exigindo iniciação sistemática nos conhecimentos
científicos indispensáveis para resolver metodicamente os problemas e encontrar para os mesmos
a solução adequada.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O vocábulo técnica vem do idioma Francês, technique, derivado do idioma
Latim, technicus, e este do idioma Grego, techknikós, “relativo à Arte, à Ciência ou ao saber, ao
conhecimento ou à prática de alguma profissão; hábil”. Apareceu no Século XIX.
Sinonimologia. Eis 10 áreas com diferenças evidentes, contudo convergentes nos
significados do amplo universo da progressão sinonímica da técnica, dispostas na ordem funcional:
01. Competência: aptidão técnica; conhecimento prático; know how; supertécnica; ultratécnica.
02. Homeostasia: engenho; método; norma; processo.
03. Heurística: destreza; engenhosidade; habilidade especial; habilidade grupal; habilidade
pessoal; inventiva.
04. Especialização: artesanato racional; expertise específica; perícia.
05. Infraestrutura: tecnoestrutura.

TÉCNICA TERTULIÁRIA


TÉCNICA TERTULIÁRIA
(TERTULIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A técnica tertuliária é a aplicação científica, didática ou pedagógica, dos
métodos de amplificação e desenvolvimento da reunião ou assembléia dos tertulianos e pesquisadores
afins para debater temas avançados da Conscienciologia, nas tertúlias conscienciológicas,
diárias, o Curso de Longo Curso, do Tertuliarium, realizadas no Campus CEAEC.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O vocábulo técnica procede do idioma Francês, technique, derivado do idioma
Latim, technicus, e este do idioma Grego, tekhnikós, “relativo à Arte, à Ciência ou ao saber,
ao conhecimento ou à prática de alguma profissão; hábil”. Apareceu no Século XIX. O termo tertúlia
deriva do idioma Espanhol, tertulia, “reunião de gente para discutir ou conversar”. Surgiu,
no idioma Espanhol, no Século XVII. Apareceu, no idioma Português, no Século XIX.
Sinonimologia: 1. Técnica conscienciológica. 2. Técnica das tertúlias conscienciológicas.
Neologia. As 3 expressões compostas técnica tertuliária, técnica tertuliária direta e técnica
tertuliária indireta são neologismos técnicos da Tertuliologia.
Antonimologia: 1. Técnica da circularidade. 2. Técnica do crescendo. 3. Técnica da
exaustividade. 4. Técnica do detalhismo.

TÉCNICA DA SESTA


TÉCNICA DA SESTA
(SOMATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A técnica da sesta é o hábito pessoal do repouso, ou soneca pós-prandial,
depois do almoço, durante, no máximo, 50 minutos, diariamente, indicada para quem trabalha
exaustivamente do ponto de vista intelectual, em particular para as pessoas de meia-idade ou da
terceira idade (65 anos de idade) em diante.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo técnica procede do idioma Francês, technique, derivado do idioma
Latim, technicus, e este do idioma Grego, tekhnikós, “relativo à Arte, à Ciência ou ao saber, ao
conhecimento ou à prática de alguma profissão; hábil”. Apareceu no Século XIX. A palavra sesta
vem do idioma Latim, sexta, “meio-dia (a sexta hora do dia romano, iniciado às 6 horas da manhã)”.
Surgiu no Século XIII.
Sinonimologia: 01. Sesteada. 02. Soneca pós-prandial; sonequinha. 03. Sonata.
04. Cochilinho; cochilo. 05. Pequeno sono pós-almoço. 06. Sono curto. 07. Sono ligeiro.
08. Dormida; dormidinha. 09. Sono de reforço. 10. Raposada; raposeira.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 14 cognatos derivados do vocábulo sono: hipersonia;
hipersono; polissonografia; polissonograma; soneca; sonecar; sonegar; soneira; sonolência;
sonolenta; sonolento; Sonoterapia; sonoterápica; sonoterápico.
Neologia. As duas expressões compostas técnica da sesta eventual e técnica da sesta
sistemática são neologismos técnicos da Somatologia.
Antonimologia: 1. Sono natural noturno. 2. Sonolência. 3. Soneira. 4. Insônia.
Estrangeirismologia: a siesta; a siesta cultural; a power siesta; o trabalho intelectual
full time.

TAXOLOGIA D A SEGURANÇA

TAXOLOGIA D A SEGURANÇA
(EXPERIMENTOLOGIA)
Definologia. A Taxologia da segurança é a Ciência aplicada aos estudos específicos,
técnicos, ou princípios gerais das classificações sistemáticas das categorias da estabilidade e seguração
ou dos recursos capazes de manter a proteção da vida intra e extrafísica das consciências.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O primeiro elemento de composição tax(i / o) vem do idioma Grego, táksis,
“ordenação; classificação; equilíbrio; disposição sistemática”, e este do verbo tasso, “pôr em ordem”.
O segundo elemento de composição logia procede também do idioma Grego, lógos, “Ciência;
Arte; tratado; exposição cabal; tratamento sistemático de 1 tema”. O vocábulo segurança deriva
do idioma Latim, securus, “tranqüilo; calmo; seguro; que não teme; que não receia”. Surgiu
no Século XIV.
Sinonimologia: 1. Taxilogia da segurança. 2. Ciência da classificação da segurança.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 33 cognatos derivados do vocábulo segurança:
androssegurança; antissegurança; autossegurança; biossegurança; cardiossegurança; conscienciossegurança;
cronicossegurança; extrassegurança; ginossegurança; holossegurança; insegurança;
inseguridade; inseguro; minissegurança; multissegurança; parainsegurança; parassegurança;
pseudossegurança; psicossegurança; seguração; segurada; segurado; segurador; seguradora;
segurar; segurável; seguridade; seguro; seguro-desemprego; seguro-fidelidade; seguro-
-saúde; semissegurança; supersegurança.
Neologia. As 3 expressões compostas Taxologia da segurança, Minitaxologia da segurança
e Maxitaxologia da segurança são neologismos técnicos da Experimentologia.
Antonimologia: 1. Estudo da insegurança. 2. Sistematização da insegurança.
Atributologia: predomínio dos sentidos somáticos, especificamente relativos ao sistema
nervoso neurovegetativo.
Pensenologia: o holopensene pessoal da pacificação; os ortopensenes; a ortopensenidade.
Fatologia: a Taxologia da segurança; a segurança pessoal; a segurança grupal; a autossuficiência;
a vida moderna nas megalópolis; a explosão demográfica; os recursos gerais da segurança
social.
Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a sinalética energética
e parapsíquica pessoal.
Binomiologia: o binômio liberdade-segurança; o binômio insegurança da vítima–segurança
do bandido.
Antagonismologia: o antagonismo segurança / insegurança.
Politicologia: a democracia; a tecnocracia; a lucidocracia.
Filiologia: a racionofilia; a criticofilia.
Sindromologia: a síndrome da insegurança; a síndrome do medo.
Holotecologia: a taxoteca; a analiticoteca; a catalogoteca; a experimentoteca; a metodoteca.
Interdisciplinologia: a Experimentologia; a Taxologia; a Criteriologia; a Sistematologia;
a Intrafisicologia; a Sociologia; a Criminologia; a Paradireitologia; a Cosmoética.
Elencologia: a consciênçula; a consréu ressomada; a conscin baratrosférica; a conscin
eletronótica; a conscin lúcida; a isca humana inconsciente; a isca humana lúcida; o ser desperto;
o ser interassistencial.
48 Enc iclopédia da Consc ienciologia
Masculinologia: o acoplamentista; o agente retrocognitor; o amparador intrafísico;
o atacadista consciencial; o autodecisor; o intermissivista; o cognopolita; o compassageiro evolutivo;
o completista; o comunicólogo; o conscienciólogo; o conscienciômetra; o consciencioterapeuta;
o macrossômata; o conviviólogo; o duplista; o duplólogo; o proexista; o proexólogo; o reeducador;
o epicon lúcido; o escritor; o evoluciente; o exemplarista; o intelectual; o reciclante existencial;

TARES EXPOSITIVA


TARES EXPOSITIVA
( INTERASSISTENCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A tares expositiva é a tarefa espontânea do esclarecimento interassistencial,
executada pela consciência autolúcida, assistente, mesmo quando ainda pré-serenona, mas de maneira
explicativa, pública, franca, transparente, gratuita, racional, exemplificativa, argumentativa
e informativa, sem a intenção de convencer, doutrinar, inculcar qualquer tipo de ideologia ou assistencialismo
demagógico, empenhada, de fato, na reeducação evolutiva, pessoal, grupal ou
geral.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. A palavra tarefa vem do idioma Árabe, tariha, “quantidade de trabalho que
se impõe a alguém”. Surgiu no Século XVI. O prefixo es deriva do idioma Latim, ex, “movimento
para fora; transformação”. O termo claro procede também do idioma Latim, clarus, “luminoso;
brilhante; iluminado”. Apareceu no Século XIII. O sufixo mento provém do mesmo idioma Latim,
mentu, formador de substantivos derivados de verbos. O vocábulo esclarecimento surgiu no
Século XV. A palavra expositiva vem igualmente do idioma Latim, expositum, de exponere, “expor;
mostrar; pôr à vista”. Apareceu no Século XVI.
Sinonimologia: 01. Tares exposta. 02. Tares explícita. 03. Tares pública. 04. Tares
transparente. 05. Tares exemplificativa. 06. Tares oral. 07. Tares escrita. 08. Tares policármica.
09. Tares catalítica. 10. Tarefa expositiva do despertamento.
Neologia. As 4 expressões compostas tares expositiva, tares expositiva mínima, tares expositiva
mediana e tares expositiva máxima são neologismos técnicos da Interassistenciologia.

TARA PARAPSÍQUICA


TARA PARAPSÍQUICA
( INTERASSISTENCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A tara parapsíquica é a condição ou talento da conscin lúcida, sensitiva paraperceptiva,
capaz de suportar, comportar ou dispor de estrutura própria para resistir o peso da
presença e a força da pressão das consciexes assistidas ainda patológicas, conseneres, assediadoras
conscientes e inconscientes, vampirizadoras e mais carentes, sem assimilar energias conscienciais
antipáticas ou gerar pertúrbios em si mesma.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo tara vem do idioma Árabe Vulgar, tárah, “desconto; dedução”,
provavelmente através do idioma Italiano, tara. Surgiu no Século XVI. O elemento de composição
para procede do idioma Grego, pará, “por intermédio de; para além de”. O vocábulo psíquico
provém igualmente do idioma Grego, psykhikós, “relativo ao sopro, à vida; relativo aos seres vivos;
relativo à alma”, de psykhé, “alma, como princípio de vida e sede dos desejos; sopro de vida”.
Apareceu no Século XIX.
Sinonimologia: 1. Condição da desassedialidade. 2. Condição da desperticidade. 3. Iscagem
humana autoconsciente.
Neologia. As 4 expressões compostas tara parapsíquica, tara parapsíquica aquisitiva,
tara parapsíquica executiva e tara parapsíquica distributiva são neologismos técnicos da Interassistenciologia.
Antonimologia: 1. Condição da heterassedialidade. 2. Condição da autassedialidade.
3. Iscagem humana inconsciente. 4. Pré-serenidade vulgar.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto à Paraprofilaxia Interconsciencial.
Megapensenologia. Eis 1 megapensene trivocabular sintetizando o tema: – Seres despertos
evoluem.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da desassedialidade; os ortopensenes; a ortopensenidade.

TÓPICO INTELECTIVO

TÓPICO INTELECTIVO
(MENTALSOMATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O tópico intelectivo é o parágrafo ou trecho direta e precisamente referido
e destacado no argumento enunciado por escrito, na redação de trabalho intelectual.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo tópico deriva do idioma Grego, topikós, “relativo a lugar”, de tópos,
“lugar”. Apareceu no Século XVII. O vocábulo intelectivo procede do idioma Latim, intellectivus,
“fundado na inteligência”. Surgiu no Século XV.
Sinonimologia: 1. Tópico intelectual. 2. Tópico mentalsomático. 3. Tópico racional.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 14 cognatos derivados do vocábulo tópico: distópica;
distópico; ectópica; ectópico; subtópico; supertópico; tópica; topical; topicalização; topicalizada;
topicalizado; topicalizar; topicidade; topiquista.
Neologia. As duas expressões compostas tópico intelectivo analítico e tópico intelectivo
sintético são neologismos técnicos da Mentalsomatologia.
Antonimologia: 1. Tópico emocional. 2. Tópico parapsíquico.
Estrangeirismologia: os insights informáticos; o Autopensenarium; o usus scribendi.

TRABALHO ANTELUCANO


TRABALHO ANTELUCANO
(AUTEXPERIMENTOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O trabalho antelucano é o desenvolvido pela madrugada, ou antes do Sol
nascer no horizonte, ainda sob a influência da noite silenciosa, em geral melhor para o aprofundamento
das grandes neoidéias.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O vocábulo trabalho provém do idioma Latim, tripaliare, “torturar”, de tripalium,
“instrumento de tortura composto de 3 paus”. Surgiu no Século XIII. O termo antelucano
deriva também do idioma Latim, antelucanus, “antelucano”. Apareceu no Século XIX.
Sinonimologia: 1. Trabalho de madrugada. 2. Turno da madrugada. 3. Trabalho da
pré-aurora. 4. Serviço da anteaurora. 5. Trabalho da antemanhã.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 4 cognatos derivados do vocábulo madrugada:
madrugador; madrugadora; madrugar; madruguista.
Neologia. As 3 expressões compostas trabalho antelucano, trabalho antelucano eventual
e trabalho antelucano sistemático são neologismos técnicos da Autexperimentologia.
Antonimologia: 1. Trabalho diurno. 2. Serviço diurno. 3. Trabalho vespertino. 4. Turno
vespertino.
Estrangeirismologia: o upgrade proexológico; a evitação do workaholism.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto às priorizações cronêmicas.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal do trabalho proexológico; os ortopensenes; a ortopensenidade.

TRADUÇÃO PARAPSÍQUICA


TRADUÇÃO PARAPSÍQUICA
(PARAPERCEPCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A tradução parapsíquica é a interpretação, hermenêutica, análise e até
a exegese quanto ao conteúdo do parafenômeno vivenciado pela conscin paraperceptiva, lúcida,
cosmoética, interassistencial e tarística.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo tradução vem do idioma Latim, traductio, “tradução; ação de levar
em triunfo; ação de transferir de certa ordem a outra; transferência; curso; andar (do tempo); espécie
de repetição”. Surgiu no Século XVII. O elemento de composição para provém do idioma
Grego, pará, “por intermédio de; para além de”. O vocábulo psíquico procede também do idioma
Grego, psykhikós, “relativo ao sopro, à vida; relativo aos seres vivos; relativo à alma”, de psycké,
“alma, como princípio de vida e sede dos desejos; sopro de vida”. Apareceu no Século XIX.
Sinonimologia: 1. Exposição parapsíquica. 2. Demonstração paraperceptiva. 3. Dissecção
parafenomênica. 4. Análise parapsíquica. 5. Balanço parafenomênico. 6. Projeciografia.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 35 cognatos derivados do vocábulo tradução:
entretraduzir-se; língua-de-tradução; pensamento-de-tradução; paratradução; Paratradutologia;
paratradutor; paratradutora; politradução; politradutor; politradutora; retradução; retradutor;
retradutora; retraduzir; sobretradução; tradução-da-letra; traducianismo; traducianista;
traducianístico; traducional; traduciônimo; tradutibilidade; tradútica; tradutível; Tradutologia;
tradutológica; tradutológico; tradutor; tradutora; tradutório; traduzibilidade; traduzideira; traduzidor;
traduzir; traduzível.
Neologia. As 3 expressões compostas tradução parapsíquica, tradução parapsíquica caloura

TRANQUILIDADE

TRANQUILIDADE
(SERENOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A tranquilidade é a qualidade de tranquilo ou estado no qual a consciência
está tranquila, isenta de inquietações, de agitações, de perturbações ou de alvoroços.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo tranquilidade deriva do idioma Latim, tranquilitas, “calma; calmaria;
bonança; sossego; repouso; serenidade”. Apareceu no Século XV.
Sinonimologia: 01. Calma. 02. Despreocupação. 03. Serenidade. 04. Sossego.
05. Quietação. 06. Distensão. 07. Pacifismo. 08. Imperturbabilidade. 09. Segurança. 10. Retilinearidade
autopensênica.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 18 cognatos derivados do vocábulo tranquilidade:
autotranquilidade; intranquila; intranquilidade; intranquilizador; intranquilizadora; intranquilizar;
intranquilo; pseudotranquilidade; tranquila; tranquilão; tranquilização; tranquilizada;
tranquilizado; tranquilizador; tranquilizadora; tranquilizante; tranquilizar; tranquilo.
Neologia. As duas expressões compostas tranquilidade operosa e tranquilidade perdulária
são neologismos técnicos da Serenologia.
Antonimologia: 01. Intranquilidade. 02. Preocupação. 03. Desassossego. 04. Inquietação.
05. Estressamento; tensão. 06. Agitação; movimentação. 07. Perturbação. 08. Insegurança.
09. Alvoroço; ansiosismo. 10. Tempestade; tumulto.

TRANSFORMISMO


TRANSFORMISMO
(AUTORRECEXOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O transformismo é a troca inteligente de hábitos pessoais, mesológicos
e seculares por neocondutas prioritárias, evolutivas, mais sadias e dinâmicas, capazes de oferecer
maiores qualidades de vida intrafísica e bons hábitos em favor do bem-estar íntimo.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. A palavra transformar vem do idioma Latim, transformare, “converter em;
transformar; metamorfosear”. Surgiu no Século XIV. O sufixo ismo procede do idioma Grego, ismós,
“doutrina; escola; teoria ou princípio artístico, filosófico, político ou religioso; ato, prática
ou resultado de; peculiaridade; ação; conduta; hábito ou qualidade característica de; quadro mórbido;
condição patológica”. O termo transformismo apareceu no Século XIX.
Sinonimologia: 01. Transformismo evolutivo. 02. Transformismo conscienciológico.
03. Autorreciclagem básica. 04. Reação transformadora. 05. Trocas evolutivas. 06. Dinâmica
evolutiva. 07. Permutas evolutivas. 08. Autoviragem. 09. Automutação. 10. Automudanciologia.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 4 cognatos derivados do vocábulo transformismo:
transformativa; transformativo; transformável; transformista.
Neologia. As duas expressões compostas transformismo intermissivo e transformismo
volitivo são neologismos técnicos da Autorrecexologia.
Antonimologia: 01. Estagnação evolutiva. 02. Regressismo cosmoético. 03. Regressismo
evolutivo. 04. Antirreciclagem existencial. 05. Indiferença estagnadora. 06. Adinamia
pessoal. 07. Inércia evolutiva. 08. Mimeticologia. 09. Autassediologia; Autodesviologia. 10.

TRANSMISSÃO GRATIFICANTE

TRANSMISSÃO GRATIFICANTE

(PARAPEDAGOGOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A transmissão gratificante é a transferência, passagem ou comunicação do
autoconhecimento para outrem, seja conscin, homem, mulher ou consciex, estando esta consciência
na condição de interlocutor, ouvinte, aluno, leitor, telespectador, tertuliano, teletertuliano,
evoluciente, conscin-cobaia ou paciente.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O vocábulo transmissão vem do idioma Latim, transmissio, “passagem de
certo lugar para outro; trajeto”, de transmission, supino de transmitere, “enviar de certo lugar para
outro; transportar; transferir; transpor; atravessar; dar passagem; deixar em herança; consagrar”.
Apareceu no Século XVII. O termo gratificante procede do mesmo idioma Latim, gratificans,
de gratificare, “ser agradável a alguém; favorecer; obsequiar; gratificar; servir”. Surgiu no
Século XX.
Sinonimologia: 01. Transferência gratificante. 02. Comunicação gratificante. 03. Ensinamento
gratificante. 04. Lição gratificante. 05. Aula gratificante. 06. Didática gratificante.
07. Magistério gratificante. 08. Pedagogia gratificante. 09. Docência gratificante. 10. Workshop
gratificante.

TRANSVERPON

TRANSVERPON
(TRANSVERPONOLOGIA)
Definologia. A transverpon é a verdade relativa de ponta, transcendente, original ou
inédita, introduzida no universo da holocognição da Humanidade, de modo teático, informativo
e desafiador para as consciências lúcidas, predispostas às autorreciclagens evolutivas racionais
e lógicas, seguidoras da vivência do princípio da descrença.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O prefixo trans vem do idioma Latim, trans, “além de; para lá de; depois
de”. O vocábulo verdade deriva também do idioma Latim, veritas, “verdade; conformidade com
o real”. Apareceu no Século XIII. A palavra relativa provém igualmente do idioma Latim, relativus,
“relativo a”. Surgiu em 1536. O termo ponta procede do mesmo idioma Latim, puncta, “estocada;

TRINÔMIO EVOLUTIVO


TRINÔMIO EVOLUTIVO
(AUTEVOLUCIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O trinômio evolutivo é a conjunção dos 3 valores essenciais para toda consciência
assentados na autolucidez multidimensional, na evolução consciencial e na assistencialidade
interconsciencial.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O vocábulo trinômio vem do idioma Latim, trinomius, “que tem 3 nomes”.
Apareceu no Século XVII. O termo evolutivo procede do idioma francês, evolutif, de évolution,
e este do idioma Latim, evolutio, “ação de percorrer, de desenrolar”. Surgiu em 1873.
Sinonimologia: 01. Trissuficiência evolutiva. 02. Triprioridade evolutiva; tripriorização
evolutiva. 03. Trivalência evolutiva. 04. Tridotalidade evolutiva. 05. Tríada evolutiva; tríade
evolutiva. 06. Triprioridade máxima. 07. Trio evolutivo. 08. Três valores essenciais.
09. Três valores magnos. 10. Síntese dos valores essenciais.
Neologia. As 3 expressões compostas trinômio evolutivo, trinômio evolutivo ignorado
e trinômio evolutivo autoconsciente são neologismos técnicos da Autevoluciologia.
Antonimologia: 1. Valores secundários. 2. Tríade da erronia.
Estrangeirismologia: o Prioritarium.
Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento
quanto às autoprioridades evolutivas.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal das prioridades evolutivas; os evoluciopensenes;
a evoluciopensenidade; os prioropensenes; a prioropensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidad

TRIO DAS MEGAPERCEPÇÕES


TRIO DAS MEGAPERCEPÇÕES
(AUTOMATUROLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O trio das megapercepções é o conjunto das 3 faculdades mentais, raciocínio,
imaginação e memória mais relevantes e a partir das quais o microuniverso da consciência se
assenta e atua.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo trio vem do idioma Italiano, trio, “peça de câmera, geralmente instrumental,
para 3 executantes; peça contrapondo 3 instrumentos solistas ao resto da orquestra;
grupo de 3 pessoas engajadas na mesma atividade”, e este de tre, “três”. Surgiu no Século XIX.
O elemento de composição mega deriva do idioma Grego, mégas, megale, “grande; grandemente;
muito; mais poderoso; de maior categoria; mais importante”. Apareceu, na Linguagem Científica
Internacional, no Século XIX. O vocábulo percepção procede do idioma Latim, perceptio, “compreensão;
faculdade de perceber; ação de colher; colheita”. Surgiu no Século XVII.
Sinonimologia: 1. Terno mentalsomático da evolução. 2. Trinômio da evolução consciencial.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 9 cognatos derivados do vocábulo trio: triódio;
triodo; trioicia; trióico; trioleína; triórquido; triorquismo; triovulado; trióxido.
Neologia. As 4 expressões compostas trio das megapercepções, trio das megapercepções
ignorado, trio das megapercepções sublúcido e trio das megapercepções superlúcido são
neologismos técnicos da Automaturologia.
Antonimologia: 1. Percepções simples. 2. Sensações somáticas.
Estrangeirismologia: o strong profile; a open mind; o rapport mentalsomático; a penetralia
mentis; a awareness; o megacurriculum vitae intermissivo; o Paraperceptarium.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à autorracionalidade ascendente.
II. Fatuística

TROCA INTELECTUAL

TROCA INTELECTUAL
(MENTALSOMATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A troca intelectual é o ato da vivência evoluída da permutabilidade cognitiva
entre a conscin lúcida e as outras consciências dentro das condições evolutivas do Cosmos.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. A palavra trocar é de origem obscura. Surgiu no Século XIV. O termo troca
apareceu no Século XVI. O vocábulo intelectual procede do idioma Latim, intellectualis, “relativo
à inteligência”. Surgiu no Século XIV.
Sinonimologia: 01. Permuta intelectual. 02. Permuta cognitiva. 03. Permuta cultural.
04. Troca intercultural. 05. Troca cognitiva; troca intelectiva. 06. Escambo intelectual. 07. Partilha
do saber. 08. Partilha cognitiva. 09. Partilha mentalsomática; permuta mentalsomática. 10.
Troca evolutiva.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 17 cognatos derivados do vocábulo troca: trocabilidade;
trocação; trocada; trocadela; trocadilhar; trocadilhismo; trocadilhista; trocadilho;
trocado; trocador; trocadora; trocamento; troca-pernas; trocar; troca-tintas; troca-troca; trocável.
Neologia. As duas expressões compostas troca intelectual intrafísica e troca intelectual
multidimensional são neologismos técnicos da Mentalsomatologia.
Antonimologia: 1. Estagnação intelectual. 2. Ramerrame mentalsomático. 3. Regressismo
cognitivo. 4. Antirreciclagem intelectual. 5. Apedeutismo engessado. 6. Inércia intelectual.
Estrangeirismologia: o upgrade intelectivo; o Recexarium; o Evolutionarium; o Mentalsomarium;

A massoterapia: opção para o bem-estar, por Alfredo Leonardo Penz*

A massoterapia: opção para o bem-estar, por Alfredo Leonardo Penz*

Vivemos num mundo onde às vezes esquecemos de nós. No trabalho, as exigências são cada vez maiores. Na escola, temos que saber mais e mais para nos preparar para o futuro (dizem nossos mestres). A correria é tanta, neste início de terceiro milênio, que esquecemos do nosso bem maior: nossa saúde.

Estar de bem conosco é condição mínima para que possamos desempenhar bem nossas atividades. Muitos, para conseguir equilibrar suas despesas, dividem-se em dois, literalmente – têm dois trabalhos. Outros, mesmo com um, o levam para casa para poder cumprir suas obrigações. O resultado desta correria frenética chega de mansinho: o estresse. Uns dizem que ele é maléfico; outros, pelo contrário, que é benéfico, nos indicando que algo não está correndo bem, servindo desta forma como alerta.

A lei da atração

Tudo o que temos na nossa vida atraímos conforme a sintonia do que vibramos com nossa mente, somos uma consciência se manifestando com vários formas de expressão. Nossos pensamentos nos levarão para luz ou para escuridão. A decisão está em nossas mãos. Evoluir é uma obra árdua, que exige determinação e suar sangue ao objetivo de estar lúcido. 

Concentração da Respiração - Lauro Trevisan

TRUCULÊNCIA

TRUCULÊNCIA
(PARAPATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A truculência é a qualidade, condição ou reação da pessoa brutal, grosseira,
inclemente, sem finura, atuando através de atos de violência.
Tematologia. Tema central nosográfico.
Etimologia. O termo truculência vem do idioma Latim, truculentia, “dureza, violência;
aspereza; rigor (de 1 clima); inclemência (do tempo)”. Surgiu no Século XVII.
Sinonimologia: 01. Grosseria. 02. Atrocidade; barbaridade; brutalidade. 03. Ferocidade.
04. Deformação cultural. 05. Deseducação. 06. Barbárie. 07. Incivilização. 08. Selvageria.
09. Antropofagia. 10. Genocídio.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 10 cognatos derivados do vocábulo truculência:
antitruculência; autotruculência; co-truculência; co-truculenta; co-truculento; heterotruculência;
megatruculência; supertruculência; truculenta; truculento.

Dicas da vida

Não existe evolução sem busca de conhecimento. Busque ardentemente ler, leiam exaustivamente, leiam tudo, não se feche para novos conhecimentos, não se bitole com a religião, descubra novas ideias, abra-se a novos horizontes, siga o princípio da descrença, viva com harmonia com tudo e todos, livre-se de emoções primatas, valorize cada dia, respeite seu corpo, enfrente a vergonha, faça mais e diga menos.

URÓBORO INTROSPECTIVO


URÓBORO INTROSPECTIVO
(AUTOPROSPECCIOLOGIA)
Definologia. O uróboro introspectivo é a técnica da autopensenização da consciência,
em circuito fechado, dentro do microuniverso consciencial, no estado da introspecção, autorreflexão
ou recolhimento íntimo, empregando as próprias palavras mentais de modo racional e lógico.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo uróboro vem do idioma Grego, ourobóros, “que come a própria
cauda”, composto por ourá, “cauda; rabo”, e borós, “voraz”. Surgiu em 1970. O vocábulo introspectivo
deriva do idioma Latim, introspectus, de introspicere, “olhar para dentro; penetrar; sondar;
indagar”. Apareceu em 1873.
Sinonimologia: 01. Uróboro mentalsomático. 02. Introspecção profunda. 03. Solilóquio
autassistencial. 04. Autarreeducação intraconsciencial; autorreflexão continuada. 05. Ciclopensenidade
intraconsciencial. 06. Autacareação cosmoética. 07. Autodissecção intraconsciencial.
08. Autocalculismo cosmoético. 09. Autanálise integrativa. 10. Técnica da autodesassedialidade
omnicognitiva; técnica da circularidade intraconsciencial.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 7 cognatos derivados do vocábulo introspecção:
introspeção; introspectiva; introspectividade; introspectivo; introspetiva; introspetividade; introspetivo.
Neologia. As 3 expressões compostas uróboro introspectivo, uróboro introspectivo intrafísico
e uróboro introspectivo parapsíquico são neologismos técnicos da Autoprospecciologia.
Antonimologia: 01. Uróboro masoquista. 02. Autopsicomotricidade. 03. Ansiosismo

ULTREXEGÉTICA


ULTREXEGÉTICA
(EXEGETICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A Ultrexegética é a Ciência ou técnica aplicada à interpretação racional,
conteudística, teática, máxima, dos fatos, parafatos, fenômenos e parafenômenos do Cosmos, de
acordo com os fundamentos da Descrenciologia e dos princípios e mecanismos multiculturais,
multidimensionais, multitemporais, multiexistenciais, multimilenares, holossomáticos, holopensênicos,
holomnemônicos, holobiográficos e holocármicos da Conscienciologia.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O prefixo ultra procede do idioma Latim, ultra, “para além de; adiante de;
fora de; além; mais longe”. O termo exegética deriva do idioma Grego, eksegetiká, plural do adjetivo
eksegetikós, “próprio de interpretar ou explicar”, através do idioma Latim, exegetice, “Arte
de explicar”. O vocábulo exegético apareceu no Século XIX.
Sinonimologia: 01. Ultrexegeticologia. 02. Ultrexegética cosmovisiológica. 03. Exegética
Máxima. 04. Ultra-Hermenêutica. 05. Ultra-Hermeneuticologia. 06. Hermenêutica cosmovisiológica.
07. Hermenêutica Máxima. 08. Ultranaliticologia. 09. Analiticologia Cosmovisiológica.
10. Analiticologia Máxima; mundividência conscienciológica.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 10 cognatos derivados do vocábulo exegese:
exegeta; Exegética; exegético; Exegeticologia; Miniexegética; miniexegético; Miniexegeticologia;

USABILIDADE


USABILIDADE
(EXPERIMENTOLOGIA)
Definologia. A usabilidade é a propriedade, capacidade, caráter, atributo, nível, qualidade,
característica, condição ou estado da facilidade com a qual determinada realidade, equipamento,
aparelho eletrônico, ferramenta, objeto ou programa pode ser compreendido, apreendido, utilizado
ou empregado por usuários específicos, a fim de alcançar objetivos especializados, com efetividade,
eficiência e satisfação no contexto de uso adequado e, por fim, tornado rotina útil, costume,
manipulação ou aplicação habitual.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo usar vem do idioma Latim usare, freqüentativo de uti, “usar; fazer
uso; servir-se de; ter relação com algo”. Apareceu no Século XIII.
Sinonimologia: 1. Usança; uso. 2. Empregabilidade. 3. Consumibilidade.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 21 cognatos do vocábulo uso: desusabilidade;
desusada; desusado; desusança; desusar; desuso; multiuso; multiusuário; usabilidade; usada;
usado; usador; usança; usante; usar; usável; useiro; usual; usualidade; usuária; usuário.
Neologia. As duas expressões compostas baixa usabilidade e alta usabilidade são neologismos
técnicos da Experimentologia.
Antonimologia: 1. Desusabilidade. 2. Desusança; desuso.

USINA CONSCIENCIAL


USINA CONSCIENCIAL
(ENERGOSSOMATOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A usina consciencial é você, leitor ou leitora, ou qualquer consciência quando
autoconsciente das próprias energias conscienciais (ECs), e das consequentes aplicações de
tais recursos fundamentais da vida, a fim de evoluir cosmoeticamente.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. A palavra usina procede do idioma Francês, usine, “estabelecimento industrial
munido de máquinas; loja; ateliê; oficina”. Surgiu no Século XX. O vocábulo consciência
deriva do idioma Latim, conscientia, “conhecimento de alguma coisa comum a muitas pessoas;
conhecimento; consciência; senso íntimo”, e este do verbo conscire, “ter conhecimento de”. Apareceu
no Século XIII.
Sinonimologia: 01. Usina holossomática. 02. Usina individual. 03. Megausina consciencial.
04. Autoconsciência holochacral. 05. Hiperacuidade energética. 06. Energosfera pessoal.
07. Psicosfera energética. 08. Segurança energética. 09. Sensibilidade bioenergética. 10.
Paraperceptibilidade energética.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 9 cognatos derivados do vocábulo usina: megausina;
usinabilidade; usinada; usinado; usinagem; usinar; usinável; usineira; usineiro.

UTILIDADE DECRESCENTE


UTILIDADE DECRESCENTE
(HOLOMATUROLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A utilidade decrescente é a realidade, objeto, mercadoria, fato ou algo a caminho
da obsolescência, da inutilidade ou do desuso, exigindo imediata eliminação, descarte ou,
pelo menos, o afastamento da vida evolutiva por significar travão ao próprio desenvolvimento
existencial.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O vocábulo utilidade vem do idioma Latim, utilitas, “faculdade de se servir
ou de fazer uso; utilidade; proveito; vantagem; recursos; serviços prestados”. Surgiu no Século
XV. O termo decrescente procede também do idioma Latim, decrescens, derivado de decrescere,
“decrescer; declinar; diminuir-se; minguar”, e constituído pela preposição de, “de cima de; de; fora
de; procedente de; em; sobre; no alto de; debaixo de; depois de; do meio de; à custa de; feito
de; em vez de; acerca de; contra”, e crescere, “crescer; brotar; nascer; ser criado; elevar-se; engrandecer-
se; aumentar; multiplicar-se”. Apareceu no Século XVIII.
Sinonimologia: 1. Utilidade marginal. 2. Utilidade eliminável. 3. Utilidade obsoleta.
4. Utilidade dispensável. 5. Utilidade desnecessária. 6. Utilidade disfuncional. 7. Pseudutilidade.
8. Inutilidade.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 20 cognatos derivados do vocábulo útil: autoinutilidade;
desútil; desutilidade; inútil; inutilidade; inutilizada; inutilizado; inutilizar; inutilizável;

O tempo

Quanto mais estamos ocupados, mais ocupação virá e o contrário também é aplicável. Nosso tempo é muito precioso, temos uma grande oportunidade, estamos num planeta e um corpo para evoluirmos. Nunca houve tanta informação fácil, o conhecimento está a disposição de todos. Para se livrar-nos do desperdício precisamos tomar medidas extremas, se a televisão ti domina, compre o mais rápido possível uma marreta; melhor perder uma televisão do que o tempo da sua vida.

VALOR EXISTENCIAL


VALOR EXISTENCIAL
(PARAXIOLOGIA)
Definologia. O valor existencial é a qualidade da realidade específica representando validade,
legitimidade, veracidade ou dignidade superior, ideal, quanto à evolução consciencial
e à plenitude cosmoética, estabelecida e arbitrada de antemão, a ser prezada racionalmente
e buscada tecnicamente de modo prioritário pela conscin lúcida, intermissivista, cognopolita, homem
ou mulher.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo valor deriva do idioma Latim Tardio, valore, “valor”. Surgiu no

VARIAÇÃO VERNACULAR


VARIAÇÃO VERNACULAR
(CONFORMÁTICA)
I. Conformática
Definologia. A variação vernacular é o vocábulo ou expressão equivalente, muito próximo
quanto ao sentido ou ao emprego de outro.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo variação vem do idioma Latim, variatio, “ação de variar”. Surgiu
no Século XVI. A palavra vernáculo procede também do idioma Latim, vernaculus, “de escravo
nascido na casa do amo; doméstico, de casa; nascido ou produzido no país; nacional; próprio do
país”, derivada de verna, “escravo nascido na casa do senhor; escravo bobo; patife; velhaco”.
Apareceu no Século XVII.
Sinonimologia: 1. Variação gramatical. 2. Variante vernacular. 3. Variação vocabular.
4. Variedade vernacular. 5. Termo díspar. 6. Palavra-variante. 7. Sinônimos.
Neologia. As duas expressões compostas variação vernacular popular e variação vernacular
técnica são neologismos técnicos da Conformática.
Antonimologia: 01. Invariável gramatical. 02. Invariável vernacular. 03. Invariável

VARIANTE GRAMATICAL


VARIANTE GRAMATICAL
(GRAMATICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A variante gramatical é o vocábulo ou expressão com alteração na forma
a fim de expressar mudança, em geral, de função, sentido ou categoria gramatical, seja substantivo,
pronome, verbo, adjetivo, com flexão de gênero, número, pessoa, caso ou tempo.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo variante vem do idioma Latim, variare, “variar (com cores); diversificar;
matizar; mudar; alterar; diversificar; ser variegado; colorido; pintado; variar; ser diferente”.
Surgiu no Século XVI. O vocábulo gramatical deriva também do idioma Latim, grammaticalis,
“relativo à gramática; gramatical”, e esse do idioma Grego, grámma, “caráter de escrita; letra;
texto; inscrição; linha; algarismo; grama (24a parte da onça)”. Apareceu no Século XVI.
Sinonimologia: 01. Variação gramatical. 02. Variante vernacular. 03. Variante vocabular.
04. Variedade vernacular. 05. Variante morfológica. 06. Termo flexionável. 07. Termo
díspar. 08. Palavra diferente; palavras conjugadas. 09. Cognato. 10. Hibridismo.
Neologia. As duas expressões compostas variante gramatical simples e variante gramatical
abrangente são neologismos técnicos da Gramaticologia.
Antonimologia: 01. Invariável gramatical. 02. Invariável vernacular. 03. Invariável
vocabular. 04. Palavra titular. 05. Vocábulo usual. 06. Termo invariável. 07. Termo coloquial.
08. Diferença de significado das palavras; palavras incompatíveis. 09. Divergência semântica;
pseudognato. 10. Antônimos.
Estrangeirismologia: a open mind; os links intelectivos.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à autocomunicabilidade.
II. Fatuística
Pensenologia: o holopensene pessoal da comunicabilidade; os ortopensenes; a ortopensenidade;
os logopensenes; a logopensenidade; a dinamização das automanifestações pensênicas.
Fatologia: a variante gramatical; a variável vernacular; a gramática; o gramatiquismo;
a Gramatologia; a Semântica como ramo da Linguística aplicado ao estudo da significação das
palavras; a convergência semântica; a bissociação; a associação ampla das palavras; os cognatos;
a flexibilidade comunicativa; a expansão dos pensamentos na comunicação aberta; a cosmovisão
comunicativa; o generalismo formal; a libertação dos conceitos das palavras das masmorras formais;
o ato de resgatar a acepção esquecida da palavra; o revigoramento do idioma; a revisão semântica;
o revisionismo linguístico; a evitação da anfibologia; a comunicabilidade pessoal; a comunicação
oral; a comunicação escrita; a comunicação informática; o Tesauro da Conscienciologia;
a Conscienciografia; a expansão dos dicionários cerebrais de sinônimos e de idéias afins;
a dificuldade de se encontrar a palavra mais adequada; as diferenças semânticas; os sinônimos; as
progressões sinonímicas; os termos aproximativos; as fórmulas redacionais; a versatilidade comunicativa

MANUAL DE QUALIFICAÇÃO DOS VERBETES DA ENCICLOPÉDIA DA CONSCIENCIOLOGIA

MANUAL DE QUALIFICAÇÃO DOS VERBETES
DA ENCICLOPÉDIA DA CONSCIENCIOLOGIA
VERSÃO 1
Organização:
Equipe de Revisores dos Neoverbetes dos Verbetógrafos da CCCI
Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia - CEAEC
Foz do Iguaçu – Paraná – Brasil
Fevereiro de 2009
Manual de Qualificação dos Verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia 1
ÍNDICE
Introdução ..................................................................................................... 02
Capítulo 1: Critérios Qualificadores dos Neoverbetes ............................. 04
Capítulo 2: Orientações Técnicas para Redação dos Neoverbetes .......... 05
Capítulo 3: Fluxograma de Entrega e Revisão dos Neoverbetes ............. 12
Capítulo 4: Leitura Complementar ............................................................ 14
Bibliografia ................................................................................................... 16
Notas .............................................................................................................. 16
Equipe de Revisores dos Neoverbetes dos Verbetógrafos da CCCI ........ 17
Contato .......................................................................................................... 17
Anexo: verbete Verbete ................................................................................ 18
Manual de Qualificação dos Verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia 2
INTRODUÇÃO
Definologia. O manual de qualificação dos neoverbetes é o conjunto de
critérios e orientações para revisão e aprimoramento da redação dos verbetes
escritos pelos verbetógrafos da CCCI.
Sinonimologia: 1. Diretrizes básicas para qualificação dos neoverbetes.
2. Procedimentos técnicos para aperfeiçoamento dos neoverbetes.
Antonimologia: 1. Manual de Redação. 2. Manual de escrita dos
neoverbetes.
Objetivo. O objetivo deste manual é facilitar a redação e a revisão de
neoverbetes para a Enciclopédia da Conscienciologia.
Informações. As informações aqui disponibilizadas foram na maioria dos
casos debatidas apenas verbalmente nas Tertúlias da Conscienciologia, ou
estudadas por voluntários do Holociclo trabalhando mais diretamente com os
verbetes.
Suporte. Quando identificadas dificuldades técnicas não contempladas nas

Conscienciologia?

Perguntas frequentes
O que é a Conscienciologia? A Conscienciologia é a ciência dedicada ao estudo da consciência “inteira”, constituída por todos os seus corpos (holossoma), atuando a partir de diversas dimensões (multidimensionalidade), considerando as suas múltiplas existências (multiexistencialidade), sob influência das energias (bioenergias) e das manifestações parapsíquicas (parapsiquismo). A Conscienciologia foi proposta publicamente em 1986 pelo médico e pesquisador Waldo Vieira, no livro Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano, e ratificada com a publicação do tratado 700 Experimentos da Conscienciologia, em 1994.
O que é a consciência? A consciência também pode ser denominada de ego, essência, individualidade, personalidade, sujeito, pessoa, self, ser, sujeito, dentre outros. Eu, você e todos os seres autoconscientes são consciências. Há consciências manifestando-se nesta dimensão física, através do corpo humano. Há também consciências manifestando-se em dimensões não-físicas (extrafísicas) através de outros corpos mais sutis e sofisticados.

70 Especialidades da Conscienciologia


  • 70 Especialidades da Conscienciologia
  1. 01. Androssomática.
  2. 02. Assistenciologia.
  3. 03. Comunicologia.
  4. 04. Conscienciocentrologia.
  5. 05. Conscienciometria.
  6. 06. Consciencioterapia.
  7. 07. Conviviologia.
  8. 08. Cosmoconscienciologia.
  9. 09. Cosmoética.
  10. 10. Cosmanálise.
  11. 11. Despertologia.
  12. 12. Dessomática.
  13. 13. Egocarmalogia
  14. 14. Evoluciologia.
  15. 15. Experimentologia.
  16. 16. Extrafisicologia.
  17. 17. Ginossomática.
  18. 18. Grupocarmalogia.
  19. 19. Holocarmalogia.
  20. 20. Holochacralogia.
  21. 21. Holomaturologia.
  22. 22. Holorressomática.
  23. 23. Holossomática.
  24. 24. Homeostática.
  25. 25. Infocomunicologia.
  26. 26. Intermissiologia.
  27. 27. Intrafisicologia.
  28. 28. Invexologia.
  29. 29. Macrossomática.
  30. 30. Mentalsomática.
  31. 31. Mnemossomática.
  32. 32. Paranatomia.
  33. 33. Paranestesia.
  34. 34. Parassepsia.
  35. 35. Parabiologia.
  36. 36. Parabotânica.
  37. 37. Paracicatrização.
  38. 38. Paracirurgia.
  39. 39. Paraclínica.
  40. 40. Paracronologia.
  41. 41. Parafenomenologia.
  42. 42. Parafisiologia.
  43. 43. Paragenética.
  44. 44. Parageografia.
  45. 45. Para-hemostasia.
  46. 46. Para-história.
  47. 47. Paraneurologia.
  48. 48. Parapatologia.
  49. 49. Parapedagogia.
  50. 50. Parapercepciologia.
  51. 51. Paraprofilaxia.
  52. 52. Para-regeneração.
  53. 53. Parassemiologia.
  54. 54. Parassociologia.
  55. 55. Paratecnologia.
  56. 56. Paraterapêutica.
  57. 57. Parazoologia.
  58. 58. Pensenologia.
  59. 59. Policarmalogia.
  60. 60. Proexologia.
  61. 61. Projeciocrítica.
  62. 62. Projeciografia.
  63. 63. Projeciologia.
  64. 64. Projecioterapia.
  65. 65. Psicossomática.
  66. 66. Recexologia.
  67. 67. Ressomática.
  68. 68. Serenologia.
  69. 69. Sexossomática.
  70. 70. Somática.

20 Megaatributos Propulsores da Evolução

20 Megaatributos Propulsores da Evolução
  1. 01. Abertismo consciencial. (Autoconsciencialidade).
  2. 02. Autoconscientização multidimensional. (AM). (Projeciologia).
  3. 03. Autodesassedialidade. (Despertologia).
  4. 04. Autodiscernimento. (Discenimentologia).
  5. 05. Autopesquisologia. (Experimentologia).
  6. 06. Autorganização. (Logicidade).
  7. 07. Cosmoética. (Código Pessoal de Cosmoética - CPC).
  8. 08. Cosmovisão. (Interatividade).
  9. 09. Domínio energético. (Energossomática).
  10. 10. Ficha evolutiva pessoal. (FEP). (Holobiografia).
  11. 11. Holomaturidade. (Cons). (Holomaturologia).
  12. 12. Inteligência evolutiva. (Evoluciologia).
  13. 13. Intencionalidade. (Intencionologia).
  14. 14. Interassistencialidade. (Assistenciologia).
  15. 15. Neofilia. (Recexologia).
  16. 16. Policarmalidade. (Holocarmalogia).
  17. 17. Princípio da descrença. (COC - Cético otimista cosmoético).
  18. 18. Priorização. (Continuística).
  19. 19. Retilinearidade autopensênica. (Homeostática).
  20. 20. Vontade. (Voliciologia).

Faixas Etárias

Índice das Faixas Etárias
  1. 01. Vida Fetal: Da Concepção a Ressoma.
  2. 02. Neonatologia: De 1 dia de vida até aos 28 dias.
  3. 03. Lactância: Dos 29 dias de vida até aos 02 anos.
  4. 04. Primeira Infância: Dos 02 anos e 1 dia até aos 4 anos.
  5. 05. Segunda Infância: Dos 04 anos e 1 dia até aos 10 anos.
  6. 06. Pré-adolescência: Dos 10 anos e 1 dia até aos 15 anos.
  7. 07. Adolescência: Dos 15 anos e 1 dia até aos 20 anos.
  8. 08. Pós-adolescência: Dos 20 anos e 1 dia até aos 26 anos.
  9. 09. Adultidade: Dos 26 anos e 1 dia até aos 40 anos.
  10. 10. Meia-idade: Dos 40 anos e 1 dia até aos 65 anos.
  11. 11. Terceira idade: Dos 65 anos e 1 dia até aos 80 anos.
  12. 12. Quarta Idade: Dos 80 anos e 1 dia até a Dessoma.

Escala Evolutiva - Quadro




VERACIDADE AUTOVERIFICÁVEL


VERACIDADE AUTOVERIFICÁVEL
(VERPONOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A veracidade autoverificável é aquela encontrada pelos esforços pessoais
da conscin pesquisadora, lúcida e interessada em conhecer, de maneira individual, confiável, garantida
ou indubitável, a realidade dos fatos e parafatos, descartando as aparências, versões espúrias,
ilusões, ansiedades, imaginações exacerbadas, literatices e ficções, seguindo as técnicas e paratécnicas
explicitadas pelo corpus de neoideias prioritárias da Impactoterapia da Conscienciologia.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo veracidade é de origem controversa. Segundo Antonio Geraldo da

VERBACIOLOGISTA

VERBACIOLOGISTA
(VERBACIOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O verbaciologista é a conscin lúcida, mulher ou homem, aplicada à vivência
da interação prática, permanente, do verbo e da ação integrada, ou verbação, conjunto das
ações ou realizações vivenciadas, primeiro, e do verbo (palavra, afirmação, discurso, promessa,
revelação), exposição dos fatos, depois, ínsitos no autocomportamento coerente, relativamente
à condição do resultado da palavra ratificada pelo exemplo, por meio de testemunhos vivos
e vividos no âmbito da Socin.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo verbo deriva do idioma Latim, verbum, “palavra, vocábulo”. Surgiu
no Século XIII. O vocábulo ação vem igualmente do idioma Latim, actio, “ação; movimento;
feito; obra; negócio; direito de proceder judicialmente; processo; auto; discurso; enredo”, de agere,
“obrar; agir”. Apareceu também no Século XIII. O elemento de composição logia provém do
idioma Grego, lógos, “Ciência; Arte; tratado; exposição cabal; tratamento sistemático de 1 tema”.
O sufixo ista procede do mesmo idioma Grego, istes, designando “adepto; aderente; seguidor;
partidário”.
Sinonimologia: 1. Verbaciólogo. 2. Verbacióloga. 3. Exemplarista.
Neologia. Os 2 vocábulos verbaciologista e verbaciólogo, bem como as duas expressões
compostas verbaciologista juvenil e verbaciologista maduro são neologismos técnicos da Verbaciologia.
Antonimologia: 1. Desorientador. 2. Desorientadora. 3. Mau exemplo.

VERBETE

VERBETE
(COMUNICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O verbete, seja prescritivo, cognitivo, temático, enciclopédico ou remissivo,
é a palavra ou expressão compondo o conjunto da definição, acepção, exemplos e outras informações
estruturais respeitantes ao vocábulo – ou item lexical predominantemente de conteúdo
ou de forma –, contido na organização alfabética das entradas da Enciclopédia da Conscienciologia.
Tematologia. Tema central neutro.
Etimologia. O termo verbo deriva do idioma Latim, verbum, “palavra, vocábulo, termo;
expressão”, opondo-se a res, “coisa; realidade”. Apareceu em 1279. O sufixo ete, “diminutivo”,
surgiu no Século XV. O vocábulo verbete apareceu em 1881.
Sinonimologia: 01. Entrada. 02. Palavra. 03. Vocábulo. 04. Termo. 05. Expressão.
06. Locução. 07. Conceito. 08. Constructo. 09. Corte da realidade; destaque. 10. Convite à reflexão.
Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 10 cognatos derivados do vocábulo verbete: megaverbete;

VERPON PARATECNOLÓGICA


VERPON PARATECNOLÓGICA
(PARATECNOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. A verpon paratecnológica é a verdade relativa de ponta, transcendente,
original ou inédita, calcada nas paratécnicas e introduzida no universo da holocognição da Humanidade,
de modo teático, informativo e desafiador para as consciências lúcidas, predispostas às
autorreciclagens evolutivas racionais e lógicas, seguidoras da vivência do princípio da descrença.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo verdade deriva do idioma Latim, veritas, “verdade; conformidade
com o real”. Surgiu no Século XIII. O vocábulo relativa procede também do idioma Latim, relativus,
“relativo a”. Apareceu em 1536. A palavra ponta vem do mesmo idioma Latim, puncta,
“estocada; golpe de ponta”, e esta de pungere, “picar; furar; entrar; atormentar; afligir; fazer sofrer;
mortificar”. Surgiu no Século XIII. O termo tecnologia provém do idioma Grego, tekhnología,
“tratado ou dissertação sobre alguma Arte; exposição das regras de determinda Arte”, constituído
pelo radical tekhne, “Arte manual; artesania; indústria; habilidade”, e logia, derivado de lógos,

VERBETE-CHAVE


VERBETE-CHAVE
(COMUNICOLOGIA)
I. Conformática
Definologia. O verbete-chave é a entrada componente da Enciclopédia da Conscienciologia
cujo texto merece destaque por expressar os componentes básicos do assunto em foco em
comparação com os demais verbetes da linha de cognição.
Tematologia. Tema central homeostático.
Etimologia. O termo verbo deriva do idioma Latim, verbum, “palavra; vocábulo; termo;
expressão”, opondo-se a res, “coisa; realidade”. Apareceu em 1279. O sufixo ete, “diminutivo”,
surgiu no Século XV. A palavra verbete apareceu em 1881. O vocábulo chave provém igualmente
do idioma Latim, clavis, “chave; tranca”. Surgiu no Século XIII.
Sinonimologia: 1. Verbete-indicador. 2. Verbete básico. 3. Verbete-matriza. 4. Entrada-
chave. 5. Entrada significativa. 6. Megaverbete.
Neologia. As duas expressões compostas verbete-chave simples e verbete-chave complexo
são neologismos técnicos da Comunicologia.
Antonimologia: 1. Verbete. 2. Verbete coadjutor. 3. Verbete secundário. 4. Subverbete.
Estrangeirismologia: a keyword; a headword.
Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à mentalsomaticidade comunicativa.
II. Fatuística

Manter a Calma - Lauro Trevisan